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19 dezembro 2013

Curso: Prevenção do Uso de Drogas Para Educadores

Segue informações sobre o Curso de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores das Escolas Públicas.

Prezado (a) Senhor (a),

A questão do uso de drogas é uma das mais importantes problemáticas da contemporaneidade, com impactos em várias áreas da vida social, inclusive no cotidiano das escolas e nos processos educacionais.
Por isso, viemos divulgar e pedir o seu apoio na divulgação do curso de extensão - Prevenção do uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas, dirigido para as escolas que estão sob sua diligência. Este curso é promovido já há alguns anos pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça SENAD/MJ em parceria com a Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação - SEB/MEC, e será realizado, a partir de 2014, pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC para os estados do sul do Brasil.

INFORMES:
Curso: Prevenção do uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas (Edição 2014)
Será realizado na modalidade a distância (EaD – Educação a Distância).
Objetivo: Formar profissionais das Escolas Públicas para atuarem coletivamente na prevenção do uso de drogas no âmbito escolar.
Inscrições: 16 de dezembro de 2013 à 14 de fevereiro de 2014.
Critérios de Inscrição1) Ser servidor de Escola Pública Estadual e/ou Municipal dos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul;
2) Participação de grupos de  03 a 10 educadores por escola.
Início do Curso: 17 de março de 2014.
Duração: 08 (oito) meses.
Carga Horária: 180 horas.
Maiores informações pelo sitewww.nute.ufsc.br/educadores
Contamos com seu apoio para multiplicar as informações sobre o referido curso e estamos à disposição para esclarecer eventuais dúvidas.

Atenciosamente,



Profa. Dra. Daniela Ribeiro Schneider
Profa. Dra. Roseli Zen Cerny
Coordenadora do Curso de Prevenção do uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas - PR, SC e RS
UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina
Coordenadora do NUTE - Núcleo de Multiprojetos de
Tecnologia Educacional
UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina

03 dezembro 2013

Novas drogas podem apodrecer músculos, provocar infarto e levar à morte

Nos últimos tempos, novas drogas começaram a surgir entre os dependentes químicos, como é o caso do Krokodil, metadona, PMA (parametoxianfetamina), oxi  (variante da cocaína) e a metanfetamina. Algumas delas, feitas caseiramente, são extremamente perigosas, pois além de deixar sequelas graves no corpo, podem levar à morte em pouco tempo. Veja o que é cada uma e quais consequências elas trazem ao organismo. [Fonte R7]

07 outubro 2013

1ª Oficina Regional de Mobilização de Políticas Sobre Drogas

Senhor(a) Gerente,
Senhor(a) Coordenador (a) do NEPRE

Informamos que acontecerá na Mesorregião de Criciúma a 1ª Oficina Regional de Mobilização de Políticas Públicas sobre Drogas, prevista para: 16 e 17 de outubro,conforme seguem CONVITE e PROGRAMAÇÃO anexas. Convidamos Vossas Senhorias e solicitamos divulgar e mobilizar as unidades escolares de abrangência desta GERED, para participar.
Maiores informações e inscrições: http://drogasvencer.blogspot.com.br/p/oficina-regional-de-criciuma.html

Municípios participantesBalneário Rincão, Cocai do Sul,Criciúma, Forquilhinha, Içara, Lauro Müller, Morro da Fumaça, Nova Veneza, Orleans, Siderópolis, Treviso, Urussanga, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota, Ermo, Jacinto Machado, Maracajá, Meleiro, Morro Grande, Passo de Torres, Praia Grande, Santa Rosa do Sul, São João do Sul, Sombrio, Timbé do Sul, Turvo, Capivari de Baixo, Gravatal, Jaguaruna, Pedras Grandes, Sangão, Treze de Maio, Tubarão, Garopaba, Imaruí, Imbituba, Laguna, Paulo Lopes, Pescaria Brava, Armazém, Braço do Norte, Grão Pará, Rio Fortuna, Santa Rosa de Lima, São Ludgero e São Martinho.  
Att.

Rosimari
Coordenação do NEPRE/SED
(48) 36640220

Elisabete Duarte Borges Paixão
Gerente

04 outubro 2013

Semana da Paz - Orientações da SED

COMUNICAÇÃO INTERNA CIRCULAR

Nº: 426/13

DATA: 30/09/13

DE: Diretoria de Educação Básica e Profissional - DIEB

PARA: NEPREs/GEREDs e NEPRE/IEE

ASSUNTO: Semana/Dia da Paz

Senhor(a) Gerente,
Senhor(a) Coordenador(a) do NEPRE/GERED,

Informamos que, de 05/10 a 12/10, comemora-se a Semana Estadual da Cultura de Paz em Santa Catarina, instituída pela Lei Estadual Nº 13.834, de 21 de agosto de 2006; e o Dia Municipal do Cidadão da Paz, dia 9/10, instituído pela Lei Municipal de Florianópolis Nº 7.606/2008, de 28 de abril de 2008.
A semana objetiva refletir e sensibilizar a comunidade escolar em toda a rede estadual de ensino para a cultura de PAZ, a qual visa substituir a violência instalada em nossa sociedade por atitudes cidadãs e pacíficas, a partir do processo de Educação para a Paz.
Encaminhamos orientações e sugestões de atividades referentes à Semana da Paz, para que todas as unidades escolares da Educação Básica sob sua jurisdição, tenham subsídios para desenvolverem o evento.

Sugestões:
· Planejar momentos para a leitura e reflexão sobre os PRINCÍPIOS DA CULTURA DE PAZ, definidos pela Organização das Nações Unidas/ONU: respeitar a vida, rejeitar a violência, redescobrir a solidariedade, ser generoso, ouvir para compreender e preservar o planeta e completar com os princípios ampliados pela rede municipal de ensino de Florianópolis: resgatar gestos de gentileza, cultivar o bom humor e ser comprometido.
· Aderir o dia 9 de outubro, como o Dia do Cidadão da PAZ, e organizar atividades para este dia, como por exemplo: passeatas; apresentação de ações desenvolvidas pelos alunos; promoção de debates sobre as causas da violência e como superá-las; promoção de gincanas; discussão de temas que desencadeiam a violência, droga, alcoolismo, excessos no trânsito, entre outros.
· Discutir a metodologia de conciliação, apresentada na Política de Educação, Prevenção, Atenção e Atendimento às violências na escola/2011, página 31, como alternativa para a solução de conflitos.
· Criar concurso de redação, abordando como tema os referidos princípios supracitados. O aluno deverá ser orientado e acompanhado pelo professor da disciplina de Língua Portuguesa, e juntamente com sua família escolherá um dos princípios e produzirá um texto. Cada unidade escolar irá selecionar um dos textos produzidos pelo aluno e encaminhará ao NEPRE da GERED para que este organize um livro, contendo no mínimo três textos abordando um ou mais princípios da paz. Cada livro constituir-se-á como referência para sua região.
· Como atividades pedagógicas, sugerimos, ainda, a criação de desenhos alusivos à cultura da paz; varal literário com poesias; além de paródias, entre outros. Para tanto, o envolvimento dos agentes da paz da comunidade, por meio de mobilização para a cultura da paz, faz-se essencial. Por exemplo, bombeiros, policiais, escoteiros, instituições públicas e privadas, conselhos municipais, etc.
· Utilização dos meios de comunicação da comunidade para divulgar os princípios da paz. Destaque em jornais, revista e, periódicos para matérias que mostrem ações positivas e construtivas sobre o tema, com a confecção de murais e álbuns de recortes. Utilização de encartes de jornais, como AN, DC e Jornal na Escola, com sugestão de pautas que contribuam para uma cultura de PAZ.
· Leitura e discussão, junto aos professores, alunos e pais das leis, alusivas à Semana/Dia da Paz, que se encontram em anexo; como também, pesquisa em matérias publicadas sobre a implantação e crescimento das audiências de conciliação e mediação, com discussão sobre as vantagens destes meios para a resolução de conflitos.
· Mobilização da comunidade escolar (professores, funcionários, alunos e as famílias), para que sejam criadas, coletivamente, regras de convivência pautadas nos valores humano, como a ética, o respeito e a solidariedade.
· Utilização de filmes, músicas e histórias da literatura infantil para a introdução de temas alinhados à promoção dos direitos humanos. Organização de dramatizações (teatros) e ofícinas para demonstrações, referentes ao tema.
· Criação de momentos de práticas sociais, como, brincadeiras, lanche coletivo, jogos, entre outros, para oportunizar o exercício de atitudes de respeito, cooperação e solidariedade, entre os pares. Criação de slogans alusivos à promoção da PAZ.

Solicitamos seu envolvimento na divulgação do evento e na mobilização das unidades escolares.


Atenciosamente,


Marilene da Silva Pacheco                    Elisabete Duarte Borges Paixão

Diretora                                               Gerente

03 outubro 2013

Inscrições Abertas Para o Curso Fé Na Prevenção - Terceira Edição Pela SENAD

19 agosto 2013

Efeitos do bullying na infância persistem até a vida adulta, revela estudo

Que o bullying em crianças representa um problema para escolas, pais e governos já é um fato conhecido. Um novo estudo, porém, mostra que o alcance pode ser ainda maior, afetando o psicológico das vítimas até a idade adulta. Dificuldade em manter um emprego fixo, desenvolver relacionamentos sociais e até ser atingido por graves doenças estariam entre os efeitos do bullying levados para a vida toda. A pesquisa recém-publicada no Psychological Science procura estimar os resultados dessa intimidação nas vidas dos jovens depois da escola.
O risco de problemas relacionados à saúde, renda e capacidade social são multiplicados pela exposição ao bullying, revela o estudo, que analisa diversos fatores além daqueles relacionados à educação - e estima seus efeitos no futuro das crianças. Uma equipe de psicólogos da Universidade de Warwick e do Centro de Saúde da Universidade Duke investigaram o impacto dessa pressão sobre as vítimas, os agressores e aqueles que se enquadram em ambas as categorias.
"Não podemos continuar tratando o bullying como algo inofensivo, quase inevitável, (como se fosse) parte do amadurecimento", afirma o cientista Dieter Wolke. "Precisamos mudar esse pensamento e reconhecer que esse é um problema sério tanto para o indivíduo quanto para todo o país; os efeitos são duradouros e significativos", disse Wolke.
As crianças que sofriam e praticavam bullying foram as que apresentaram maior risco de desenvolver problemas de saúde quando adultos: tinham seis vezes mais chances de serem diagnosticados com uma grave doença, de fumar com frequência ou desenvolver algum tipo de transtorno psiquiátrico do que aquelas pessoas que não passaram por esse tipo de intimidação.[Fonte: Terra]

12 agosto 2013

Cyberbullying atinge 1 em cada 5 crianças, aponta estudo

Uma em cada cinco crianças afirmam terem sido vítimas de cyberbullying em rede sociais durante o ano passado - com intimidações tão graves quanto estupro e violência sendo feitas. Uma pesquisa da associação britânia National Society for the Prevention of Cruelty to Children (NSPCC) mostra ainda que 10% dos jovens entre 11 e 16 anos tem sido alvo diário de "trolls" na internet. A organização clamou por estratégias destinadas à proteção das crianças antes que a situação "fuja do controle". As informações são do The Guardian.
Na última quinta-feira, anunciantes britânicos retiraram sua publicidade da rede social Ask.fm depois que uma adolescente de 14 anos se suicidou por sofrer bullying através do portal, algo que indignou o país e o primeiro-ministro, David Cameron. Hannah Smith foi encontrada morta depois de sofrer insultos e ameaças em seu perfil no portal onde os usuários podem fazer perguntas e resolver dúvidas de forma anônima.
Mensagens postadas nos últimos dias nesse site - ao qual Cameron sugeriu um boicote - incluíam um usuário pedindo ao outro, diversas vezes, que se matasse: "todo mundo deseja que você estivesse morto", escreveu um internauta. Outros visitantes sugeriam que as pessoas cortassem os pulsos, entre outras ameaças e intimidações.
Os responsáveis pelo Ask.fm, cuja base fica na Letônia, disseram em comunicado que "agiram imediatamente" para retirar os comentários ofensivos à adolescente e que ficarão "encantados de colaborar" na investigação aberta pela Polícia de Lecestershire (Inglaterra), de onde Hannah era originária. [Com informações da EFE - Fonte: Terra]

05 agosto 2013

DIVULGADOS OS DADOS DA PENSE 2012


Os resultados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar - PeNSE 2012, realizada 
com os estudantes do 9º ano do ensino fundamental, mostraram que a experimentação 
do cigarro foi de 19,6%, sendo a maior frequência de experimentação observada na 
Região Sul (28,6%) e a menor, na Região Nordeste (14,9%). Entre os Municípios das 
Capitais, Campo Grande apresentou a maior proporção (37,1%) de escolares que já 
fizeram uso do cigarro alguma vez na vida, seguido de Curitiba (31,7%). Não houve 
diferença significativa na distribuição por sexo. Em relação à dependência administrativa 
da escola, a frequência de experimentação foi maior entre os estudantes das escolas 
públicas (20,8%) do que das escolas privadas (13,8%) 

Os dados da PeNSE para as capitais brasileiras mostraram que o número de 
escolares que experimentaram cigarro alguma vez na vida reduziu de 24,2%, em 2009, 
para 22,3%, em 2012 

O uso atual de cigarros foi medido pelo consumo feito nos últimos 30 dias, 
independentemente da frequência ou intensidade do consumo. A partir deste recorte 
temporal, constatou-se que 5,1% dos escolares haviam fumado cigarro. As Regiões 
Sul (7,6%) e Centro-Oeste (6,4%) apresentaram os maiores percentuais de escolares 
fumantes e as Regiões Nordeste (2,9%) e Norte (3,8%), os menores percentuais. Os 
Municípios das Capitais com as maiores proporções de escolares fumantes no período 
foram Campo Grande, com 12,4%, e Florianópolis, com 9,7%, enquanto Salvador e Aracaju 
registraram as menores frequências: respectivamente, 3,2% e 3,4% 

Segundo a PeNSE 2012, 29,8% dos escolares brasileiros que frequentavam o 9º 
ano do ensino fundamental informaram que pelo menos um dos responsáveis era fumante. 
No Município de Porto Alegre, esta proporção alcançou 40,9% e, em Florianópolis, 
34,9%. Os percentuais de escolares do sexo masculino (28,3%) e do feminino (31,2%) 
que referiram ter pelo menos um dos responsáveis fumante é praticamente a mesma. 
Nas escolas públicas, 32,2% declararam pais ou responsáveis fumantes, e na rede 
privada, 18,4% 

Fonte: http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/pense/2012/pense_2012.pdf 



POR UM MUNDO SEM TABACO
INCA -
 Instituto Nacional de Câncer
MP - DCT - Divisão de Controle do Tabagismo

+
 porummundosemtabaco@inca.gov.br
)
 Tel.:+55 21 3207-6123, +55 21 3207-5977

09 julho 2013

Projeto de lei combate criminalização e dá novo nome ao bullying

Evitar “tanto quanto possível” a punição dos agressores é a meta do Projeto de Lei (PL) nº 5.369. O texto também propõe a substituição do termo bullying por "intimidação sistemática", a fim de fugir do estrangeirismo.
De acordo com o deputado federal Vieira da Cunha (PDT-RS), autor do Programa de Combate à Intimidação Sistemática, o objetivo é “prevenir e conscientizar”. “Já existem órgãos que punem penalmente os responsáveis por essas ações, quando necessário”, defende, fazendo referência ao Código Penal, que contempla casos em que o envolvido é maior de 18 anos, e ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), para os menores de idade. Aguardando apreciação no Senado, o PL foi aprovado no final de junho, mas contém pontos polêmicos.
O foco do programa é a prevenção. No entanto, ao evitar punições aos envolvidos em casos de bullying, ele vai contra o Projeto de Lei do Senado nº 236, que prevê a reformulação do Código Penal. Segundo esse documento, que trata bullying como “intimidação vexatória”, a pena para essas ações varia entre um e quatro anos de prisão.
Mas a criminalização não agrada especialistas. Para a juíza Márcia Kern Papeleo, é importante lembrar que os casos de bullying são, normalmente, praticados por crianças e adolescentes. A indicação é evitar penalizações criminais. “Primeiro é preciso tentar restaurar a relação, reunir as partes envolvidas e dialogar”, ensina. Em 2007, quando o termo bullying ainda era novidade, Márcia relata que trabalhou em um caso no qual os pais de um aluno que sofria perseguição moral processaram os pais dos colegas que praticavam as agressões. Foi com muito esforço, revela, que conseguiu se chegar a um acordo entre as partes: “Trabalhei o tempo todo ressaltando que o dano maior ficava com as crianças envolvidas”.
A atitude dos pais é determinante, ressalta a psicóloga psicodramatista Cecília Zylberstajn: “É muito importante o diálogo e o envolvimento das famílias. É preciso evitar que um culpe o outro”. Os pais também precisam estar atentos a mudanças bruscas de comportamento, como oscilações de humor e perda de sono. “Isso pode indicar que a criança está enfrentando problemas”, explica Cecília.
O bullying não se combate apenas com ações da escola, ele é um reflexo da sociedade, do que a criança presencia em casa e na rua
Cecília Zylberstajnpsicóloga
A grande questão não é a punição, mas sim o que vem no lugar dela, afirma Cecília. “É um tema difícil, pois a criança agressora normalmente é vítima de agressão também. O bullying não se combate apenas com ações da escola, ele é um reflexo da sociedade, do que a criança presencia em casa e na rua”, diz. Segundo a especialista, o jovem agredido pode se tornar mais violento: “Quem apanha vai querer bater no mais fraco, criando um ciclo de violência”.
A psicóloga Maria Tereza Maldonado defende que o trabalho deve ser focado nas redes de relacionamento - agressor, agredido e testemunhas -, buscando dar um fim a esse movimento cíclico de agressão, segundo o qual “quem pratica bullying normalmente já sofreu; quem sofre poderá vir a fazer; e quem presencia pode vir a imitar”. Por isso, é importante a conscientização. “Se for entendido que o bullying não é uma brincadeira, quem testemunha uma agressão pode ter um papel ativo, ser um inibidor”, esclarece Maria.
Autora dos livros Bullying e cyberbullying - o que fazemos com o que fazem conosco? eA face oculta - uma história de bullying e cyberbullying, Maria vê nas ações socioeducativas a saída para o problema. “Os agressores normalmente são pessoas capacitadas para liderar, são influentes. Quem pratica algum ato de cyberbullying possui competência na área digital. O que é preciso é direcionar essas habilidades para que trabalhem para o bem”, defende.
PL enquadra abuso sexual como um possível caso de bullying
Outro ponto do texto aprovado pelos deputados que levanta polêmica é o enquadramento de abuso sexual como um possível caso de bullying. Para Vieira da Cunha, isso não significa um abrandamento da lei. “É preciso que se avalie caso a caso, depende do ato concreto. Para crimes sexuais, já existe legislação”, aponta. “Muitas correntes defendem a criminalização, mas é preciso lembrar que os envolvidos são em sua maioria menores de idade”, diz o deputado.
Quem pratica bullying normalmente já sofreu; quem sofre poderá vir a fazer; e quem presencia pode vir a imitar
Maria Tereza Maldonadopsicóloga
Hoje, o menor de idade é punido de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente. Mesmo que aprovado, o PL não irá se sobrepor ao ECA ou ao Código Penal. A juíza Márcia Kern aponta que é preciso saber a dimensão do abuso para saber como enquadrá-lo. “Casos graves já têm punição prevista em lei”, destaca.
O PL é o primeiro em âmbito federal a regular o tema do bullying - tratado como “intimidação sistemática”. Alguns estados já possuem legislação própria sobre o assunto. Santa Catarina, por exemplo, criou seu programa de combate ao bullying em 2009. Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul são exemplos de outros estados que possuem leis sobre o assunto. Todos os programas atuam no mesmo sentido de aproximar escolas, famílias e alunos pela prevenção dos atos e, por meio de medidas educativas, evitar as agressões sistemáticas.[Fonte: Terra]

23 junho 2013

Concursos Nacionais da SENAD


Prezado (a) Senhor (a),

A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas – Senad, do Ministério da Justiça, está com inscrições abertas, até 10 de julho, para cinco concursos nacionais. Pedimos a colaboração de divulgar na sua região.

Para mais informações, por favor, clique nas imagens abaixo ou acesse: www.obid.senad.gov.br

Att,
Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas – SENAD/ Ministério da Justiça-MJ


08 maio 2013

Cyberbullying aumenta entre os estudantes do ensino médio nos EUA


Em cada 30 estudantes de ensino médio nos Estados Unidos, cinco foram vítimas de cyberbullying nos últimos anos. É o que mostra uma pesquisa realizada em 2011 com 15,425 alunos de escolas públicas e privadas e apresentada no domingo em Washington, DC. Os resultados também apontam que 10 desses estudantes gastam mais de três horas jogando videogames ou utilizando o computador para outras funções que não estudar em dias escolares. A pesquisa foi apresentada no encontro anual da Pediatric Academic Societies (PAS).
"O bullying eletrônico em estudantes do ensino médio ameaça a autoestima, o bem-estar emocional e a posição social da juventude em um estágio muito vulnerável de seu desenvolvimento", afirmou o autor do estudo, Andrew Adesman. "Apesar de os adolescentes geralmente aceitarem estar conectados à web e entre si a todo momento, precisamos reconhecer que essas novas tecnologias carregam consigo o potencial de traumatizar os jovens de novas e diferentes maneiras."
O estudo contou com adesão de 87% dos estudantes e 81% das escolas pesquisados. Essa é a primeira vez que o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos - responsável pela pesquisa a nível nacional a cada dois anos - pergunta aos estudantes se eles foram vítima de cyberbullying nos últimos 12 meses, através de meios eletrônicos como mensagens, chat, sites, e-mail e SMS. [Fonte: Terra]
RESULTADOS
Um em cada seis estudantes do ensino médio (16,2%) relataram ter sofrido bullying eletrônico nos últimos 12 meses
Garotas tem quase duas vezes mais chance de relatarem ter sido vítimas de cyberbullying que os garotos (22,1% x 10,8%)
Brancos relataram ter sofrido cyberbullying com mais que o dobro da frequência de negros

17 abril 2013

Senado torna crime venda de bebida alcoólica a menor


A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira, 17, projeto que torna crime a venda ou fornecimento gratuito de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos. A proposta, que já passou por outras comissões do Senado e agora segue para a Câmara dos Deputados, prevê punição com reclusão de dois a quatro anos em casos de flagrante. Estabelecimentos comerciais ficam sujeitos a multa que pode chegar a até R$ 10 mil.
Ao justificar o projeto, o autor, o senador Humberto Costa (PT-PE), afirmou que a iniciativa irá resolver "controvérsia jurídica acerca de qual procedimento aplicar nos casos de venda de bebida alcoólica a criança ou adolescente: se o ato deve ser tratado como contravenção ou como crime". De acordo com o projeto, as punições serão acrescidas em dois artigos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
O projeto inicial previa pena de três a seis anos de prisão para quem fosse flagrado vendendo ou fornecendo bebida a menores. A multa da proposta original fixava um valor de R$ 30 mil a até R$ 100 mil. Quando passou pela Comissão de Direitos Humanos (CDH), porém, as punições foram abrandadas.
Segundo destacou o relator, senador Benedito de Lira (PP-AL), as medidas inicialmente propostas eram muito rigorosas comparadas às estabelecidas pelo ECA para condutas mais graves como, "a título de exemplo, a venda de bebida alcoólica seria punida mais severamente do que a venda de produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica." [Fonte: Estadão]
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