DIA INTERNACIONAL CONTRA O USO DE DROGAS

Dia internacional contra uso de drogas é hoje (26 de junho):

Data foi instituída há 20 anos, e relatório aponta que 5% da população entre 15 e 64 anos faz uso de substâncias ilícitas

O relatório mundial sobre drogas da Organização das Nações Unidas (ONU) a ser lançado hoje diz que cerca de 200 milhões de pessoas usam drogas ilícitas em todo o planeta; mais da metade consome pelo menos uma vez por mês e aproximadamente 25 milhões de pessoas são dependentes químicos. A data marca também os 20 anos desde que a ONU instituiu 26 de junho como dia internacional contra o uso e o tráfico de drogas ilícitas. Os números de 2007 não apresentam variação significativa em relação aos do último relatório, lançado há um ano, quando a quantidade de usuários equivalia a 5% da população entre 15 e 64 anos. A droga mais consumida era a maconha, e a soma de usuários de cocaína, anfetaminas e opiáceos era de 1%. O maior crescimento fora em relação ao ecstasy. Tadeu Lemos, da Coordenadoria de Prevenção ao Uso Abusivo de Drogas, da Universidade Federal de Santa Catarina, diz que não há perfil para o usuário de drogas em geral, pois as características variam de acordo com a substância utilizada. - Sabemos que o uso vem crescendo entre crianças e adolescentes, que os homens usam mais que as mulheres, mas o uso também cresce entre as mulheres. Genericamente podemos dizer apenas que o perfil do usuário, na maioria, é jovem. Ele salienta a necessidade da informação, sem a qual nem proibição nem liberação funcionam. O psiquiatra Paulo Collaço, especialista em dependência química, explica que as técnicas de entrevista motivacional, que incentivam o dependente a buscar o tratamento, são alguns dos principais avanços na reabilitação, já que habitualmente a pessoa tende a dizer que não tem problema. - Primeiro é preciso que o dependente admita o problema - diz.

PROTESTO CONTRA AS DROGAS NA INDONÉSIA

Um jovem indonésio em um protesto no Dia Internacional Contra as Drogas em Jacarta. Dados da comissão nacional de prevenção de Aids/HIV revelam que 169 novas infecções ocorrem a cada dia no país, metade delas resultado de uso de entorpecentes intravenosos.

CONSUMO DE DROGAS AUMENTA NO BRASIL

ONU aponta aumento do consumo de drogas no Brasil:
O consumo de drogas aumentou no Brasil nos últimos anos, na contramão da tendência mundial de estabilidade. O País também se consolidou como centro de distribuição da cocaína colombiana e boliviana para os principais mercados consumidores. As conclusões estão num relatório do Escritório da Organização das Nações Unidas (ONU) contra Drogas e Crime, que será divulgado hoje.

Segundo o estudo, a proporção da população brasileira que consome cocaína cresceu de 0,4%, em 2001, para 0,7%, em 2005. Naquele ano, havia 14 milhões de consumidores no mundo, apenas 0,3% da população total. O consumo crescente no Brasil elevou os índices da América Latina. O porcentual da população dessa região que diz ter consumido cocaína ao menos uma vez na vida passou de 2,3% para 2,9%, no mesmo intervalo.

Enquanto o consumo brasileiro aumentou, a produção de cocaína na América Latina sofreu uma queda de 2% entre 2005 e 2006, embora os números por país não sejam homogêneos. O cultivo de coca na Colômbia caiu 9%, mas aumentou 8% na Bolívia e 7% no Peru.

Mas foi o consumo de maconha o que mais cresceu no País. Em 2001, 1% dos brasileiros entre 15 e 65 anos consumia a droga. O índice subiu para 2,6% em 2005. Por outro lado, a ONU indica que o número de consumidores de maconha no mundo caiu de 162 milhões, em 2004, para 159 milhões, em 2005. Houve também aumento no consumo de anfetaminas, que chega a 0,7% dos brasileiros, e de ecstasy, consumido por 0,2% da população. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

RELATÓRIO: EEB TITOLÍVIO VENÂNCIO ROSA

OBJETIVO: Conscientizar os alunos quanto aos perigos que o cigarro traz para o ser humano e que a exposição à fumaça ambiental do tabaco mata e causa graves enfermidades, mostrando que: 1. Ambientes 100% livres da fumaça do tabaco protegem plenamente os trabalhadores e o público dos graves efeitos prejudiciais da fumaça do tabaco. 2. Todos têm o direito de respirar o ar limpo isento de fumaça do tabaco. 3. A maioria das pessoas em todo o mundo não é fumante e tem o direito de não estar exposta ao fumo de outras pessoas. 4. Ambientes 100% livres da fumaça do tabaco ajudam a impedir que as pessoas , especialmente os jovens, comecem a fumar. 5. Ambientes 100% livres da fumaça do tabaco incentivam os fumantes que desejam deixar de fumar a reduzir ou a abandonar o fumo. 6. Ambientes 100% livres da fumaça do tabaco são bons para os negócios. As famílias com crianças, grande parte dos não-fumantes e até mesmo fumantes freqüentemente preferem ir a locais livres da fumaça do tabaco. 7. Ambientes 100% livres da fumaça do tabaco custam pouco e funcionam.

PROJETO ANTI TABAGISMO:
Eles têm muitas justificativas para começar a fumar: o desejo de serem aceitos na turma, a necessidade de amenizar a ansiedade ou por influência dos pais. O problema é que só 20% dos adolescentes que experimentam o cigarro conseguirão deixá-lo.
Estudos mostram que 90% das pessoas dependentes de cigarro começaram a fumar na adolescência. Mais: dentre os adolescentes que resolvem experimentar o tabaco, aproximadamente 70% irão desenvolver a dependência. A esses números se somam duas informações de senso comum: a) é extremamente difícil parar de fumar; b) o uso continuado do cigarro leva a graves prejuízos para a saúde, podendo inclusive matar.

A escola tem papel fundamental em ajudar a acabar com o vício que mata 5 milhões de pessoas por ano.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 90% dos fumantes se iniciam no vício entre 5 e 19 anos de idade, ou seja, em idade escolar. Isso demonstra a grande responsabilidade que a escola e você, professor, têm na luta contra o tabagismo, que causa cerca de 5 milhões de mortes anualmente no mundo.
Toda criança deve aprender desde cedo os males causados pelo consumo ou pelo contato com a fumaça do cigarro. O tabagismo é a principal causa de morte evitável do planeta. Mesmo assim, a OMS calcula que um terço da população mundial adulta, isto é, 1,2 bilhão de pessoas, seja fumante. No Brasil, 200 mil mortes por ano são causadas pelo cigarro, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca).
Embora a indústria do tabaco gere muito dinheiro, o vício de fumar causa perdas à economia global estimadas em 200 bilhões de dólares por ano. Esse valor, calculado por um estudo do Banco Mundial, é o resultado da soma de fatores como tratamento de doenças, morte de cidadãos em idade produtiva, aposentadoria precoce, faltas e menor rendimento no trabalho.
Estudos com adolescentes apontam as abordagens que não funcionam
Aterrorizante: centrada nos problemas de saúde, descreve em detalhes riscos como a morte por câncer.
Diagnóstico: impressiona o jovem, mas não consegue fazer conexão com sua experiência pessoal, pois ele e os colegas que fumam contam com plena saúde e vitalidade.
Moralista: condena o tabaco como comportamento anti-social ou autodestrutivo, não adequado a uma juventude saudável e feliz.
Diagnóstico: não sensibiliza o jovem, que além de experimentar o cigarro como algo prazeroso, tem nele uma forma de afirmação junto a seu grupo de amigos.
Técnico-científica: utiliza basicamente dados e estatísticas, comprovando os malefícios do cigarro e a vulnerabilidade do público jovem à dependência.
Diagnóstico: não é atraente para os jovens; a maioria que lê ou assiste este tipo de reportagem é não fumante.
Policialesca: utiliza argumentos de qualquer uma das abordagens anteriores, porém carregando sempre no discurso de cunho repressivo, que não raro sugere a proibição pura e simples do cigarro por parte de pais e escolas.
Diagnóstico: acaba tendo o efeito contrário ao desejado, firmando junto ao jovem a imagem do cigarro como
Professores que fumam
Uma lei federal de 1996 proíbe o fumo em recintos coletivos. Assim, colégios, empresas, shopping centers e outros locais precisam reservar espaços específicos para tal atividade. São os chamados fumódromos. O objetivo principal é evitar que os não-fumantes sejam afetados pelo fumo passivo. No caso das escolas, a lei serve também para evitar que professores fumantes sirvam de (mau) exemplo para os estudantes.

A escola contra o cigarro:
Educar sobre o tabagismo é o primeiro passo para evitar o vício. O assunto deve ser entendido como questão de saúde.
O professor não deve saturar os alunos com campanhas antitabagistas. "Quanto mais leve e bem-humorado for o tratamento dado ao tema, melhor." Outra constatação é que não adianta tentar "assustar" as crianças com dados sobre doenças que podem surgir depois de 30 anos de vício. "Ninguém está preocupado com o futuro distante." Você obterá melhores resultados se usar dados sobre os prejuízos à capacidade física e à estética, como perda de fôlego e amarelamento dos dentes.

ATIVIDADES QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS EM SALA:

1. Em pequenos grupos, discutir:
Quais as principais substâncias tóxicas do tabaco?
Quais os prejuízos para o meio ambiente com a devastação de florestas sem critérios?
Listar as principais doenças causadas pelo cigarro.
Que conseqüências poderá trazer para sua saúde a convivência com um fumante?
Quais as conseqüências do fumo para o feto?
Quais os fatores que induzem o adolescente a fumarem?
O que uma pessoa fumante poderia comprar com o dinheiro economizado por não fumar durante três dias?
Quais os efeitos do cigarro no organismo humano?
A legislação vigente proíbe o uso do fumo em lugares fechados. Isto é respeitado?
A legislação estadual prevê ambientes separados para fumantes e não fumantes nos restaurantes. Você já observou isto na sua comunidade?
Analisar criticamente os comerciais de cigarro veiculados pela TV

2. Fazer uma entrevista com os pais e outros familiares fumantes para descobrir informações e levantar dados estatísticos:

Nome da Pessoa:
Idade:
Qtos anos fuma?
Qtos cigarros fuma por dia?
Já tentou parar?
Sim?Não?
Qtas vezes tentou?
Você sabe que o fumo prejudica a sua saúde?

Tabular os dados conclusivos com todos os alunos e comparar os resultados.

3. Sugerir aos alunos que organizem um júri simulado onde o réu seja o tabagismo.

4. Incentivar e orientar os alunos a criarem uma peça teatral mostrando os males que o fumo causa ao organismo.

5. Preparar um grupo de alunos para irem em outras turmas falar sobre os prejuízos do fumo.

6. Confeccionar cartazes e frases para espalhar pela escola conscientizando alunos e funcionários.
7. Em Língua Portuguesa, um bom exercício é pedir que os estudantes pesquisem sobre o assunto e escrevam um texto sobre os males do cigarro. Cada um pode escolher um personagem relacionado ao tema (fumante, ex-fumante, médico) e desenvolver um texto na forma de depoimento, entrevista, narrativa etc. Instigue-os com perguntas como: "De quem é o interesse em que as pessoas continuem fumando?" e "O que leva alguém a começar a fumar?"
8. Em Ciências, vale a pena demonstrar o caminho da fumaça e das substâncias químicas no organismo. Peça que todos pesquisem que doenças são originadas pelo uso do tabaco.
9. Em Matemática a dica é usar as estatísticas para fazer cálculos demonstrativos da gravidade dos problemas causados pelo cigarro. Por exemplo, se o fumo causa 5 milhões de mortes por ano, quantas serão as vítimas em dez anos, 15 e 20 anos.
Mostre aos alunos que os malefícios do fumo vão muito além de amarelar os dentes
A primeira tragada a gente nunca esquece. Ela provoca tontura, acessos de tosse e deixa um gosto horrível na boca. Se a pessoa tiver sorte, nunca mais vai chegar perto de um cigarro. Mas, infelizmente, muitos adolescentes que passam por esse ritual desagradável tornam-se fumantes regulares: as pesquisas mostram que os brasileiros adquirem o vício aos 13 anos de idade. Por isso, não há tempo a perder.
Pergunte a seus alunos o que, na opinião deles, leva uma pessoa a fumar. É provável que muitos mencionem a "sensação agradável" associada ao cigarro.
No tabagismo – a exemplo do que ocorre com outras drogas –, prazer, vício e efeitos nocivos para o organismo se interligam. A nicotina, componente do cigarro, é transportada pelo sangue até o cérebro, onde excita os neurônios. Estes produzem o estimulante natural dopamina, um dos responsáveis pela dependência. A carência do corpo em relação à nicotina reforça os vínculos psicológicos que se estabelecem entre o fumante e o ato de fumar, fazendo com que muitos tenham dificuldade em abandonar o vício.


Música: 'Pra que fumar?'
(Reinaldo Waisman / Marcos Levy)

O Ministério da Xuxa adverte:
Fumar faz mal, pacas
Fumar pra quê?
Pra que fumar?
Fumo pra que fumar?
Não é charme, é bobeira
Pra que este cigarro na mão
Boca foi feita pra dar beijinhos
Com gostinho de paixão
Quero todos os baixinhos
Espalhando esta lição
Não fume, pai
Não fume, mãe
Quem solta fumaça é caminhão
Amigo que é amigo
Não oferece cigarro
Amigo que é amigo
Dá um carinho, dá um abraço
Amigo que é amigo
Respeita o meu pulmão
Amigo que é amigo
Mora no meu coração

E O QUE É SER FUMANTE PASSIVO ?
Ser fumante passivo é inalar a fumaça do cigarro, cachimbo, charuto ou cigarrilha, apenas pelo simples ato de respirar; é poluir-se com a fumaça produzida pelo outro e jogada num ambiente partilhado por todos. Usa-se também o termo fumante involuntário ou fumante de segunda mão, com o mesmo significado. Entretanto, ser fumante passivo é, basicamente, ser uma pessoa com extrema dificuldade de expressar a sua vontade, de defender os seus direitos.
O próprio fumante ativo também é um fumante passivo quando está num ambiente fechado, ou seja, ele aspira involuntariamente a fumaça que acabou de expelir e aquela da ponta do seu próprio cigarro que queima. esta fumaça chama-se fumaça ambiental. Portanto, o fumante ativo deveria ser o primeiro a optar por fumar apenas ao ar livre.
Perguntas freqüentes sobre o fumo passivo

Que é fumo passivo?
O fumo passivo é a absorção da “fumaça da brasa”, também chamada “fumaça lateral” – a fumaça que sai da ponta ardente do cigarro – e de “fumaça usada”, também chamada “fumaça principal” – que é a fumaça exalada pelo fumante. Fumaça de segunda mão, fumo passivo, tabagismo involuntário ou exposição à fumaça ambiental do tabaco (FAT) – tudo isso está relacionado com o fenômeno da inalação de fumaça produzida por outras pessoas.

Como o fumo passivo afeta a saúde?
Os não fumantes que inalam fumaça de segunda mão sofrem muitas das mesmas doenças a que estão sujeitos os fumantes. Existe uma relação causal entre exposição ao fumo passivo e morte por doenças cardíacas, bem como câncer dos pulmões e do seio nasal. O fumo passivo causa também uma grande variedade de efeitos adversos para a saúde da criança, tais como bronquite e pneumonia, ocorrência e agravamento da asma, infecções do ouvido médio e “orelha colada”, que é a causa mais comum de surdez nas crianças. A exposição de mulheres não fumantes à fumaça de segunda mão durante a gravidez reduz o crescimento do feto, ao passo que a exposição pós-natal do recém-nascido à fumaça do tabaco aumenta consideravelmente o risco de síndrome de morte súbita do lactente (SMSL). A fumaça do tabaco tem efeitos imediatos tais como irritação dos olhos e do nariz, dor de cabeça, dor de garganta, vertigem, náusea, tosse e problemas respiratórios.

Qual a extensão do problema do fumo passivo?
exposição passiva ao fumo é um problema generalizado que afeta gente de todas as culturas e todos os países. Essa exposição ocorre em situações comuns do quotidiano, no lar, no trabalho, na escola, nos parques e nos transportes coletivos, em bares e restaurantes – praticamente em toda parte aonde vai gente.

Pesquisas realizadas em todo o mundo confirmam o quanto é ampla a exposição. Uma delas estimou que 79% dos europeus maiores de 15 anos estão expostos à fumaça de segunda mão. Outra estimou que 88% de todos os não fumantes nos Estados Unidos ficam expostos ao fumo passivo. Dados recentes da África do Sul mostram que 64% das crianças menores de 5 anos do Soweto vivem em casas onde há pelo menos um fumante. A Sociedade do Câncer da Nova Zelândia informa que o fumo passivo é a terceira entre as principais causas de morte no país, depois do fumo ativo e do uso de álcool.

Estaria a resposta em áreas bem ventiladas para os não fumantes?
Não. Embora possa contribuir para reduzir a irritabilidade da fumaça, uma boa ventilação não elimina seus componentes tóxicos. Quando a ventilação das áreas destinadas aos que não fumam é compartilhada com a das áreas reservadas aos fumantes, a fumaça se dispersa por toda parte. As áreas para não fumantes só ajudam a protegê-los quando são completamente isoladas, têm sistema de ventilação separado que dá diretamente para o exterior, sem recircular com o ar do edifício, e quando não servem de passagem para os empregados.

Então, que podemos fazer para proteger o público contra o fumo passivo?
O governo pode regular e legislar a proibição do fumo em lugares públicos, educar os indivíduos sobre os perigos do fumo passivo e dar apoio àqueles que querem deixar de fumar. Os empregadores podem iniciar e impor a proibição do fumo nos locais de trabalho. Os pais podem deixar de fumar em casa e no automóvel, particularmente no meio de crianças, e pedir a outros que façam o mesmo. Podem também certificar-se de que as creches, as escolas e os programas de atividades depois das aulas são livres do fumo. Os indivíduos podem fazer saber aos familiares, amigos e colegas que se importam quando se fuma perto deles.

São difíceis de impor as restrições ao uso do fumo?
A maior parte do público – incluídos os fumantes – é favorável aos espaços livres do fumo. A proibição de fumar no local de trabalho funciona quando as pessoas estão cientes dela. O público deve ser antecipadamente informado de que estão sendo adotadas disposições proibindo fumar, bem como das razões dessa proibição, do ponto de vista da saúde. A boa educação e o planejamento avançado levam à aplicação automática e ao sucesso das restrições ao fumo.

… então, por que são tão raros os lugares livres do fumo?
A indústria do tabaco gasta milhões para financiar campanhas de desinformação sobre o fumo passivo. Ela contrata cientistas e consultores não somente para criar confusão no público quanto à validade dos dados científicos, mas também para gerar dúvida sobre os pesquisadores que produzem os dados e sobre a própria ciência. Além de atacar estudos legítimos, a indústria financia e promove projetos de pesquisa viciados, que menosprezam a gravidade do fumo passivo.

Os lobistas e advogados do tabaco procuram desviar a regulamentação oficial do fumo passivo, com ajuda e apoio suplementar de enormes contribuições da indústria fumaceira para campanhas políticas. Quando falham o dinheiro e a desinformação, a indústria promove soluções falaciosas para controlar o fumo passivo.

Embora haja bastantes indícios de que a ventilação não constitui uma solução efetiva para o problema do fumo passivo, a indústria continua insistindo nessa opção, chegando mesmo a formar grupos de pressão constituídos de consultores sobre o ar em recintos fechados para menoscabar os riscos da fumaça de segunda mão.

Foi lançada em todo o mundo uma campanha de promoção da “cortesia da escolha” como alternativa à proibição do fumo em lugares públicos. A campanha procura indicar que o grave problema do fumo passivo pode ser resolvido pelo simples pedido de licença dos fumantes antes de acender o cigarro, ou pela instituição de áreas separadas para fumantes e não fumantes. Assim, o fumo passivo é apresentado como nada mais do que um aborrecimento para os não fumantes, e não como um problema de saúde. A indústria financia também movimentos de defesa dos direitos dos fumantes, para formar uma oposição supostamente independente à proibição de fumar. Depois disso, as pessoas que se preocupam com o fumo passivo são atacadas de fanatismo.

Felizmente, ainda podemos derrotar a oposição da indústria do fumo à pureza do ar. Seus atos é que farão a diferença. Torne-se um líder em seu local de trabalho, sua organização, sua comunidade e sua casa. Não hesite em falar em defesa do ar puro e em fazer ouvir a sua voz. Vamos pôr tudo isso a limpo.

TURMAS DE 3ª E 4ª SÉRIE NO PERÍODO DE 17 DE MAIO À 04 JUNHO

RELATÓRIO: EEB ALBANO SCHMIDT

ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA ALBANO SCHMIDT

RELATÓRIO DAS AÇÕES REALIZADAS NO COMBATE AO TABAGISMO

JOINVILLE
2007

Relatório do Dia Mundial do Tabaco

Os trabalhos, as pesquisas, as leituras sobre o tema Tabagismo foi feita na semana do dia 26/05 à 31/5.
Iniciamos estudando sobre a palavra Tabaco. A professora explicou, pediu para todos pesquisarem sobre a palavra e trazer no dia seguinte, foi feita diversas leituras sobre o quanto o cigarro faz mal para a saúde das pessoas.
Os alunos trouxeram reportagens, gravuras, fotos sobre o tema. Partindo das leituras feitas iniciamos os nossos trabalhos, fazendo cartazes, frases e cartões para entregar aos fumantes. Feito as frases e os cartazes, fizemos coletivamente várias frases no quadro.
Os educandos fizeram suas escolhas das melhores frases e produziram cartões para entregar para as pessoas fumantes que juntamente com a professora saíram nas ruas para entregar no dia 31/05/07, no Dia Mundial do Tabaco.
As crianças ficaram felizes em fazer este trabalho porque pesquisaram o quanto faz mal o cigarro, ao abordar os fumantes eles pediram que não fumasse, porque no final desta história quem fuma, acaba ficando muito doente e prejudicando sua saúde Os educandos pediram para que os fumantes não fumassem perto das pessoas que não são usuárias do tabaco, pois acabam prejudicando quem não fuma.

No dia 31 de maio a 4ª série 02 em parceria com a E.E.B. Albano Schmidt desenvolveu internamente o dia da conscientização ao Combate ao Fumo.
Partindo da realidade de nossas crianças, que tem acesso direto à fumantes, a 4ª série 02 elaborou um trabalho de cunho científico, que buscou informações sobre o que é o fumo, sua composição e conseqüências com o uso demasiado.
O trabalho de pesquisa partiu de textos informativos diversificados, onde os educandos aprenderam alguns métodos de pesquisa estudados em sala.
O término do trabalho foi concretizado com o registro das informações colhidas no grupo e sintetizaram as informações conforme a sua linguagem..Após entre houve um debate sobre os malefícios que o cigarro proporciona ao ser humano tanto para os fumantes ativos e passivos.
Pelo trabalho realizado e pelas discussões esperamos prevenir as futuras gerações deste vício na sociedade. Abaixo algumas das produções dos alunos:

RELATÓRIO: EEB NEREU RAMOS

Relatório Projeto “NEPRE”
Atividade: Dia Mundial de Combate ao Tabagismo
EEB Nereu Ramos – Itapoá/SC

Em relação à 31 de maio, Dia Mundial de Combate ao Tabagismo, a ação desenvolvida em nossa unidade escolar, envolveu as 1ª séries do Ensino Médio, as quais sob orientação do Professor de Filosofia Alencar Caleffi e a Orientadora Educacional Maricélia Franz Perrony, produziram charges contendo críticas ao ato de fumar.
Duas charges foram escolhidas para o jornal.
Foram confeccionados cinco painéis sobre o tema e expostos nas dependências da escola.

OBS.: As charges escolhidas e fotos dos painéis seguem em anexo.

Orientadora Educacional: Maricélia Franz Perrony

PAINEL DAS ATIVIDADES E CHARGES







RELATÓRIO: EEB JOÃO MARTINS VERAS

ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL
GERÊNCIA DA EDUCAÇÃO - GERED
EEB . PROFESSOR JOÃO MARTINS VERAS – FONE: 4553809
RUA: HENRIQUE DIAS,150 - ANITA GARIBALDI – CEP: 89203-420
JOINVILLE – SANTA CATARINA

OF. 033/2007
Data: 05/06/2007

Prezado Senhor:


Conforme solicitação da C.I. nº115, estamos enviando o relatório das atividades desenvolvidas relativas ao Dia Mundial do Tabagismo em nossa U.E.
Com o tema “Cigarro faz mal até na propaganda”, nosso professor de Química – Charles Bazzanella – elaborou juntamente com os alunos do 2º ano do Ensino Médio um grande painel, que ficou exposto na entrada de nossa Escola, aproveitando para trabalhar sobre o assunto, as substâncias químicas encontradas no cigarro.
Dos 4.700 componentes existentes, os alunos reuniram-se em grupos, e ressaltaram algumas pesquisas referentes à acetona, amônia, terebintina, naftalina, fósforo e o formol. O objetivo da aula também foi chamar a atenção para os malefícios causados pelo tabagismo, e mostrar como as campanhas adotam estratégias para estimular e seduzir jovens e consumidores. Segue em anexo, foto do mural confeccionado pelos alunos.

A/C
Jorge Schemes
Coordenador Pedagógico do NEPRE

RELATÓRIO: EEB PAULO MEDEIROS

ESCOLA ESTADUAL BÁSICA DR. PAULO MEDEIROS

COMBATE AO TABAGISMO

E. E. B. DR. PAULO MEDEIROS


Tema: Ambientes Livres de Tabaco
Disciplina: Ciências
Série: 7ª Turmas: 1 e 2
Professora responsável: Sarita Basílio Payá


INTRODUÇÃO


O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a maior causa evitável de mortes precoces no mundo. Aproximadamente um terço da população adulta mundial é fumante (1 bilhão e 200 milhões de fumantes e 2 bilhões de fumantes passivos) e a taxa de mortalidade anual chega a 10.000.
O tabaco é a segunda droga mais consumida entre os jovens no Brasil, devido às facilidades e estímulos para obtenção do produto, entre eles o baixo custo.


JUSTIFICATIVA


Frente à atual situação observam-se necessárias práticas educacionais que desenvolvam o tema antitabagismo dentro das escolas. Disponibilizando aos estudantes informações suficientes para que possam compreender de modo crítico os males ocasionados pelo consumo do cigarro. E com isso, optarem por uma vida mais saudável.


OBJETIVO


Através das ações executadas objetivaram-se estimular a discussão entre alunos, professores da escola Dr. Paulo Medeiros e indivíduos da comunidade, sobre os males do fumo, criando uma consciência crítica contra o tabagismo.


METODOLOGIA


As turmas da 7º série, 1 e 2, foram divididas em 2 grupos de pesquisa.
Um dos grupos responsabilizou-se por uma entrevista com fumantes e ex-fumantes, buscando informações sobre possíveis benefícios proporcionados pelo hábito de fumar, e costumes dos fumantes em ambientes públicos.
Através das informações obtidas foi elaborada uma estatística para análise dos dados.
O outro grupo buscou reportagens e estudos científicos sobre os prejuízos causados pelo consumo do tabaco em fumantes ativos e passivos. Com isso foram produzidos cartazes com tais informações.
Em um segundo momento, em sala, fez-se a exposição dos dados obtidos pelos alunos e em seguida um debate confrontando essas informações.


RESULTADOS PARCIAIS


A atividade em sala foi realizada no dia 04 de Junho na 7ª série, turma 2.
O grupo responsável pelas entrevistas apresentou as informações mais interessantes disponibilizadas pelos entrevistados. Alguns dos outros alunos compararam tais informações com o conhecimento que já possuíam sobre o assunto, completando o diálogo com comentários.
Os estudantes que produziram os cartazes trouxeram ao debate informações elucidando os males ocasionados pelo tabagismo, tanto aos fumantes, quanto às pessoas que inalam a fumaça do ar. Grande parte da turma não conhecia as proporções dos prejuízos causados aos fumantes passivos. Deste modo grande parte dos dados comentados foram de grande valia aos jovens.


CONCLUSÃO


As ações visando o esclarecimento dos jovens que foram desenvolvidas, buscaram sensibilizá-los quanto aos cuidados com a própria saúde e a consciência das escolhas que farão no decorrer da vida.
Estando os alunos cientes das possíveis conseqüências proporcionadas pela opção em consumir tabaco, almeja-se que estes busquem formas saudáveis e responsáveis de aproveitar suas vidas.


REFERÊNCIAS

http://www.saudebrasilnet.com.br/saude/trabalhos/089s.pdf

http://www.inca.gov.br/tabagismo/frameset.asp?item=jovem&link=namira.htm

RELATÓRIO: EEB OLAVO BILAC

ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA

À
GEECT
At. Jorge Schemes – Coordenador Pedagógico do NEPRE


ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA OLAVO BILAC


RELATÓRIO DIA MUNDIAL DE COMBATE AO TABAGISMO


PROFESSORAS: KÁTIA METZLER LONGO e SYLVIA KARLA MEDEIROS
DISCIPLINAS: CIÊNCIAS E BIOLOGIA
TURMAS: 5ª, 6ª, 7ª, 8ª SÉRIES e 1º, 2º, 3º ANOS Ensino Médio.


ATIVIDADE: Confecção de panfletos com mensagens sobre os males causados pelo cigarro.

OBJETIVO: Conscientizar os alunos dos males que o cigarro causa ao organismo.

ESTRATÉGIA: Em equipes, os alunos leram textos sobre os males que o cigarro causa à saúde de fumantes e fumantes passivos. Através dos textos, elaboraram uma mensagem exposta em panfletos e cartazes. Estes foram colocados à mostra nos corredores da escola para a conscientização dos demais educandos.

OBSERVAÇÃO: O relatório não foi enviado anteriormente devido à problemas técnicos em nossos computadores.

RELATÓRIO: EEB RUTH NÓBREGA MARTINEZ

ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO
EEB VEREADORA RUTH NÓBREGA MARTINEZ
ESTRADA GERAL DO MIRANDA- BAIRRO: MIRANDA
SÃO FRANCISCO DO SUL- FONE: (47) 3449-6005

Prezado(a) Senhor(a),

A Direção da Escola envia o relatório de atividades sobre o dia do Tabagismo, elaborado pelo Professor de Ciências desta Unidade Escolar.

Série trabalhada: 8ª série
Professor: Silvio Gdiovanni Scheidemann
Atividades: Texto- Cigarro: Outro desafio do século XXI
Imagens: Desenhos de autorias de Makely 8ª série
Giovana e Jean 8ª série


Texto:

CIGARRO: OUTRO DESAFIO DO SÉCULO XXI

O transporte de gás oxigênico pelo sangue é compromitido pelo monóxido de carbono; a pressão arterial se eleva e as atividades das células nervosas são prejudicadas pela nicotina; envelhecimento precoce; infarto do miocárdio; aumento nas chances de desenvolver diversos tipos de câncer. Essa é uma lista de alguns malefícios proporcionados pelo ato de fumar cigarros.
O cerco ao cigarro está aumentando em todo o mundo. As campanhas antifumo se multiplicam intensamente em vários países.
O próprio espaço dos fumantes está ficando restrito. Mesmo em bares e restaurantes, onde até há pouco tempo era normal as pessoas fumarem á vontade, já existem restrições ao uso do cigarro; e, em alguns deles, é simplesmente proibido fumar.
O ato de fumar, que em tempos passados foi entendido como uma atitude “charmosa” por alguns e até como uma espécie de passaporte para o mundo dos adultos por muitos por muitos adolescentes, é hoje interpretado como uma manifestação de mau gosto e, conforme o ambiente em que se acenda o cigarro, como falta de educação e de respeito para com as pessoas.
Atualmente é consenso entre os pesquisadores que o cigarro é mais danoso á saúde do que se pensava há algumas décadas. Estudos recentes apontam para prognósticos sombrios que estimam a morte de aproximadamente 1 bilhão de pessoas em todo o mundo, neste século, em conseqüência de doenças associadas ao fumo, caso não haja redução nos atuais índices de consumo.
Algumas pesquisa mostram que 16% dos fumantes deverão morrer de câncer de pulmão antes dos 75 anos de idade. Se pararem de fumar antes dos 50 anos, o risco diminui para 6%. E, se o hábito for abandonado antes dos 30 anos, essa porcentagem cai para 2%.
Que o cigarro vicia, todo mundo sabe. Que não é fácil se livrar do vício, os fumantes que o digam. Será, então, que vale a pena começar a fumar?

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