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Crescem os Casos de Câncer de Boca Entre Jovens! Veja as Causas!

 


O câncer de boca tem atingido índices alarmantes entre a população com menos de 45 anos, segundo estudos. Historiadores médicos assinalam que, enquanto nas décadas de 1970 e 1980, a incidência dessa doença oscilava em torno de 3% a 5%, hoje em dia, esse número saltou para 10%.


A tendência suscita questionamentos sobre suas causas, especialmente em pacientes que não possuem hábitos de consumo de tabaco ou álcool.

O que pode causar o câncer de boca?

Estudos sugerem que pessoas com doenças periodontais crônicas são até cinco vezes mais propensas a desenvolver câncer bucal, possivelmente devido a alterações na flora bacteriana da boca. O fato foi corroborado por pesquisadores chineses que observaram maior diversidade bacteriana em tecidos tumorais comparados aos tecidos saudáveis.

Sem considerar o câncer de pele não melanótico, o câncer de boca figura como o quinto tumor mais frequente entre homens, gerando cerca de 11 mil novos casos anualmente.

O principal fator de risco continua sendo o tabagismo, seguido de perto pela infecção por HPV. Em situações menos comuns, próteses dentárias mal adaptadas também podem desencadear essa enfermidade.

Qual o primeiro sinal de câncer na boca?

O primeiro sinal de câncer na boca pode variar, mas frequentemente se manifesta como uma ferida persistente no lábio, bochecha, língua e soalho bucal, que não cicatriza. 

Aftas que se curam num espaço de uma semana diferem dessas lesões, que podem indicar fases precoces do câncer de boca.

Nestes casos, cerca de 80% podem ser completamente curados se tratados prontamente com cirurgia e radioterapia, acrescentando-se quimioterapia nas etapas mais avançadas da doença. Portanto, procure um médico o quanto antes caso a ferida não feche em duas semanas. Créditos: iStock/epifan_vn

Aqui estão outros sinais comuns de câncer de boca a serem observados:

  • Ferida ou úlcera persistente:uma lesão ou úlcera na boca, língua, gengivas ou lábios que não cicatriza em duas semanas. 
  • Manchas vermelhas ou brancas: áreas vermelhas (eritroplasia) ou brancas (leucoplasia) na boca ou na garganta que não desaparecem.
  • Nódulos ou inchaços: presença de nódulos, espessamento ou inchaços em qualquer parte da boca, incluindo as gengivas, bochechas ou palato.
  • Dor: dor persistente na boca ou na garganta que pode irradiar para a orelha.
  • Dificuldade para mastigar ou engolir: sensação de que algo está preso na garganta ou dificuldade para mover a mandíbula ou a língua.
  • Sangramento inexplicável: sangramento na boca sem uma causa aparente, como lesões.
  • Mudanças na voz: rouquidão ou outras alterações na voz.
  • Dormência ou sensação de formigamento: sensação de dormência ou formigamento na língua ou em outras áreas da boca.
  • Perda de dentes sem explicação: dentes que se soltam ou caem sem uma razão aparente.

Se você ou alguém que você conhece está apresentando algum desses sintomas, é crucial procurar um médico para uma avaliação completa. 

Como evitar desenvolver a doença?

Atitudes como estas são decisivas não apenas para detectar o câncer de boca em estágios iniciais, mas também para implementar um tratamento eficaz, aumentando significativamente as chances de cura.

Fonte: MSN

Outubro Rosa 2023

A campanha do Outubro Rosa 2023 tem como objetivo divulgar informações sobre o câncer de mama e fortalecer as recomendações do Ministério da Saúde para prevenção, diagnóstico precoce e rastreamento da doença.


O movimento internacional de conscientização para a detecção precoce do câncer de mama, Outubro Rosa, foi criado no início da década de 1990, quando o símbolo da prevenção ao câncer de mama — o laço cor-de-rosa — foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York (EUA) e, desde então, promovida anualmente.

O período é celebrado no Brasil e no exterior com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre o câncer de mama, a fim de contribuir para a redução da incidência e da mortalidade pela doença.

O objetivo do Outubro Rosa 2023 é divulgar informações sobre o câncer de mama e fortalecer as recomendações do Ministério da Saúde para prevenção, diagnóstico precoce e rastreamento da doença.

O Câncer de mama

O câncer de mama é o tipo que mais acomete mulheres em todo o mundo, tanto em países em desenvolvimento quanto em países desenvolvidos. Cerca de 2,3 milhões de casos novos foram estimados para o ano de 2020 em todo o mundo, o que representa cerca de 24,5% de todos os tipos de neoplasias diagnosticadas nas mulheres. As taxas de incidência variam entre as diferentes regiões do planeta, com as maiores taxas nos países desenvolvidos.

Para o Brasil, foram estimados 73.610 casos novos de câncer de mama em 2023, com um risco estimado de 66,54 casos a cada 100 mil mulheres.

O câncer de mama também ocupa a primeira posição em mortalidade por câncer entre as mulheres no Brasil, com taxa de mortalidade ajustada por idade, pela população mundial, para 2021, de 11,71/100 mil (18.139 óbitos). As maiores taxas de incidência e de mortalidade estão nas regiões Sul e Sudeste do Brasil.

Os principais sinais e sintomas suspeitos de câncer de mama são: caroço (nódulo), geralmente endurecido, fixo e indolor; pele da mama avermelhada ou parecida com casca de laranja, alterações no bico do peito (mamilo) e saída espontânea de líquido de um dos mamilos. Também podem aparecer pequenos nódulos no pescoço ou na região embaixo dos braços (axilas).

Fatores de risco

Não há uma causa única para o câncer de mama. Diversos fatores estão relacionados ao desenvolvimento da doença entre as mulheres, como: envelhecimento, determinantes relacionados à vida reprodutiva da mulher, histórico familiar de câncer de mama, consumo de álcool, excesso de peso, atividade física insuficente e exposição à radiação ionizante.

 Os principais fatores são:

Comportamentais/Ambientais

  • Obesidade e sobrepeso, após a menopausa
  • Atividade física insuficiente (menos de 150 minutos de atividade física moderada por semana)
  • Consumo de bebida alcoólica
  • Exposição frequente a radiações ionizantes (Raios-X, tomografia computadorizada, mamografia etc.)
  • História de tratamento prévio com radioterapia no tórax

Aspectos da vida reprodutiva/hormonais

  • Primeira menstruação (menarca) antes de 12 anos
  • Não ter filhos
  • Primeira gravidez após os 30 anos
  • Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos
  • Uso de contraceptivos hormonais (estrogênio-progesterona)
  • Ter feito terapia de reposição hormonal (estrogênio-progesterona), principalmente por mais de cinco anos

Hereditários/Genéticos

  • Histórico familiar de câncer de ovário; de câncer de mama em mulheres, principalmente antes dos 50 anos; e caso de câncer de mama em homem
  • Alteração genética, especialmente nos genes BRCA1 e BRCA2.

A mulher que possui esses fatores genéticos tem risco elevado para câncer de mama.

MATERIAIS DE INFORMAÇÃO



Fonte: INCA


Aspectos Psicológicos do Câncer de Mama

O câncer de mama

Câncer é uma doença de etiologia multifatorial, caracterizada por anormalidades genético-celulares, considerada um conjunto de mais de cem doenças, que tem como característica o crescimento e multiplicação desordenada de células que invadem tecidos e órgãos.

O câncer de mama é considerado mundialmente o mais comum dentre os cânceres femininos. No Brasil, está associado a uma alta taxa de mortalidade, embora que se diagnosticado e tratado precocemente, poderá receber um favorável prognóstico.

É uma doença que engloba consequências físicas e psíquicas, representadas por mutilações e prejuízos graves em relação à autoestima, à autoimagem e à sexualidade. Até o início do século XX, o diagnóstico de câncer era considerado sentença de morte.

Atualmente, o panorama da doença oncológica tem sofrido mudanças significativas devido aos avanços da medicina no desenvolvimento das cirurgias, radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia, imunoterapia e outras possibilidades de tratamento, além das contribuições da psiquiatria e da psicologia. O câncer de mama acomete um importante órgão do corpo feminino, pois a mama é considerada símbolo da sexualidade e da maternidade, associada ao prazer e à vida e tida como um objeto central de desejo e satisfação.

Adquirir uma doença nesse órgão interfere no processo de simbolização da mulher enquanto ser feminino. 

O papel da Psicologia no contexto oncológico

O profissional de psicologia que atua na área da oncologia tem como objetivo auxiliar o paciente na prevenção e redução dos sintomas emocionais e físicos causados pela doença e na compreensão do significado da experiência do adoecer ao possibilitar a ressignificação de todo o processo envolvido.

Penna define a finalidade do trabalho psicológico:

“melhorar, modificar e atenuar aquilo que é disfuncional e que cause sofrimento ao paciente, que o impeça de utilizar formas adaptativas para lidar com a patologia orgânica, visando uma melhora na qualidade de vida do indivíduo na vigência de uma doença”.

O grupo terapêutico, apontado pela literatura especializada na prática da psicologia oncológica, é uma intervenção considerada eficaz, devido proporcionar benefícios como o compartilhar informações, a universalidade de conflitos, o altruísmo, o comportamento identificativo, a aprendizagem interpessoal, a coesão grupal e a catarse. 

Diagnóstico e enfrentamento do câncer de mama

Ao receber o diagnóstico de um câncer de mama, a mulher estará diante de inúmeras informações novas que geram dúvidas e sentimentos variados. A resposta emocional de cada mulher dependerá das habilidades de enfrentamento, disponibilidade emocional, suporte financeiro e parâmetro médico.

Geralmente, as primeiras reações são de choque e de revolta, acompanhadas dos sentimentos de medo e raiva. Grande parte das mulheres relata, inicialmente, um estado de paralisia e desespero, acompanhados do desejo de ter sido vítima de um diagnóstico equivocado, atitude esperada na fase da negação, que poderá resultar numa incansável peregrinação a variados médicos.

A negação é considerada um mecanismo de defesa transitório e permite atenuar o choque do diagnóstico temido. Aderir ao tratamento o quanto antes é fundamental e, muitas vezes, decisivo para um bom prognóstico. Procurar médicos e equipes que atendam às necessidades da paciente e da família, principalmente na realização de um trabalho humanizado, não caracteriza negação da doença.

Sentimentos como ansiedade, raiva, tristeza, insegurança, desespero, culpa e solidão serão frequentes durante o tratamento, alternados com os sentimentos de, entre outros, otimismo, esperança, ânimo e entusiasmo. Aceitá-los e aprender a lidar com eles na busca de recursos emocionais para o enfrentamento da doença e do tratamento, possibilita administrar melhor a situação, fortalecer o sistema imunológico e produz resultados positivos.

O diagnóstico existe e, por mais dolorosa que seja a realidade, é preciso escolher enfrentá-la. Será uma travessia turbulenta, permeada por inúmeros medos, entre eles o medo da morte, do abandono, da recidiva e de não conseguir enfrentar o tratamento. Inúmeros sentimentos estarão indo e vindo; o ser humano é constituído por esse “exército” de sentimentos para enfrentar as batalhas da vida, comemorar e desfrutar das vitórias, bem como sobreviver às derrotas e seguir em frente. 

O medo da morte

O medo da morte acompanha a humanidade e ignorá-lo ou evitá-lo é esperado, devido à dificuldade do inconsciente em conceber o fim da vida. Atualmente, observa-se na sociedade a tentativa por dominar a morte já que não se pode negá-la.

São inúmeras as razões envolvidas em fugir do inevitável. Nota-se o morrer associado à tristeza e à solidão, consequentemente um assunto temido e negado socialmente. Enfrentar a morte com serenidade requer pensá-la em vida, lutar pela humanização nas relações interpessoais e sociais; repensar conduta, postura e valores; organizar e planejar os objetivos individuais e contar com a morte como uma possibilidade natural.

Várias mulheres retomam suas vidas e relatam rever seus valores, atribuindo novas perspectivas de vida após enfrentarem um câncer.

O medo de abandono e as crises nos relacionamentos conjugais estão relacionados às consequências físicas e psíquicas representadas por mutilações e prejuízos graves em relação à autoestima, à autoimagem e à sexualidade da mulher.

A preocupação com o tratamento e com alguns efeitos colaterais como a queda do cabelo, a diminuição da lubrificação vaginal e do desejo sexual geram insegurança e alteram a rotina do casal. Conversar e encontrar, juntos, alternativas para enfrentarem a situação poderá aliviar e eliminar o peso dos medos sentidos por ambos. Na vida a dois sempre existirão obstáculos; escolher reconhecê-los e buscar alternativas para superá-los fortalece o relacionamento.

O medo da recidiva, ou seja, da doença reaparecer, pode preocupar a mulher, logo após o diagnóstico e, posteriormente ao tratamento, durante os exames anuais de controle. Ao aguardar os resultados dos exames sobre o tipo de câncer, tratamentos e a possibilidade de metástases (demais órgãos afetados) inúmeras dúvidas e preocupações estarão presentes. 

Enfrentar a doença

Enfrentar a doença exige lidar com uma etapa de cada vez. Uma boa alternativa é manter a calma e concentrar energia na capacidade de superação e fortalecimento do sistema imunológico com otimismo e determinação. Durante o período de controle, após o tratamento, um bom recurso é cuidar da saúde com atitudes preventivas e amar a vida intensamente e, quando o medo aparecer, refletir sobre o presente e sobre o estado de saúde atual.

O medo de sentir dor e dos efeitos colaterais está associado ao desconhecido e às inúmeras informações, muitas vezes inadequadas, às quais o indivíduo é exposto pelos meios de comunicação e por relatos de pessoas sobre experiências vividas.

O organismo de cada ser humano reage de forma diferente às mesmas exposições; várias técnicas utilizadas na medicina e na psicologia amenizam a dor e tornam os efeitos colaterais suportáveis. Os avanços científicos têm proporcionado resultados promissores com tratamentos eficazes e cada vez menos agressivos, com efeitos colaterais menos intensos.

Ajudar a si mesma requer aprender a encarar os medos; a viver as relações de modo autêntico; a compreender, respeitar e expressar as emoções íntimas; a permitir ser cuidada; a praticar exercícios de respiração, relaxamento, mindfulness, yoga, meditação, tai chi chuan; a ter alimentação saudável e a praticar atividade física, considerando as prescrições médicas durante o tratamento. São inúmeros os recursos disponíveis e conhecê-los fornecerá informações para realizar escolhas que se adaptem ao perfil e à necessidade individual. 

Respeitar as emoções

Respeitar as emoções e procurar formas de enfrentá-las inclui conversar e dividir aflições e angústias com familiares, amigos, profissionais, pastores, párocos e demais pessoas da rede social. Comunicar e solicitar o respeito aos desejos, tais como não receber visitas ou não falar sobre o assunto, permite um ambiente agradável, evita constrangimentos e prevalece a sensação de bem-estar e acolhimento.

A mulher desempenha papéis sociais: filha, irmã, profissional, esposa, mãe e costuma cuidar dos que a cercam e nutri-los. Ser cuidada pelo outro exige permissão e abertura para receber o amor, a dedicação, o carinho, a gentileza e aceitar a vulnerabilidade como uma condição humana. Receber ajuda não é sinônimo de fraqueza.

Atitudes e pensamentos otimistas, bem como o desejo de viver, fortalecem o sistema imunológico ao estimular as defesas naturais do organismo a trabalharem de forma mais eficiente. Em contrapartida, ter pensamentos negativos e encarar uma suposta derrota, sem ao menos tentar lutar, geram os sentimentos de impotência, tristeza e solidão que podem ocasionar queda na capacidade vital de reações orgânicas fortalecedoras.

Praticar o autocontrole das emoções, acalmar-se e acionar a capacidade de seguir em frente exigem treino. A respiração proporciona equilíbrio interno; sua prática de forma lenta e profunda auxilia na percepção do funcionamento físico e psíquico do corpo. Sentar-se em uma poltrona confortável, fechar os olhos, inspirar o ar pelo nariz e exalar pela boca três vezes, imaginar um lugar agradável, de preferência na natureza, com riqueza de detalhes, e associar esse lugar a uma palavra como paz ou tranquilidade é um excelente recurso para potencializar o bem-estar, amenizar a dor, organizar as emoções, dissipar os medos, a angústia e a ansiedade, e reduzir o impacto do estresse. 

Ativar recursos internos também é possível ao respirar

Ativar recursos internos também é possível ao respirar; fechar os olhos e relembrar eventos do passado, quando superou e venceu obstáculos, para acionar no presente crenças positivas: “sou capaz”, “posso enfrentar isso”, “consigo lidar com isso”. Vale ressaltar que é fundamental, para a realização desse exercício mental, acionar apenas as lembranças de cenas que gerem sentimentos e sensações positivas.

Demais alternativas envolvem participar de grupos de apoio, associações e organizações de mulheres que já tiveram câncer de mama. Receber ajuda e constatar não ser a única a enfrentar a doença torna a travessia mais leve. Realizar um trabalho voluntário, como parte integrante da equipe nessas instituições, alimenta a esperança e a gratidão pela vida.
A fé é um valioso recurso; a sensação da presença divina poderá despertar no indivíduo força, esperança, superação, capacidade de desenvolver o autocontrole, de ampliar a conexão com a energia disponível no universo e dar sentido à vida. 

Ler e assistir

Ler e assistir a filmes sobre o câncer poderá contribuir com informações esclarecedoras, identificação de sentimentos, situações e relatos que trarão esperança, alívio e compreensão.
Enfrentar a doença não deve se tornar o único objetivo na vida da mulher e de seus familiares.

O câncer de mama é uma circunstância a ser atravessada; é preciso retomar aos poucos a rotina e continuar a investir nos projetos e sonhos considerados vitais para a humanidade. Procurar opções interessantes para se distrair, tais como dançar, ler, ouvir música, conviver com amigos e familiares, passear, viajar, descobrir novos prazeres e se permitir vivenciá-los. O câncer pode ser encarado como uma oportunidade de voltar-se para si e aprender a escutar o pedido da alma, as aspirações mais secretas, ao repensar as escolhas e decisões na descoberta dessa nova vida.

O tratamento do câncer requer equipe especializada de profissionais da área da saúde, entre eles médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, dentistas e fisioterapeutas. A psicologia contribui na área da psico-oncologia, com estudos científicos na prevenção, no tratamento e na reabilitação da doença; oferece suporte psicossocial e psicoterápico ao paciente e à família, desde o impacto do diagnóstico, no auxílio aos recursos para o enfrentamento do câncer e na obtenção da qualidade de vida durante e após tratamento.

Procurar por profissionais especializados contribui para o processo de controle e possível cura do câncer. 

Projeto Fortalecer – Bauru/SP

O Projeto Fortalecer é gratuito, destinado à população de mulheres em diferentes fases do diagnóstico, do tratamento e pós-tratamento do câncer de mama. As atividades desenvolvidas, eram presenciais, quinzenalmente, na Sede do Grupo Amigas do Peito de Bauru.

Devido à COVID-19, recentemente, foi adotada a modalidade on-line dando a continuidade aos encontros grupais, com a finalidade de possibilitar um espaço de escuta empática, compartilhamento e promover um trabalho fortalecedor dos recursos de enfrentamento.

O referencial teórico que fundamenta a atuação é o Psicodrama de Jacob Levy Moreno, especificamente o Sociodrama e demais estudos na área de processos grupais. Os recursos utilizados são considerados com base no trabalho colaborativo para promover a superação e a resiliência.

 Fonte: VETOR

Referências

Brasil, Ministério da Saúde, & Instituto Nacional de Câncer (2011). ABC do câncer: abordagens básicas para o controle do câncer / Instituto Nacional de Câncer (128 p. 2011). Rio de Janeiro, RJ: Inca. Recuperado de http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/inca/abc_do_cancer_2ed.pdf
Costa Júnior, A. L. (2001). O desenvolvimento da Psico-oncologia: implicações para a pesquisa e intervenção profissional em saúde. Psicologia: Ciência e Profissão, Brasília, 21(2), 36-43.
Kübler-Ross, E. (1994). Sobre a Morte e o Morrer: o que os Doentes Terminais Têm para Ensinar a Médicos, Enfermeiras, Religiosos e aos seus Próprios Parentes (Paulo Menezes, Trad.). São Paulo, SP: Martins Fontes.
Menezes, N. N. T., Schulz, V. L., & peres, R. S. Impacto psicológico do diagnóstico do câncer de mama: um estudo a partir dos relatos de pacientes em um grupo de apoio. Estudos psicologia. Natal, 1.

Moreno, J. L. (2017). Psicodrama (Vol. 19). São Paulo, SP: Ed.Cultrix.
Neuber, L. M. B. (2010). Sociodrama e prevenção do câncer de mama em mulheres com conflitos conjugais e familiares (Tese de Doutorado). UNESP: Botucatu, SP.
Osório, L. C. (2003). Psicologia Grupal: uma nova disciplina para o advento de uma nova era. Porto Alegre, RS: Artmed.
Penna, T. (1997). Psicoterapia no hospital geral. Saúde mental no hospital geral. Cad IPUB.
Straub, R. O. (2013). Psicologia da saúde: uma abordagem biopsicossocial. Porto Alegre, RS: Artmed.
Zimerman, D. E. (1999). Fundamentos básicos das grupoterapias (1ª ed.). Porto Alegre, RS: Artmed.
Zimerman, D. E. et al. (2006). Como trabalhamos com grupos (2ª ed.). Porto Alegre, RS: Artes Médicas.

Profa. Dra Luciana Maria Biem Neuber

Psicóloga graduada pela Universidade do Sagrado Coração – Bauru/SP (1998), especialista em Psicologia Clínica pelo Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais – USP/Bauru-SP, especialista em Terapia de Casais e Famílias pela F&Z Assessoria e Desenvolvimento em Educação e Saúde, São Paulo-SP.

Mestre e doutora em Ciências da Saúde pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP/Botucatu-SP. Terapeuta em EMDR pelo EMDR Institute, EMDRIA e EMDR Ibero-América e psicóloga clínica de referencial teórico Psicodramático Sistêmico.

Atua como psicóloga voluntária no Grupo Amigas do Peito de Bauru/SP e como docente no curso de Psicologia na Faculdades Integradas de Bauru – FIB.

Novembro Azul - Realize Atividades Pedagógicas em Sua Escola


 Novembro Azul: Ministério da Saúde reforça cuidados com saúde do homem

Objetivo é sensibilizar e conscientizar a população masculina em relação aos cuidados com a saúde e prevenção de doenças.

Omês de novembro é dedicado à conscientização e prevenção do câncer de próstata, que é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não melanoma). A partir desta terça-feira (1º), o Ministério da Saúde irá abordar, ao longo do mês, a saúde do homem como um todo, reforçando a importância dos cuidados, prevenção do câncer de próstata e doenças em geral e incentivando os homens a buscarem atendimento nas Unidades Básicas de Saúde espalhadas pelo Brasil, a porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS).

A única forma de garantir a cura do câncer de próstata é o diagnóstico precoce. O SUS oferece tratamento em hospitais habilitados em oncologia, incluindo exames clínicos, procedimentos cirúrgicos e tratamentos, como prevê a Política Nacional para a Prevenção e Controle do Câncer (PNPCC).

Dentre os exames estão: biopsia de próstata, ultrassonografia de próstata por via abdominal, ultrassonografia de próstata (via transretal) e a dosagem de antígeno prostático especifico. Entre os exames para diagnóstico estão ainda exames clínicos, laboratoriais, endoscópios ou radiológicos.

O “Novembro Azul”

A iniciativa internacional “Novembro Azul” teve origem na Austrália no ano de 2003 e foi comemorado no Brasil pela primeira vez em 2008. O Novembro Azul tem como objetivo sensibilizar e conscientizar a população masculina em relação aos cuidados com a saúde e a importância da realização dos exames de prevenção contra o câncer de próstata. O Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata é no dia 17 de novembro.

Fonte: Ministério da Saúde

Cartilha de câncer de próstata: vamos falar sobre isso?

Dicas de Como Fazer Atividades Pedagógicas na Escola:


1. Envolva os Estudantes: 
Vale lembrar que o melhor caminho pedagógico para envolver os estudantes é o Protagonismo Juvenil, a Pedagogia de Projetos e a Educomunicação

2. Registre:
Lembre-se de fazer todos os registros possíveis das atividades desenvolvidas, o passo a passo, ou seja, as diferentes fases do projeto: Diagnóstico; Sensibilização; Planejamento; Execução; Conclusão e Resultados. Registre por escrito em papel timbrado da sua Unidade Escolar fazendo um "Relatório Descritivo" das atividades, explicando como tudo aconteceu. Não esqueça de tirar fotos ou fazer vídeos de até um minuto de duração, mas faça isso com autorização expressa dos pais. Salve o relatório final em arquivo digitalizado e guarde no e-mail ou pen-drive. 

3. Divulgue:
Atualmente não basta apenas salvar os arquivos das atividades realizadas ou deixar guardado em suporte digital. Se você não socializar o que foi realizado, logo cairá no esquecimento e será como se nunca tivesse sido feito. Socializar as atividades é tão importante quanto fazer. Há vários meios digitais para divulgação, que vão desde Redes Sociais até registro em Blog, como é o caso desse que criei. A propósito, se tiver interesse em divulgar suas atividades neste Blog, você pode enviar seu relatório digitalizado com fotos e/ou vídeos para o seguinte e-mail: jorgeschemes@yahoo.com.br 


Dicas de Atividades Pedagógicas Para a Escola:

1. Elaboração de um mural escolar sobre os temas.
2. Concurso de desenhos e ilustrações. Lembre-se de expor todos os trabalhos em um varal ou pelos corredores da escola, destacando os três melhores escolhidos pelos membros do Conselho de Classe. Não esqueça de convidar os pais e a comunidade para prestigiar o evento.
3. Concurso de redação sobre os temas. Você poderá organizar com os estudantes um varal literário aberto à toda comunidade do entorno escolar.
4. Palestras: convide médicos ou enfermeiros para fazerem uma palestra na escola para professores, alunos, pais e comunidade do entorno da escola, mas não deixe de registrar o evento.
5. Criação de Blogs e páginas nas Redes Sociais sobre o tema. Os alunos podem fazer uso do celular em sala de aula ou da sala de informática da escola para realizar pesquisas na Internet e elaborar resumos, mapas conceituais, folders Online, mensagens, etc., para publicação Online.
6. Distribuição no entorno da escola de folhetos e encartes sobre o tema do mês. O material pode ser obtido entrando em contato com a Secretaria de Saúde do seu Município, ou se preferir elabore algum material com seus alunos e tire cópias para distribuição.
7. Elaboração de joguinhos com os alunos sobre o tema do mês.
8. Use sua criatividade para elaborar mais atividades com intencionalidade pedagógica.


Cordialmente, 



Outubro Rosa - Realize Atividades Pedagógicas em Sua Escola


O câncer de mama ocorre a partir de uma multiplicação incontrolável de células anormais, resultantes de alterações genéticas, que podem ser hereditárias ou adquiridas. Há vários tipos de câncer de mama. Alguns evoluem de forma rápida, mas a maioria se desenvolve de maneira favorável quando diagnosticados e tratados com tempo adequado. No Brasil, estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam que cerca de 66.000 mulheres desenvolverão esse tipo de câncer a cada ano entre 2020 e 2022.

Criado no início da década de 90, nos Estados Unidos, o movimento Outubro Rosa surgiu para despertar na população a atenção para a importância do diagnóstico precoce, do controle do câncer de mama e das medidas protetivas contra a doença, que é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma.

A data é celebrada anualmente, com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença; proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade. O INCA — que participa do movimento desde 2010 — promove eventos técnicos, debates e apresentações.




Dicas de Como Fazer Atividades Pedagógicas na Escola:


1. Envolva os Estudantes: 
Vale lembrar que o melhor caminho pedagógico para envolver os estudantes é o Protagonismo Juvenil, a Pedagogia de Projetos e a Educomunicação

2. Registre:
Lembre-se de fazer todos os registros possíveis das atividades desenvolvidas, o passo a passo, ou seja, as diferentes fases do projeto: Diagnóstico; Sensibilização; Planejamento; Execução; Conclusão e Resultados. Registre por escrito em papel timbrado da sua Unidade Escolar fazendo um "Relatório Descritivo" das atividades, explicando como tudo aconteceu. Não esqueça de tirar fotos ou fazer vídeos de até um minuto de duração, mas faça isso com autorização expressa dos pais. Salve o relatório final em arquivo digitalizado e guarde no e-mail ou pen-drive. 

3. Divulgue:
Atualmente não basta apenas salvar os arquivos das atividades realizadas ou deixar guardado em suporte digital. Se você não socializar o que foi realizado, logo cairá no esquecimento e será como se nunca tivesse sido feito. Socializar as atividades é tão importante quanto fazer. Há vários meios digitais para divulgação, que vão desde Redes Sociais até registro em Blog, como é o caso desse que criei. A propósito, se tiver interesse em divulgar suas atividades neste Blog, você pode enviar seu relatório digitalizado com fotos e/ou vídeos para o seguinte e-mail: jorgeschemes@yahoo.com.br 


Dicas de Atividades Pedagógicas Para a Escola:

1. Elaboração de um mural escolar sobre os temas.
2. Concurso de desenhos e ilustrações. Lembre-se de expor todos os trabalhos em um varal ou pelos corredores da escola, destacando os três melhores escolhidos pelos membros do Conselho de Classe. Não esqueça de convidar os pais e a comunidade para prestigiar o evento.
3. Concurso de redação sobre os temas. Você poderá organizar com os estudantes um varal literário aberto à toda comunidade do entorno escolar.
4. Palestras: convide médicos ou enfermeiros para fazerem uma palestra na escola para professores, alunos, pais e comunidade do entorno da escola, mas não deixe de registrar o evento.
5. Criação de Blogs e páginas nas Redes Sociais sobre o tema. Os alunos podem fazer uso do celular em sala de aula ou da sala de informática da escola para realizar pesquisas na Internet e elaborar resumos, mapas conceituais, folders Online, mensagens, etc., para publicação Online.
6. Distribuição no entorno da escola de folhetos e encartes sobre o tema do mês. O material pode ser obtido entrando em contato com a Secretaria de Saúde do seu Município, ou se preferir elabore algum material com seus alunos e tire cópias para distribuição.
7. Elaboração de joguinhos com os alunos sobre o tema do mês.
8. Use sua criatividade para elaborar mais atividades com intencionalidade pedagógica.


Cordialmente, 


REALIZE UMA CAPACITAÇÃO, PALESTRA OU OFICINA SOBRE INDISCIPLINA, BULLYING E ATO INFRACIONAL: