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Especializações UNIAD


Imprensa norte-americana afirma que Brasil vive epidemia de crack


Washington Post diz que cidades brasileiras sofrem com proliferação do tráfico. Fronteiras ajudam a propagar droga fatal
DM - Diário da Manhã - Jairo Menezes
Em meio a preparativos do País para dois grandes eventos – Copa do Mundo de 2014 e Olimpíada de 2016 –, Brasil se vê sujo em páginas de jornal norte-americano. Washington Post trouxe, na edição de quinta-feira, 27, reportagem sobre o crack no Brasil. Em tradução livre, o título "Cidades brasileiras são atingidas por epidemia do crack" mostra que ainda está longe de ser resolvida a problemática. A situação foi mostrada neste ano várias vezes, numa visão mais local, nas páginas do Diário da Manhã.
"De olhos vidrados, magérrimos e imundos, centenas de viciados emergiram de portas e vielas quando o anoitecer chegou ao outrora grandioso Bairro da Luz, no coração da cidade", descreve o repórter ao falar da área conhecida como Cracolândia, nas proximidades da 25 de Março, em São Paulo-SP. Ainda no texto, o repórter chegou a descrever a entrevista feita com um usuário identificado como Paulino, de 50. O viciado diz: "o craque é uma doença incurável. Eu preciso de crack no meu sangue. Meu vício é como uma serpente. Qual é a cura para uma serpente?”
Eloísa Arruda, secretária de Justiça do Estado de São Paulo, diz em entrevista ao jornal que o problema do crack no Brasil é similar ao que ocorreu nos Estados Unidos na década de 1980. "Há um grande crescimento no uso do crack em público e as pessoas estão permanentemente nas ruas consumindo drogas dia e noite abastecidas por traficantes". A fala da secretária é contradita pela reportagem, quando relata haver “diferenças" entre as situações e alega que "a onda de crack nos EUA atingiu cidades que estavam em decadência, pegando comunidades menores", ao contrário do que acontece no Brasil. Enquanto os EUA optaram por prender os usuários em cadeias, no Brasil a questão é vista como um problema de saúde pública.
"A razão para rápida disseminação de crack aqui permanece difícil de identificar, mas os policiais falam do marketing agressivo usado por traficantes e do Brasil se tornar cada vez mais atraente para traficantes por causa das longas fronteiras com os três maiores produtores de cocaína", diz o jornal. O aumento do poder aquisitivo do brasileiro também é visto como um dos motivos para o crescimento do uso de drogas no País, principalmente a cocaína. “Esse aumento é mais perceptível nas classes mais baixas”, disse Eloísa ao jornal norte-americano.
PESQUISA VEXATÓRIA
Em setembro deste ano, o 2º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas, divulgado pela Universidade Federal de São Paulo, mostrou que o Brasil é o maior mercado de crack do mundo e o segundo de cocaína. Só no último ano, um em cada cem adultos fumou crack, o que representa um milhão de brasileiros acima dos 18 anos. Quando a pesquisa abrange o consumo das duas drogas, cocaína e crack – o derivado, o número atinge 2,8 milhões de pessoas em todo o País.
Em Goiás, jovens usuários ou moradores de rua perambulam
Estima-se que, na Capital, haja mais de 400 pessoas que moram nas ruas, segundo dados da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas). Pelo menos 40% são de outros Estados ou municípios, mas escolhem como moradia ruas de Goiânia. Mais de 150 jovens e crianças vivem à margem de seus direitos e circulam em pequenos grupos nessas mesmas condições.
Segundo informações do secretário municipal de Assistência Social, Darci Accorsi, o morador de rua tem um perfil específico, ou seja, perdeu vínculos com os familiares por abuso, uso de drogas ou desavenças e o que costuma levá-la a viver assim é quase sempre a questão social e familiar. “Outra parte são os usuários de drogas, que não conseguem se manter no convívio residencial e familiar e optam por morar nas ruas – eles têm mais liberdade e maior comodidade para fazerem o que bem entender”, diz o secretário.
“Há ainda um equívoco em se dizer que moradores de rua são usuários de drogas. Em geral, isso é inverdade. Estudo realizado pela Semas aponta que 38% da população de rua tem problemas com álcool. Pelo menos 32% são usuárias de crack ou outras drogas e o restante não é dependente de nenhum tipo de droga”, atesta o secretário Accorsi.
Segundo Darci, 40% dos moradores de ruas são vindos de outras cidades e não de Goiânia. “Eles vêm de cidades da região metropolitana, do interior de Goiás ou de outros Estados – a maioria é do Maranhão, Pará, Tocantins, Bahia, Pernambuco e São Paulo”, disse.
A Casa de Acolhida em Campinas, ainda único local próprio da Semas, segundo o secretário, abriga entre 180 e 200 pessoas por dia, oferecendo alimentação, higiene pessoal, dormitórios e acompanhamento psicopedagógico, além de cursos profissionalizantes, para inserção no mercado de trabalho.
MAIS VAGAS
Uma reunião na última quinta-feira, 27, entre Secretaria de Segurança Pública do Estado de Goiás e Secretaria Municipal de Assistência Social deu um passo para aumentar em 150 o número de vagas em abrigo para moradores de rua. A iniciativa foi tomada após os constantes assassinatos aos moradores de ruas na Capital. “Ficou acertado que teremos as vagas, em parceria com a Comunidade Luz da Vida. Mas o Estado teria de doar apenas camas, colchões e enxovais para os 150 abrigados. Entraríamos com alimentação, acompanhamento psicopedagógico e encaminhamento ao tratamento de reabilitação a quem necessite”, descreve Accorsi.
Apreensões batem recordes em Goiás
Em 2010, foram apreendidos pela Polícia Civil 586 quilos de maconha. O número aumentou mais que 125,2%, se comparado ao ano seguinte (2011 – 1.320 quilos). Neste ano foram apreendidas 4 toneladas de maconha – o relativo a 14,5 quilos por dia, em Goiás.
Quando se trata de cocaína, os dados ainda são bem mais alarmantes. Se em 2010 foram apreendidos 93 quilos do entorpecente em forma in natura, basta base, crack ou outros tipos de derivados; em 2011 foram 191 quilos e agora, em 2012, 600 kg. Isso representa um aumento de 545%, comparados os três anos. Uma média de 2,1 quilos/dia de cocaína foi apreendido esse ano. Ecstasy, que tinha apreensões mais tímidas, por ser uma droga sintética, contabilizou 66 comprimidos apreendidos no ano de 2010. Em 2011 foram 1.117 cápsulas e neste ano, 3 mil comprimidos – 10 unidades por dia.
MAPA
O mapa do crack da Denarc aponta a Praça do Trabalhador; o entorno do Terminal Rodoviário; o Terminal Rodoviário de Campinas, na região do Dergo; entorno do Terminal Padre Pelágio; entorno do Terminal do Setor Novo Mundo; Praça Boa Ventura, no Setor Nova Vila; estacionamento frontal ao Parque de Exposições Agropecuária; entorno do Terminal Urbano do Setor Pedro Ludovico; Praça “do Jacaré”, no Crimeia Oeste; Praça Botafogo e proximidades da Praça da Bíblia. Esses lugares são apontados como “cracolândias”, segundo mapeamento da Denarc, feito pelos investigadores da delegacia, que pode se tornar Departamento Estadual de Combate às Drogas.[Fonte: UNIAD]

II LENAD - Levantamento Nacional de Álcool e Drogas


Caso não visualize esse email adequadamente acesse este link
Hoje, dia 1º de agosto, no Anfiteatro Leitão da Cunha, na Rua Botucatu, n. 660, (Escola Paulista de Medicina - UNIFESP), o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Políticas Públicas do Álcool e Outras Drogas (INPAD) e a Unidade de Pesquisas em Álcool e Drogas (UNIAD) divulgaram os dados do II LENAD -  Levantamento Nacional de Álcool e Drogas: O Uso de Maconha no Brasil, recém terminado. Esse estudo foi financiado pelo CNPq e pela FAPESP.
Abaixo, os dados desse estudo:







Maconha aumenta risco de depressão, diz pesquisa


Probabilidade de desenvolver a doença é agravada com o consumo da droga por jovens vulneráveis a quadros depressivos.
Quem fuma maconha corre o risco de desenvolver distúrbios graves, como esquizofrenia e psicose. Uma nova pesquisa feita na Holanda adiciona mais um problema causado pela droga. De acordo com um estudo feito no Instituto de Ciência Comportamental da Universidade Radboud de Nijmegen, na Holanda, a droga aumenta o risco de desenvolver sintomas depressivos em jovens geneticamente vulneráveis. A pesquisa foi publicada na versão online do Addiction Biology, periódico científico da Sociedade Britânica para o Estudo da Dependência.
CONHEÇA A PESQUISA
Título original: Testing bidirectional effects between cannabis use and depressive symptoms: moderation by the serotonin transporter gene
Onde foi divulgada: revista Addiction Biology Online
Quem fez: Roy Otten
Instituição: Instituto de Ciência Comportamental da Universidade Radboud de Nijmegen, na Holanda
Dados de amostragem: 310 adolescentes, por 4 anos
Resultado: O estudo mostrou que o consumo de maconha aumentou os sintomas depressivos nos adolescentes geneticamente vulneráveis.
A maioria da população é vulnerável. Segundo o estudo, duas em cada três pessoas apresentam uma variação no gene transportador de serotonina, um neurotransmissor também conhecido como 5-HT. Tal variante pode ser responsável por tornar uma pessoa mais sensível a desenvolver depressão.
A pesquisa recolheu, durante quatro anos, informações de 310 adolescentes. A cada ano, os jovens responderam questões sobre assuntos como comportamento e sintomas de depressão. A variação do gene da serotonina foi determinante para os resultados: o consumo de maconha aumentou os sintomas depressivos nos adolescentes que apresentavam tal variante.
"Esse efeito da droga é forte, mesmo se levarmos em conta uma série de outras variantes que causam a depressão, como uso de álcool, personalidade e situação socioeconômica. Algumas pessoas podem pensar que jovens com disposição a depressão comecem a consumir maconha como uma forma de automedicação e que a presença de sintomas depressivos seja o fator que leve ao consumo da droga. Entretanto, nesse estudo a longo prazo, mostramos que não é o caso”, diz Roy Otten, principal autor da pesquisa.
Em estudo feito pelo IBGE em 2009, 8,7% dos estudantes entre 13 e 15 anos disseram já haver experimentado alguma droga ilícita. Na Holanda, onde foi feita essa pesquisa, o uso de maconha entre jovens é expressivo: 12% dos adolescentes de 16 anos disseram ter usado maconha ao longo do mês anterior. Além de um pior desempenho escolar, o uso da droga pode aumentar o risco de desenvolver esquizofrenia e psicose.
Para os pesquisadores, conhecer os efeitos negativos do consumo de maconha é importante, pois, para um grande número de pessoas, entre outros prejuízos, seu uso pode aumentar o risco de depressão a longo prazo. [Fonte: UNIAD]

Álcool pode prejudicar memória de adolescentes


As mulheres sofrem mais com o efeito do álcool do que os homens. Segundo uma pesquisa publicada no Alcoholism: Clinical and Experimental Research, isso acontece porque o metabolismo do álcool nas mulheres não é igual ao dos homens. As mulheres se embriagam com uma quantidade mais baixa de álcool do que os homens porque elas têm mais tecido gorduroso no corpo do que o sexo masculino. As variações na absorção de álcool no decorrer do ciclo menstrual também são as responsáveis  pela baixa tolerância da bebida nas mulheres. Por causa dessa baixa tolerância à bebida, os cérebros das jovens se tornam mais vulneráveis aos danos causados pelo álcool.
Aquelas que bebem demais em curto espaço de tempo podem ter problemas ao dirigir e em praticar esportes com movimentos complexos. O estudo concluiu que as adolescentes que bebiam muito tinham menos atividade no cérebro comparado com as que não bebiam. Essa diferença pode prejudicar também a concentração, principalmente na hora de fazer cálculos. Por Carolina Abranches. [Fonte: UNIAD]

Boletim UNIAD - Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas

Uniad
Perguntado sobre Polegar, Tarso diz que Congresso vota leis inúteis sobre segurança
O Globo - Fábio Vasconcellos
RIO - O ministro da Justiça, Tarso Genro, afirmou nesta quinta-feira que o Congresso Nacional costuma aprovar leis inúteis sobre segurança pública. A afirmação foi feita durante a cerimônia de assinatura de um convênio com a prefeitura no Rio no valor de R$ 100 milhões. Ao ser perguntado sobre o caso do traficante Alexander Mendes da Silva, o Polegar, que estava preso e foi para o regime-aberto, mas não retornou para a prisão, o ministro defendeu uma mudança de paradigma na segurança pública no país. Leia mais...
Análise Política de Drogas
Una-Mal-LlamadaEn América Latina y el mundo, viene siendo un problema de grandes dimensiones. La: trata de personas, incluyendo la esclavitud de menores y el uso de estos en pornografía, trabajos forzosos etc., el contrabando, las mafias asociadas al tráfico de drogas ilícitas, el secuestro, el terrorismo, la corrupción etc. son formas que, de una manera u otra, tienen un eje compartido. Por ello, no es posible atacar una de las modalidades del crimen organizado, sin enfrentar la complejidad del problema desde una perspectiva ética del desarrollo, la inclusión y los derechos humanos.
Lei antifumo: direito à saúde versus direito à liberdade
Última Instância - Pedro Estevam Serrano
A Assembleia Legislativa do Paraná aprovou nesta semana lei proibitiva ao fumo em locais fechados, a exemplo do que já ocorrera em São Paulo e no Rio de Janeiro. A legislação começa a ganhar contornos nacionais, já que Minas Gerais, Espírito Santo, Salvador, Goiânia e Belém estão próximos de aprovarem proibições no mesmo sentido. No dia 9 de abril, neste espaço, abordei a polêmica, mas volto ao assunto, diante do preocupante que vicejar no país das bases para a proliferação de leis de rigor extremo como essas. Leia mais...
"O uso precoce de bebidas alcoólicas é um problema de saúde pública"
Instituto ALANA - Entrevista Ronaldo Laranjeira
ronaldo-laranjeira-alanaESPECIAL JUVENTUDE E BEBIDAS ALCOÓLICAS
Qual é a influência da publicidade de bebidas alcoólicas no índice de jovens com problemas ligados ao alcoolismo?
Em um país como o Brasil, a indústria da bebida não apenas promove como estimula o consumo precoce de cerveja entre crianças e adolescentes. A publicidade passa uma imagem de festa, de diversão e de sexualidade associada à cerveja. E também passa uma ideia de um produto que poderia ser consumido de forma indefinida sem causar problemas. A mensagem é sempre a do “experimente, experimente, experimente”. Essa foi uma publicidade veiculada em todo o país que, ao meu ver, foi a pior do ponto de vista de saúde pública. Mas, de alguma forma, ela sintetiza as mensagens de todas as outras marcas de cerveja. Leia mais...
Overdose
Blog Reinaldo Azevedo
Há poucos dias, vocês viram o patético Carlos Minc, ministro do Meio Ambiente, sobre um palco, numa cidade em Goiás, a fazer o que entendi e entendo ser a apologia da maconha — não venham me dizer que ele apenas defendia a descriminação da droga. As palavras fazem sentido. Ontem, no Fantástico, o ator Fábio Assunção falou de seu drama pessoal, das dificuldades de deixar o vício — no seu caso, a cocaína, cujo nome não pronunciou —, de como ele ameaçou destruir a sua vida profissional, das dificuldades pessoais para superar a fase barra-pesada… Assunção é uma estrela da TV, pessoa admirada por milhões de brasileiros, com condições financeiras de bancar a recuperação. No universo dos viciados, é uma exceção. Não fossem outras evidências, que estão em todo canto, um caso como esse deveria servir de matéria de reflexão àqueles que defendem, em razão de uma variada gama de equívocos, a, sei lá como chamar, “descriminação” da maconha. Leia mais...
Fábio Assunção: “Dependência química me afastou das novelas"

Globo.com - Fantástico
Dez meses depois de ficar longe das novelas, ator fala com franqueza e coragem sobre problema com drogas.Você vai ver agora uma entrevista corajosa, reveladora e exclusiva. Patrícia Poeta conversou em São Paulo com o ator Fábio Assunção. Dez meses depois de se afastar das novelas, ele falou pela primeira vez sobre o que aconteceu. Sem rodeios, abertamente. Leia mais...
Estudo explica por que adesivos de nicotina causam coceira
Até agora se pensava que a coceira e as erupções cutâneas causadas pelos adesivos de nicotina
EFE -LONDRES - Um estudo sobre os efeitos da nicotina publicado hoje na revista "Nature Neuroscience" parece explicar por que os adesivos dessa substância e demais tratamentos substitutivos para deixar de fumar costumam provocar irritação e coceira.Uma equipe de especialistas dirigida por Karel Talavera, da Katholieke Universiteit de Louvain (Bélgica), comprovou que a nicotina, composto orgânico alcaloide encontrado na planta do tabaco, ativa no organismo um canal que se sabe que está relacionado com as reações inflamatórias. Leia mais...
Minc volta a defender descriminalização do uso da maconha
Minc volta da defender a descrimilização do uso da maconha
Antonio Cruz/Agência Brasil - Terra.com.br
Márcio Leijoto - Direto de Goiânia
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, voltou a defender nesta sexta-feira a descriminalização do uso da maconha, durante assinatura de atos do Governo Federal em parceria com o executivo estadual de Goiás, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Minc comentou o discurso que fez em um show de reggae na última segunda-feira na Chapada dos Veadeiros. "Eu louvei a atitude da Suprema Corte da Argentina, que, por unanimidade, considerou que os usuários não são criminosos". Leia mais...
Saúde da Família terá tratamento contra tabagismo
Equipes do programa, que atendem de porta em porta, serão treinadas para ajudar fumantes a largar o vício
Estadão.com.br - Fernanda Aranda
O Programa de Saúde da Família (PSF) foi escalado pelo governo de São Paulo para tentar contornar a deficiência do serviço prestado ao fumante paulista. Ontem, durante evento em comemoração de um mês da lei antifumo - em vigência no Estado desde o dia 7 de agosto - a Secretaria de Estado da Saúde afirmou que as 3.100 equipes que têm a função de realizar atendimento de porta em porta no controle de problemas básicos como hipertensão e diabete, serão treinadas para oferecer também auxílio antitabagista. Leia mais...

Informativo UNIAD: Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas

Uniad
FHC afirma que guerra contra o narcotráfico fracassou
Londres, 6 set (EFE).- O ex-presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso afirma que a guerra contra o narcotráfico fracassou e que é necessário "uma mudança global" de estratégia que inclua uma descriminalização do uso de drogas como a maconha.
Em artigo publicado pela revista "The Observer", FHC argumenta que o enfoque de "linha dura" no combate contra as drogas teve consequências "desastrosas" para a América Latina e não mudou a condição da região nas últimas décadas como o maior exportador de maconha e de cocaína do mundo.
Leia mais...
Especial da Semana Sobre Alcoolismo
Revista VEJA
As atenções dos especialistas no tratamento do alcoolismo agora se voltam para os bebedores de risco, aquelas pessoas que ainda não são alcoólatras, mas que ameaçam virar dependentes. Leia e descubra se você faz parte desse grupo.
No Brasil, quase 70 milhões de homens e mulheres bebem. Incluem-se aí desde as pessoas que tomam uma única dose de álcool ao longo de um ano até os dependentes pesados, que não vivem sem a bebida. Entre os dois extremos, existe um grupo que, até pouco tempo atrás, não aparecia nas estatísticas nem nas preocupações médicas: os bebedores de risco. É grande a probabilidade de você, leitor, ser um deles. Leia mais...
Paulistana bebe com maior frequência e começa fumar mais cedo
Inquérito de Saúde comparou mudanças de vida entre 2003 e 2009.
Insatisfeitas com o próprio corpo passaram de 49% para 70%.
Roney Domingos Do G1, em São Paulo
Entre os anos de 2003 e 2008, cresceu a participação de paulistanas que bebem de uma a três vezes por semana segundo revela o Inquérito de Saúde no Município de São Paulo, da Secretaria Municipal de Saúde. O estudo também mostra que elas adquirem cada vez mais cedo o hábito de fumar e enfrentam ainda um discreto aumento da obesidade. Leia mais...


Inocência rompida pelo vício
A Tribuna - Francis Leny - Da Redação
Crianças de nove anos se prostituindo para manter o vício das drogas. Garotos de seis e sete anos trabalhando no tráfico ou como vendedor e empacotador. Vem sendo esta a atual e triste realidade registrada pelo Conselho Municipal Antidrogas (Comad) em alguns bairros de Criciúma. Para combater e/ou minimizar esta triste realidade, no Dia Municipal de Combate às Drogas, lembrado neste domingo, o Conselho vem chamar a atenção da sociedade no sentido de criar a consciência coletiva de prevenção contra este mal. Leia mais...
Lei antifumo de Serra causa divisão no governo Lula
Ministério da Saúde e Inca apoiam a medida; AGU a considera inconstitucional
Blog do Noblat-Deu na Folha de São Paulo-De Mario Cesar Carvalho:
Em Brasília, avaliação de petistas é que o apoio da Presidência à lei significaria, indiretamente, fazer propaganda do governador
A lei antifumo do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), provocou uma divisão dentro do governo Lula (PT). Enquanto o Ministério da Saúde e o Inca (Instituto Nacional de Câncer) apoiam a proibição de cigarros em ambientes fechados, como determina a lei paulista, a AGU (Advocacia Geral da União) defende que a medida aprovada pela Assembleia Legislativa é inconstitucional.
O parecer da AGU sustenta que uma lei estadual não pode se contrapor à legislação federal, que permite o fumo em ambientes fechados. A AGU não consultou o Ministério da Saúde nem o Inca para elaborar o parecer. Ambos apoiaram a legislação proposta por Serra. O Ministério da Saúde chegou a enviar um representante para a Assembleia para pressionar os deputados a aprovar a lei. Leia mais...
Estudo mostra risco de prescrição de drogas para uso alternativo não aprovado
Muitos médicos nem sabem que estão fazendo prescrição 'off label'.
Off label é aplicar remédio para tratamento diferente do autorizado.
Roni Caryn Rabin-Do 'New York Times'
Médicos podem usar drogas de formas não especificamente aprovadas pelo FDA, a agência americana que regula remédios e alimentos, uma prática chamada de prescrição off label. Há poucas evidências científicas para apoiar usos não aprovados. Uma nova pesquisa descobriu que muitos médicos podem nem saber o que estão prescrevendo off label. Leia mais...
Wianey Carlet: A maconha nos estádios
Zero Hora
Demonizada por alguns, defendida por outros, a maconha segue sendo consumida em quantidades industriais. Há poucas semanas, a Suprema Corte da Argentina descriminalizou o porte de maconha em pequena quantidade. Não admitiu o consumo em locais públicos, recomendou que houvesse intensificação do combate ao tráfico de drogas, mas decidiu que ninguém será preso se portar a erva em pequena quantidade. Dizem que o Brasil estuda medida semelhante. Leia mais...
Drogas, Democracia e Saúde
ABPNo dia 21 de agosto, foi realizada a primeira reunião da Comissão Brasileira sobre Drogas e Democracia. O grupo tem o objetivo de discutir o tema com a sociedade civil e deslocar o foco da repressão para o tratamento dos usuários. Entre os participantes estão personalidades como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e os ministros do Supremo Tribunal Federal Carlos Velloso e Ellen Gracie.
Com a criação do grupo, o assunto teve a repercussão naturalmente dispensada às personalidades que integraram a comissão (veja abaixo a lista de integrantes). Como a proposta geral é focar no tratamento, a iniciativa pode render bons resultados. A própria Associação Brasileira de Psiquiatria, por meio do Departamento de Dependência, vem defendendo, junto com outras organizações científicas, que o consumo de drogas – legais ou não – deve ser encarado como um problema social e de saúde pública.
Leia mais...
As causas e formas de controle de comportamentos destrutivos

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Hospital ''bancado'' pela lei seca é aberto
Em um ano, Estado poupou R$ 17 milhões em atendimento a vítimas
O Estado de São Paulo - Fernanda Aranda
O governo de São Paulo inaugurou ontem uma clínica de reabilitação de deficientes físicos e, dos R$ 50 milhões investidos na unidade, 34% vieram da verba poupada no primeiro ano de vigência da lei seca. Segundo os números oficiais, a redução de atendimentos de vítimas de acidentes de trânsito após a medida que endureceu as penas contra motoristas embriagados gerou economia de R$ 17 milhões, dinheiro agora revertido na criação do serviço de fisioterapia e tratamento de portadores de deficiência. A clínica fica na Rua Jandiatuba, 580, em Santo Amaro, zona sul de São Paulo. Leia mais...
Cursos de Ensaios Clínicos da Harvard Medical School
O IIEP está negociando o oferecimento do curso de ensaios clínicos da Harvard Medical School para os colaboradores da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein em 2010.
Trata-se de um curso destinado ao aprimoramento técnico de profissionais que atuam ou desejam atuar na área de Pesquisa Clínica, em concordância com as rígidas normas internacionais de condução dos estudos clínicos.
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Magno Malta critica FHC por defender descriminalização da maconha
PLENÁRIO / Pronunciamentos
O senador Magno Malta (PR-ES) criticou em discurso o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso por ter defendido a descriminalização do uso da maconha. Dizendo que tinha "o maior respeito" pelo ex-presidente, o senador assinalou que tais propostas "são um simples discurso fácil". Ele criticou ainda o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, por defender idéia semelhante à de FHC e ter participado de uma manifestação em defesa da descriminalização da maconha.
- Se um dia o presidente Fernando Henrique for viajar e alguém lhe disser que os pilotos do avião são consumidores de crack, e se ele disser "tudo bem", então realmente estará na hora de legalizar as drogas - disse o senador.
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UNIAD: Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas

Uniad
beber_ou_dirigir_resPesquisa flagrou 16% dos condutores acima do limite permitido.
Falta de fiscalização é o principal motivo para violação da lei seca.
Marcelo Mora Do G1, em São Paulo
Policiais fazem blitz na Zona Norte de SP durante o carnaval (Foto: Arquivo/Werther Santana/AE )
Houve uma redução de 32,5% no índice de motoristas que dirigem alcoolizados em São Paulo depois que a lei seca entrou em vigor, em 20 de junho de 2008, mas continua muito alto em comparação a outros países, como os Estados Unidos, que adotaram a medida para reduzir a violência no trânsito. E a redução no índice só não foi maior devido à falta de fiscalização nas ruas da capital.
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Acesse as apresentações do
SEMINARIO
Noite inesquecível
Folha de São Paulo - Drauzio Varella
O problema com o uso de qualquer droga psicoativa é o fenômeno da tolerância
Penso duas vezes antes de receitar um remédio para dormir. Não que tenha sido contaminado pela filosofia dos que se consideram naturalistas modernos, portanto, inimigos de soluções químicas. Nem que tenha preconceito contra os insones ou julgue esses medicamentos ineficientes, perigosos e cheios de efeitos colaterais, pelo contrário, a indústria farmacêutica desenvolveu drogas seguras capazes de induzir sono reparador com o mínimo de ressaca no dia seguinte.
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JF determina que Prefeitura de São Paulo amplie rede extra-hospitalar
Procuradoria da República no Estado de São Paulo - Ministério Público Federal - Assessoria de Comunicação
MPF entrou com embargo, pedindo o esclarecimento de um ponto da decisão
O Juiz Federal José Carlos Motta, da 19ª Vara Federal Cível de São Paulo, concordou com os argumentos do Ministério Público Federal e determinou que o município de São Paulo implante 57 Centro de Atenção Psicossocial (Caps) e 37 Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT). A decisão é do último dia 7 de maio. O MPF pediu ontem esclarecimentos sobre um ponto da decisão.
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Rivotril: a tarja preta mais vendida no País
rivotrilÚltimo Segundo- Lecticia Maggi
Na lista dos remédios mais vendidos no País nos últimos 12 meses, o ansiolítico Rivotril está em segundo lugar, de acordo com o Instituto IMS Health, que audita a indústria farmacêutica. O remédio perde apenas para o anticoncepcional Microvlar. Considerando apenas os medicamentos de tarja preta, ele é o primeiro da lista.
Arquivo pessoal - Luana (de preto) toma Rivotril há 6 anos
A alta no consumo de um remédio, que só pode ser vendido com retenção da receita, é assunto polêmico entre a classe médica. Especialistas ouvidos pela reportagem do Último Segundo apontam pelo menos três fatores para explicar este consumo exagerado: uma preocupação maior com a saúde mental, a falta de consciência de alguns pacientes que ignoram a recomendação médica e o despreparo de parte dos profissionais de saúde. Leia mais...

Temporão anuncia investimento de R$ 117,3 milhões em plano de emergência contra as drogas
Do UOL Notícias - em São Paulo
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou nesta quinta-feira (4) em Brasília o lançamento de um plano emergencial para o atendimento de usuários de álcool e drogas em 107 cidades brasileiras, incluindo todas as capitais e sete municípios de fronteira. No total, o projeto prevê o investimento de R$ 117,3 milhões.
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Projeto Vila Maria do Departamento de Psiquiatria da UNIFESP contrata psiquiatra
A carga horária de 20 (vinte) horas semanais, de preferência, ao longo da semana. Leia mais...

"Dói internar um filho. Às vezes não há outro jeito"
gullarRevista Época
O poeta Ferreira Gullar, pai de dois esquizofrênicos, levanta uma das maiores controvérsias da psiquiatria: o que fazer com doentes mentais em estado grave?
Cristiane Segatto, Ivan Martins, Andres Vera, Marcela Buscato e Mariana Sanches
Confira a seguir um trecho dessa reportagem que pode ser lida na íntegra na edição da revista Época de 30/maio/2009
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