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REALIZE UMA CAPACITAÇÃO, PALESTRA OU OFICINA SOBRE INDISCIPLINA, BULLYING E ATO INFRACIONAL:

O objetivo principal é fortalecer o NEPRE com as ações do SPE - Saúde e Prevenção nas Escolas - o qual é um projeto dos Ministérios da Saúde e da Educação, que conta com o apoio da UNESCO e da UNICEF. Representa um marco na integração saúde-educação e destaca a escola como o melhor espaço para a articulação das políticas voltadas para adolescentes e jovens, principalmente por poder contar com a participação dos sujeitos desse processo: estudantes, famílias, profissionais da educação e da saúde. Neste blog estão publicados textos, links, e principalmente projetos e ações preventivas desenvolvidas pelo NEPRE nas escolas de Joinville, SC, sob a coordenação pedagógica do professor Jorge Schemes da GERED.
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19 Setembro 2011

Repreensão: os limites da escola na hora de 'orientar' os alunos


Com dois anos de idade, Marcelo Corrêa Carvalho trocou o interesse pelos vídeos infantis por DVDs de bandas como Beatles e Ramones. Aos três anos, ganhou a primeira camiseta de rock com a banda Rolling Stones estampada na frente. Hoje, aos oito anos, toca guitarra, violão e tem como ídolo os astros Jimmy Hendrix e Chuck Berry. As preferências musicais do estudante, no entanto, foram apontadas como erradas pela diretora de uma escola particular de São José do Rio Preto (SP), no início deste ano, e estimularam o debate sobre formas de punição que ainda existem em alguns colégios.
Segundo Nara Campos Calachi, mãe do aluno, tudo começou quando Marcelo ficou "batucando" na mesa da classe e atrapalhando a aula. Ele teria sido encaminhado para a direção da escola, onde foi "orientado a não gostar mais de rock". "Ela perguntou por que ele estava fazendo barulhos, e então ele contou que gostava de rock e queria ser guitarrista. Ela mostrou para ele algumas traduções de músicas de rock e disse que os roqueiros tinham pacto com satã e que, por isso, ele não deveria seguir este caminho", conta a mãe.
Ao chegar em casa, Marcelo perguntou à mãe por que não haviam contado a ele que "rock era algo do mal". "Ele ficou muito assustado no início, teve pesadelos e não quis mais tocar guitarra. Mas então eu o troquei de escola e conversei muito sobre o ocorrido. Ele ainda não está dormindo sozinho, mas voltou a tocar", diz Nara.
De acordo com ela, o problema não foi o fato de Marcelo ser chamado pelo mau comportamento, mas sim de ser orientado inadequadamente. "Acredito na orientação, mas em parceria com a família. Creio que o correto seria dizer ao meu filho que ele estava atrapalhando a aula e que estava prejudicando os colegas e ele próprio. Se ele insistisse na atitude, acredito que o certo seria me chamar, para que, em conjunto com a diretora, nós pudéssemos procurar uma forma de melhorar seu desempenho", fala.
A pedagoga Edileide Castro, autora do livro Limites e afetividade: uma parceria entre e a família e a escola, concorda com a mãe de Marcelo e afirma que a orientação escolar deve sempre ocorrer com a participação dos responsáveis. "Isso evita confusão na cabeça da criança. Se a escola diz uma coisa e os pais outra, o que é certo?". Para ela, as desobediências infantis sempre farão parte da formação da criança, mas é com orientação e não punição que os educadores devem responder.
De acordo com Edileide, repreensões desse tipo só geram distanciamento e rebeldia. "O ato pode ter um efeito imediato no comportamento, mas não trata o coração. Além disso, deixa muitas vezes a criança ou o adolescente pronto para receber influências negativas de pessoas estranhas ao processo educacional", afirma. Edileide entende que a determinação de limites deve ocorrer com amor e confiança, e sempre com a participação dos pais. "A escola precisa ter sabedoria e conhecimento da vivência familiar para melhor orientar, mas as decisões finais são sempre da família, dos pais ou responsáveis", fala.
Edileide explica que essa orientação deve ocorrer em etapas, e sempre com muita conversa. De acordo com ela, logo após a infração das regras, um profissional da escola deve conversar com o aluno e o direcionar para a atitude correta. Depois, se o aluno repetir a conduta, os pais devem ser avisados através de bilhetes escritos pela professora e assinados pelo aluno. "Isso faz com que os pais conversem com o filho em casa", afirma. Se os avisos se tornarem constantes, a família deve ser convidada a ir à escola para encontrar soluções com os docentes.
Apesar de muitos estabelecimentos de ensino já adotarem a orientação como resposta a um mau comportamento, outros ainda preferem a privar o estudante de algo, diz Edileide. "Na maioria das vezes, são coisas como proibir a ida ao recreio, que é um direito de descanso e lazer, expulsar da sala de aula ou realizar a famosa suspensão", diz. Para a pedagoga, a suspensão deve ser utilizada em último caso. "Muitos alunos querem exatamente isso, ficar sem ir para a aula".
Projeto de lei quer regulamentar a suspensão escolar
Não existe um padrão sobre quando e como a suspensão deve ser aplicada a um aluno nas escolas brasileiras. Numa tentativa de padronizar e visando a diminuir o número de casos de violência contra professores por parte de alunos, a deputada federal Cida Borghetti (PP-PR) propôs o acréscimo do artigo 53 no Estatuto da Criança e do Adolescente.
O projeto de lei, proposto no início do ano, estabelece deveres e responsabilidades de crianças e adolescentes estudantes, como o de observar e cumprir códigos de ética e conduta da instituição de ensino a que estiver veiculado. Caso contrário, a suspensão é apontada como a punição adequada para quem descumprir as regras, ficando a cargo da direção o número de dias suspensos. "A legislação é importante, mas a presença dos pais na vida dos filhos e o acompanhamento escolar é mais importante ainda", opina Edileide.
Apesar de não existir uma legislação que defina os tipos de punição adequados em ambiente escolar, Artur Costa Neto, professor da área educacional da PUC-SP e diretor do Sindicato dos Professores de São Paulo (SINPRO-SP), não enxerga necessidade de um projeto de lei como esse. "O regimento escolar já é o bastante para os pais, e os estudantes já estão bem protegidos com o ECA", afirma, destacando que a expulsão já é considerada inadequada pelo meio docente. "Teoricamente se estaria violando o direito à educação de uma criança", observa.
Neto explica que são as escolas que definem os tipos de punições para cada atitude inadequada de um aluno. "A dica é que os pais leiam o regimento escolar antes de matricular seus filhos, assim eles já conhecerão a linha pedagógica da instituição", diz Edileide.[fonte: terra]

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REALIZE EM SUA ESCOLA UMA CAPACITAÇÃO PARA PROFESSORES, GESTORES, ESPECIALISTAS E EDUCADORES SOBRE:


TEMA: INDISCIPLINA, BULLYING, ATO INFRACIONAL E MEDIAÇÃO DE CONFLITOS NA ESCOLA


MINISTRANTE: PROFESSOR JORGE SCHEMES*


Mini Currículo:
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico. Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar. Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso. Pós-Graduado em Interdisciplinaridade e Metodologia do Ensino Superior. Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional. Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na Gerência de Educação de Joinville – GERED – Responsável pelo NEPRE, APOMT e APÓIA. Professor das disciplinas de Filosofia da Educação; História da Educação, Antropologia Cultural, Empreendedorismo, Educação e Conjuntura Política e Projetos Educacionais e Corporativos na FGG (Faculdade Guilherme Guimbala - ACE - Associação Catarinense de Ensino - Curso de Pedagogia). Professor de Religião no Instituto de Parapsicologia de Joinville. Professor de Ensino Religioso na Escola Pública Municipal Saul Sant'Ana de Oliveira Dias. Membro Conselheiro do COMEN e da CMAIDS (Conselho Municipal de Entorpecentes e Comissão Municipal de Prevenção e Controle de DST/AIDS). Membro da aliança:"Por Um Mundo Sem Tabaco", do INCA (Instituto Nacional do Câncer). Autor do Livro: "O Que Você Precisa Saber e Fazer Para Deixar de Fumar" - Editora DPL. Escritor e Palestrante. Contato Direto: 47-8829-4706, ou pelo e-mail: jorgeschemes@yahoo.com.br

* Currículo Completo Disponível em:
http://lattes.cnpq.br/4338194471582467


1. TEMA:
Indisciplina, Bullying, Ato Infracional e Mediação de Conflitos na Escola.


2. JUSTIFICATIVA:
Considerando que atualmente a indisciplina no ambiente escolar, o fenômeno Bullying e o ato infracional são fatos concretos que interferem de maneira negativa no processo pedagógico; Considerando que a falta de limites não é apenas um problema que se manifesta na escola mas também nas famílias; Considerando que os profissionais da educação se sentem reféns da indisciplina e da violência manifestada pelo corpo discente; Considerando que o corpo docente e técnico administrativo da escola pode estar falhando nas abordagens de resolução de conflitos na escola; Considerando ainda que há uma má interpretação ou mesmo desconhecimento da sistemática proposta pelo Estatuto da Criança e do Adolescente nos casos de omissão da família e dos direitos e deveres previstos nesta Lei, faz-se necessário uma parada pedagógica para discutir e analisar tais questões e levantar possíveis alternativas de abordagem para tais problemas.


3. OBJETIVO GERAL:
Refletir sobre as possíveis causas da indisciplina, características do Bullying e dos Atos Infracionais no ambiente escolar e fornecer orientações práticas para a prevenção e a superação de tais fenômenos contemporâneos.


4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
1. Refletir sobre as possíveis causas da indisciplina na sala de aula e alternativas de superação dos conflitos na relação professor(a) aluno(a).
2. Entender a diferença entre indisciplina, Bullying e Ato Infracional.
3. Sistematizar um protocolo de ações para prevenção e atendimento em casos de indisciplina , Bullying e de Atos Infracionais.
4. Entender e aplicar as diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente e outras legislações pertinentes na prática pedagógica cotidiana.
5. Refletir sobre as possibilidades da mediação de conflitos na escola como ferramenta de prevenção e superação da violência escolar.


5. PÚBLICO ALVO:
Professores, Orientadores, Supervisores e Gestores Escolares.


6. METODOLOGIA:
1. Aula expositiva e dialogada.
2. Apresentações, seminário e fórum para debate.
3. Leituras e discussão de textos pertinentes ao tema.
4. Dinâmicas e reflexões.


7. RECURSOS DIDÁTICOS:
Textos, Multimídia, Internet, Slides, Blogs.


8. CRONOGRAMA/EMENTA
Proposta de Capacitação de 16 horas mais 04 horas de atividades de extensão, somando um total de 20 horas:

8.1 DIA/PERÍODO/TEMAS E ATIVIDADES:


Matutino - 04 horas.
1. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) no contexto da relação professor x aluno – direitos e deveres.
2. Questionamentos sobre o ECA (atividade em pequenos grupos).
3. Socialização, debate e análise dos questionamentos sobre o ECA.


Vespertino - 04 horas.
1. Conceituando disciplina e indisciplina.
2. Os quatro focos da indisciplina (análise a auto-análise).
3. Estudo de casos (atividade em pequenos grupos).


Matutino - 04 horas.
1. Continuação do estudo de casos (atividade em pequenos grupos).
2. Indisciplina, Bullying e Ato Infracional.
3. Protocolo de Ações e Regimento Escolar.


Vespertino - 04 horas.
1. Prevenção e mediação de conflitos na escola.
2. Indicações de documentos e legislação.
3. Formulação de um protocolo de ações.

Observação: A capacitação poderá ser realizada em todos os dias da semana, incluive no sábado e no domingo, com a possibilidade de ser realizada também no período noturno.

9. AVALIAÇÃO:
A avaliação será diagnóstica, processual, formativa, cumulativa e global, incluindo auto-avaliação reflexiva da participação do(a) aluno(a) no processo de construção do conhecimento. Se dará por meio de observação sistemática e anotações em instrumentos próprios para tal.


10. CARGA HORÁRIA:
16 horas mais 04 horas de atividades de extensão, somando um total de 20 horas.


11. REFERÊNCIAS BÁSICAS:
Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA.
Documentos e Legislação disponíveis em:
http://www.projetonepre.blogspot.com/

Outras indicações bibliográficas dadas durante a capacitação.

12. INVESTIMENTO:

A combinar:

Ligue: 47-9244-6801 ou entre em contato:
jorgeschemes@yahoo.com.br


13. OFICINA PARA PROFESSORES E EDUCADORES:


Há também a opção de realizar esse projeto em forma de oficina nas escolas, para professores e corpo técnico pedagógico e administrativo, com duração de 04 horas, nos turnos matutino, vespertino ou noturno.

O custo total da oficina é de R$ 500,00 (Quinhentos Reais - Incluindo despesas com transporte, estadia e alimentação - Preço válido para o Estado de Santa Catarina).

Para outros Estados o valor deve ser negociado pelo e-mail jorgeschemes@yahoo.com.br ou pelo fone 47-88294706.

Para escolas da Rede Pública de Joinville (SC) e Região, o valor da oficina é de R$ 350,00 (Trezentos e Cinqüenta Reais - Sem custos adicionais).

As vagas para a oficina são limitadas até o número máximo de 50 participantes.

Dúvidas?
Contato pelo e-mail jorgeschemes@yahoo.com.br ou pelo fone 47-9244-6801.


14. OUTRAS PALESTRAS E OFICINAS:

http://www.schemespalestras.blogspot.com


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