Crescem os Casos de Câncer de Boca Entre Jovens! Veja as Causas!
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Outubro Rosa 2023
A campanha do Outubro Rosa 2023 tem como objetivo divulgar informações sobre o câncer de mama e fortalecer as recomendações do Ministério da Saúde para prevenção, diagnóstico precoce e rastreamento da doença.
O movimento internacional de conscientização para a detecção precoce do câncer de mama, Outubro Rosa, foi criado no início da década de 1990, quando o símbolo da prevenção ao câncer de mama — o laço cor-de-rosa — foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York (EUA) e, desde então, promovida anualmente.
O período é celebrado no Brasil e no exterior com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre o câncer de mama, a fim de contribuir para a redução da incidência e da mortalidade pela doença.
O objetivo do Outubro Rosa 2023 é divulgar informações sobre o câncer de mama e fortalecer as recomendações do Ministério da Saúde para prevenção, diagnóstico precoce e rastreamento da doença.
O Câncer de mama
O câncer de mama é o tipo que mais acomete mulheres em todo o mundo, tanto em países em desenvolvimento quanto em países desenvolvidos. Cerca de 2,3 milhões de casos novos foram estimados para o ano de 2020 em todo o mundo, o que representa cerca de 24,5% de todos os tipos de neoplasias diagnosticadas nas mulheres. As taxas de incidência variam entre as diferentes regiões do planeta, com as maiores taxas nos países desenvolvidos.
Para o Brasil, foram estimados 73.610 casos novos de câncer de mama em 2023, com um risco estimado de 66,54 casos a cada 100 mil mulheres.
O câncer de mama também ocupa a primeira posição em mortalidade por câncer entre as mulheres no Brasil, com taxa de mortalidade ajustada por idade, pela população mundial, para 2021, de 11,71/100 mil (18.139 óbitos). As maiores taxas de incidência e de mortalidade estão nas regiões Sul e Sudeste do Brasil.
Fatores de risco
Não há uma causa única para o câncer de mama. Diversos fatores estão relacionados ao desenvolvimento da doença entre as mulheres, como: envelhecimento, determinantes relacionados à vida reprodutiva da mulher, histórico familiar de câncer de mama, consumo de álcool, excesso de peso, atividade física insuficente e exposição à radiação ionizante.
Os principais fatores são:
Comportamentais/Ambientais
- Obesidade e sobrepeso, após a menopausa
- Atividade física insuficiente (menos de 150 minutos de atividade física moderada por semana)
- Consumo de bebida alcoólica
- Exposição frequente a radiações ionizantes (Raios-X, tomografia computadorizada, mamografia etc.)
- História de tratamento prévio com radioterapia no tórax
Aspectos da vida reprodutiva/hormonais
- Primeira menstruação (menarca) antes de 12 anos
- Não ter filhos
- Primeira gravidez após os 30 anos
- Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos
- Uso de contraceptivos hormonais (estrogênio-progesterona)
- Ter feito terapia de reposição hormonal (estrogênio-progesterona), principalmente por mais de cinco anos
Hereditários/Genéticos
- Histórico familiar de câncer de ovário; de câncer de mama em mulheres, principalmente antes dos 50 anos; e caso de câncer de mama em homem
- Alteração genética, especialmente nos genes BRCA1 e BRCA2.
A mulher que possui esses fatores genéticos tem risco elevado para câncer de mama.
MATERIAIS DE INFORMAÇÃO
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Aspectos Psicológicos do Câncer de Mama
O câncer de mama
Câncer é uma doença de etiologia multifatorial, caracterizada por anormalidades genético-celulares, considerada um conjunto de mais de cem doenças, que tem como característica o crescimento e multiplicação desordenada de células que invadem tecidos e órgãos.
O câncer de mama é considerado mundialmente o mais comum dentre os cânceres femininos. No Brasil, está associado a uma alta taxa de mortalidade, embora que se diagnosticado e tratado precocemente, poderá receber um favorável prognóstico.
É uma doença que engloba consequências físicas e psíquicas, representadas por mutilações e prejuízos graves em relação à autoestima, à autoimagem e à sexualidade. Até o início do século XX, o diagnóstico de câncer era considerado sentença de morte.
Atualmente, o panorama da doença oncológica tem sofrido mudanças significativas devido aos avanços da medicina no desenvolvimento das cirurgias, radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia, imunoterapia e outras possibilidades de tratamento, além das contribuições da psiquiatria e da psicologia. O câncer de mama acomete um importante órgão do corpo feminino, pois a mama é considerada símbolo da sexualidade e da maternidade, associada ao prazer e à vida e tida como um objeto central de desejo e satisfação.
Adquirir uma doença nesse órgão interfere no processo de simbolização da mulher enquanto ser feminino.
O papel da Psicologia no contexto oncológico
O profissional de psicologia que atua na área da oncologia tem como objetivo auxiliar o paciente na prevenção e redução dos sintomas emocionais e físicos causados pela doença e na compreensão do significado da experiência do adoecer ao possibilitar a ressignificação de todo o processo envolvido.
Penna define a finalidade do trabalho psicológico:
“melhorar, modificar e atenuar aquilo que é disfuncional e que cause sofrimento ao paciente, que o impeça de utilizar formas adaptativas para lidar com a patologia orgânica, visando uma melhora na qualidade de vida do indivíduo na vigência de uma doença”.
O grupo terapêutico, apontado pela literatura especializada na prática da psicologia oncológica, é uma intervenção considerada eficaz, devido proporcionar benefícios como o compartilhar informações, a universalidade de conflitos, o altruísmo, o comportamento identificativo, a aprendizagem interpessoal, a coesão grupal e a catarse.
Diagnóstico e enfrentamento do câncer de mama
Ao receber o diagnóstico de um câncer de mama, a mulher estará diante de inúmeras informações novas que geram dúvidas e sentimentos variados. A resposta emocional de cada mulher dependerá das habilidades de enfrentamento, disponibilidade emocional, suporte financeiro e parâmetro médico.
Geralmente, as primeiras reações são de choque e de revolta, acompanhadas dos sentimentos de medo e raiva. Grande parte das mulheres relata, inicialmente, um estado de paralisia e desespero, acompanhados do desejo de ter sido vítima de um diagnóstico equivocado, atitude esperada na fase da negação, que poderá resultar numa incansável peregrinação a variados médicos.
A negação é considerada um mecanismo de defesa transitório e permite atenuar o choque do diagnóstico temido. Aderir ao tratamento o quanto antes é fundamental e, muitas vezes, decisivo para um bom prognóstico. Procurar médicos e equipes que atendam às necessidades da paciente e da família, principalmente na realização de um trabalho humanizado, não caracteriza negação da doença.
Sentimentos como ansiedade, raiva, tristeza, insegurança, desespero, culpa e solidão serão frequentes durante o tratamento, alternados com os sentimentos de, entre outros, otimismo, esperança, ânimo e entusiasmo. Aceitá-los e aprender a lidar com eles na busca de recursos emocionais para o enfrentamento da doença e do tratamento, possibilita administrar melhor a situação, fortalecer o sistema imunológico e produz resultados positivos.
O diagnóstico existe e, por mais dolorosa que seja a realidade, é preciso escolher enfrentá-la. Será uma travessia turbulenta, permeada por inúmeros medos, entre eles o medo da morte, do abandono, da recidiva e de não conseguir enfrentar o tratamento. Inúmeros sentimentos estarão indo e vindo; o ser humano é constituído por esse “exército” de sentimentos para enfrentar as batalhas da vida, comemorar e desfrutar das vitórias, bem como sobreviver às derrotas e seguir em frente.
O medo da morte
O medo da morte acompanha a humanidade e ignorá-lo ou evitá-lo é esperado, devido à dificuldade do inconsciente em conceber o fim da vida. Atualmente, observa-se na sociedade a tentativa por dominar a morte já que não se pode negá-la.
São inúmeras as razões envolvidas em fugir do inevitável. Nota-se o morrer associado à tristeza e à solidão, consequentemente um assunto temido e negado socialmente. Enfrentar a morte com serenidade requer pensá-la em vida, lutar pela humanização nas relações interpessoais e sociais; repensar conduta, postura e valores; organizar e planejar os objetivos individuais e contar com a morte como uma possibilidade natural.
Várias mulheres retomam suas vidas e relatam rever seus valores, atribuindo novas perspectivas de vida após enfrentarem um câncer.
O medo de abandono e as crises nos relacionamentos conjugais estão relacionados às consequências físicas e psíquicas representadas por mutilações e prejuízos graves em relação à autoestima, à autoimagem e à sexualidade da mulher.
A preocupação com o tratamento e com alguns efeitos colaterais como a queda do cabelo, a diminuição da lubrificação vaginal e do desejo sexual geram insegurança e alteram a rotina do casal. Conversar e encontrar, juntos, alternativas para enfrentarem a situação poderá aliviar e eliminar o peso dos medos sentidos por ambos. Na vida a dois sempre existirão obstáculos; escolher reconhecê-los e buscar alternativas para superá-los fortalece o relacionamento.
O medo da recidiva, ou seja, da doença reaparecer, pode preocupar a mulher, logo após o diagnóstico e, posteriormente ao tratamento, durante os exames anuais de controle. Ao aguardar os resultados dos exames sobre o tipo de câncer, tratamentos e a possibilidade de metástases (demais órgãos afetados) inúmeras dúvidas e preocupações estarão presentes.
Enfrentar a doença
Enfrentar a doença exige lidar com uma etapa de cada vez. Uma boa alternativa é manter a calma e concentrar energia na capacidade de superação e fortalecimento do sistema imunológico com otimismo e determinação. Durante o período de controle, após o tratamento, um bom recurso é cuidar da saúde com atitudes preventivas e amar a vida intensamente e, quando o medo aparecer, refletir sobre o presente e sobre o estado de saúde atual.
O medo de sentir dor e dos efeitos colaterais está associado ao desconhecido e às inúmeras informações, muitas vezes inadequadas, às quais o indivíduo é exposto pelos meios de comunicação e por relatos de pessoas sobre experiências vividas.
O organismo de cada ser humano reage de forma diferente às mesmas exposições; várias técnicas utilizadas na medicina e na psicologia amenizam a dor e tornam os efeitos colaterais suportáveis. Os avanços científicos têm proporcionado resultados promissores com tratamentos eficazes e cada vez menos agressivos, com efeitos colaterais menos intensos.
Ajudar a si mesma requer aprender a encarar os medos; a viver as relações de modo autêntico; a compreender, respeitar e expressar as emoções íntimas; a permitir ser cuidada; a praticar exercícios de respiração, relaxamento, mindfulness, yoga, meditação, tai chi chuan; a ter alimentação saudável e a praticar atividade física, considerando as prescrições médicas durante o tratamento. São inúmeros os recursos disponíveis e conhecê-los fornecerá informações para realizar escolhas que se adaptem ao perfil e à necessidade individual.
Respeitar as emoções
Respeitar as emoções e procurar formas de enfrentá-las inclui conversar e dividir aflições e angústias com familiares, amigos, profissionais, pastores, párocos e demais pessoas da rede social. Comunicar e solicitar o respeito aos desejos, tais como não receber visitas ou não falar sobre o assunto, permite um ambiente agradável, evita constrangimentos e prevalece a sensação de bem-estar e acolhimento.
A mulher desempenha papéis sociais: filha, irmã, profissional, esposa, mãe e costuma cuidar dos que a cercam e nutri-los. Ser cuidada pelo outro exige permissão e abertura para receber o amor, a dedicação, o carinho, a gentileza e aceitar a vulnerabilidade como uma condição humana. Receber ajuda não é sinônimo de fraqueza.
Atitudes e pensamentos otimistas, bem como o desejo de viver, fortalecem o sistema imunológico ao estimular as defesas naturais do organismo a trabalharem de forma mais eficiente. Em contrapartida, ter pensamentos negativos e encarar uma suposta derrota, sem ao menos tentar lutar, geram os sentimentos de impotência, tristeza e solidão que podem ocasionar queda na capacidade vital de reações orgânicas fortalecedoras.
Praticar o autocontrole das emoções, acalmar-se e acionar a capacidade de seguir em frente exigem treino. A respiração proporciona equilíbrio interno; sua prática de forma lenta e profunda auxilia na percepção do funcionamento físico e psíquico do corpo. Sentar-se em uma poltrona confortável, fechar os olhos, inspirar o ar pelo nariz e exalar pela boca três vezes, imaginar um lugar agradável, de preferência na natureza, com riqueza de detalhes, e associar esse lugar a uma palavra como paz ou tranquilidade é um excelente recurso para potencializar o bem-estar, amenizar a dor, organizar as emoções, dissipar os medos, a angústia e a ansiedade, e reduzir o impacto do estresse.
Ativar recursos internos também é possível ao respirar
Ativar recursos internos também é possível ao respirar; fechar os olhos e relembrar eventos do passado, quando superou e venceu obstáculos, para acionar no presente crenças positivas: “sou capaz”, “posso enfrentar isso”, “consigo lidar com isso”. Vale ressaltar que é fundamental, para a realização desse exercício mental, acionar apenas as lembranças de cenas que gerem sentimentos e sensações positivas.
Ler e assistir
O câncer de mama é uma circunstância a ser atravessada; é preciso retomar aos poucos a rotina e continuar a investir nos projetos e sonhos considerados vitais para a humanidade. Procurar opções interessantes para se distrair, tais como dançar, ler, ouvir música, conviver com amigos e familiares, passear, viajar, descobrir novos prazeres e se permitir vivenciá-los. O câncer pode ser encarado como uma oportunidade de voltar-se para si e aprender a escutar o pedido da alma, as aspirações mais secretas, ao repensar as escolhas e decisões na descoberta dessa nova vida.
O tratamento do câncer requer equipe especializada de profissionais da área da saúde, entre eles médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, dentistas e fisioterapeutas. A psicologia contribui na área da psico-oncologia, com estudos científicos na prevenção, no tratamento e na reabilitação da doença; oferece suporte psicossocial e psicoterápico ao paciente e à família, desde o impacto do diagnóstico, no auxílio aos recursos para o enfrentamento do câncer e na obtenção da qualidade de vida durante e após tratamento.
Procurar por profissionais especializados contribui para o processo de controle e possível cura do câncer.
Projeto Fortalecer – Bauru/SP
O Projeto Fortalecer é gratuito, destinado à população de mulheres em diferentes fases do diagnóstico, do tratamento e pós-tratamento do câncer de mama. As atividades desenvolvidas, eram presenciais, quinzenalmente, na Sede do Grupo Amigas do Peito de Bauru.
Devido à COVID-19, recentemente, foi adotada a modalidade on-line dando a continuidade aos encontros grupais, com a finalidade de possibilitar um espaço de escuta empática, compartilhamento e promover um trabalho fortalecedor dos recursos de enfrentamento.
O referencial teórico que fundamenta a atuação é o Psicodrama de Jacob Levy Moreno, especificamente o Sociodrama e demais estudos na área de processos grupais. Os recursos utilizados são considerados com base no trabalho colaborativo para promover a superação e a resiliência.
Fonte: VETOR
Referências
Brasil, Ministério da Saúde, & Instituto Nacional de Câncer (2011). ABC do câncer: abordagens básicas para o controle do câncer / Instituto Nacional de Câncer (128 p. 2011). Rio de Janeiro, RJ: Inca. Recuperado de http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/inca/abc_do_cancer_2ed.pdf
Costa Júnior, A. L. (2001). O desenvolvimento da Psico-oncologia: implicações para a pesquisa e intervenção profissional em saúde. Psicologia: Ciência e Profissão, Brasília, 21(2), 36-43.
Kübler-Ross, E. (1994). Sobre a Morte e o Morrer: o que os Doentes Terminais Têm para Ensinar a Médicos, Enfermeiras, Religiosos e aos seus Próprios Parentes (Paulo Menezes, Trad.). São Paulo, SP: Martins Fontes.
Menezes, N. N. T., Schulz, V. L., & peres, R. S. Impacto psicológico do diagnóstico do câncer de mama: um estudo a partir dos relatos de pacientes em um grupo de apoio. Estudos psicologia. Natal, 1.
Moreno, J. L. (2017). Psicodrama (Vol. 19). São Paulo, SP: Ed.Cultrix.
Neuber, L. M. B. (2010). Sociodrama e prevenção do câncer de mama em mulheres com conflitos conjugais e familiares (Tese de Doutorado). UNESP: Botucatu, SP.
Osório, L. C. (2003). Psicologia Grupal: uma nova disciplina para o advento de uma nova era. Porto Alegre, RS: Artmed.
Penna, T. (1997). Psicoterapia no hospital geral. Saúde mental no hospital geral. Cad IPUB.
Straub, R. O. (2013). Psicologia da saúde: uma abordagem biopsicossocial. Porto Alegre, RS: Artmed.
Zimerman, D. E. (1999). Fundamentos básicos das grupoterapias (1ª ed.). Porto Alegre, RS: Artmed.
Zimerman, D. E. et al. (2006). Como trabalhamos com grupos (2ª ed.). Porto Alegre, RS: Artes Médicas.
Profa. Dra Luciana Maria Biem Neuber
Psicóloga graduada pela Universidade do Sagrado Coração – Bauru/SP (1998), especialista em Psicologia Clínica pelo Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais – USP/Bauru-SP, especialista em Terapia de Casais e Famílias pela F&Z Assessoria e Desenvolvimento em Educação e Saúde, São Paulo-SP.
Mestre e doutora em Ciências da Saúde pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP/Botucatu-SP. Terapeuta em EMDR pelo EMDR Institute, EMDRIA e EMDR Ibero-América e psicóloga clínica de referencial teórico Psicodramático Sistêmico.
Atua como psicóloga voluntária no Grupo Amigas do Peito de Bauru/SP e como docente no curso de Psicologia na Faculdades Integradas de Bauru – FIB.
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Novembro Azul - Realize Atividades Pedagógicas em Sua Escola
Omês de novembro é dedicado à conscientização e prevenção do câncer de próstata, que é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não melanoma). A partir desta terça-feira (1º), o Ministério da Saúde irá abordar, ao longo do mês, a saúde do homem como um todo, reforçando a importância dos cuidados, prevenção do câncer de próstata e doenças em geral e incentivando os homens a buscarem atendimento nas Unidades Básicas de Saúde espalhadas pelo Brasil, a porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS).
A única forma de garantir a cura do câncer de próstata é o diagnóstico precoce. O SUS oferece tratamento em hospitais habilitados em oncologia, incluindo exames clínicos, procedimentos cirúrgicos e tratamentos, como prevê a Política Nacional para a Prevenção e Controle do Câncer (PNPCC).
Dentre os exames estão: biopsia de próstata, ultrassonografia de próstata por via abdominal, ultrassonografia de próstata (via transretal) e a dosagem de antígeno prostático especifico. Entre os exames para diagnóstico estão ainda exames clínicos, laboratoriais, endoscópios ou radiológicos.
O “Novembro Azul”
A iniciativa internacional “Novembro Azul” teve origem na Austrália no ano de 2003 e foi comemorado no Brasil pela primeira vez em 2008. O Novembro Azul tem como objetivo sensibilizar e conscientizar a população masculina em relação aos cuidados com a saúde e a importância da realização dos exames de prevenção contra o câncer de próstata. O Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata é no dia 17 de novembro.
Fonte: Ministério da Saúde
Cartilha de câncer de próstata: vamos falar sobre isso?
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Outubro Rosa - Realize Atividades Pedagógicas em Sua Escola
A data é celebrada anualmente, com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença; proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade. O INCA — que participa do movimento desde 2010 — promove eventos técnicos, debates e apresentações.
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
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- Bullying - Cartilha CNJ
- Declaração Universal dos Direitos Humanos
- Direitos Humanos - Protagonismo Juvenil
- Inteligência Emocional
- Indisciplina, Bullying, Ato Infracional e Mediação de Conflitos na Escola e o ECA
- Jovens, Violência e Escola
- Mapa da Violência na Escola - Crianças e Adolescentes do Brasil
- Pesquisa Sobre Bullying
- Política de Educação, Prevenção, Atenção e Atendimento às Violências na Escola
- O Rosto Como Encarnação da Ética
- Recomendação do MP de SC
- Teoria da Atividade
Atividades Sobre o ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente:







