PROJETO DE CAPACITAÇÃO


CAPACITAÇÃO DE EDUCADORES


TEMA: INDISCIPLINA, BULLYING, ATO INFRACIONAL E MEDIAÇÃO DE CONFLITOS NA ESCOLA

MINISTRANTE: PROFESSOR JORGE SCHEMES


Mini Currículo:
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico. Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar. Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso. Pós-Graduado em Interdisciplinaridade e Metodologia do Ensino Superior. Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional. Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na Gerência de Educação de Joinville – GERED – Responsável pelo NEPRE, APOMT e APÓIA. Professor das disciplinas de Filosofia da Educação; História da Educação, Antropologia Cultural, Empreendedorismo, Educação e Conjuntura Política e Projetos Educacionais e Corporativos na FGG (Faculdade Guilherme Guimbala - ACE - Associação Catarinense de Ensino - Curso de Pedagogia). Professor de Religião no Instituto de Parapsicologia de Joinville. Professor de Ensino Religioso na Escola Pública Municipal Saul Sant'Ana de Oliveira Dias. Membro Conselheiro do COMEN e da CMAIDS (Conselho Municipal de Entorpecentes e Comissão Municipal de Prevenção e Controle de DST/AIDS). Membro da aliança:"Por Um Mundo Sem Tabaco", do INCA (Instituto Nacional do Câncer). Autor do Livro: "O Que Você Precisa Saber e Fazer Para Deixar de Fumar" - Editora DPL. Escritor e Palestrante. Contato Direto: 47-8829-4706, ou pelo e-mail: jorgeschemes@yahoo.com.br

Currículo Completo Disponível em:
http://lattes.cnpq.br/4338194471582467

1. TEMA:
Indisciplina, Bullying, Ato Infracional e Mediação de Conflitos na Escola.

2. JUSTIFICATIVA:
Considerando que atualmente a indisciplina no ambiente escolar, o fenômeno Bullying e o ato infracional são fatos concretos que interferem de maneira negativa no processo pedagógico; Considerando que a falta de limites não é apenas um problema que se manifesta na escola mas também nas famílias; Considerando que os profissionais da educação se sentem reféns da indisciplina e da violência manifestada pelo corpo discente; Considerando que o corpo docente e técnico administrativo da escola pode estar falhando nas abordagens de resolução de conflitos na escola; Considerando ainda que há uma má interpretação ou mesmo desconhecimento da sistemática proposta pelo Estatuto da Criança e do Adolescente nos casos de omissão da família e dos direitos e deveres previstos nesta Lei, faz-se necessário uma parada pedagógica para discutir e analisar tais questões e levantar possíveis alternativas de abordagem para tais problemas.

3. OBJETIVO GERAL:
Refletir sobre as possíveis causas da indisciplina, características do Bullying e dos Atos Infracionais no ambiente escolar e fornecer orientações práticas para a prevenção e a superação de tais fenômenos contemporâneos.

4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
1. Refletir sobre as possíveis causas da indisciplina na sala de aula e alternativas de superação dos conflitos na relação professor(a) aluno(a).
2. Entender a diferença entre indisciplina, Bullying e Ato Infracional.
3. Sistematizar um protocolo de ações para prevenção e atendimento em casos de indisciplina , Bullying e de Atos Infracionais.
4. Entender e aplicar as diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente e outras legislações pertinentes na prática pedagógica cotidiana.
5. Refletir sobre as possibilidades da mediação de conflitos na escola como ferramenta de prevenção e superação da violência escolar.


5. PÚBLICO ALVO:
Professores, Orientadores, Supervisores e Gestores Escolares.

6. METODOLOGIA:
1. Aula expositiva e dialogada.
2. Apresentações, seminário e fórum para debate.
3. Leituras e discussão de textos pertinentes ao tema.
4. Dinâmicas e reflexões.

7. RECURSOS DIDÁTICOS:
Textos, Multimídia, Internet, Slides, Blogs.

8. CRONOGRAMA/EMENTA - Proposta de Capacitação de 16 horas:
8.1 DIA/PERÍODO/TEMAS E ATIVIDADES:

Matutino - 04 horas.
1. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) no contexto da relação professor x aluno – direitos e deveres.
2. Questionamentos sobre o ECA (atividade em pequenos grupos).
3. Socialização, debate e análise dos questionamentos sobre o ECA.

Vespertino - 04 horas.
1. Conceituando disciplina e indisciplina.
2. Os quatro focos da indisciplina (análise a auto-análise).
3. Estudo de casos (atividade em pequenos grupos).

Matutino - 04 horas.
1. Continuação do estudo de casos (atividade em pequenos grupos).
2. Indisciplina, Bullying e Ato Infracional.
3. Protocolo de Ações e Regimento Escolar.

Vespertino - 04 horas.
1. Prevenção e mediação de conflitos na escola.
2. Indicações de documentos e legislação.
3. Formulação de um protocolo de ações.

Observação: A capacitação poderá ser realizada em todos os dias da semana, incluive no sábado e no domingo, com a possibilidade de ser realizada também no período noturno.

9. AVALIAÇÃO:
A avaliação será diagnóstica, processual, formativa, cumulativa e global, incluindo auto-avaliação reflexiva da participação do(a) aluno(a) no processo de construção do conhecimento. Se dará por meio de observação sistemática e anotações em instrumentos próprios para tal.

10. CARGA HORÁRIA:
16 horas mais 04 horas de atividades de extensão, somando um total de 20 horas.

11. REFERÊNCIAS BÁSICAS:
Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA.
Documentos e Legislação disponíveis em:
http://www.projetonepre.blogspot.com/
Outras indicações bibliográficas dadas durante a capacitação.

12. INVESTIMENTO:

A combinar - Ligue: 47-88294706 ou entre em contato: jorgeschemes@yahoo.com.br


13. OFICINA PARA PROFESSORES E EDUCADORES:


Há também a opção de realizar esse projeto em forma de oficina nas escolas, para professores e corpo técnico pedagógico e administrativo, com duração de 04 horas, nos turnos matutino, vespertino ou noturno.

O custo total da oficina é de R$ 500,00 (Quinhentos Reais - Incluindo despesas com transporte, estadia e alimentação - Preço válido para o Estado de Santa Catarina).

Para outros Estados o valor deve ser negociado pelo e-mail jorgeschemes@yahoo.com.br ou pelo fone 47-88294706.

Para escolas da Rede Pública de Joinville (SC) e Região, o valor da oficina é de R$ 250,00 (Duzentos e Cinqüenta Reais - Sem custos adicionais).

As vagas para a oficina são limitadas até o número máximo de 50 participantes.

Dúvidas?
Entre em contato pelo e-mail jorgeschemes@yahoo.com.br ou pelo fone 47-88294706.


14. OUTRAS PALESTRAS E OFICINAS:

http://www.schemespalestras.blogspot.com

MATERIAL DA CAMPANHA DO MP DE SC CONTRA O BULLYING


CLIQUE NA IMAGEM PARA ACESSAR



BULLYING: 28% dos alunos foram agredidos

Pesquisa nacional mostra que meninos sofrem mais agressões verbais ou físicas e que cresceu a frequência do ciberbullying.

Ao menos 28% dos estudantes brasileiros entre as 5ª e 8ª séries do Ensino Fundamental já sofreram maus-tratos. Segundo uma pesquisa divulgada na última quarta-feira pela ONG Plan Brasil, 1.477 dos 5.168 estudantes entrevistados sofreram algum tipo de agressão em 2009.
Quando os maus-tratos ocorrem mais de três vezes no mesmo ano, está caracterizada a ocorrência do bullying, de acordo com a metodologia da pesquisa. O termo designa todo o tipo de atitudes agressivas, verbais ou físicas, praticadas repetidamente por um ou mais estudantes contra outro aluno. Estiveram envolvidos em bullying 17% dos estudantes, como agressores ou vítimas.
Os mais atingidos são os meninos. Segundo o estudo, 12,5% dos estudantes do sexo masculino foram vítimas desse tipo de agressão, número que cai para 7,6% entre as meninas. A sala de aula é apontada como o local preferencial das agressões, onde acontecem cerca de 50% dos casos.
A pesquisadora e educadora Cléo Fante diz ser importante que os pais e professores estejam atentos e saibam diferenciar o bullying de uma brincadeira entre os jovens.– O bullying não é uma simples brincadeira de criança ou apelido que às vezes constrange. Tem casos que são gravíssimos, chegam a espancamentos. A criança não pode ir à escola porque sabe que vai apanhar.

Bullying pela internet é mais frequente
O ciberbullying, ou bullying virtual, está ocorrendo com maior frequência no Brasil, segundo a pesquisa.Do universo de alunos entrevistados no Brasil, 16,8% disseram que são ou já foram vítimas de ciberbullying, enquanto 17,7% se declararam praticantes.
Geralmente, as agressões são feitas por e-mails e praticadas – assim como nas escolas – com maior frequência pelos alunos do sexo masculino.
Adolescentes na faixa etária entre 11 e 12 anos costumam usar ferramentas ou sites de relacionamento para agredir os colegas. Crianças de 10 anos invadem e-mails pessoais e se passam pela vítima.
Independentemente do ambiente, seja ele virtual ou escolar, as vítimas não costumam reagir às agressões e podem passar a apresentar sintomas como febre, dor de cabeça, diarreia, entre outros. Em casos mais graves, o sentimento de rejeição pode evoluir para algum tipo de transtorno ou chegar ao suicídio.

Como proteger seu filho

SINAIS DE QUE SEU FILHO PODE SER VÍTIMA
- Tem queda repentina nas notas
- Parece feliz nos fins de semana, mas fica infeliz e tenso na segunda-feira
- Exibe imagem corporal de vítima, como ombros encurvados, cabeça baixa, não olha as pessoas nos olhos e se afasta dos outros
- Volta para casa com ferimentos e hematomas inexplicáveis
- Tem doenças frequentes ou finge enfermidades
- Seus bens são constantemente “perdidos’’ ou danificados
- Tem alterações extremas de humor ou chora com facilidade
- Pensa em abandonar a escola

O QUE FAZER PARA AJUDAR SEU FILHO
- Evite ser um pai impulsivo que procura imediatamente os pais do agressor
- Não diga a seu filho para se vingar
- Por menores que pareçam ser os eventos, considere-os com seriedade
- Faça perguntas para descobrir o que aconteceu
- Reúna-se com professores
- Denuncie os ataques físicos à polícia

O QUE É BULLYING
- É definido como atitudes agressivas de todas as formas, intencional e repetidamente, sem motivação. Fonte: “Proteja Seu Filho do Bullying’’, de Allan Beane (editora Best Seller). [Fonte: DC]

Concurso SENAD 2010


A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas - SENAD, com o objetivo de incentivar a participação dos diferentes níveis estudantis em atividades culturais de valorização da vida e estimular a mobilização e o engajamento da sociedade nas atividades relacionadas à prevenção do uso de drogas, promove, anualmente, concursos nacionais sobre o tema.
O sucesso destes concursos mostra a percepção que a sociedade tem sobre a importância das ações de prevenção do uso de drogas, através de ampla participação de crianças, adolescentes, jovens e adultos. A SENAD está promovendo o XI Concurso Nacional de Cartazes, direcionado a estudantes de 1ª a 5ª séries do Ensino Fundamental de 8 anos, ou 2º ao 6º ano do Ensino Fundamental de 9 anos, o VIII Concurso Nacional de Fotografia e o VIII Concurso Nacional de Jingle, ambos nas categorias profissional e amador, dirigidos à população em geral. Este ano os concursos têm como tema "A juventude na prevenção do uso de drogas".
Em parceria com o Centro de Integração Empresa/Escola - CIEE, a SENAD está lançando o 9º Concurso de Monografia para Estudantes Universitários, com o tema Crack. A entrega da premiação está prevista para acontecer durante a comemoração da XII Semana Nacional sobre Drogas, a ser realizada de 19 a 26 de junho de 2010, em Brasília (DF). Para mais informações click nos banners de cada Concurso ou acesse o regulamento no portal: www.obid.senad.gov.br




Mostras do PSE e do SPE

MOSTRAS - PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA (PSE) E SAÚDE E PREVENÇÃO NAS ESCOLAS (SPE):

Professores, estudantes e profissionais de saúde de todo o país têm até o dia 19 de abril para inscrever trabalhos nas Mostras do Programa Saúde na Escola (PSE) e Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE). Nas exibições, que ocorrem de 13 a 15 de junho em Brasília (DF), serão debatidas questões voltadas à atenção, promoção e fortalecimento de ações voltadas à saúde na escola. Temas como alimentação saudável, atividade física, prevenção ao uso de álcool e outras drogas fazem parte da programação. Durante as apresentações, os participantes terão ainda oportunidade de trocar conhecimento sobre promoção da cultura de paz, prevenção das violências, saúde sexual e prevenção das DST/aids, entre outros temas. As inscrições podem ser feitas no www.aids.gov.br/saudenaescola2010. A partir de 06 de abril o site também vai disponibilizar um link para solicitação de bolsas. O apoio poderá ser integral (passagem, alimentação e hospedagem) ou parcial (hospedagem e alimentação).


DATAS IMPORTANTES:

31 de março a 19 de abril
Período de inscrição de trabalhos
6 a 19 de abril
Período para solicitação de bolsas
10 de maio
Resultado dos trabalhos aprovados
12 de maio
Lista de selecionados com bolsa

Crack, nem pensar!

A segunda onda da batalha contra a pedra:

Lançada, ontem, nova fase da campanha que prevê até R$ 400 mil em doações para 20 entidades de SC e RS.

A mobilização de catarinenses e gaúchos contra o flagelo do crack ingressou em nova etapa ontem, ampliando suas ações pela prevenção, pelo reforço da ação contra o tráfico e pela busca de tratamento aos dependentes. Nesta nova fase, a campanha Crack, Nem Pensar também voltará suas atenções para a família e os amigos dos usuários – igualmente atingidos pelos efeitos do entorpecente.O segundo round da campanha foi apresentado durante o Painel RBS, realizado em Porto Alegre. Autoridades como o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, participaram do evento, transmitido ao vivo dos estúdios da RBS TV por uma rede de 18 emissoras, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, e pelas rádios CBN Diário, em Florianópolis e Gaúcha, em Porto Alegre, além do clicRBS.
Em Santa Catarina, o painel recebeu cerca de 220 convidados nos estúdios da RBS TV de Florianópolis, Joinville, Blumenau, Lages, Criciúma e Chapecó. Em cada um, prefeitos, secretários de Saúde, promotores, juízes, Polícia Militar e representantes de ONGs acompanharam o programa.Lançada em maio do ano passado, a Crack, Nem Pensar inicialmente se dedicou a alertar sobre a epidemia que avança sobre lares de todo o país. A partir de agora, a iniciativa se concentrará mais na prevenção e na busca de saídas definitivas para a epidemia.– Não é uma campanha da RBS, mas da sociedade brasileira. O esforço é para salvar vidas. O combate ao crack exige de todos nós uma atitude. Juntos, estamos dispostos a encontrar saídas. Juntos, poderemos vencer o crack – destacou o presidente do Grupo RBS, Nelson Sirotsky.
Nos estúdios da RBS TV, durante o lançamento da segunda fase da campanha, os comunicadores Mario Motta e Tulio Milman, apresentador do Jornal do Almoço em Florianópolis, entrevistaram o ministro da Saúde. Temporão anunciou uma pesquisa nacional para dimensionar o alastramento do crack e o perfil dos usuários. Começará por Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia. O último levantamento, de 2005, considerado defasado, apontou que 0,1% dos brasileiros tiveram contato com a droga.– Esta é uma droga relativamente recente, que vem crescendo de forma assustadora – observou o ministro.Nelson Sirotsky relatou aos participantes que a campanha Crack, Nem Pensar prosseguirá aproveitando as conquistas obtidas em 2009, quando as apreensões da pedra se multiplicaram nos dois estados. Também aumentaram as denúncias contra traficantes.
O presidente do Grupo RBS lamentou que o crack faça parte das comunidades, impondo sofrimento, insegurança e destruição. A droga agravou a criminalidade e já está relacionada à maioria dos delitos.– O que pode ser mais triste do que ver nossos jovens nas calçadas, em meio ao lixo, dispostos a matar e a roubar por uma pedra de crack? – perguntou.Outra novidade da segunda fase da campanha é a adoção de projetos sociais de prevenção às drogas. Instituições catarinenses e gaúchas nas 18 regiões de abrangência da RBS estão habilitadas a receber até R$ 20 mil em doações cada.As doações e a execução dos projetos serão acompanhadas pela Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho, que dobrará, automaticamente, o valor arrecadado, até o limite de R$ 10 mil por entidade. No final, a mobilização poderá resultar no repasse total de até R$ 400 mil.
Catarinenses e gaúchos estão convidados a vestir o símbolo da segunda fase, um bracelete, em diversas cores, com as inscrições Crack, Nem Pensar. Em parceria com o Banrisul, os adereços já estão sendo distribuídos. A primeira leva é de 500 mil unidades. Outros parceiros deverão se juntar à iniciativa.
diario.com.br - Confira fotos e vídeos do Painel RBS
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Amor pela vida longe das drogas


Os alunos vencedores da primeira edição do projeto Viva sem Drogas foram premiados, ontem, em Florianópolis. O trabalho de prevenção foi feito nas 1.324 escolas estaduais no ano passado, em uma parceria entre a Secretaria de Estado da Educação e o Grupo RBS. Novas ações estão previstas para este ano.
Numa maneira de incentivar os alunos de ensino médio e fundamental da rede estadual a refletirem sobre o assunto, foram organizados concursos temáticos de fotografia (para o ensino médio), jingles (5ª a 8ª série) e cartazes (1ª a 4ª série). Os vencedores passaram pelas etapas de seleção local, regional e estadual.A comissão julgadora, formada por funcionários da secretaria e por representante do Sindicato das Agências de Propaganda, escolheu um projeto destaque, uma espécie de relatório, que mostrou tudo o que a escola fez durante os dois meses de trabalho. O grande vencedor foi o colégio Olavo Bilac, de Joinville, que levou uma filmadora.
Os vencedores da categoria jingle ganharam um aparelho de som portátil, os de cartazes ganharam um playstation e os de fotografia, uma câmera digital.O diretor institucional e jurídico do Grupo RBS, Paulo Gallotti, observou que o projeto vai ao encontro da campanha Crack Nem Pensar, que este ano será lançada em 30 de março. Para o diretor, o jovem precisa ficar longe das drogas a qualquer custo e isso só é possível de forma organizada.O secretário estadual de Educação, Paulo Bauer, ressaltou que com os trabalhos feitos nas escolas crianças e adolescentes vão conhecer valores importantes, para se afastarem das drogas.Para 2010, as instruções do projeto já foram repassadas às escolas. A coordenadora, Judite Mattos, explica que neste ano a escola é quem vai decidir como os alunos irão falar sobre o tema.

Pulseiras provocam reflexão na escola

A polêmica gerada pelo significado das “pulseirinhas do sexo” vem provocando reflexão nas salas de aulas de Joinville. Na Escola de Educação Básica Annes Gualberto, no Iririú, três alunos do primeiro ano do ensino médio estão tentando conscientizar os colegas.Eles fizeram um mural com uma mensagem para alertar sobre o uso do acessório. Na Câmara de Vereadores, o projeto que proíbe o uso das pulseirinhas nas escolas de Joinville está nas comissões de Educação e de Legislação.O uso das pulseiras coloridas de silicone foi proibido no colégio. Para os alunos entenderem a medida, as turmas receberam uma aula sobre o assunto. Depois, Karolline Raimundo da Silva, 14 anos, Sthefany Gomes dos Santos, 15, e William José Gusser, 14, foram até a diretoria com a ideia de tentar uma abordagem diferente.“Não sabíamos a imagem que as pulseiras transmitiam. Usava por estética. Depois de descobrir o que era, vimos que não era algo legal. E resolvemos mostrar para os outros isso também”, diz Karolline.Os três fizeram também um depósito para os objetos. Durante o intervalo, os três ficarão próximo ao mural falando sobre o assunto. “A ideia é fazer os mais novos entenderem certinho o que significa a pulseirinha”, ressalta William. A diretora Célia Stoll considerou positiva a iniciativa dos alunos. [JOINVILLE Multimídia]


PROERD - Parceiro do NEPRE



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Uso Correto da Mochila Escolar - Folder da SBOT


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