Curso de Direito da Criança e do Adolescente
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Especializações UNIAD
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Imprensa norte-americana afirma que Brasil vive epidemia de crack
Washington Post diz que cidades brasileiras sofrem com proliferação do tráfico. Fronteiras ajudam a propagar droga fatal
DM - Diário da Manhã - Jairo Menezes
Em meio a preparativos do País para dois grandes eventos – Copa do Mundo de 2014 e Olimpíada de 2016 –, Brasil se vê sujo em páginas de jornal norte-americano. Washington Post trouxe, na edição de quinta-feira, 27, reportagem sobre o crack no Brasil. Em tradução livre, o título "Cidades brasileiras são atingidas por epidemia do crack" mostra que ainda está longe de ser resolvida a problemática. A situação foi mostrada neste ano várias vezes, numa visão mais local, nas páginas do Diário da Manhã.
"De olhos vidrados, magérrimos e imundos, centenas de viciados emergiram de portas e vielas quando o anoitecer chegou ao outrora grandioso Bairro da Luz, no coração da cidade", descreve o repórter ao falar da área conhecida como Cracolândia, nas proximidades da 25 de Março, em São Paulo-SP. Ainda no texto, o repórter chegou a descrever a entrevista feita com um usuário identificado como Paulino, de 50. O viciado diz: "o craque é uma doença incurável. Eu preciso de crack no meu sangue. Meu vício é como uma serpente. Qual é a cura para uma serpente?”
Eloísa Arruda, secretária de Justiça do Estado de São Paulo, diz em entrevista ao jornal que o problema do crack no Brasil é similar ao que ocorreu nos Estados Unidos na década de 1980. "Há um grande crescimento no uso do crack em público e as pessoas estão permanentemente nas ruas consumindo drogas dia e noite abastecidas por traficantes". A fala da secretária é contradita pela reportagem, quando relata haver “diferenças" entre as situações e alega que "a onda de crack nos EUA atingiu cidades que estavam em decadência, pegando comunidades menores", ao contrário do que acontece no Brasil. Enquanto os EUA optaram por prender os usuários em cadeias, no Brasil a questão é vista como um problema de saúde pública.
"A razão para rápida disseminação de crack aqui permanece difícil de identificar, mas os policiais falam do marketing agressivo usado por traficantes e do Brasil se tornar cada vez mais atraente para traficantes por causa das longas fronteiras com os três maiores produtores de cocaína", diz o jornal. O aumento do poder aquisitivo do brasileiro também é visto como um dos motivos para o crescimento do uso de drogas no País, principalmente a cocaína. “Esse aumento é mais perceptível nas classes mais baixas”, disse Eloísa ao jornal norte-americano.
PESQUISA VEXATÓRIA
Em setembro deste ano, o 2º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas, divulgado pela Universidade Federal de São Paulo, mostrou que o Brasil é o maior mercado de crack do mundo e o segundo de cocaína. Só no último ano, um em cada cem adultos fumou crack, o que representa um milhão de brasileiros acima dos 18 anos. Quando a pesquisa abrange o consumo das duas drogas, cocaína e crack – o derivado, o número atinge 2,8 milhões de pessoas em todo o País.
Em Goiás, jovens usuários ou moradores de rua perambulam
Estima-se que, na Capital, haja mais de 400 pessoas que moram nas ruas, segundo dados da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas). Pelo menos 40% são de outros Estados ou municípios, mas escolhem como moradia ruas de Goiânia. Mais de 150 jovens e crianças vivem à margem de seus direitos e circulam em pequenos grupos nessas mesmas condições.
Segundo informações do secretário municipal de Assistência Social, Darci Accorsi, o morador de rua tem um perfil específico, ou seja, perdeu vínculos com os familiares por abuso, uso de drogas ou desavenças e o que costuma levá-la a viver assim é quase sempre a questão social e familiar. “Outra parte são os usuários de drogas, que não conseguem se manter no convívio residencial e familiar e optam por morar nas ruas – eles têm mais liberdade e maior comodidade para fazerem o que bem entender”, diz o secretário.
“Há ainda um equívoco em se dizer que moradores de rua são usuários de drogas. Em geral, isso é inverdade. Estudo realizado pela Semas aponta que 38% da população de rua tem problemas com álcool. Pelo menos 32% são usuárias de crack ou outras drogas e o restante não é dependente de nenhum tipo de droga”, atesta o secretário Accorsi.
Segundo Darci, 40% dos moradores de ruas são vindos de outras cidades e não de Goiânia. “Eles vêm de cidades da região metropolitana, do interior de Goiás ou de outros Estados – a maioria é do Maranhão, Pará, Tocantins, Bahia, Pernambuco e São Paulo”, disse.
A Casa de Acolhida em Campinas, ainda único local próprio da Semas, segundo o secretário, abriga entre 180 e 200 pessoas por dia, oferecendo alimentação, higiene pessoal, dormitórios e acompanhamento psicopedagógico, além de cursos profissionalizantes, para inserção no mercado de trabalho.
MAIS VAGAS
Uma reunião na última quinta-feira, 27, entre Secretaria de Segurança Pública do Estado de Goiás e Secretaria Municipal de Assistência Social deu um passo para aumentar em 150 o número de vagas em abrigo para moradores de rua. A iniciativa foi tomada após os constantes assassinatos aos moradores de ruas na Capital. “Ficou acertado que teremos as vagas, em parceria com a Comunidade Luz da Vida. Mas o Estado teria de doar apenas camas, colchões e enxovais para os 150 abrigados. Entraríamos com alimentação, acompanhamento psicopedagógico e encaminhamento ao tratamento de reabilitação a quem necessite”, descreve Accorsi.
Apreensões batem recordes em Goiás
Em 2010, foram apreendidos pela Polícia Civil 586 quilos de maconha. O número aumentou mais que 125,2%, se comparado ao ano seguinte (2011 – 1.320 quilos). Neste ano foram apreendidas 4 toneladas de maconha – o relativo a 14,5 quilos por dia, em Goiás.
Quando se trata de cocaína, os dados ainda são bem mais alarmantes. Se em 2010 foram apreendidos 93 quilos do entorpecente em forma in natura, basta base, crack ou outros tipos de derivados; em 2011 foram 191 quilos e agora, em 2012, 600 kg. Isso representa um aumento de 545%, comparados os três anos. Uma média de 2,1 quilos/dia de cocaína foi apreendido esse ano. Ecstasy, que tinha apreensões mais tímidas, por ser uma droga sintética, contabilizou 66 comprimidos apreendidos no ano de 2010. Em 2011 foram 1.117 cápsulas e neste ano, 3 mil comprimidos – 10 unidades por dia.
MAPA
O mapa do crack da Denarc aponta a Praça do Trabalhador; o entorno do Terminal Rodoviário; o Terminal Rodoviário de Campinas, na região do Dergo; entorno do Terminal Padre Pelágio; entorno do Terminal do Setor Novo Mundo; Praça Boa Ventura, no Setor Nova Vila; estacionamento frontal ao Parque de Exposições Agropecuária; entorno do Terminal Urbano do Setor Pedro Ludovico; Praça “do Jacaré”, no Crimeia Oeste; Praça Botafogo e proximidades da Praça da Bíblia. Esses lugares são apontados como “cracolândias”, segundo mapeamento da Denarc, feito pelos investigadores da delegacia, que pode se tornar Departamento Estadual de Combate às Drogas.[Fonte: UNIAD]
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
II LENAD - Levantamento Nacional de Álcool e Drogas
Caso não visualize esse email adequadamente acesse este link
Hoje, dia 1º de agosto, no Anfiteatro Leitão da Cunha, na Rua Botucatu, n. 660, (Escola Paulista de Medicina - UNIFESP), o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Políticas Públicas do Álcool e Outras Drogas (INPAD) e a Unidade de Pesquisas em Álcool e Drogas (UNIAD) divulgaram os dados do II LENAD - Levantamento Nacional de Álcool e Drogas: O Uso de Maconha no Brasil, recém terminado. Esse estudo foi financiado pelo CNPq e pela FAPESP.
Abaixo, os dados desse estudo:
Abaixo, os dados desse estudo:
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Maconha aumenta risco de depressão, diz pesquisa
Probabilidade de desenvolver a doença é agravada com o consumo da droga por jovens vulneráveis a quadros depressivos.
Quem fuma maconha corre o risco de desenvolver distúrbios graves, como esquizofrenia e psicose. Uma nova pesquisa feita na Holanda adiciona mais um problema causado pela droga. De acordo com um estudo feito no Instituto de Ciência Comportamental da Universidade Radboud de Nijmegen, na Holanda, a droga aumenta o risco de desenvolver sintomas depressivos em jovens geneticamente vulneráveis. A pesquisa foi publicada na versão online do Addiction Biology, periódico científico da Sociedade Britânica para o Estudo da Dependência.
CONHEÇA A PESQUISA
Título original: Testing bidirectional effects between cannabis use and depressive symptoms: moderation by the serotonin transporter gene
Onde foi divulgada: revista Addiction Biology Online
Quem fez: Roy Otten
Instituição: Instituto de Ciência Comportamental da Universidade Radboud de Nijmegen, na Holanda
Dados de amostragem: 310 adolescentes, por 4 anos
Resultado: O estudo mostrou que o consumo de maconha aumentou os sintomas depressivos nos adolescentes geneticamente vulneráveis.A maioria da população é vulnerável. Segundo o estudo, duas em cada três pessoas apresentam uma variação no gene transportador de serotonina, um neurotransmissor também conhecido como 5-HT. Tal variante pode ser responsável por tornar uma pessoa mais sensível a desenvolver depressão.
A pesquisa recolheu, durante quatro anos, informações de 310 adolescentes. A cada ano, os jovens responderam questões sobre assuntos como comportamento e sintomas de depressão. A variação do gene da serotonina foi determinante para os resultados: o consumo de maconha aumentou os sintomas depressivos nos adolescentes que apresentavam tal variante.
"Esse efeito da droga é forte, mesmo se levarmos em conta uma série de outras variantes que causam a depressão, como uso de álcool, personalidade e situação socioeconômica. Algumas pessoas podem pensar que jovens com disposição a depressão comecem a consumir maconha como uma forma de automedicação e que a presença de sintomas depressivos seja o fator que leve ao consumo da droga. Entretanto, nesse estudo a longo prazo, mostramos que não é o caso”, diz Roy Otten, principal autor da pesquisa.
Em estudo feito pelo IBGE em 2009, 8,7% dos estudantes entre 13 e 15 anos disseram já haver experimentado alguma droga ilícita. Na Holanda, onde foi feita essa pesquisa, o uso de maconha entre jovens é expressivo: 12% dos adolescentes de 16 anos disseram ter usado maconha ao longo do mês anterior. Além de um pior desempenho escolar, o uso da droga pode aumentar o risco de desenvolver esquizofrenia e psicose.
Para os pesquisadores, conhecer os efeitos negativos do consumo de maconha é importante, pois, para um grande número de pessoas, entre outros prejuízos, seu uso pode aumentar o risco de depressão a longo prazo. [Fonte: UNIAD]
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Álcool pode prejudicar memória de adolescentes
As mulheres sofrem mais com o efeito do álcool do que os homens. Segundo uma pesquisa publicada no Alcoholism: Clinical and Experimental Research, isso acontece porque o metabolismo do álcool nas mulheres não é igual ao dos homens. As mulheres se embriagam com uma quantidade mais baixa de álcool do que os homens porque elas têm mais tecido gorduroso no corpo do que o sexo masculino. As variações na absorção de álcool no decorrer do ciclo menstrual também são as responsáveis pela baixa tolerância da bebida nas mulheres. Por causa dessa baixa tolerância à bebida, os cérebros das jovens se tornam mais vulneráveis aos danos causados pelo álcool.
Aquelas que bebem demais em curto espaço de tempo podem ter problemas ao dirigir e em praticar esportes com movimentos complexos. O estudo concluiu que as adolescentes que bebiam muito tinham menos atividade no cérebro comparado com as que não bebiam. Essa diferença pode prejudicar também a concentração, principalmente na hora de fazer cálculos. Por Carolina Abranches. [Fonte: UNIAD]
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Boletim UNIAD - Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas
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Informativo UNIAD: Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas
FHC afirma que guerra contra o narcotráfico fracassou
Revista VEJA
No Brasil, quase 70 milhões de homens e mulheres bebem. Incluem-se aí desde as pessoas que tomam uma única dose de álcool ao longo de um ano até os dependentes pesados, que não vivem sem a bebida. Entre os dois extremos, existe um grupo que, até pouco tempo atrás, não aparecia nas estatísticas nem nas preocupações médicas: os bebedores de risco. É grande a probabilidade de você, leitor, ser um deles. Leia mais...
Insatisfeitas com o próprio corpo passaram de 49% para 70%.
Roney Domingos Do G1, em São Paulo
Entre os anos de 2003 e 2008, cresceu a participação de paulistanas que bebem de uma a três vezes por semana segundo revela o Inquérito de Saúde no Município de São Paulo, da Secretaria Municipal de Saúde. O estudo também mostra que elas adquirem cada vez mais cedo o hábito de fumar e enfrentam ainda um discreto aumento da obesidade. Leia mais...
Crianças de nove anos se prostituindo para manter o vício das drogas. Garotos de seis e sete anos trabalhando no tráfico ou como vendedor e empacotador. Vem sendo esta a atual e triste realidade registrada pelo Conselho Municipal Antidrogas (Comad) em alguns bairros de Criciúma. Para combater e/ou minimizar esta triste realidade, no Dia Municipal de Combate às Drogas, lembrado neste domingo, o Conselho vem chamar a atenção da sociedade no sentido de criar a consciência coletiva de prevenção contra este mal. Leia mais...
Blog do Noblat-Deu na Folha de São Paulo-De Mario Cesar Carvalho:
Em Brasília, avaliação de petistas é que o apoio da Presidência à lei significaria, indiretamente, fazer propaganda do governador
A lei antifumo do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), provocou uma divisão dentro do governo Lula (PT). Enquanto o Ministério da Saúde e o Inca (Instituto Nacional de Câncer) apoiam a proibição de cigarros em ambientes fechados, como determina a lei paulista, a AGU (Advocacia Geral da União) defende que a medida aprovada pela Assembleia Legislativa é inconstitucional.
O parecer da AGU sustenta que uma lei estadual não pode se contrapor à legislação federal, que permite o fumo em ambientes fechados. A AGU não consultou o Ministério da Saúde nem o Inca para elaborar o parecer. Ambos apoiaram a legislação proposta por Serra. O Ministério da Saúde chegou a enviar um representante para a Assembleia para pressionar os deputados a aprovar a lei. Leia mais...
Off label é aplicar remédio para tratamento diferente do autorizado.
Roni Caryn Rabin-Do 'New York Times'
Médicos podem usar drogas de formas não especificamente aprovadas pelo FDA, a agência americana que regula remédios e alimentos, uma prática chamada de prescrição off label. Há poucas evidências científicas para apoiar usos não aprovados. Uma nova pesquisa descobriu que muitos médicos podem nem saber o que estão prescrevendo off label. Leia mais...
Demonizada por alguns, defendida por outros, a maconha segue sendo consumida em quantidades industriais. Há poucas semanas, a Suprema Corte da Argentina descriminalizou o porte de maconha em pequena quantidade. Não admitiu o consumo em locais públicos, recomendou que houvesse intensificação do combate ao tráfico de drogas, mas decidiu que ninguém será preso se portar a erva em pequena quantidade. Dizem que o Brasil estuda medida semelhante. Leia mais...
Com a criação do grupo, o assunto teve a repercussão naturalmente dispensada às personalidades que integraram a comissão (veja abaixo a lista de integrantes). Como a proposta geral é focar no tratamento, a iniciativa pode render bons resultados. A própria Associação Brasileira de Psiquiatria, por meio do Departamento de Dependência, vem defendendo, junto com outras organizações científicas, que o consumo de drogas – legais ou não – deve ser encarado como um problema social e de saúde pública.
O Estado de São Paulo - Fernanda Aranda
O governo de São Paulo inaugurou ontem uma clínica de reabilitação de deficientes físicos e, dos R$ 50 milhões investidos na unidade, 34% vieram da verba poupada no primeiro ano de vigência da lei seca. Segundo os números oficiais, a redução de atendimentos de vítimas de acidentes de trânsito após a medida que endureceu as penas contra motoristas embriagados gerou economia de R$ 17 milhões, dinheiro agora revertido na criação do serviço de fisioterapia e tratamento de portadores de deficiência. A clínica fica na Rua Jandiatuba, 580, em Santo Amaro, zona sul de São Paulo. Leia mais...
Trata-se de um curso destinado ao aprimoramento técnico de profissionais que atuam ou desejam atuar na área de Pesquisa Clínica, em concordância com as rígidas normas internacionais de condução dos estudos clínicos.
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