Cartilhas Sobre Drogas da SENAD - Clique na Imagem!!
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Mais de 70% dos estudantes de 13 a 15 anos já ingeriram álcool, diz IBGE
Mais de 70% dos 618,5 mil estudantes brasileiros do 9º ano do ensino fundamental (equivalente à 8ª série) de escolas particulares e públicas já experimentaram bebidas alcoólicas e 24% provaram cigarro. Cerca de 22% deles -a maioria na faixa de 13 a 15 anos- já ficaram bêbados.
Os dados fazem parte de uma pesquisa inédita divulgada nesta sexta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que investigou vários fatores de risco à saúde dos adolescentes. O trabalho, que abrangeu as 26 capitais e o Distrito Federal, tem o objetivo de orientar as políticas públicas de saúde destinadas a esse público.
O estudo ressalta que é nessa fase da vida em que ocorrem importantes mudanças e que comportamentos como o tabagismo, consumo de álcool, alimentação inadequada e sedentarismo terão influência na vida adulta e poderão desencadear doenças crônicas.
| Confira alguns dos principais resultados da pesquisa | |||||
| Total | Mulheres | Homens | Escolas privadas | Escolas públicas | |
| Percentual dos que já tomaram bebida alcoólica alguma vez | 71,4 | 73,1 | 69,5 | 75,7 | 70,3 |
| Percentual dos que já ficaram bêbados alguma vez | 22,1 | 21,1 | 23,3 | 19,4 | 22,8 |
| Percentual dos que já experimentaram cigarro alguma vez | 24,2 | 24,0 | 24,4 | 18,3 | 25,7 |
| Percentual dos que já usaram cigarro alguma vez | 8,7 | 6,9 | 10,6 | 7,6 | 9,0 |
| Percentual dos alunos que fizeram 300 minutos ou mais de atividade física nos últimos sete dias | 43,1 | 31,3 | 56,2 | 45,1 | 42,6 |
| Percentual dos alunos que tiveram relação sexual alguma vez | 30,5 | 18,7 | 43,7 | 20,8 | 33,1 |
| Percentual dos alunos que tiveram usaram preservativo na última relação sexual | 75,9 | 73,5 | 77,0 | 76,1 | 75,8 |
Cigarro
Fumar é um dos principais fatores de risco para doenças. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tabaco é líder mundial nas causas de mortes que podem ser prevenidas. Curitiba é a capital brasileira com o maior índice de adolescentes que já experimentaram o cigarro, com 35%. Em seguida, aparece Campo Grande, com 32,7%, e Porto Alegre, com 29,6%. O estudo mostra ainda que 25,7% os alunos da rede pública já usou cigarro, ante 18,3% dos estudantes de escolas particulares.
Sexo
O início da atividade sexual também tem sido mais frequente na adolescência: cerca de 30,5% dos estudantes já tiveram relação sexual. No entanto, somente 75,9% disseram ter usado preservativo na última relação sexual.
Drogas
A pesquisa mostrou ainda que mais de 8% dos estudantes já fizeram uso de droga, como maconha, cocaína e lança perfume. A prática é mais comum entre os homens (10,6%) do que entre as mulheres (6,9%).
Atividade física
Em relação à prática de exercícios físicos, quase 60% dos alunos são sedentários. Entre as meninas, esse índice é maior e atinge 68,7%. Os meninos inativos representam 43,8%.
Alimentação
Entre os estudantes do 9º ano do ensino fundamental, o feijão é o alimento saudável mais consumido (62,6%). No entanto, mais de 37% dos alunos afirmaram ter bebido refrigerante em cinco ou mais dias na semana anterior à pesquisa. O consumo de guloseimas, como balas, chicletes, bombons, chocolates e doces, supera o de frutas.
| Veja dados da pesquisa sobre alimentação dos jovens | ||||
| Alimentos marcadores de hábito saudável | Alimentos marcadores de hábito não saudável | |||
| Feijão | Frutas | Guloseimas | Refrigerante | |
| Percentual dos estudantes segundo o consumo maior ou igual a cinco dias de alimento saudável e não saudável | 62,6 | 31,5 | 50,9 | 37,2 |
[Fonte: G1]
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Boletim UNIAD - Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas
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Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
As dez piores drogas do mundo...

1º. Heroína:
A heroína ou diacetilmorfina é uma droga opióide natural ou sintética, produzida e derivada do ópio, extraído da cápsula (fruto) de algumas espécies de papoula. Foi usada enquanto fármaco de 1898 até 1910, ironicamente (uma vez que é muito mais aditiva) como substituto não causador de dependência para a morfina e antitússico para crianças. A heroína foi proibida nos países ocidentais no início do século XX devido aos comportamentos violentos que estimulava nos seus consumidores. Em forma líquida, ela é usada com uma seringa, que injeta a droga direto nas veias, mas também pode ser inalada.
2º. Cocaína:
É classificada uma droga alcalóide, derivada do arbusto Erythroxylum coca Lamarck, estimulante com alto poder de causar dependência. Seu uso continuado, pode levar a dependência, hipertensão arterial e distúrbios psiquiátricos. Em forma de pó, a droga pode ser consumida de várias formas, mas o modo mais comum é pela aspiração. Em 1863, o químico Angelo Mariani desenvolveu o vinho Mariani, uma infusão alcoólica de folhas de coca, que chegou a ser muito apreciado pelo Papa Leão XIII, que inclusive premiou Mariani com uma medalha honorífica. A Coca-Cola seria inventada em parte como tentativa de competição dos comerciantes americanos com o vinho Mariani importado da Itália. Segundo rumores, o refrigerante continuaria desde a sua invenção até 1903 a incluír cocaína nos seus ingredientes, e os seus efeitos foram sem dúvida determinantes do poder atractivo inicial da bebida. Em 1885 a companhia americana Park Davis vendia livremente cocaína em cigarros, pó ou liquido injectável sob o lema de "substituir a comida; tornar os covardes corajosos, os silenciosos eloqüentes e os sofredores insensíveis à dor". Apesar do entusiasmo, os efeitos negativos da cocaína acabaram por ser descobertos.
3º. Barbitúricos:
Barbitúricos são sedativos e calmantes. São usados em remédios para dor de cabeça, para hipnose, para epilepsia, controle de úlceras pépticas, pressão sanguínea alta, para dormir. Nos primeiros anos de uso dos barbitúricos não se sabia que poderia causar dependência, mas já havia inúmeras pessoas dependentes. Hoje há normas e leis que dificultam uma pessoa a obter esse composto. Os barbitúricos provocam dependência física e psicológica, diminuição em várias áreas do cérebro, depressão na respiração e no sistema nervoso central, depressão na medula, depressão do centro do hipotálamo, vertigem, redução da urina, espasmo da laringe, crise de soluço, sedação, alteração motora.
4º. Metadona (Ópio):
O ópio (do grego ópion, "suco de papoila", pelo latim opiu) é um suco espesso que se extrai dos frutos imaturos (cápsulas) de várias espécies de papoilas soníferas (gênero Papaver), e que é utilizada como narcótico. O uso do ópio mascado ou fumado, que se espalhou no Oriente, provoca euforia, seguida de um sono onírico; o uso repetido conduz ao hábito, à dependência química, e a seguir a uma decadência física e intelectual, uma vez que é efetivamente uma droga destruidora do organismo. Para se fumar o ópio, utiliza-se um cachimbo especial, com uma haste de bambu e um fornilho de barro, e os seus adeptos seguem um verdadeiro ritual. Pode ser utilizado ainda, como comprimido, supositórios, etc.
5º. Álcool:
A bebida alcoólica pode ser considerada como a droga mais vendida no planeta, e o alcoolismo, dela decorrente, é um sério problema de saúde pública mundial. Pesquisas recentes sobre os efeitos do álcool no cérebro de adolescentes mostram que essa substância, consumida num padrão considerado nocivo, afeta as regiões responsáveis por habilidades como memória, aprendizado, autocontrole e principalmente a motivação. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estudos apontam que o "consumo baixo ou moderado de álcool" resulta em uma redução no risco de doenças coronárias. Porém, a OMS adverte que "outros riscos para a saúde e o coração associados ao álcool não favorecem uma recomendação geral de seu uso". Foi comprovado que o consumo moderado de álcool está associado a um maior risco de doença de Alzheimer e outras doenças senis, angina no peito, fraturas e osteoporose, diabetes, úlcera duodenal, cálculo biliar, hepatite A, linfomas, pedras nos rins, síndrome metabólica, câncer no pâncreas, doença de Parkinson, artrite reumática e gastrite.
6º. Cetamina:
O cloridrato de cetamina é uma droga dissociativa usada para fins de anestesia, com efeito hipnótico e características analgésicas. Conhecido remédio para cavalo, é consumida por conter efeitos psicotrópicos, os quais vão de um estado de leve embriaguez até a sensação de desprendimento da alma em relação ao corpo. Pode ser inalada, engolida ou injetada direto nas veias sanguíneas. Essa droga aumenta a resistência vascular pulmonar que em pessoas com DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica), comum em fumantes e bronquíticos, e se utilizado por essas pessoas pode precipitar uma insuficiência cardíaca direita. Também aumenta a pressão arterial e o consumo de oxigênio pelo coração, podendo levar a um infarto fulminante do miocárdio.
7º. Benzodiazepinas:
Pertencente ao grupo de fármacos ansiolíticos, esta droga é usada no tratamento sintomático da ansiedade e insônia. A benzodiazepina vem em forma de comprimido e seu uso causa dependência psicológica e física, dependente da dosagem e duração do tratamento. A dependência física estabelece-se após 6 semanas de uso, mesmo que moderado. Os problemas de dependência e abstinência são comparáveis aos de outras substâncias que causam depêndencia, tendo-se transformado, nos países aonde há um uso mais generalizado, num problema de saúde pública, que só agora começa a ser reconhecido na sua verdadeira escala.
8º. Anfetamina:
Em estado puro, as anfetaminas têm a forma de cristais amarelados, com sabor intragavelmente amargo. Geralmente ingeridas por via oral em cápsulas ou comprimidos de cinco miligramas, as anfetaminas também podem ser consumidas por via intravenosa (diluídas em água destilada) ou ainda aspiradas na forma de pó, igual a cocaína. Nas últimas décadas, a anfetamina tem sido usada em massa em tratamentos para emagrecer, já que a droga é temporariamente eficaz na supressão do apetite. No entanto, conforme o tempo passa, o organismo desenvolve tolerância à anfetamina e torna-se necessário aumentar cada vez mais as doses para se conseguir os mesmos efeitos, o que pode fazer com que o apetite desapareça e torne o usuário anoréxico. Ao contrário do que os médicos pensavam quando se começou a utilizar a anfetamina, a droga não causa dependência física, mas psicológica, podendo chegar a tal ponto em que o abandono de seu uso torna-se praticamente impossível.
9º. Tabaco:
O tabaco é nome comum dado às plantas do género Nicotiana L. (Solanaceae), em particular a N. tabacum, originárias da América do Sul da qual é extraída a substância chamada nicotina. O usuário da nicotina, presente no cigarro, charuto, cachimbo e rapé, aumenta a probabilidade de ocorrência de algumas doenças, como por exemplo infarto do miocárdio, bronquite crônica, infisema pulmonar, derrame cerebral , úlcera digestiva, etc. Após uma tragada, a nicotina é absorvida pelos pulmões chegando ao cérebro geralmente em 9 segundos. Os efeitos são uma leve estimulação do cérebro e diminuição do apetite. Não há, na realidade nenhum efeito mais intenso ou importante. No entanto, o cigarro tem um potencial muito grande de provocar câncer, já que o fumo contém cerca de 80 substâncias cancerígenas. Há também estudos mostrando que as pessoas que fumam entre um e dois maços de cigarros por dia vivem cerca de 8 anos menos do que aqueles que não fumam.
10º. Buprenorfina:
A droga é derivada da heroína e serve como substituta para os usuários de ópio e heroína que já estão viciados e completamente destruídos pela droga. Vem fazer com que o adicto não sinta a ressaca da abstinência tão violentamente e que, a médio prazo, lide de forma mais saudável com o fim do vício pelo ópio ou por heroína. Este medicamento de substituição tem revelado bons resultados e funciona da seguinte maneira: no começo usa-se uma dosagem de acordo com os consumos do viciado em heroína, que vai sendo vigiada e reduzida lentamente até 0 miligramas, conforme o paciente não sinta mais a necessidade dos opiácios (morfina e heroína). (Fonte: Yahoo Notícias)
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Participe e previna o alcoolismo em nosso país...
Coloque o seu nome e envie para a caixa postal das lideranças políticas partidárias.
Cordialmente,
Jorge Schemes - GERED/NEPRE
Ilmo Sr. Congressista:
Meu nome é______________e sou eleitor em_________Estado de__________.
Está em tramitação em regime de Urgência Constitucional o PL 2.733/2008 que trata da ampliação do conceito de bebida alcoólica para efeito de propaganda. Tal projeto visa colocar as bebidas fermentadas na mesma classificação das destiladas, algo que vejo como necessário.
É fato que a alta exposição à propaganda é responsável pelo consumo cada vez mais precoce e abusivo do álcool no Brasil. Bebidas alcoólicas, em especial cervejas são patrocinadoras de eventos esportivos, eventos musicais e shows que atraem jovens – dando a entender que juventude combina com consumo de álcool transformando o ato de beber em algo banal e corriqueiro, algo que tem de ser diferente, pois quanto mais tarde o jovem começa a beber, menor a probabilidade de descambar para o alcoolismo.
Pela primeira vez no País, a propaganda de bebidas alcoólicas tem a oportunidade de ser tratada pela Câmara Federal devidamente como um grave problema de saúde pública – que onera sobremaneira o sistema de saúde, o sistema judicial, o sistema penal e outros equipamentos públicos.
Ao aprovarem o PL 2.733, os nossos Deputados Federais irão contribuir para a prevenção dos danos à saúde e à vida, sobretudo poupando nossas crianças da deseducação que a propaganda de bebidas alcoólicas faz.
Assim sendo, na qualidade de brasileiro responsável, me dirijo a Vs. Excla. para informar que estarei atento ao desenrolar da votação, esperando que seu voto seja a favor da aprovação da lei e a favor das crianças brasileiras.
Atenciosamente,
(Escreva seu nome)
A seguir, os e-mails das lideranças dos Partidos Políticos na Câmara:
lid.psdb@camara.gov.br
lid.govcamara@camara.gov.br
lid.pr@camara.gov.br
lid.min@camara.gov.br
lid.pp@camara.gov.br
lid.ptb@camara.gov.br
lid.pv@camara.gov.br
lid.pps@camara.gov.br
lid.psol@camara.gov.br
lid.pmdb@camara.gov.br
lid.psb@camara.gov.br
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Vítimas das drogas lícitas e ilícitas
A cada dia, quase 1,2 milhão de adolescentes dos EUA fumam cigarros, 631 mil bebem álcool e 586 mil consomem maconha, segundo a Administração de Abuso de Substâncias e Serviços de Saúde Mental.
Também foram registrados em um único dia 50 mil usuários de inalantes, 27 mil de alucinógenos, 13 mil de cocaína e 3.800 de heroína, de acordo com o estudo.
"Nos Estados Unidos, em 2006, um terço dos adolescentes de 12 a 17 anos bebeu álcool, um quinto usou uma droga ilícita e um sexto fumou", diz o relatório, baseado em várias pesquisas, principalmente no Levantamento Nacional de Uso de Drogas, que faz entrevistas aprofundadas com mais de 60 mil pessoas.
O estudo concluiu que o percentual de jovens usando álcool e drogas caiu de 2002 para 2006, mas as autoridades não se sentem tranquilas.
"Enquanto outros estudos demonstraram que foram feitos progressos significativos na redução dos níveis de abuso de substâncias entre os jovens nos últimos anos, este relatório mostra que muitos jovens ainda estão aderindo a comportamentos de risco", disse Terry Cline, chefe do departamento responsável pelo estudo, em nota.
"Ao esmiuçar os dados e analisá-los numa base cotidiana, recebemos uma nova perspectiva sobre como o abuso de substâncias permeia as vidas de muitos jovens e suas famílias."
O relatório também tentou quantificar quantos adolescentes de 12 a 17 anos experimentam substâncias legais ou não pela primeira vez em um dia comum. A saber:
- 8.000 adolescentes bebem álcool pela primeira vez;
- 4.300 adolescentes usam uma droga ilícita pela primeira vez;
- 4.000 fumam cigarros pela primeira vez;
- 3.600 fumam maconha pela primeira vez;
- 2.500 usam analgésicos de forma abusiva pela primeira vez.
Mais de 76 mil crianças e adolescentes fazem tratamento ambulatorial contra abusos de álcool e drogas, segundo o relatório, e 10 mil estão em tratamento residencial extra-hospitalar.
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
DOCUMENTOS SECRETOS
Este trabalho foi encomendado pela Organização Pan-Americana da Saúde como parte de um projeto de múltiplas fases para analisar a indústria do tabaco e o controle do tabaco no Brasil. Este relatório preliminar representa a Fase I do projeto.Resumo Executivo• Este relatório expande os resultados de uma publicação da Organização Pan-Americana da Saúde e apresenta resultados preliminares de um projeto de múltiplas fases para mapear os papéis da indústria do tabaco e do movimento de controle do uso do tabaco no Brasil.• Esta fase inicial foi desenvolvida para documentar as estratégias e operações da indústria do tabaco no Brasil na medida em que as mesmas podem ser determinadas através de uma revisão dos documentos internos da indústria do tabaco disponobilizados ao público após a resolução de casos jurídicos em 46 estados e territórios dos Estados Unidos com as empresas de tabaco sediadas nos EUA.• O Brasil é um importante mercado para a indústria de tabaco: sua grande população jovem é atraente para companhias de cigarro em busca de expansão; além disso, o cultivo, manufatura e exportação de tabaco e cigarros é uma atividade econômica importante.• Apesar do papel do tabaco na economia brasileira, o Brasil apresenta liderança mundial na implementação de medidas regulamentando a indústria do tabaco. A prevalência geral de adultos fumantes parece estar em declínio, mas o número de jovens fumantes permanece alto em certas áreas do país.• As principais empresas de cigarros que operam no Brasil são a Souza Cruz, subsidiária da British American Tobacco, com uma fatia de aproximadamente 75% do mercado; e a Philip Morris do Brasil, parte da Philip Morris International, com aproximadamente 15% do mercado.• Os resultados preliminares mostraram que há alguns temas com os quais as empresas de tabaco se preocupam mais: regulamentação, litígios e aceitabilidade do fumo pelo público. As empresas de tabaco trabalham para antecipar e responder às medidas de controle do tabaco utilizando argumentos similares aos utilizados pelas empresas de tabaco em todo o mundo: o cigarro é ummproduto lícito, os adultos têm livre arbítrio e fumantes e não fumantes podem compartilhar o mesmo ambiente.• Tudo indica que a criação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (conhecida pela sigla Anvisa) gerou um alto nível de atividade, na medida em que as empresas tentaram desenvolver melhores estratégias para operar num ambiente cada vez mais regulado.• Por décadas as empresas de tabaco vêm negando o risco para a saúde da exposição à fumaça do tabaco, financiando cientistas e consultores para questionar a evidência científica esmagadora de que o fumo passivo é tóxico.• Além de consultores e cientistas, as empresas de tabaco se engajaram numa campanha para promover a “cortesia” e a “harmonia”, em parceria com associações de hospitalidade. A intenção era convencer o público e as autoridades de que não há necessidade de fortalecer a legislação que promove o ar limpo em ambientes fechados, que essas medidas voluntárias de acomodação - que não trazem nenhum benefício para a saúde pública - seriam suficientes.• Há indícios de que as respostas aos litígios por responsabilidade civil dos fabricantes de cigarros no Brasil são manejadas pelas empresas a nível local e por suas sedes. Grandes nomes da comunidade jurídica foram muitas vezes contratados pelas empresas para preparar sua defesa. Existem alguns indícios de que em alguns casos a Souza Cruz e a Philip Morris desenvolveram estratégias conjuntas para assegurar que os litígios no Brasil não fossem resolvidos a favor dos queixosos. A ação de classe movida pela Adesf em nome dos fumantes parece ter sido uma preocupação especial para as empresas.• A indústria cortejou a mídia através da promoção de eventos e seminários especiais para educar jornalistas sobre o outro lado da “controvérsia” (quando não existe nenhuma controvérsia sobre os efeitos prejudiciais do tabaco).• A representante brasileira da International Tobacco Growers Association, a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), parece ser um parceiro importante nos esforços políticos e legislativos das empresas de tabaco. Essa parceria parece ter sido particularmente importante durante o debate para ratificação da Convenção Quadro sobre o Controle do Tabaco da OMS.• As empresas de tabaco, parcialmente em resposta a um ambiente cada vez mais regulamentado, passaram a realizar atividades de “responsabilidade social empresarial” a fim de promover uma percepção positiva da indústria pelo público e evitar medidas regulamentares adicionais.Recomendações• Realizar, e disseminar, as outras fases desse projeto, atualizando as buscas nos arquivos de documentos da indústria e triangulando essas informações com dados obtidos em outros arquivos (tanto da mídia como de outras fontes disponíveis), bem com com entrevistas com atores importantes no controle do tabagismo. O produto final então dará uma visão mais abrangente dos papéis desempenhados pelos vários atores que estão envolvidos com o controle do tabaco no Brasil e sugerir opções para futuras atividades.• A política de controle do tabaco precisa continuar se baseando em evidências científicas e enfocar especialmente os temas vistos pelas empresas como as maiores ameaças ao lucro: regulamentação, restrições de marketing e ambientes livres de fumo.• Dentro de um contexto abrangente de controle do tabaco e implementação da CQCT da OMS, a Anvisa precisa continuar e fortalecer os esforços de regulamentação do tabaco, traduzindo os benefícios de suas ações em termos de uma melhor saúde da população.• Ao explorar a opção de litígio, advogados brasileiros precisam estar cientes e informados sobre os documentos internos das empresas de tabaco em domínio público, assim como das opiniões de outras cortes, a fim de contestar com maior eficácia os argumentos da indústria de negar responsabilidade. Os argumentos e o julgamento da Adesf, assim como a reação da indústria ao caso, poderiam ser divulgados mais amplamente.• É essencial que durante o debate para promover ambientes livres da fumaça do tabaco o público, os ativistas e as autoridades estejam informados sobre as campanhas nas quais as empresas de tabaco vêm se engajando há décadas para frustrar os esforços de implementação de políticas de ar limpo em ambientes fechados. A evidência científica é ineqüivoca ao afirmar que a exposição à fumaça do tabaco representa um sério risco para a saúde.• Ademais, as autoridades, o público e os ativistas precisam estar preparados para contestar as alegações das empresas de tabaco - e seus grupos de fachada na indústria da hospitalidade - de que acomodar fumantes e não fumantes no mesmo ambiente é uma alternativa segura. Não é possível remover as toxinas da fumaça do tabaco usando as tecnologias de ventilação atuais. Além disso, é importante estar ciente que a experiência mostrou que ambientes livres de fumo são viáveis e plausíveis para os negócios.• Por último, mas não menos importante, as agências governamentais e não-governamentais, assim como o mundo acadêmico, não devem apoiar ou participar de programas patrocinados pela indústria de tabaco desenvolvidos sob o pretexto de responsabilidade social empressarial. Esses programas educacionais e filantrópicos foram criados com a intenção de evitar maior regulamentação nos negócios da indústria do tabaco.Acesse o documento completo http://www.paho.org/English/AD/SDE/RA/Tobind-bra.htm
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
FUMANTES PASSIVOS
Filhos de fumantes viram "poço" de nicotina:Derivado da substância é 5,5 vezes mais abundante em urina de bebês de tabagistas. Segundo pesquisadores, problema pode ser causa de morte súbita de crianças.As crianças cujos pais são fumantes têm em sua urina níveis 5,5 vezes mais altos de cotinina, um subproduto da nicotina. O efeito acontece mesmo que só um dos pais da criança seja fumante, indica um estudo coordenado por pesquisadores da Universidade de Leicester, no Reino Unido.A cotinina é uma das substâncias produzidas pelo organismo quando ele absorve nicotina e a "quebra" em pedaços para poder eliminá-la. Segundo a pesquisa, a principal contribuição para que as crianças tenham um nível elevado dela em sua urina são as mães fumantes, embora o impacto de um pai fumante também seja significativo.As medidas foram feitas a partir da urina de 100 bebês de três meses de idade. Desse grupo, 71 bebês tinham pelo menos um pai ou mãe fumante. A tendência é que as crianças com excesso de cotinina em sua urina venham de lares mais pobres, com menos acesso a ventilação, levando os pais a fumarem no mesmo ambiente onde estão as crianças. O fato de os bebês dormirem na mesma cama que seus pais também influencia o problema.Calcula-se que, só nos EUA, mais de 6.000 crianças pequenas morram anualmente por causa por serem fumantes passivas. Os pesquisadores avaliam que uma das causas da chamada morte súbita de bebês é o fato de eles dormirem com pais fumantes, expostas a partículas derivadas do cigarro.O estudo está na revista médica "Archives of Disease in Childhood".
Fonte : Do G1, em São Paulo (Portal de Notícias da Globo)
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
RELATÓRIO: EEB TITOLÍVIO VENÂNCIO ROSA
PROJETO ANTI TABAGISMO:
Eles têm muitas justificativas para começar a fumar: o desejo de serem aceitos na turma, a necessidade de amenizar a ansiedade ou por influência dos pais. O problema é que só 20% dos adolescentes que experimentam o cigarro conseguirão deixá-lo.
Estudos mostram que 90% das pessoas dependentes de cigarro começaram a fumar na adolescência. Mais: dentre os adolescentes que resolvem experimentar o tabaco, aproximadamente 70% irão desenvolver a dependência. A esses números se somam duas informações de senso comum: a) é extremamente difícil parar de fumar; b) o uso continuado do cigarro leva a graves prejuízos para a saúde, podendo inclusive matar.
A escola tem papel fundamental em ajudar a acabar com o vício que mata 5 milhões de pessoas por ano.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 90% dos fumantes se iniciam no vício entre 5 e 19 anos de idade, ou seja, em idade escolar. Isso demonstra a grande responsabilidade que a escola e você, professor, têm na luta contra o tabagismo, que causa cerca de 5 milhões de mortes anualmente no mundo.
Toda criança deve aprender desde cedo os males causados pelo consumo ou pelo contato com a fumaça do cigarro. O tabagismo é a principal causa de morte evitável do planeta. Mesmo assim, a OMS calcula que um terço da população mundial adulta, isto é, 1,2 bilhão de pessoas, seja fumante. No Brasil, 200 mil mortes por ano são causadas pelo cigarro, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca).
Embora a indústria do tabaco gere muito dinheiro, o vício de fumar causa perdas à economia global estimadas em 200 bilhões de dólares por ano. Esse valor, calculado por um estudo do Banco Mundial, é o resultado da soma de fatores como tratamento de doenças, morte de cidadãos em idade produtiva, aposentadoria precoce, faltas e menor rendimento no trabalho.
Estudos com adolescentes apontam as abordagens que não funcionam
Aterrorizante: centrada nos problemas de saúde, descreve em detalhes riscos como a morte por câncer.
Diagnóstico: impressiona o jovem, mas não consegue fazer conexão com sua experiência pessoal, pois ele e os colegas que fumam contam com plena saúde e vitalidade.
Moralista: condena o tabaco como comportamento anti-social ou autodestrutivo, não adequado a uma juventude saudável e feliz.
Diagnóstico: não sensibiliza o jovem, que além de experimentar o cigarro como algo prazeroso, tem nele uma forma de afirmação junto a seu grupo de amigos.
Técnico-científica: utiliza basicamente dados e estatísticas, comprovando os malefícios do cigarro e a vulnerabilidade do público jovem à dependência.
Diagnóstico: não é atraente para os jovens; a maioria que lê ou assiste este tipo de reportagem é não fumante.
Policialesca: utiliza argumentos de qualquer uma das abordagens anteriores, porém carregando sempre no discurso de cunho repressivo, que não raro sugere a proibição pura e simples do cigarro por parte de pais e escolas.
Diagnóstico: acaba tendo o efeito contrário ao desejado, firmando junto ao jovem a imagem do cigarro como
Professores que fumam
Uma lei federal de 1996 proíbe o fumo em recintos coletivos. Assim, colégios, empresas, shopping centers e outros locais precisam reservar espaços específicos para tal atividade. São os chamados fumódromos. O objetivo principal é evitar que os não-fumantes sejam afetados pelo fumo passivo. No caso das escolas, a lei serve também para evitar que professores fumantes sirvam de (mau) exemplo para os estudantes.
A escola contra o cigarro:
Educar sobre o tabagismo é o primeiro passo para evitar o vício. O assunto deve ser entendido como questão de saúde.
O professor não deve saturar os alunos com campanhas antitabagistas. "Quanto mais leve e bem-humorado for o tratamento dado ao tema, melhor." Outra constatação é que não adianta tentar "assustar" as crianças com dados sobre doenças que podem surgir depois de 30 anos de vício. "Ninguém está preocupado com o futuro distante." Você obterá melhores resultados se usar dados sobre os prejuízos à capacidade física e à estética, como perda de fôlego e amarelamento dos dentes.
ATIVIDADES QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS EM SALA:
1. Em pequenos grupos, discutir:
Quais as principais substâncias tóxicas do tabaco?
Quais os prejuízos para o meio ambiente com a devastação de florestas sem critérios?
Listar as principais doenças causadas pelo cigarro.
Que conseqüências poderá trazer para sua saúde a convivência com um fumante?
Quais as conseqüências do fumo para o feto?
Quais os fatores que induzem o adolescente a fumarem?
O que uma pessoa fumante poderia comprar com o dinheiro economizado por não fumar durante três dias?
Quais os efeitos do cigarro no organismo humano?
A legislação vigente proíbe o uso do fumo em lugares fechados. Isto é respeitado?
A legislação estadual prevê ambientes separados para fumantes e não fumantes nos restaurantes. Você já observou isto na sua comunidade?
Analisar criticamente os comerciais de cigarro veiculados pela TV
2. Fazer uma entrevista com os pais e outros familiares fumantes para descobrir informações e levantar dados estatísticos:
Nome da Pessoa:
Idade:
Qtos cigarros fuma por dia?
Já tentou parar?
Sim?Não?
Qtas vezes tentou?
Você sabe que o fumo prejudica a sua saúde?
Tabular os dados conclusivos com todos os alunos e comparar os resultados.
3. Sugerir aos alunos que organizem um júri simulado onde o réu seja o tabagismo.
4. Incentivar e orientar os alunos a criarem uma peça teatral mostrando os males que o fumo causa ao organismo.
5. Preparar um grupo de alunos para irem em outras turmas falar sobre os prejuízos do fumo.
6. Confeccionar cartazes e frases para espalhar pela escola conscientizando alunos e funcionários.
7. Em Língua Portuguesa, um bom exercício é pedir que os estudantes pesquisem sobre o assunto e escrevam um texto sobre os males do cigarro. Cada um pode escolher um personagem relacionado ao tema (fumante, ex-fumante, médico) e desenvolver um texto na forma de depoimento, entrevista, narrativa etc. Instigue-os com perguntas como: "De quem é o interesse em que as pessoas continuem fumando?" e "O que leva alguém a começar a fumar?"
8. Em Ciências, vale a pena demonstrar o caminho da fumaça e das substâncias químicas no organismo. Peça que todos pesquisem que doenças são originadas pelo uso do tabaco.
9. Em Matemática a dica é usar as estatísticas para fazer cálculos demonstrativos da gravidade dos problemas causados pelo cigarro. Por exemplo, se o fumo causa 5 milhões de mortes por ano, quantas serão as vítimas em dez anos, 15 e 20 anos.
Mostre aos alunos que os malefícios do fumo vão muito além de amarelar os dentes
A primeira tragada a gente nunca esquece. Ela provoca tontura, acessos de tosse e deixa um gosto horrível na boca. Se a pessoa tiver sorte, nunca mais vai chegar perto de um cigarro. Mas, infelizmente, muitos adolescentes que passam por esse ritual desagradável tornam-se fumantes regulares: as pesquisas mostram que os brasileiros adquirem o vício aos 13 anos de idade. Por isso, não há tempo a perder.
Pergunte a seus alunos o que, na opinião deles, leva uma pessoa a fumar. É provável que muitos mencionem a "sensação agradável" associada ao cigarro.
No tabagismo – a exemplo do que ocorre com outras drogas –, prazer, vício e efeitos nocivos para o organismo se interligam. A nicotina, componente do cigarro, é transportada pelo sangue até o cérebro, onde excita os neurônios. Estes produzem o estimulante natural dopamina, um dos responsáveis pela dependência. A carência do corpo em relação à nicotina reforça os vínculos psicológicos que se estabelecem entre o fumante e o ato de fumar, fazendo com que muitos tenham dificuldade em abandonar o vício.
Música: 'Pra que fumar?'
(Reinaldo Waisman / Marcos Levy)
O Ministério da Xuxa adverte:
Fumar faz mal, pacas
Fumar pra quê?
Pra que fumar?
Fumo pra que fumar?
Não é charme, é bobeira
Pra que este cigarro na mão
Boca foi feita pra dar beijinhos
Com gostinho de paixão
Quero todos os baixinhos
Espalhando esta lição
Não fume, pai
Não fume, mãe
Quem solta fumaça é caminhão
Amigo que é amigo
Não oferece cigarro
Amigo que é amigo
Dá um carinho, dá um abraço
Amigo que é amigo
Respeita o meu pulmão
Amigo que é amigo
Mora no meu coração
E O QUE É SER FUMANTE PASSIVO ?
Ser fumante passivo é inalar a fumaça do cigarro, cachimbo, charuto ou cigarrilha, apenas pelo simples ato de respirar; é poluir-se com a fumaça produzida pelo outro e jogada num ambiente partilhado por todos. Usa-se também o termo fumante involuntário ou fumante de segunda mão, com o mesmo significado. Entretanto, ser fumante passivo é, basicamente, ser uma pessoa com extrema dificuldade de expressar a sua vontade, de defender os seus direitos.
O próprio fumante ativo também é um fumante passivo quando está num ambiente fechado, ou seja, ele aspira involuntariamente a fumaça que acabou de expelir e aquela da ponta do seu próprio cigarro que queima. esta fumaça chama-se fumaça ambiental. Portanto, o fumante ativo deveria ser o primeiro a optar por fumar apenas ao ar livre.
Perguntas freqüentes sobre o fumo passivo
Que é fumo passivo?
O fumo passivo é a absorção da “fumaça da brasa”, também chamada “fumaça lateral” – a fumaça que sai da ponta ardente do cigarro – e de “fumaça usada”, também chamada “fumaça principal” – que é a fumaça exalada pelo fumante. Fumaça de segunda mão, fumo passivo, tabagismo involuntário ou exposição à fumaça ambiental do tabaco (FAT) – tudo isso está relacionado com o fenômeno da inalação de fumaça produzida por outras pessoas.
Como o fumo passivo afeta a saúde?
Os não fumantes que inalam fumaça de segunda mão sofrem muitas das mesmas doenças a que estão sujeitos os fumantes. Existe uma relação causal entre exposição ao fumo passivo e morte por doenças cardíacas, bem como câncer dos pulmões e do seio nasal. O fumo passivo causa também uma grande variedade de efeitos adversos para a saúde da criança, tais como bronquite e pneumonia, ocorrência e agravamento da asma, infecções do ouvido médio e “orelha colada”, que é a causa mais comum de surdez nas crianças. A exposição de mulheres não fumantes à fumaça de segunda mão durante a gravidez reduz o crescimento do feto, ao passo que a exposição pós-natal do recém-nascido à fumaça do tabaco aumenta consideravelmente o risco de síndrome de morte súbita do lactente (SMSL). A fumaça do tabaco tem efeitos imediatos tais como irritação dos olhos e do nariz, dor de cabeça, dor de garganta, vertigem, náusea, tosse e problemas respiratórios.
Qual a extensão do problema do fumo passivo?
exposição passiva ao fumo é um problema generalizado que afeta gente de todas as culturas e todos os países. Essa exposição ocorre em situações comuns do quotidiano, no lar, no trabalho, na escola, nos parques e nos transportes coletivos, em bares e restaurantes – praticamente em toda parte aonde vai gente.
Pesquisas realizadas em todo o mundo confirmam o quanto é ampla a exposição. Uma delas estimou que 79% dos europeus maiores de 15 anos estão expostos à fumaça de segunda mão. Outra estimou que 88% de todos os não fumantes nos Estados Unidos ficam expostos ao fumo passivo. Dados recentes da África do Sul mostram que 64% das crianças menores de 5 anos do Soweto vivem em casas onde há pelo menos um fumante. A Sociedade do Câncer da Nova Zelândia informa que o fumo passivo é a terceira entre as principais causas de morte no país, depois do fumo ativo e do uso de álcool.
Estaria a resposta em áreas bem ventiladas para os não fumantes?
Não. Embora possa contribuir para reduzir a irritabilidade da fumaça, uma boa ventilação não elimina seus componentes tóxicos. Quando a ventilação das áreas destinadas aos que não fumam é compartilhada com a das áreas reservadas aos fumantes, a fumaça se dispersa por toda parte. As áreas para não fumantes só ajudam a protegê-los quando são completamente isoladas, têm sistema de ventilação separado que dá diretamente para o exterior, sem recircular com o ar do edifício, e quando não servem de passagem para os empregados.
Então, que podemos fazer para proteger o público contra o fumo passivo?
O governo pode regular e legislar a proibição do fumo em lugares públicos, educar os indivíduos sobre os perigos do fumo passivo e dar apoio àqueles que querem deixar de fumar. Os empregadores podem iniciar e impor a proibição do fumo nos locais de trabalho. Os pais podem deixar de fumar em casa e no automóvel, particularmente no meio de crianças, e pedir a outros que façam o mesmo. Podem também certificar-se de que as creches, as escolas e os programas de atividades depois das aulas são livres do fumo. Os indivíduos podem fazer saber aos familiares, amigos e colegas que se importam quando se fuma perto deles.
São difíceis de impor as restrições ao uso do fumo?
A maior parte do público – incluídos os fumantes – é favorável aos espaços livres do fumo. A proibição de fumar no local de trabalho funciona quando as pessoas estão cientes dela. O público deve ser antecipadamente informado de que estão sendo adotadas disposições proibindo fumar, bem como das razões dessa proibição, do ponto de vista da saúde. A boa educação e o planejamento avançado levam à aplicação automática e ao sucesso das restrições ao fumo.
… então, por que são tão raros os lugares livres do fumo?
A indústria do tabaco gasta milhões para financiar campanhas de desinformação sobre o fumo passivo. Ela contrata cientistas e consultores não somente para criar confusão no público quanto à validade dos dados científicos, mas também para gerar dúvida sobre os pesquisadores que produzem os dados e sobre a própria ciência. Além de atacar estudos legítimos, a indústria financia e promove projetos de pesquisa viciados, que menosprezam a gravidade do fumo passivo.
Os lobistas e advogados do tabaco procuram desviar a regulamentação oficial do fumo passivo, com ajuda e apoio suplementar de enormes contribuições da indústria fumaceira para campanhas políticas. Quando falham o dinheiro e a desinformação, a indústria promove soluções falaciosas para controlar o fumo passivo.
Embora haja bastantes indícios de que a ventilação não constitui uma solução efetiva para o problema do fumo passivo, a indústria continua insistindo nessa opção, chegando mesmo a formar grupos de pressão constituídos de consultores sobre o ar em recintos fechados para menoscabar os riscos da fumaça de segunda mão.
Foi lançada em todo o mundo uma campanha de promoção da “cortesia da escolha” como alternativa à proibição do fumo em lugares públicos. A campanha procura indicar que o grave problema do fumo passivo pode ser resolvido pelo simples pedido de licença dos fumantes antes de acender o cigarro, ou pela instituição de áreas separadas para fumantes e não fumantes. Assim, o fumo passivo é apresentado como nada mais do que um aborrecimento para os não fumantes, e não como um problema de saúde. A indústria financia também movimentos de defesa dos direitos dos fumantes, para formar uma oposição supostamente independente à proibição de fumar. Depois disso, as pessoas que se preocupam com o fumo passivo são atacadas de fanatismo.
Felizmente, ainda podemos derrotar a oposição da indústria do fumo à pureza do ar. Seus atos é que farão a diferença. Torne-se um líder em seu local de trabalho, sua organização, sua comunidade e sua casa. Não hesite em falar em defesa do ar puro e em fazer ouvir a sua voz. Vamos pôr tudo isso a limpo.
TURMAS DE 3ª E 4ª SÉRIE NO PERÍODO DE 17 DE MAIO À 04 JUNHO
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
ÁLCOOL E TABACO

Saúde:
Estudo condena álcool e tabaco.
Publicação britânica defende o controle das substâncias lícitas.
Álcool e tabaco são mais prejudiciais à saúde do que drogas ilegais como maconha e ecstasy, segundo um estudo publicado na revista científica britânica The Lancet, do Reino Unido.
Na edição deste mês, o professor David Nutt, da Universidade de Bristol, e colegas propuseram uma nova classificação para substâncias nocivas, com base nos riscos que apresentam à sociedade. Na lista, o álcool e o tabaco estão entre as 10 mais perigosas.
Os estudiosos usaram três fatores para determinar o mal associado a qualquer droga: o mal físico para o usuário, o potencial de causar dependência e o impacto na sociedade do uso da droga. Os pesquisadores perguntaram a dois grupos de especialistas, psiquiatras trabalhando com viciados e autoridades e policiais com conhecimento científico ou médico, a fim de criarem uma classificação para 20 drogas, como heroína, cocaína, ecstasy e LSD.
A classificação destoa da estabelecida pela Grã-Bretanha. Heroína e cocaína foram consideradas as mais perigosas, seguidas por barbitúricos e metadona. O álcool ficou em quinto, e o tabaco, em nono. A maconha, em décimo primeiro, e o ecstasy, entre os últimos.
Fumo provoca 40% dos casos hospitalares.
Segundo a atual legislação sobre drogas na Grã-Bretanha, álcool e tabaco são legais, enquanto maconha e ecstasy são ilegais. Um comitê parlamentar já havia questionado no ano passado a atual classificação das drogas na Grã-Bretanha e pedido mudanças.
O atual sistema é mal concebido e arbitrário. A exclusão do álcool e tabaco é, numa perspectiva científica, arbitrária.
O tabaco é responsável por cerca de 40% dos atendimentos hospitalares, enquanto o álcool é culpado por mais da metade dos atendimentos emergenciais. As substâncias também afetam a sociedade de outras formas, prejudicando as famílias e ocupando os serviços policiais.
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
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- A Turma da Mônica e o ECA
- Bullying - Cartilha CNJ
- Declaração Universal dos Direitos Humanos
- Direitos Humanos - Protagonismo Juvenil
- Inteligência Emocional
- Indisciplina, Bullying, Ato Infracional e Mediação de Conflitos na Escola e o ECA
- Jovens, Violência e Escola
- Mapa da Violência na Escola - Crianças e Adolescentes do Brasil
- Pesquisa Sobre Bullying
- Política de Educação, Prevenção, Atenção e Atendimento às Violências na Escola
- O Rosto Como Encarnação da Ética
- Recomendação do MP de SC
- Teoria da Atividade
Atividades Sobre o ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente:
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