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29 fevereiro 2012

Pais são condenados por filhas invadirem rede social


A Justiça em Ponta Grossa, a 120 quilômetros de Curitiba, condenou os pais de duas adolescentes ao pagamento de R$ 15 mil como indenização por danos morais, em razão de as meninas terem se apossado da senha do Orkut de uma colega e colocarem fotos e mensagens depreciativas. O fato aconteceu em 2010 em um colégio particular da cidade. O processo corre em segredo de Justiça e, tão logo seja dado conhecimento da sentença, as partes derrotadas podem recorrer ao Tribunal de Justiça.

De acordo com o advogado Carlos Eduardo Martins Biazetto, que defende a família da menina ofendida, na época elas tinham de 12 para 13 anos. Além da própria menina, seu irmão, na época com oito anos, também foi incluído na ação, por igualmente ter sido alvo de chacotas na escola. "Com a mudança de senha, elas dominaram a página e escreveram 'abobrinhas' impronunciáveis", afirmou Biazetto. "Eram palavras de baixíssimo calão, pornografia pura."
Segundo ele, a adolescente não tinha costume de entrar frequentemente na rede social e nem se importou quando tentou acessar o Orkut algumas vezes, mas não conseguiu em função da alteração de senha. Nesse período, começou a haver comentários ridicularizando a menina, que passou a ficar muito nervosa e não queria mais ir à escola. Cerca de um mês depois das postagens, uma professora percebeu as mensagens e fotos estranhas quando foi mandar um aviso pela internet. Foi ela quem alertou os pais, que colocaram a polícia para investigar.
No entanto, a identidade das colegas que tinham violado a página virtual da adolescente somente foi revelada porque elas teriam comentado entre si, mas a conversa foi ouvida por uma terceira que contou à professora. Levadas à direção, elas acabaram confessando. De acordo com o advogado, os pais foram chamados, mas relevaram a questão, alegando que era "coisa de criança". "Mas as ofensas eram graves", destacou Biazetto. "A menina ficou extremamente constrangida, teve de mudar de escola e faz tratamento psicológico até agora."
Para ele, a sentença judicial deve servir também como alerta aos pais. "Que eles não se eximam disso, que acompanhem os filhos nas redes sociais", disse. Segundo o advogado, nesse caso os pais da adolescente são pessoas serenas e procuraram a via judicial, ao invés de partir para a agressão. A sentença estipulou R$ 10 mil para a menina e R$ 5 mil para seu irmão. "Mas valor nenhum paga o que sofreram, e a gente ainda não sabe as consequências futuras", acentuou Biazetto.[Fonte: Yahoo Notícias]

27 fevereiro 2012

Educação realiza Webconferência sobre a política de Educação, Prevenção e Atenção às Violências na Escola


A Secretaria de Estado da Educação realiza, segunda-feira, 27, das 9h às 11h30m, Webconferência, com o objetivo de orientar a implantação da política de “Educação, Prevenção e Atenção às Violências na Escola”.
Segunda a diretora de Educação Básica e Profissional, Gilda Mara Penha, a iniciativa visa fomentar ações em rede intersetorial, promovendo uma “Educação em e para os Direitos Humanos na Educação Básica”. “Este é mais um encontro de formação continuada com foco nos coordenadores dos Núcleos de Educação, Prevenção e Atenção às Violências na Escola (NEPREs), constituídos nas 36 Gerências Regionais de Educação, e no Instituto Estadual de Educação (IEE)”, informa.
Além dos Coordenadores regionais, também participam da Webconferência, os representantes dos NEPRES nas unidades de ensino e os diretores escolares. Gilda Mara informa ainda que as escolas já estão recebendo o primeiro documento que sistematiza e orienta os profissionais da educação em como inserir na prática pedagógica a temática da violência.
   Para elaborar a Política, foi constituído o NEPRE na Secretaria da Educação, por meio da PORTARIA Nº 1290 de 21/06, sendo que o grupo é composto por representantes das diretorias de Educação Básica e Profissional (DIEB), de Tecnologia e Inovação (DITI), de Ensino Superior (DIES), de Apoio ao Estudante (DIAE), de Gestão de Pessoas (DIGP), e da Consultoria Jurídica (COJUR). [Fonte: SED]

23 fevereiro 2012

Webconferência do NEPRE




GERÊNCIA DA EDUCAÇÃO - GERED
SETOR DE ENSINO - NEPRE
COMUNICAÇÃO INTERNA - CI

CI Nº. 010


De: Setor de Ensino - GERED
Data: 23/02/2012
Para: Diretores (as) das Unidades Escolares
Assunto: Convocação para Webconferência do NEPRE

Prezado Gestor ,
Informamos que dia 27 de fevereiro de 2012, das 09:00 h às 11:30 h, o NEPRE/SED realizará uma Webconferência no intuito de orientar sobre:
  • A implantação da Política de Educação, Prevenção e Atenção e Atendimento às Violências na Escola, em toda educação básica;
  • A constituição do NEPRE (Núcleo de Educação e Prevenção) nas unidades escolares.
Para tanto, convocamos um ATP e o Assessor de Direção ou Gestor Escolar para participarem da Webconferência no link http://tvplan.spg.sc.gov.br:8080/tvplan no dia e horário acima indicados. Após a Webconferência o Gestor Escolar deverá encaminhar ao Setor de Ensino da GERED o nome indicado para ser o responsável pelo NEPRE na sua Unidade Escolar.

As escolas polos para assistir a Webconferência e as vagas disponíveis são:
- EEB Rui Barbosa – (20 vagas) – Fone: 34225018
- EEB Germano Timm – 50 vagas – Fone: 34223529
- EEB Rudolfo Meyer – 25 vagas – Fone: 34360769
- EEB Martins Veras – 50 vagas – Fone: 34553809
- EEB Jorge Lacerda – 40 vagas – Fone: 34362468
- EEB Jandira D'Ávilla – 50 vagas – Fone: 34675048

Dúvidas e orientações entrar em contato com o responsável pelo NEPRE no Setor de Ensino da GERED, Prof. Jorge Schemes ou acessar o blog do NEPRE em www.projetonepre.blogspot.com

Cordialmente,
Heliete Steingräber
Gerente de Educação

Evelise de Fátima Martins
Supervisora de Educação Básica e Profissional

Jorge Schemes
Coordenador Pedagógico do NEPRE

22 fevereiro 2012

Inquérito apura suicídio de pai que virou ativista após filho se matar por bullying


Um pai que virou ativista contra a prática de bullying após o suicídio do filho adolescente deixou um bilhete de despedida no Facebook e também se matou, de acordo com informações obtidas durante um inquérito na Grã-Bretanha. [Foto: Roger Crouch aparece nesta fotografia de família com o filho Dominic]
Roger Crouch, de 55 anos, foi encontrado pela esposa, Paola, após ter se enforcado na garagem de sua casa, no dia 28 de novembro do ano passado.

A morte do rapaz, que teria sofrido com rumores de que era gay, fez com que Roger se tornasse uma figura importante nas campanhas contra o bullying no país, recebendo inclusive o prêmio de herói do ano da ONG Stonewall, de defesa de Lésbicas, Gays e Bissexuais, em 2011.A investigação sobre sua morte concluiu, esta semana, que Roger nunca havia superado a dor do suicídio de Dominic, seu filho de 15 anos, um ano e meio antes.

Depressão

Segundo a esposa de Roger e mãe de Dominic, Paola Crouch, o marido continuou a sofrer variações de humor e surtos de depressão devido ao suicídio do filho.
"Havia muita morte em sua vida", disse ela.
Ao ouvir o depoimento de psiquiatras que disseram que seu marido havia sido "tomado pela dor", Paola disse: "Acho que é o que se poderia chamar, de uma forma antiquada, de um coração partido."
Antes de se enforcar, Roger deixou uma mensagem no Facebook que dizia: "Au Revoir (Até a vista, em francês), Adeus - ou talvez À Bientôt (Até logo, em francês)."
Durante a audiência sobre a morte dele, o responsável pelo inquérito, David Dooley, mencionou a campanha de Roger Crouch contra o bullying.
"Claramente, ele se dedicou muito à campanha por seu filho e por outros que teriam sofrido com bullying. Mas, no fim, ele acabou tomado pela dor devido à morte de seu filho. De acordo com as evidências, tenho certeza de que ele decidiu por fim à própria vida."

'Verdade ou consequência'

Em maio de 2010, Dominic Crouch pulou de um prédio de seis andares, perto da escola onde estudava.
Uma investigação, seis meses depois, revelou que durante um jogo do tipo "verdade ou consequência", em uma viagem escolar, Dominic havia beijado outro menino. Acredita-se que, depois disso, um vídeo do jogo tenha sido circulado na escola.
Dominic não havia mencionado para a família que estava sendo atormentado pelos colegas, mas em um dos bilhetes que deixou, o jovem escreveu: "Querida família, Sinto muito mesmo pelo que estou prestes a fazer. Eu tenho sofrido muito com bullying ultimamente e muita coisa foi dita sobre mim que não é verdade." [Fonte: BBC Brasil]
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