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18 dezembro 2009

Três em cada dez estudantes já foram vítimas de bullying

Índice é maior nas escolas privadas, onde 35,9% sofreram humilhação. Pesquisa inédita avaliou vários fatores de risco à saúde dos adolescentes.

Três em cada dez estudantes já foram vítimas de bullying na escola. A prática é mais comum na rede privada do que na pública, onde 35,9% dos alunos se sentiram humilhados por provocações de colegas. Nas escolas públicas, o índice é de 29,5%. Os homens (32,6%) são alvo mais frequente do que mulheres (28,3%).

Os dados fazem parte de uma pesquisa inédita divulgada nesta sexta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que investigou vários fatores de risco à saúde dos adolescentes. O trabalho, que abrangeu as 26 capitais e o Distrito Federal, tem o objetivo de orientar as políticas públicas de saúde destinadas a esse público.

Confira o percentual de alunos que se sentiram humilhados por provocações de colegas de escola
Raramente ou às vezes Quase sempre ou sempre
Total 25,4 5,4
Mulheres 24,44,8
Homens 26,66,0
Escola privada 30,75,2
Escola pública 24,05,5

Confira dados sobre alunos envolvidos em briga
Total Mulheres Homens Escolas privadas Escolas públicas
Percentual de alunos que se envolveram em briga na qual alguém foi fisicamente agredido 12,98,917,512,613,0
Percentual de alunos que se envolveram em briga na qual alguém usou arma branca 6,13,49,04,76,4
Percentual de alunos que se envolveram em briga na qual alguém foi usou arma de fogo 4,02,36,02,64,4

A pesquisa analisou a questão da segurança no trajeto para a escola. Mais de 6% dos estudantes deixaram de ir à escola porque não se sentiam seguros no caminho de casa. No entanto, entre os alunos da rede pública, esse percentual (9,7%) é muito superior ao dos estudantes de escolas particulares (5,5%)

Escolaridade da mãe

Uma em cada quatro mães de estudante não tem qualquer grau de ensino ou tem o fundamental incompleto, indica o estudo. Entre as capitais, Maceió apresenta o maior índice: 37,7%.

As mães com nível superior completo representam 16,1% do total. Esse percentual é maior em Vitória (26,9%) e no Distrito Federal (20,9%). Mais de 18% dos estudantes não sabiam informar qual era a escolaridade da mãe.

Quando se compara alunos da rede pública com a privada, a diferença em relação ao grau de ensino das mães é grande: 46,9% das mães de alunos que estudam em escolas particulares têm nível superior completo, ante 8% das mães dos que cursam a rede pública.

Faltas

O estudo também revelou que mais de 20% dos estudantes da rede pública faltaram às aulas sem o consentimento dos pais. Na rede privada, esse percentual cai para 10,1%.

Confira dados sobre alunos que cabularam aula
Total Mulheres Homens Escolas privadas Escolas públicas
Alunos que faltaram às aulas sem autorização dos pais ou responsáveis 18,517,120,010,120,7

[Fonte: G1]

Mais de 70% dos estudantes de 13 a 15 anos já ingeriram álcool, diz IBGE

Mais de 70% dos 618,5 mil estudantes brasileiros do 9º ano do ensino fundamental (equivalente à 8ª série) de escolas particulares e públicas já experimentaram bebidas alcoólicas e 24% provaram cigarro. Cerca de 22% deles -a maioria na faixa de 13 a 15 anos- já ficaram bêbados.

Os dados fazem parte de uma pesquisa inédita divulgada nesta sexta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que investigou vários fatores de risco à saúde dos adolescentes. O trabalho, que abrangeu as 26 capitais e o Distrito Federal, tem o objetivo de orientar as políticas públicas de saúde destinadas a esse público.

O estudo ressalta que é nessa fase da vida em que ocorrem importantes mudanças e que comportamentos como o tabagismo, consumo de álcool, alimentação inadequada e sedentarismo terão influência na vida adulta e poderão desencadear doenças crônicas.

Confira alguns dos principais resultados da pesquisa
Total Mulheres Homens Escolas privadas Escolas públicas
Percentual dos que já tomaram bebida alcoólica alguma vez 71,473,169,575,770,3
Percentual dos que já ficaram bêbados alguma vez 22,121,123,319,422,8
Percentual dos que já experimentaram cigarro alguma vez 24,224,024,418,325,7
Percentual dos que já usaram cigarro alguma vez 8,76,910,67,69,0
Percentual dos alunos que fizeram 300 minutos ou mais de atividade física nos últimos sete dias 43,131,356,245,142,6
Percentual dos alunos que tiveram relação sexual alguma vez 30,518,743,720,833,1
Percentual dos alunos que tiveram usaram preservativo na última relação sexual 75,973,577,076,175,8

Cigarro

Fumar é um dos principais fatores de risco para doenças. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tabaco é líder mundial nas causas de mortes que podem ser prevenidas. Curitiba é a capital brasileira com o maior índice de adolescentes que já experimentaram o cigarro, com 35%. Em seguida, aparece Campo Grande, com 32,7%, e Porto Alegre, com 29,6%. O estudo mostra ainda que 25,7% os alunos da rede pública já usou cigarro, ante 18,3% dos estudantes de escolas particulares.

Sexo

O início da atividade sexual também tem sido mais frequente na adolescência: cerca de 30,5% dos estudantes já tiveram relação sexual. No entanto, somente 75,9% disseram ter usado preservativo na última relação sexual.

Drogas

A pesquisa mostrou ainda que mais de 8% dos estudantes já fizeram uso de droga, como maconha, cocaína e lança perfume. A prática é mais comum entre os homens (10,6%) do que entre as mulheres (6,9%).

Atividade física

Em relação à prática de exercícios físicos, quase 60% dos alunos são sedentários. Entre as meninas, esse índice é maior e atinge 68,7%. Os meninos inativos representam 43,8%.

Alimentação

Entre os estudantes do 9º ano do ensino fundamental, o feijão é o alimento saudável mais consumido (62,6%). No entanto, mais de 37% dos alunos afirmaram ter bebido refrigerante em cinco ou mais dias na semana anterior à pesquisa. O consumo de guloseimas, como balas, chicletes, bombons, chocolates e doces, supera o de frutas.

Veja dados da pesquisa sobre alimentação dos jovens
Alimentos marcadores de hábito saudável Alimentos marcadores de hábito não saudável
Feijão Frutas Guloseimas Refrigerante
Percentual dos estudantes segundo o consumo maior ou igual a cinco dias de alimento saudável e não saudável 62,631,5 50,9 37,2

[Fonte: G1]

'Uso de álcool e drogas entre jovens é preocupante', diz Temporão

Pesquisa do IBGE revelou envolvimento de adolescentes com bebidas. Consumo de remédios para emagrecer preocupa ministro da Saúde.

O Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, considerou preocupante o alto índice de envolvimento de jovens com álcool e drogas revelado do estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta sexta-feira (18), que investigou vários fatores de risco à saúde dos adolescentes.

“Essa pesquisa é muito importante porque ela vai nos ajudar a primeiro avaliar o que está acontecendo com essa garotada, e também, a aperfeiçoar as políticas públicas e permitir que nós possamos enfrentar os resultados e os dados que estão aparecendo”, disse Temporão em entrevista no Rio.

A pesquisa revelou, entre outras coisas, que mais de 70% dos 618,5 mil estudantes brasileiros do 9º ano do ensino fundamental (equivalente à 8ª série) de escolas particulares e públicas já experimentaram bebidas alcoólicas e 24% provaram cigarro. Cerca de 22% deles - a maioria na faixa de 13 a 15 anos- já ficaram bêbados.

Para Temporão, o uso de bebida entre adolescentes é cada vez mais habitual. "Também chamou a atenção o fato de jovens estarem veículos conduzidos por pessoas alcoolizadas", disse. Segundo o ministro, os dados sobre uso de drogas, álcool, padrão alimentar e inatividade física são preocupantes, mas há resultados positivos também como redução de fumo e acesso sobre orientação sobre doenças sexualmente transmissíveis, gravidez e uso do preservativo.

Temporão disse que "o ministério vai manter políticas públicas existentes e com base nos resultados aperfeiçoar o que precisa ser melhorado".

Remédios para emagrecer

O percentual sobre o uso de medicamentos para emagrecer revelado na pesquisa é, segundo o ministro, alto e surpreendeu. “O Brasil é um dos maiores países do mundo em consumo de substâncias psicoativas com finalidade de peso. Nós temos uma preocupação com isso. Essa é uma questão que tem várias dimensões. Primeiro por causa da disseminação de um padrão estético ideal na sociedade, que cria uma certa busca por parte das meninas e dos meninos de um corpo ideal”.

Segundo Temporão, há uma busca inadequada de acesso a medicamentos para dar a sensação de saciedade e reduzir a fome. “Eu diria que em muitas dessas situações essa criança sequer está acima do peso. Ela responde mais a uma questão que se dissemina na sociedade e que é importante de analisarmos e trabalharmos”, disse o ministro.

Ainda de acordo com o ministro, o controle vem sendo feito continuamente, mas é preciso reforçá-lo. “Nós temos que ver, por exemplo, o que está acontecendo em relação à internet, venda de medicamento pela internet, venda ilegal. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tem todo um trabalho de monitoramento, mas essa é realmente uma preocupação efetiva.”

Em relação à alimentação, a preocupação refere-se ao baixo consumo de frutas e alimentos saudáveis entre os jovens. “O Ministério da Saúde está desenvolvendo um trabalho de longo de prazo, até o final de 2010, que é o de redução do teor de sal, gordura trans e açúcar nos alimentos industrializados”, disse o ministro.

Temporão afirmou que as políticas públicas direcionadas a jovens serão ampliadas. “A questão do álcool preocupa, a questão da inatividade física que pode levar a obesidade também, a mudança do padrão alimentar. Acho que políticas voltadas para as escolas principalmente, professores e alunos e para os pais, com orientações adequadas são de extrema importância porque é nessa faixa etária que se constrói padrões de consumo e de comportamento que podem ter repercussões nefastas em relação à saúde 20 ou 30 anos depois”.

O ministro disse que nessa semana foi lançada uma campanha em relação especificamente ao crack. “O crack é uma droga muito perigosa, é uma droga barata, ela está penetrando na classe média, é uma droga que cria uma dependência rápida e tem efeitos dramáticos sobre a mente e o corpo das pessoas.”

03 dezembro 2009

Vencedores do Projeto “Viva sem drogas” são escolhidos

Os sete trabalhos selecionados para a etapa estadual do Projeto "Viva sem drogas" foram divulgados nesta quarta-feira (2) pela Secretaria de Estado da Educação. A escolha dos melhores projetos ocorreu entre 23 e 27 de novembro e foi feita por uma comissão multidisciplinar de profissionais da Secretaria, do Grupo RBS e do Sindicato das Agências de Propaganda de Santa Catarina (SINAPRO). Foram analisados 156 trabalhos, classificados nas categorias cartazes, jingles, fotografias e projetos de prevenção.


De acordo com a Secretaria da Educação, a proposta do projeto é a prevenção do uso de drogas nas escolas por meio de ações educativas, com base na informação, na arte e na recreação. As instituições de ensino participantes também foram orientadas a elaborar um Projeto de Prevenção, que consiste em um relatório do que a escola fez durante o período de execução do trabalho.


CLASSIFICADOS


Fotografias:
Aluno: André Rodolfo Mees - EEB Prefeito Frederico Probst (Aurora)Tema: "A vida é frágil... Está em suas mãos"
Aluna: Camila de Oliveira - EEB Professor Giovani Trentini (Rio dos Cedros)Tema: "A Essência da vida é o amor."

Jingles:
Aluno: Rodrigo Almeida Guerreiro - EEB Victor Konder (São Francisco do Sul)Tema: "Acabe com o vício"
Alunos: Luana De Pim, Ana Paula Gêncio,Taís Marcarini, Bruna da Silva dos Santos, Jucemara Bertoldi, Sabrina Hinsching - EEB Frei Lucínio Korte (Dr. Pedrinho)Tema: "Viva a vida"


Cartazes - Qualidade de Vida:
Aluno: Matheus Schlichting de Souza - EEB Profª Valdete Inês Piazera Zindars (Jaraguá do Sul)
Aluna: Emanuella Luisa k. Caetano - EEB Padre João Kominek (Taió)












Projeto de Prevenção da Escola:
Escola: EEB Olavo Bilac (Joinville) - Dolizete Luiz Maria Nascimento, Adriana Voigt, Sofia Helena Boldt, Felipe Pereira Evaldt, Geisi Gomes da Silveira, Juliano Redondo, Maria Aparecida Carvalho de Oliveira


[Fonte: SED]
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