Vídeo com os personagens Tina e Rolo em relação ao problema do uso de álcool
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
“Blecaute alcoólico”: casos de amnésia após consumo de bebidas preocupam cientistas
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Dilma sanciona nova lei seca que endurece fiscalização
| Editoria de Arte/Folhapress |
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Alunos chegam alcoolizados e levam suspensão de escola
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Cartilhas Sobre Drogas da SENAD - Clique na Imagem!!
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Álcool pode prejudicar memória de adolescentes
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Álcool é mais nocivo que LSD e maconha, diz estudo
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Pesquisa aponta que 18,9% da população brasileira exagera na bebida
| Estudo do Ministério da Saúde com 54 mil revela que abuso de álcool é mais comum entre jovens: Os brasileiros relatam cada vez mais episódios de exageros com bebida. A proporção de pessoas que declaram consumo abusivo de álcool cresceu de 16,2% da população, em 2006, para 18,9%, em 2009. Os dados fazem parte da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), que entrevistou 54 mil adultos. Salvador é a capital que mais consome álcool, com 25,6% O Ministério da Saúde considera excesso de bebida alcoólica cinco ou mais doses na mesma ocasião em um mês, no caso dos homens, ou quatro ou mais doses, no caso das mulheres. O levantamento mostra que as situações de descontrole na hora de beber são mais frequentes na população masculina. No ano passado, 28,8% dos homens e 10,4% das mulheres beberam demais. "Esse nível de consumo de bebida é bastante elevado e preocupante, pois é fator de risco para acidentes de trânsito, violência e doenças. Mas nem sempre isso é lembrado, porque o álcool está presente na cultura brasileira, associado ao lazer e à celebração", afirma a coordenadora de Vigilância de Agravos e Doenças Não-Transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta. Ela ressalta que, considerando apenas a população masculina, o índice do Brasil (28,8%) é superior ao do Chile (17%), dos Estados Unidos (15,7%) e da Argentina (14%). De acordo com a Vigitel 2009, o consumo abusivo de bebida alcoólica é mais frequente entre os jovens de 18 a 24 anos (23%). À medida que a idade avança, o número de exageros diminui. De 45 a 54 anos e de 55 a 64 anos, 17% e 10,5% da população relata que bebeu em excesso, respectivamente. Combate Para frear o consumo de álcool, o Ministério da Saúde apoia medidas mais restritivas, como a proibição da propaganda de cervejas e a elevação no preço das bebidas. Essas ações foram incluídas na estratégia global da Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciada em maio, na Suíça. A OMS informa que abusos no consumo de bebida alcoólica matam por ano 2,5 milhões de pessoas em todo o mundo. A "Lei Seca", que desde 2008 aumentou a intolerância entre álcool e direção no País, reduziu em 6,2% as mortes provocadas por acidentes de trânsito em um período de 12 meses. Esse índice representa 2.302 mortes a menos no Brasil, reduzindo de 37.161 para 34.859 o total de óbitos causados no trânsito. "Precisamos avançar no marco regulatório do álcool, da mesma forma que estamos fazendo em relação ao tabaco. É necessário proteger vidas", destaca Deborah Malta. Atualmente, tramita no Congresso Nacional um projeto de lei que inclui a cerveja no rol de bebidas alcoólicas cuja publicidade é proibida. Sobre a Vigitel A pesquisa é realizada anualmente desde 2006 pelo Ministério da Saúde. Os dados são coletados e analisados por meio de uma parceria com o Núcleo de Pesquisa em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (USP). [Fonte: UNIAD] |
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Mais de 70% dos estudantes de 13 a 15 anos já ingeriram álcool, diz IBGE
Mais de 70% dos 618,5 mil estudantes brasileiros do 9º ano do ensino fundamental (equivalente à 8ª série) de escolas particulares e públicas já experimentaram bebidas alcoólicas e 24% provaram cigarro. Cerca de 22% deles -a maioria na faixa de 13 a 15 anos- já ficaram bêbados.
Os dados fazem parte de uma pesquisa inédita divulgada nesta sexta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que investigou vários fatores de risco à saúde dos adolescentes. O trabalho, que abrangeu as 26 capitais e o Distrito Federal, tem o objetivo de orientar as políticas públicas de saúde destinadas a esse público.
O estudo ressalta que é nessa fase da vida em que ocorrem importantes mudanças e que comportamentos como o tabagismo, consumo de álcool, alimentação inadequada e sedentarismo terão influência na vida adulta e poderão desencadear doenças crônicas.
| Confira alguns dos principais resultados da pesquisa | |||||
| Total | Mulheres | Homens | Escolas privadas | Escolas públicas | |
| Percentual dos que já tomaram bebida alcoólica alguma vez | 71,4 | 73,1 | 69,5 | 75,7 | 70,3 |
| Percentual dos que já ficaram bêbados alguma vez | 22,1 | 21,1 | 23,3 | 19,4 | 22,8 |
| Percentual dos que já experimentaram cigarro alguma vez | 24,2 | 24,0 | 24,4 | 18,3 | 25,7 |
| Percentual dos que já usaram cigarro alguma vez | 8,7 | 6,9 | 10,6 | 7,6 | 9,0 |
| Percentual dos alunos que fizeram 300 minutos ou mais de atividade física nos últimos sete dias | 43,1 | 31,3 | 56,2 | 45,1 | 42,6 |
| Percentual dos alunos que tiveram relação sexual alguma vez | 30,5 | 18,7 | 43,7 | 20,8 | 33,1 |
| Percentual dos alunos que tiveram usaram preservativo na última relação sexual | 75,9 | 73,5 | 77,0 | 76,1 | 75,8 |
Cigarro
Fumar é um dos principais fatores de risco para doenças. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tabaco é líder mundial nas causas de mortes que podem ser prevenidas. Curitiba é a capital brasileira com o maior índice de adolescentes que já experimentaram o cigarro, com 35%. Em seguida, aparece Campo Grande, com 32,7%, e Porto Alegre, com 29,6%. O estudo mostra ainda que 25,7% os alunos da rede pública já usou cigarro, ante 18,3% dos estudantes de escolas particulares.
Sexo
O início da atividade sexual também tem sido mais frequente na adolescência: cerca de 30,5% dos estudantes já tiveram relação sexual. No entanto, somente 75,9% disseram ter usado preservativo na última relação sexual.
Drogas
A pesquisa mostrou ainda que mais de 8% dos estudantes já fizeram uso de droga, como maconha, cocaína e lança perfume. A prática é mais comum entre os homens (10,6%) do que entre as mulheres (6,9%).
Atividade física
Em relação à prática de exercícios físicos, quase 60% dos alunos são sedentários. Entre as meninas, esse índice é maior e atinge 68,7%. Os meninos inativos representam 43,8%.
Alimentação
Entre os estudantes do 9º ano do ensino fundamental, o feijão é o alimento saudável mais consumido (62,6%). No entanto, mais de 37% dos alunos afirmaram ter bebido refrigerante em cinco ou mais dias na semana anterior à pesquisa. O consumo de guloseimas, como balas, chicletes, bombons, chocolates e doces, supera o de frutas.
| Veja dados da pesquisa sobre alimentação dos jovens | ||||
| Alimentos marcadores de hábito saudável | Alimentos marcadores de hábito não saudável | |||
| Feijão | Frutas | Guloseimas | Refrigerante | |
| Percentual dos estudantes segundo o consumo maior ou igual a cinco dias de alimento saudável e não saudável | 62,6 | 31,5 | 50,9 | 37,2 |
[Fonte: G1]
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
'Uso de álcool e drogas entre jovens é preocupante', diz Temporão
Pesquisa do IBGE revelou envolvimento de adolescentes com bebidas. Consumo de remédios para emagrecer preocupa ministro da Saúde.
O Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, considerou preocupante o alto índice de envolvimento de jovens com álcool e drogas revelado do estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta sexta-feira (18), que investigou vários fatores de risco à saúde dos adolescentes.
“Essa pesquisa é muito importante porque ela vai nos ajudar a primeiro avaliar o que está acontecendo com essa garotada, e também, a aperfeiçoar as políticas públicas e permitir que nós possamos enfrentar os resultados e os dados que estão aparecendo”, disse Temporão em entrevista no Rio.
A pesquisa revelou, entre outras coisas, que mais de 70% dos 618,5 mil estudantes brasileiros do 9º ano do ensino fundamental (equivalente à 8ª série) de escolas particulares e públicas já experimentaram bebidas alcoólicas e 24% provaram cigarro. Cerca de 22% deles - a maioria na faixa de 13 a 15 anos- já ficaram bêbados.
Para Temporão, o uso de bebida entre adolescentes é cada vez mais habitual. "Também chamou a atenção o fato de jovens estarem veículos conduzidos por pessoas alcoolizadas", disse. Segundo o ministro, os dados sobre uso de drogas, álcool, padrão alimentar e inatividade física são preocupantes, mas há resultados positivos também como redução de fumo e acesso sobre orientação sobre doenças sexualmente transmissíveis, gravidez e uso do preservativo.
Temporão disse que "o ministério vai manter políticas públicas existentes e com base nos resultados aperfeiçoar o que precisa ser melhorado".
Remédios para emagrecer
O percentual sobre o uso de medicamentos para emagrecer revelado na pesquisa é, segundo o ministro, alto e surpreendeu. “O Brasil é um dos maiores países do mundo em consumo de substâncias psicoativas com finalidade de peso. Nós temos uma preocupação com isso. Essa é uma questão que tem várias dimensões. Primeiro por causa da disseminação de um padrão estético ideal na sociedade, que cria uma certa busca por parte das meninas e dos meninos de um corpo ideal”.
Segundo Temporão, há uma busca inadequada de acesso a medicamentos para dar a sensação de saciedade e reduzir a fome. “Eu diria que em muitas dessas situações essa criança sequer está acima do peso. Ela responde mais a uma questão que se dissemina na sociedade e que é importante de analisarmos e trabalharmos”, disse o ministro.
Ainda de acordo com o ministro, o controle vem sendo feito continuamente, mas é preciso reforçá-lo. “Nós temos que ver, por exemplo, o que está acontecendo em relação à internet, venda de medicamento pela internet, venda ilegal. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tem todo um trabalho de monitoramento, mas essa é realmente uma preocupação efetiva.”
Em relação à alimentação, a preocupação refere-se ao baixo consumo de frutas e alimentos saudáveis entre os jovens. “O Ministério da Saúde está desenvolvendo um trabalho de longo de prazo, até o final de 2010, que é o de redução do teor de sal, gordura trans e açúcar nos alimentos industrializados”, disse o ministro.
Temporão afirmou que as políticas públicas direcionadas a jovens serão ampliadas. “A questão do álcool preocupa, a questão da inatividade física que pode levar a obesidade também, a mudança do padrão alimentar. Acho que políticas voltadas para as escolas principalmente, professores e alunos e para os pais, com orientações adequadas são de extrema importância porque é nessa faixa etária que se constrói padrões de consumo e de comportamento que podem ter repercussões nefastas em relação à saúde 20 ou 30 anos depois”.
O ministro disse que nessa semana foi lançada uma campanha em relação especificamente ao crack. “O crack é uma droga muito perigosa, é uma droga barata, ela está penetrando na classe média, é uma droga que cria uma dependência rápida e tem efeitos dramáticos sobre a mente e o corpo das pessoas.”
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Boletim UNIAD - Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas
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Álcool na juventude
Tanto os pais, quanto seus filhos devem estar conscientes do risco por trás do comum hábito social de beber durante os fins de semana, para dar a importância adequada ao assunto. Os neurônios dos adolescentes ficarão muito agradecidos, quanto menos forem expostos aos efeitos do consumo do álcool, uma conduta que cresce cada vez mais entre os jovens.
Beber quatro ou cinco copos de cerveja, por exemplo, de sexta-feira a domingo, com o estômago vazio, pode causar danos no cérebro, e com o passar do tempo, resultar em perda de memória, de atenção, de auto-controle e de capacidade de planejamento, além de aumentar a tendência de alcoolismo.
Segundo a pesquisadora Consuelo Guerri, chefe do Laboratório de Patologia Celular do Centro de Pesquisas Príncipe Felipe, na Comunidade de Valência, Espanha, "os prejuízos cognitivos do álcool são irreversíveis, já que o cérebro permanece em fase de formação até os 21 anos", de acordo com seus trabalhos realizados em ratos.
"Se um jovem começa a beber durante os fins-de-semana aos 13 anos, em plena pré-adolescência, tem 25% de chance de se viciar em álcool quando for adulto, enquanto que, se o hábito se iniciar aos 21 anos, a probabilidade cai para 5%", acrescenta a especialista.
A razão para este fenômeno é que, entre os 13 e os 21 anos, o sistema nervoso e neuronal ainda se encontra em processo de amadurecimento, e os possíveis danos cognitivos acarretados pelo chamado "alcoolismo de fim de semana" não podem ser consertados no futuro. Em seu laboratório, a doutora Consuelo testou os danos do álcool em ratos, aplicando grandes quantidades, durante um curto espaço de tempo.
Ao chegar à idade adulta, os roedores alcoolizados continuavam tendo problemas para sair dos labirintos nos quais eram colocados, não conseguiam detectar mudanças de objetos em seu ambiente ou encontrar sua comida, indícios de uma deterioração cerebral.
Os riscos de "so mais um copo"
Beber em excesso durante os fins-de-semana pode provocar danos no cérebro juvenil similares aos causados nos de alcoólatras crônicos. A conclusão é resultado de outra pesquisa sobre os efeitos do "alcoolismo de fim-de-semana", realizada na crosta pré-frontal do cérebro e elaborada pela equipe do neuropsicólogo Luis Miguel García-Moreno.
Esta região do cérebro é responsável por tomar decisões, planejar as ações, solucionar os problemas, entre outras funções.
"Além disso, a subzona cerebral é a que mais demora a amadurecer, de modo que, durante a adolescência e a juventude adiantada, ainda está se desenvolvendo", afirma García-Moreno.
Segundo o especialista, "um dos efeitos menos conhecidos e mais nocivos do consumo abusivo de álcool na adolescência é que faz com que os jovens sejam cada vez mais resistentes ao álcool, ou seja, que sintam menos mal-estar ao consumi-lo e vão se acostumando, apesar dos danos causados no fígado e nos sistemas digestivo e nervoso.
Para obter estes resultados, os pesquisadores reuniram 62 estudantes universitários com menos de 20 anos e os dividiram em três grupos, de acordo com seus hábitos de consumo de álcool. Em seguida, os jovens foram submetidos a diferentes tipos de testes e, de acordo com os resultados, o que se saíram pior foram aqueles que bebem em excesso de sexta-feira a domingo. (Fonte: EFE/Yahoo Notícias)
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VIII Concurso Nacional de Monografias - Tema: Bebidas Alcoólicas

Prezado(a),
A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas - SENAD lança o VIII Concurso Nacional de Monografia.
Tema: Bebidas Alcoólicas
Prazos: As produções deverão ser postadas até o dia 17 de abril de 2009.
Endereço: A SENAD fica localizada na Esplanada dos Ministérios - Bloco A - 5º andar - Sala 526 - CEP: 70.050-907 - Brasília -DF. Para mais informações, acesse o regulamento clicando aqui:
http://www.senad.gov.br/saiba_mais/concursos_2009.html
Atenciosamente,
Coordenação Geral de Prevenção
SENAD/GSI/PR
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Serviço de Prevenção e Tratamento de Dependência Química
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Dia Internacional de Combate às Drogas
No dia 26 de junho comemora-se o Dia Internacional de Combate às Drogas que coincide com a época das Festas Juninas, tão agradáveis para todos. Assim, podemos participar das atividades festivas sem utilizar o álcool na bebida que é tão típica deste período: o quentão...
Quentão sem álcool
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Participe e previna o alcoolismo em nosso país...
Coloque o seu nome e envie para a caixa postal das lideranças políticas partidárias.
Cordialmente,
Jorge Schemes - GERED/NEPRE
Ilmo Sr. Congressista:
Meu nome é______________e sou eleitor em_________Estado de__________.
Está em tramitação em regime de Urgência Constitucional o PL 2.733/2008 que trata da ampliação do conceito de bebida alcoólica para efeito de propaganda. Tal projeto visa colocar as bebidas fermentadas na mesma classificação das destiladas, algo que vejo como necessário.
É fato que a alta exposição à propaganda é responsável pelo consumo cada vez mais precoce e abusivo do álcool no Brasil. Bebidas alcoólicas, em especial cervejas são patrocinadoras de eventos esportivos, eventos musicais e shows que atraem jovens – dando a entender que juventude combina com consumo de álcool transformando o ato de beber em algo banal e corriqueiro, algo que tem de ser diferente, pois quanto mais tarde o jovem começa a beber, menor a probabilidade de descambar para o alcoolismo.
Pela primeira vez no País, a propaganda de bebidas alcoólicas tem a oportunidade de ser tratada pela Câmara Federal devidamente como um grave problema de saúde pública – que onera sobremaneira o sistema de saúde, o sistema judicial, o sistema penal e outros equipamentos públicos.
Ao aprovarem o PL 2.733, os nossos Deputados Federais irão contribuir para a prevenção dos danos à saúde e à vida, sobretudo poupando nossas crianças da deseducação que a propaganda de bebidas alcoólicas faz.
Assim sendo, na qualidade de brasileiro responsável, me dirijo a Vs. Excla. para informar que estarei atento ao desenrolar da votação, esperando que seu voto seja a favor da aprovação da lei e a favor das crianças brasileiras.
Atenciosamente,
(Escreva seu nome)
A seguir, os e-mails das lideranças dos Partidos Políticos na Câmara:
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Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Vítimas do álcool e das drogas
O uso de drogas e álcool é a principal causa dos atendimentos, segundo assessores da secretaria estadual de Saúde. A maioria dos atendidos era do sexo masculino, indo até a faixa etária de 31 anos. Ainda segundo o médico Bagueira, o menor morto usava uma carteira falsa de estudante de medicina da UFRJ para entrar na festa, proibida para menores de 18 anos.
Permanecem internados, em estado grave, Benjamin Gonçalves, de 21 anos, em coma, no CTI. Ele respira com a ajuda de aparelhos. Felipe Sandemberg Antunes, de 19 anos, foi transferido durante a madrugada para o Hospital de Clínicas de Niterói. Ele foi atropelado por um caminhão na tarde de domingo, logo após sair da festa, e sofreu traumatismo craniano leve e fratura na clavícula. Seu estado de saúde é estável.
Delegado da 71ª DP (Itaboraí), o policial Antônio Ricardo deverá receber, ainda essa semana, o resultado de um exame toxicológico a ser realizado no corpo do rapaz morto. Nesta segunda-feira, prestaram depoimento em juízo os organizadores, o chefe de segurança da festa e o médico que atendeu o adolescente.
Outra vítima da festa foi o médico Raphael dos Santos Maia, de 26 anos. Ele morreu, no domingo, após deixar o local do evento e colidir com seu Peugeot 307 na traseira de um ônibus na BR-101, na altura de São Gonçalo. O corpo será enterrado nesta segunda no Cemitério de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. (Fonte: Correio do Brasil)
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Efeitos do álcool no cérebro feminino

O álcool causa danos ao cérebro das mulheres mais rapidamente do que ao dos homens, de acordo com um estudo realizado na Rússia e cujos resultados foram publicados nos Estados Unidos.
Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que o álcool prejudica mais rapidamente o fígado e o coração das mulheres do que dos homens, mesmo com um consumo menor, lembram os autores dessa pesquisa publicada na edição de maio do periódico "Alcoholism: Clinical and Experimental Research".
Para comparar os efeitos da bebida, 102 alcoólatras (78 homens e 24 mulheres) entre 18 e 40 anos foram submetidos a uma bateria de exames para avaliar suas funções mentais. Um grupo de controle de 68 homens e mulheres que não eram alcoólatras fez os mesmos testes.
Antes de começar o estudo, todas as pessoas dependentes do álcool tiveram de ficar sem beber de três a quatro semanas.
O rendimento das mulheres alcoólatras foi pior nos exames de memória visual, de raciocínio e solução de problemas.
O organismo feminino metaboliza o álcool de maneira diferente do masculino para um peso equivalente, explicou a doutora Barbara Flannery, do centro de pesquisas RTI International, em Baltimore (Maryland, leste dos EUA), principal responsável por esse trabalho.
Uma das razões sugeridas é que as mulheres têm menos água no corpo, o que permite aos homens diluir melhor os efeitos do álcool. (France Presse)
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
ÁLCOOL E GESTAÇÃO
Menina nasce com taxa de 1,9 grama de álcool por litro de sangue:
Uma menina nasceu hoje (10/09/2007) na Polônia com uma taxa de 1,9 grama de álcool por litro de sangue, depois que sua mãe, uma alcoólatra de 29 anos, chegou bêbada para dar à luz a um hospital de Dabrowia Gornicza, no sul do país.
Em estado muito grave, a criança, de 2,3 quilos, foi para a incubadora, enquanto sua mãe, cinco horas depois do parto, registrava um índice de álcool de 1,5 grama por litro de sangue.
Tanto a mãe como o pai da recém-nascida, que também é alcoólatra e que hoje foi flagrado com 3,5 gramas de álcool por litro de sangue, foram colocados à disposição da Justiça.
À Polícia, ambos disseram que não sabiam que a ingestão de álcool durante a gravidez era prejudicial ao desenvolvimento do feto.
Além disso, a mãe declarou que, durante todo o período de gestação, não se consultou com médicos nem se submeteu a exames.
Um caso semelhante foi registrado no país durante o mês de julho, quando uma mulher de 37 anos, embriagada, deu à luz uma criança com 1,2 grama de álcool por litro de sangue.
O alcoolismo é um problema em toda a Polônia, onde o consumo de bebidas destiladas, sobretudo de vodca, alcança níveis preocupantes entre as camadas mais pobres da sociedade.
Segundo especialistas, filhos de pais alcoólatras desenvolvem a chamada síndrome do alcoolismo fetal, que se manifesta em atrasos no crescimento, tendência a ataques epilépticos, anormalidades faciais e problemas de aprendizagem e comportamento.
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
ÁLCOOL E ADOLESCÊNCIA

Realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o Levantamento Nacional sobre Padrões de Consumo de Álcool na População Brasileira traz um retrato de como o brasileiro se comporta com relação à bebida. Feito entre 2005 e 2006, usou como base entrevistas em mais de uma centenas de municípios em todas as regiões do País. É o primeiro trabalho dessa dimensão. Até então, os dados oficiais eram baseados somente em projeções.
Os dados comprovam ainda algo que especialistas alertam há tempos. A idade com que adolescentes iniciam o consumo de bebida está caindo e a freqüência, aumentando. O estudo mostra que entrevistados entre 14 e 17 anos iniciaram o consumo de bebida alcoólica aos 13,9 anos. Não foi necessário ir muito longe nas gerações para encontrar uma média de início de consumo mais elevada. Entre adultos jovens, com idade entre 18 e 24, o início foi aos 15,3 anos.
O estudo mostra também que quase metade da população brasileira (48%) não bebe. Mas a legião de abstêmios não reduz a dimensão do problema: 28% dos adultos, o equivalente a 33 milhões de pessoas, apresentam um padrão de consumo excessivo. "É um número muito expressivo. E indica quantas pessoas se expuseram a situações de risco ou enfrentaram problemas provocados pelo consumo de álcool em excesso", constata a secretária-adjunta da Senad, Paulina Duarte.
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
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- A Turma da Mônica e o ECA
- Bullying - Cartilha CNJ
- Declaração Universal dos Direitos Humanos
- Direitos Humanos - Protagonismo Juvenil
- Inteligência Emocional
- Indisciplina, Bullying, Ato Infracional e Mediação de Conflitos na Escola e o ECA
- Jovens, Violência e Escola
- Mapa da Violência na Escola - Crianças e Adolescentes do Brasil
- Pesquisa Sobre Bullying
- Política de Educação, Prevenção, Atenção e Atendimento às Violências na Escola
- O Rosto Como Encarnação da Ética
- Recomendação do MP de SC
- Teoria da Atividade
Atividades Sobre o ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente:
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