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19 agosto 2013

Efeitos do bullying na infância persistem até a vida adulta, revela estudo

Que o bullying em crianças representa um problema para escolas, pais e governos já é um fato conhecido. Um novo estudo, porém, mostra que o alcance pode ser ainda maior, afetando o psicológico das vítimas até a idade adulta. Dificuldade em manter um emprego fixo, desenvolver relacionamentos sociais e até ser atingido por graves doenças estariam entre os efeitos do bullying levados para a vida toda. A pesquisa recém-publicada no Psychological Science procura estimar os resultados dessa intimidação nas vidas dos jovens depois da escola.
O risco de problemas relacionados à saúde, renda e capacidade social são multiplicados pela exposição ao bullying, revela o estudo, que analisa diversos fatores além daqueles relacionados à educação - e estima seus efeitos no futuro das crianças. Uma equipe de psicólogos da Universidade de Warwick e do Centro de Saúde da Universidade Duke investigaram o impacto dessa pressão sobre as vítimas, os agressores e aqueles que se enquadram em ambas as categorias.
"Não podemos continuar tratando o bullying como algo inofensivo, quase inevitável, (como se fosse) parte do amadurecimento", afirma o cientista Dieter Wolke. "Precisamos mudar esse pensamento e reconhecer que esse é um problema sério tanto para o indivíduo quanto para todo o país; os efeitos são duradouros e significativos", disse Wolke.
As crianças que sofriam e praticavam bullying foram as que apresentaram maior risco de desenvolver problemas de saúde quando adultos: tinham seis vezes mais chances de serem diagnosticados com uma grave doença, de fumar com frequência ou desenvolver algum tipo de transtorno psiquiátrico do que aquelas pessoas que não passaram por esse tipo de intimidação.[Fonte: Terra]

12 agosto 2013

Cyberbullying atinge 1 em cada 5 crianças, aponta estudo

Uma em cada cinco crianças afirmam terem sido vítimas de cyberbullying em rede sociais durante o ano passado - com intimidações tão graves quanto estupro e violência sendo feitas. Uma pesquisa da associação britânia National Society for the Prevention of Cruelty to Children (NSPCC) mostra ainda que 10% dos jovens entre 11 e 16 anos tem sido alvo diário de "trolls" na internet. A organização clamou por estratégias destinadas à proteção das crianças antes que a situação "fuja do controle". As informações são do The Guardian.
Na última quinta-feira, anunciantes britânicos retiraram sua publicidade da rede social Ask.fm depois que uma adolescente de 14 anos se suicidou por sofrer bullying através do portal, algo que indignou o país e o primeiro-ministro, David Cameron. Hannah Smith foi encontrada morta depois de sofrer insultos e ameaças em seu perfil no portal onde os usuários podem fazer perguntas e resolver dúvidas de forma anônima.
Mensagens postadas nos últimos dias nesse site - ao qual Cameron sugeriu um boicote - incluíam um usuário pedindo ao outro, diversas vezes, que se matasse: "todo mundo deseja que você estivesse morto", escreveu um internauta. Outros visitantes sugeriam que as pessoas cortassem os pulsos, entre outras ameaças e intimidações.
Os responsáveis pelo Ask.fm, cuja base fica na Letônia, disseram em comunicado que "agiram imediatamente" para retirar os comentários ofensivos à adolescente e que ficarão "encantados de colaborar" na investigação aberta pela Polícia de Lecestershire (Inglaterra), de onde Hannah era originária. [Com informações da EFE - Fonte: Terra]

05 agosto 2013

DIVULGADOS OS DADOS DA PENSE 2012


Os resultados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar - PeNSE 2012, realizada 
com os estudantes do 9º ano do ensino fundamental, mostraram que a experimentação 
do cigarro foi de 19,6%, sendo a maior frequência de experimentação observada na 
Região Sul (28,6%) e a menor, na Região Nordeste (14,9%). Entre os Municípios das 
Capitais, Campo Grande apresentou a maior proporção (37,1%) de escolares que já 
fizeram uso do cigarro alguma vez na vida, seguido de Curitiba (31,7%). Não houve 
diferença significativa na distribuição por sexo. Em relação à dependência administrativa 
da escola, a frequência de experimentação foi maior entre os estudantes das escolas 
públicas (20,8%) do que das escolas privadas (13,8%) 

Os dados da PeNSE para as capitais brasileiras mostraram que o número de 
escolares que experimentaram cigarro alguma vez na vida reduziu de 24,2%, em 2009, 
para 22,3%, em 2012 

O uso atual de cigarros foi medido pelo consumo feito nos últimos 30 dias, 
independentemente da frequência ou intensidade do consumo. A partir deste recorte 
temporal, constatou-se que 5,1% dos escolares haviam fumado cigarro. As Regiões 
Sul (7,6%) e Centro-Oeste (6,4%) apresentaram os maiores percentuais de escolares 
fumantes e as Regiões Nordeste (2,9%) e Norte (3,8%), os menores percentuais. Os 
Municípios das Capitais com as maiores proporções de escolares fumantes no período 
foram Campo Grande, com 12,4%, e Florianópolis, com 9,7%, enquanto Salvador e Aracaju 
registraram as menores frequências: respectivamente, 3,2% e 3,4% 

Segundo a PeNSE 2012, 29,8% dos escolares brasileiros que frequentavam o 9º 
ano do ensino fundamental informaram que pelo menos um dos responsáveis era fumante. 
No Município de Porto Alegre, esta proporção alcançou 40,9% e, em Florianópolis, 
34,9%. Os percentuais de escolares do sexo masculino (28,3%) e do feminino (31,2%) 
que referiram ter pelo menos um dos responsáveis fumante é praticamente a mesma. 
Nas escolas públicas, 32,2% declararam pais ou responsáveis fumantes, e na rede 
privada, 18,4% 

Fonte: http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/pense/2012/pense_2012.pdf 



POR UM MUNDO SEM TABACO
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