GERÊNCIA DA EDUCAÇÃO - GERED
SETOR DE
ENSINO - NEPRE
COMUNICAÇÃO
INTERNA - CI
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CI Nº. 91
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De: Setor de Ensino – GERED - NEPRE
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Data: 01/04/2014
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Assunto: Convocação para Web Conferência do Novo
Programa APÓIA On-line
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Prezado (a) Gestor (a),
Considerando que o APÓIA – Aviso por Infrequencia de
Aluno passará a ser Online, precisamos da sua colaboração para liberar o (a)
responsável pelo registro escolar da sua escola, AE (Assistente de Educação),
para participar de Web Conferência sobre o Novo Programa APÓIA. Informações:
Evento: Web Conferência
Dia: 08/04/2014
Hora: 14 horas às 17h30
Assunto: Novo Programa on-line APÓIA
Locais da Web Conferência:
Em Joinville - EEB Dom Pio de Freitas – R: Elly
Soares, 358, Bairro Floresta - Fone: 34333074.
Em São Francisco do Sul – EEB Santa Catarina – R:
Barão do Rio Branco, 794, Bairro Centro – Fone: 34442106
Objetivo: Capacitar profissionais da educação da
rede estadual, municipal e conselho tutelar para implementação do novo
Programa on-line APÓIA.
Público Alvo: O coordenador do NEPRE; o responsável
pelo SISGESC; um representante da rede municipal de educação; um
representante do CT; um representante do ministério Público e AEs das
Unidades Escolares.
Sua escola recebeu uma vaga. Para tanto, convocamos
um AE para participar.
Dúvidas e orientações entrar em contato com o
responsável pelo NEPRE no Setor de Ensino da GERED, Prof. Jorge Schemes ou
acessar o blog do NEPRE em www.projetonepre.blogspot.com
Cordialmente,
Dalila
Leal
Inês Odorizze Ramos
Gerente de Educação Supervisora
de Educação Básica e Profissional
Jorge Schemes
Coordenador Pedagógico do NEPRE
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Atenção AEs das Unidades Escolares da GERED de Joinville, SC.
Labels:
APÓIA,
APÓIA On-Line,
CI,
Novo APÓIA
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Webconferência Sobre Novo Programa On Line do APOIA
Prezado(a) Gerente e Coordenador (a) do NEPRE,
Informamos que realizaremos uma webconferência sobre o novo programa Aviso por Infrequencia de Aluno/APOIA online. Precisamos da sua colaboração para organizar a web conferência na sua regional providenciando um ou dois local (is) e convidar o responsável pelo registro escolar da sua GERED, o coordenador do NEPRE e o responsável pelo registro escolar das unidades escolares pertencentes a esta GERED; um representante da Educação da rede municipal e um representante do Conselho Tutelar dos municípios de abrangência desta SDR.
Dia: 08/04/203
Hora: 14 horas às 17h30
Assunto: novo Programa on-line APOIA
Objetivo: capacitar profissionais da educação da rede estadual, municipal, conselho tutelar para implementação do novo Programa on-line APOIA.
Publico Alvo: O Coordenador do NEPRE e o responsável pelo SISGESC das 36 GEREDs e do IEE; um representante da Ed. da rede municipal dos municípios; um representante do Conselho Tutelar e um representante do Ministério Publicam de cada município pertencente às 36 SDRs. Totalizando aproximadamente 100 pessoas por SDR.
Palestrantes: SED: Secretario ou indicado; Coordenador do NEPRE/SED; Representante da GETIG; Ministério Público: Promotor e Coordenador do Sistema.
As informações técnicas serão encaminhadas posteriormente pela equipe da GETIG.
Qualquer informação entrar em contato pelo telefone (49) 3664 0220
Att.
Elisabete Duarte Borges Paixao
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA E PROFISSIONAL
GERENCIA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
Rua João Pinto, 111 |Sala 404 | Centro | Florianópolis | SC
CEP 88010-410 | Fone: 3664 0079
www.sed.sc.gov.br
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APÓIA
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Grupo de professores considera ECA 'excessivamente liberal'
Resultados preliminares de pesquisa da USP revelam desconhecimento do Estatuto da Criança e do Adolescente
Antigamente, as mães eram tão severas que, quando chamadas na escola para resolver um problema de má conduta do filho, começavam a bater neles, e os professores tinham que contê-las. Hoje, elas começam a bater no professor.
Essa é a “brincadeira” que muitos educadores descrevem para exemplificar as situações de indisciplina que enfrentam no ambiente escolar. E foi com esse argumento que, ao participar de uma pesquisa desenvolvida pelo Observatório de Violência e Práticas Exemplares da Universidade de São Paulo (USP), muitos disseram considerar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) "excessivamente liberal". “Os professores se viram despossuídos dos organizadores pedagógicos. Dizem que, antes, podiam advertir, reprovar, e que essa autoridade foi acabando de tal forma que se viram impotentes. E um dos primeiros bodes expiatórios encontrados foi o ECA”, avalia Sergio Kodato, professor de psicologia social da USP, coordenador do Observatório e orientador de Daniel Massayuk, líder do estudo.
Os resultados da pesquisa ainda são preliminares, mas Kodato indica que, durante as entrevistas, já foi possível perceber dois segmentos entre os educadores. O primeiro deles, que ficaria entre 60% e 65%, acredita que o estatuto é muito liberal e dá mais direitos do que deveres aos alunos. “Estes geralmente têm uma visão estigmatizada do adolescente rebelde, entendem que esse comportamento é decorrente da falta de educação em casa, defendem a redução da maioridade penal e se eximem de exercer a ação educativa na escola"rdquo;, aponta. Com isso, haveria uma criminalização dos episódios de indisciplina, que antes eram resolvidos dentro dos limites pedagógicos e agora ganhariam forma de delito, virando caso de polícia ou de Ronda Escolar. Para o docente, um dos motivos para a visão estereotipada do ECA pode ser explicado pelo desconhecimento do estatuto - em vez de usá-lo como respaldo e modelo de justiça, que delimita conflitos.
Já o outro segmento de docentes, que ficaria em aproximadamente 35% dos entrevistados, acredita que o ECA é avançado e essencial para garantir direitos à população jovem, mas que, na prática, não funciona tão bem. Para Kodato, uma das grandes diferenças nas visões dos docentes tem origem na própria formação. Professores e gestores com formação mais conservadora, com base no autoritarismo, tendem a culpar o ECA por “passar a mão na cabeça de infratores”, diferentemente daqueles que tiveram uma educação mais liberal. “O controle na escola não deve ser pelo autoritarismo, mas envolvendo o aluno com atividades desafiadoras, estimulantes. Escola é lugar de conflito, os jovens estão em idade de conflito, então o conflito é inevitável, e temos que entender isso”, opina o pesquisador. Ele ressalta, ainda, que ver o ensino com perspectiva punitiva cria um clima de hostilidade entre pais, alunos e escola.
Até o momento, foram entrevistados 20 educadores - professores, coordenadores, gestores, auxiliares de ensino, entre outros - de 10 instituições do ensino fundamental e médio das regiões de Barretos e Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. As entrevistas serão ampliadas, usando o critério de saturação de dados (quando as informações começam a se repetir) com o objetivo de entender como se construiu essa percepção do ECA e que consequências isso tem no cotidiano escolar.
ECA como aliado em sala de aula
Um dos caminhos para reverter essa percepção limitada do estatuto pode ser trazê-lo para dentro do âmbito escolar e trabalhá-lo com os próprios alunos - que, na maior parte dos casos, também desconhecem seus direitos e deveres. Foi pensando nisso que a pedagoga Patrícia Saboya, então senadora pelo estado do Ceará, elaborou a lei federal 11.525, sancionada em 2007, tornando obrigatório o ensino do ECA no ensino fundamental.
Para ela, a percepção de que o estatuto é “liberal” não está restrita aos professores, mas encontra respaldo em diversos setores da sociedade, que têm dificuldade em compreender que o estatuto estabelece direitos, mas também obrigações, e que nele constam, inclusive, as penalidades que cabem ao adolescente que comete delito. “No momento que se tem o conhecimento da lei, e o professor tem o discernimento do que ocorre em sala de aula, isso é introjetado. É mais fácil conviver com tranquilidade quando todos sabem seus direitos e deveres”, afirma.
Professora na Escola Estadual Onório Guimarães, em Uberlândia (MG), Aline Cantalogo trabalha o estatuto há cinco anos com alunos de 1º a 3º ano do ensino fundamental, e aponta que o conhecimento é útil não apenas para resolver conflitos no âmbito escolar. Segundo a docente, é visível que, ao conhecerem seus direitos, muitos estudantes percebem que eles sequer são cumpridos nas próprias famílias - esse, inclusive, foi um dos motivos que a levaram a incluir o estatuto nas aulas, quando uma estudante contou que vivenciava situações de violência em casa.
A estratégia da professora foi incluir o ECA como um conteúdo comum, atrelado a outros assuntos nas disciplinas de história e geografia. “Ele entra com um aspecto mais histórico, o que não gera conflito com as famílias, muitas vezes em situação de risco, que não se adequam muito à legislação”, explica.
Ela conta que um dos focos do aprendizado é mostrar que o ECA contempla direitos e deveres e não está contra as famílias nem contra os professores. Certa vez, uma mãe foi procurá-la, dizendo que o estatuto “era a pior coisa que já haviam inventado”. O filho mais novo precisava ir à escola, e já não havia vagas. Por isso, ela tinha medo que o Conselho Tutelar tomasse a criança dela por estar descumprindo o estatuto no que diz respeito à permanência na escola. Aline mostrou à mulher que, pelo contrário, graças ao ECA ela garantiria a vaga a seu filho: acionaram o conselho tutelar para fazer valer o direito “de igualdade de condições para o acesso e permanência na escola”, e a criança foi matriculada.
Na Escola Municipal Inspetora France Abadia Machado Santana, também em Uberlândia, Tânia Spironello usa o ECA desde os primeiros dias de aula ao montar as regras da sala com os alunos do 2º ano do ensino fundamental. “A convivência melhora muito. Eles aprendem a se respeitar, a respeitar o próximo e também que temos deveres a cumprir, não só direitos”, afirma, ressaltando que há diversas possibilidades para abordar o tema e que ele deve estar presente todos os dias.
Em 2013, as discussões sobre o ECA na turma foram embasadas por depoimentos de avós dos alunos, que relataram as punições usadas quando eram crianças, como apanhar com a palmatória na escola ou ajoelhar no milho. “Os alunos estavam muito bem informados, todos alegaram que, naquela época, ainda não haviam leis que protegiam as crianças e os adolescentes”, conta a professora.
Uberlândia tem ainda outro exemplo de uso do estatuto em sala de aula. Delize Aparecida Campos Oliveira, pedagoga na Escola Municipal Amanda Carneiro Teixeira, também elaborou uma proposta para incluir o ECA no aprendizado das crianças de 1º a 3º ano. “A ideia é trabalhar a cidadania e a capacidade crítica da criança, ver as coisas pela questão dos direitos e dos deveres. Temos várias situações de falta de limites na escola, e quando se fala em um direito, automaticamente estamos falando em um dever”, explica.
Há quatro anos, Delize criou uma situação fictícia de adoção na escola. Desde então, anualmente, ela passa nas turmas fantasiada e se apresenta como coordenadora de um orfanato, propondo que um bebê - no caso, um boneco - seja adotado. A partir daí, delibera com a turma sobre como passarão a cuidar do novo “filho”. Quando o bebê chega, há uma discussão para saber quais os direitos daquela criança, como ela deve ser tratada e quais cuidados são necessários - aí, então, é apresentado o estatuto.
Cada criança leva o boneco para casa e cuida dele por alguns dias, para depois fazer um relatório. Caso haja alguma situação negativa - o que, segundo a professora, é bastante raro -, como o “bebê” ficar sem roupas ou se a criança esquece o boneco em casa, abre-se um espaço para se discutir por que isso é errado e como seria o correto. Segundo a professora, durante o ano, o ECA é utilizado ainda para embasar diversos conteúdos, como a alfabetização, a partir do trabalho com seus artigos. [Fonte: Terra]
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ECA
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Atenção Escolas da GERED de Joinville, SC - Urgente!!!
Boa tarde
Estou repassando as escolas que faltam nos passar os dados referente as ações do Programa Saúde na Escola 2013/2014. Favor enviar os dados com urgência.
A- Avaliação oftalmológica
Necessitamos para avaliação oftalmológica apenas os alunos com alteração visual pós teste de Snellen, É necessário o número do cartão SUS do aluno, nome do aluno, sexo, data de nascimento e data de atendimento (data em que feito o exame).
1- EEB Prof Juracy Maria Brosig - Regional Jarivatuba
2- EEB Marli Maria de Souza - Regional Jarivatuba
3- EEB Plácido Xavier Vieira - Regional Floresta
4- EEB Alicia Ferreira - Regional Floresta
5- EEB Francisco Eberhardt Regional Pirabeiraba
6- EEB Guilherme Zuegue - Regional Pirabeiraba
7- EEB Prof Antonia Alpaídes dos Santos - Regional Centro
B- Avaliação antropométrica
Para avaliação antropométrica é necessário número do cartão SUS de todos os alunos da escola, nome do aluno, sexo, data de nascimento, data de atendimento, peso e altura com vírgula.
2- EEB Marli Maria de Souza - Regional Jarivatuba
3- EEB Plácido Xavier Vieira - Regional Floresta
4- EEB Alicia Ferreira - Regional Floresta
5- EEB Francisco Eberhardt Regional Pirabeiraba
6- EEB Guilherme Zuegue - Regional Pirabeiraba
7- EEB Prof Antonia Alpaídes dos Santos - Regional Centro
Favor nos enviar os dados com urgência.
Caso os dados não sejam repassados para o meu e mail, não haverá repasse financeiro ao município e não poderemos estar dispondo do recurso para melhorias nas escolas.
Caso alguma escola já tenha enviado algum dado pedido, por gentileza o envie novamente.
Att.
Lisiane Cribari
Programa Saúde na Escola - SMS
Fone: 47- 34815146
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Escolas
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Curso Saber Saúde do INCA
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Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Doenças de fácil prevenção têm relação com desenvolvimento da criança
Em outubro de 2011, o economista e filósofo Eduardo Giannetti apontava como um dos principais problemas da educação básica brasileira a má formação neurológica de crianças por causa de doenças nos primeiros anos de vida. Entre os motivos, o saneamento básico precário de várias cidades brasileiras. Segundo dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) do Ministério das Cidades, 53,8% da população brasileira não possui serviço de coleta de esgoto.
Mostra que é um equívoco investir só na escola. O segredo é a agregação de políticas públicas, de forma matricial e sistêmica. Na verdade, as políticas afetam umas às outras
Paulo Roberto Corbuccipesquisador do Ipea
Os pesquisadores do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) Paulo Roberto Corbucci e Eduardo Luis Zen publicaram, recentemente, estudo que relaciona fatores externos – entre eles o saneamento básico – com os números do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), citado por eles no material como principal indicador de desempenho do sistema educacional brasileiro.
O estudo considerou os índices de abastecimento de água, esgotamento sanitário e coleta de lixo na comparação com os resultados no Ideb. Nos três casos, observou-se redução nos índices de educação baixos (menos de quatro pontos) de acordo com o aumento da presença dos serviços nos municípios. Na tabela de esgotamento sanitário, por exemplo, a proporção de Idebs baixos e médio-inferiores (entre quatro e cinco pontos) atinge 73% do total quando a incidência do serviço foi menor que 50%.
Para Corbucci, o estudo sugere que as condições sociais têm impacto maior que a estrutura interna das escolas analisadas pela pesquisa, como presença de bibliotecas, laboratórios de informática e ciências e infraestrutura pedagógica. “Mostra que é um equívoco investir só na escola. O segredo é a agregação de políticas públicas, de forma matricial e sistêmica. Na verdade, as políticas afetam umas às outras”, diz.
A pesquisadora Anne Jardim Botelho, em sua tese de mestrado, abordou o tema utilizando dados sociais, cognitivos e de saúde de 210 crianças, com idades entre 7 e 11 anos, residentes em Americaninhas, comunidade rural de Minas Gerais. Segundo o estudo, crianças afetadas por doenças como a ascaridíase e “amarelão”, decorrentes de problemas de saneamento básico da região, apresentaram piores resultados em testes aplicados. “Essas doenças são de fácil prevenção. São contraídas pela ingestão ou penetração na pele, através do solo ou de alimentos contaminados”.
Anne explica que as doenças podem afetar a formação escolar por dois mecanismos básicos. “Há prejuízo nutricional, alguns vermes se apropriam de nutrientes, principalmente calorias, vitaminas e minerais. Pode causar, inclusive, anemia. Isso afeta a boa formação do sistema nervoso e o desempenho cognitivo”. O segundo ponto negativo seria a dificuldade de aprendizado gerada pelos sintomas. “Crianças com alta carga parasitária se sentem cansadas, apáticas, indispostas e sonolentas. Elas acabam perdendo o interesse nos processos escolares, faltam mais à aula”.
Quanto mais cedo pior
Em artigo publicado em seu site, o médico Dráuzio Varella afirma que quadros de diarreia (sintoma comum relacionado a essas doenças) frequente durante os cinco primeiros anos de vida podem privar o cérebro das calorias necessárias para o desenvolvimento pleno e comprometer para sempre o quociente intelectual (QI). De acordo com ele, 87% das calorias ingeridas por recém nascidos são utilizadas na construção do cérebro. O número decai conforme a idade: 44% aos cinco anos e 34% aos dez, por exemplo.
Citando os mesmos 87% para crianças de zero a dois anos, Giannetti afirma que essa informação deveria estar no centro do projeto de futuro do Brasil: o País não estaria sabendo resolver um problema de agenda social do século XIX e, assim, condenando parte da população brasileira ao fracasso intelectual. Anne defende investimentos na área de saneamento como uma das necessidades básicas para melhorar a educação básica, juntamente com a nutrição adequada de crianças.
Até o final de 2014, o Instituto Trata Brasil promete lançar “estudo aprofundado que relaciona problemas de saneamento básico e educação”, conforme o presidente executivo da instituição, Édison Carlos. O projeto é desenvolvido em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). [Fonte: Terra]
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Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Comunicação Interna - Vacinação Nacional HPV
COMUNICAÇÃO INTERNA CIRCULAR
Nº: 18/2014
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DATA: 28/01/14
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DE:
Diretoria de Educação Básica e Profissional – DIEB/GEREJ
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PARA:
GEREDs e IEE
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ASSUNTO: Vacinação Nacional
HPV
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Senhor(a) Gerente,
Senhor Coordenador Geral/IEE;
Senhor(a) Coordenador(a) do NEPRE,
No
Brasil, o Calendário Nacional de Vacinação está sendo ampliado com a inclusão
da vacina contra o papilomavírus (HPV), principal causador do câncer de colo de útero. A vacina será distribuída
gratuitamente pelo SUS, para atender às adolescentes do sexo feminino, de acordo com o cronograma e
idade determinada pelo Ministério da Saúde: 1ª Dose: em março de 2014,
prioritariamente para as meninas da faixa etária de 11, 12 e 13 anos, 11 meses
e 29 dias de idade. Para as meninas da
população indígena, no ano de 2014, na faixa etária de 9 a 13 anos.
O
procedimento da 1ª Dose será, prioritariamente,
nas escolas. Também estará disponível nas unidades de saúde. Mas, para garantir
ampla cobertura, com apoio da educação, a 1ª Dose será nas unidades escolares. A
partir da 2ª Dose, será nas unidades
de saúde, em setembro de 2014, conforme documento que segue anexo, intitulado Recado aos Pais (Agendamento da 2ª Dose
da vacinação contra o HPV), que receberão no dia da vacinação da 1ª Dose.
Neste processo, compete à escola o apoio: trabalhar
a temática no âmbito pedagógico e
relacionar, de acordo com a definição de idade, as meninas matriculadas a serem
vacinadas (planilha anexa). Essa planilha deverá ser entregue para as equipes
de vacinação do município, quando do contato dessas com as escolas.
Quanto aos procedimentos da vacinação, competem
as unidades de saúde: entrar em contato com as unidades escolares para agendamento
e organização do dia; a aplicação; fornecer todas as orientações e se
responsabilizar aos possíveis efeitos pertinentes pós-procedimento.
Para
esclarecimentos, seguem os documentos:
· INFORMATIVO SOBRE A VACINA CONTRA O
PAPILOMAVIRUS HUMANO (HPV) DA ATENÇÃO BÁSICA (encaminhado pela Diretoria
de Vigilância Epidemiológica);
· TERMO
DE RECUSA DE VACINAÇÃO CONTRA HPV (encaminhado pela Diretoria de Vigilância
Epidemiológica);
·
GUIA
PRÁTICO HPV/Perguntas e Respostas Guia Prático HPV (Ministério da Saúde) - Clique no link para Abrir o Documento em pdf
Portanto,
a DIEB solicita aos gestores, Coordenadores dos NEPREs e professores da rede
pública estadual que seja prestada especial atenção às orientações e ao
cumprimento da Campanha, envolvendo todos os funcionários, professores, pais e
alunos da rede pública estadual de ensino. Para trabalhar, no âmbito pedagógico,
seguem algumas sugestões.
Atenciosamente,
Marilene da Silva
Pacheco Elisabete Duarte Borges
Paixão
Diretora Gerente
ORIENTAÇÕES
PEDAGÓGICAS SOBRE A CAMPANHA DE VACINAÇAO CONTRA O PAPILOMAVÍRUS HUMANO (HPV)
na EDUCAÇÃO BÁSICA
Não se
tratando de mais uma tarefa para a escola, estas demandas sociais apresentam-se
como assuntos que devem ser aproveitados pelos professores para inserir os
temas “saúde e sexualidade”, na prática pedagógica. A inserção destas
temáticas nos currículos da Educação Básica estão pautadas na Resolução nº 7,
que fixa as diretrizes curriculares nacionais para o Ensino Fundamental de 9
anos, no artigo 16, estabelece temáticas transversais obrigatórias a trabalhar
no EF, dentre elas está o tema SAÚDE. Também a Proposta Curricular do
estado de Santa Catarina: Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio
(Temas Multidisciplinares, 1998) traz uma abordagem sobre a temática da Sexualidade,
oferecendo aos educadores da rede pública estadual um referencial para que
desenvolvam ações educativas sistemáticas sobre esta temática.
A escolha da faixa etária do público-alvo
justifica-se pelo maior potencial de produção de anticorpos contra o vírus por
organismos ainda jovens. Outro motivo é atingir quem ainda não iniciou a vida
sexual e fazer da campanha o primeiro passo de conscientização, orientação e
proteção a futuras mulheres e consequentemente também homens.
Com o objetivo de contribuir para a abordagem
da temática na prática pedagógica,
seguem algumas orientações e sugestões de ações:
·
No
início das aulas em fevereiro: fundamentalmente, sensibilização e
comprometimento no âmbito da escola envolvendo todos os professores, profissionais
da educação informando e esclarecendo sobre esta vacinação.
·
Neste debate apresentar os documentos INFORME SOBRE A
VACINA CONTRA O PAPILOMAVIRUS HUMANO (HPV) NA ATENÇAO BASICA (encaminhado pela Diretoria de
Vigilância Epidemiológica); TERMO DE
RECUSA DE VACINAÇÃO CONTRA HPV (encaminhado pela Diretoria de Vigilância
Epidemiológica); GUIA PRÁTICO
HPV/Perguntas e Respostas (Ministério da Saúde).
·
Organizar a prática pedagógica com metodologias adequadas para
abordar a vacina
contra o papilomavírus humano (hpv), nas diferentes áreas de conhecimentos, por
meio de informações, pesquisas e conhecimentos com ênfase para doenças sexualmente transmissíveis, comportamentos de risco, a complexidade da gravidez
na adolescência, métodos contraceptivos. Também,
ALERTAR que a vacina é somente para a imunização do vírus HPV, não imune outros
vírus sexualmente transmissíveis, a exemplo do HIV/AIDS. Estas temáticas não
devem ser trabalhadas, não só em caráter informativo, mas como intervenção no
interior da escola com o desenvolvimento de uma ação crítica reflexiva e
educativa, com orientações de prevenção e, sobretudo promoção de valores no
público feminino pré-adolescente. Para esta ação importante criar um ambiente
de diálogo, de afetividade e de confiança para que os adolescentes, sobretudo,
as adolescentes expressem seus sentimentos; promover debates e orientar os
adolescentes a perceberam ocorrências que os envolvam em situações de risco e
esteja formados para tomar atitudes saudáveis.
- Conscientizar e sensibilizar as famílias pais e responsáveis para firmar parcerias no acompanhamento e na orientação sobre comportamento sexual de crianças e adolescentes. Apresentar aos mesmos os materiais sobre a vacinação enfatizando a importância da vacina neste público alvo e da abordagem que se fará pedagogicamente. Nesse sentido, orientar os pais sobre a importância do papel da família na educação dos filhos, com a transmissão de valores humanos para o cuidado da vida. Informa-lhes sobre o TERMO DE RECUSA DE VACINAÇÃO CONTRA HPV (encaminhado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica). Nesta ação trabalhar em articulação com os profissionais da área da saúde.
- Como sugestão, estamos encaminhando alguns slides que poderão ser utilizados junto aos pais/professores nas atividades de esclarecimento sobre a vacinação. (elaborado pela Divisão de Imunização da Secretaria Estadual de Saúde). Clique no link para acessar!
Para saber
mais sobre a temática Sexualidade e Saúde, seguem sugestões de referências
bibliográficas:
PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA/PSE. Ministério da Educação/MEC. www.mec.gov.br
BOECHAT FILHO, Carlos; CASTRO Heloisa. Sexo sem segredos. Rio de Janeiro: Bloch, 1996.
ESTADO DE SANTA CATARINA. Proposta Curricular do Estado
de Santa Catarina: Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio
(Temas Multidisciplinares, 1998)
BRITZMANN, Deborah. Curiosidade, sexualidade e currículo.
In: O corpo educado – pedagogias da
sexualidade. LOURO, Guacira Lopes (Org). Belo Horizonte: Autêntica, p.85-111, 2000.
CANDIA, Caterina Marassi; BOTELLA, Marcedes Palop; LOPEZOSA, Pilar
Millagón e MORFA, José R. Díaz. Minha
primeira coleção de iniciação sexual e afetiva. São Paulo: Impala Brasil
Editores, 1996.
CIÊNCIA HOJE NA ESCOLA. Sexualidade:
corpo, desejo e cultura. São Paulo: Global: SBPC, 2001.
EPSTEIN, Debbie; JOHNSON, Richard. Sexualidades e instituición
escolar. Madrid/Espanha:
Ediociones Morata, 2000.
FIGUEIRÓ,
Mary Neide Damico. Educação sexual: retomando
uma proposta, um desafio. 2. ed. Londrina: UEL, 2001.
FOUCAULT, Michel. História
da sexualidade: a vontade de saber. 11. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1993.
FURLANI, Jimena. Educação Sexual: possibilidades didáticas.
In: LOURO, G.L., NECKEL, J.F. & GOELLNER, S.V.
(Orgs). Corpo, gênero e sexualidade: um debate contemporâneo na
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___. Gêneros e sexualidades: políticas identitárias na educação sexual.
In: GROSSI, Miriam Pillar; BECKER, Simone; LOSSO, Juliana
C. M.; PORTO, Rozeli M. e MULLER, Rita de C. F. (orgs.). Movimentos
sociais, educação e sexualidade. Rio de Janeiro: Garamond, 2005.
Coleção Sexualidade, Gênero e Sociedade.
___. Mitos e tabus da sexualidade humana: subsídios ao trabalho em educação sexual. 2. ed. Belo Horizonte:
Autêntica, 2003.
___. O bicho vai
pegar! Um olhar pós-estruturalista à educação sexual a partir de livros
paradidáticos infantis. 2005. [Tese
de Doutorado] Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Programa de
Pós-Graduação em Educação. Porto Alegre: PPG
Edu/UFRGS. 2005.
___. Subsídios à educação sexual a partir de estudo na
internet. In: MEYER, Dagmar; SOARES, Rosangela (Orgs.). Corpo, gênero e sexualidade. Porto Alegre: Mediação, 2004.
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Educação sexual na escola: equidade de gênero, livre orientação sexual e igualdade
étnico-racial numa proposta de respeito às diferenças. Florianópolis: UDESC, 2008
GHERPELLI, Maria Helena Brandão Vilela. Diferente, mas não desigual: a
sexualidade no deficiente mental. São
Paulo: Gente, 1995.
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Florianópolis, 13 de fevereiro de 2014
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HPV,
Prevenção
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
CURSO DE PREVENÇÃO ÀS DROGAS PELA UFSC
Estão abertas inscrições para 40.000 vagas da sexta edição do CURSO DE PREVENÇÃO DOS PROBLEMAS RELACIONADOS AO USO DE DROGAS: CAPACITAÇÃO PARA CONSELHEIROS E LIDERANÇAS COMUNITÁRIAS.
Se você já se inscreveu, solicitamos que indique para seus colegas.
CURSO
Se você já se inscreveu, solicitamos que indique para seus colegas.
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Curso: Prevenção do Uso de Drogas Para Educadores
Segue informações sobre o Curso de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores das Escolas Públicas.
Prezado (a) Senhor (a),
A questão do uso de drogas é uma das mais importantes problemáticas da contemporaneidade, com impactos em várias áreas da vida social, inclusive no cotidiano das escolas e nos processos educacionais.
Por isso, viemos divulgar e pedir o seu apoio na divulgação do curso de extensão - Prevenção do uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas, dirigido para as escolas que estão sob sua diligência. Este curso é promovido já há alguns anos pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça - SENAD/MJ em parceria com a Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação - SEB/MEC, e será realizado, a partir de 2014, pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC para os estados do sul do Brasil.
INFORMES:
Curso: Prevenção do uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas (Edição 2014)
Será realizado na modalidade a distância (EaD – Educação a Distância).
Objetivo: Formar profissionais das Escolas Públicas para atuarem coletivamente na prevenção do uso de drogas no âmbito escolar.
Inscrições: 16 de dezembro de 2013 à 14 de fevereiro de 2014.
Critérios de Inscrição: 1) Ser servidor de Escola Pública Estadual e/ou Municipal dos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul;
2) Participação de grupos de 03 a 10 educadores por escola.
Início do Curso: 17 de março de 2014.
Duração: 08 (oito) meses.
Carga Horária: 180 horas.
Contamos com seu apoio para multiplicar as informações sobre o referido curso e estamos à disposição para esclarecer eventuais dúvidas.
Atenciosamente,
Profa. Dra. Daniela Ribeiro Schneider
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Profa. Dra. Roseli Zen Cerny
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Coordenadora do Curso de Prevenção do uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas - PR, SC e RS
UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina
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Coordenadora do NUTE - Núcleo de Multiprojetos de
Tecnologia Educacional
UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina
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Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Novas drogas podem apodrecer músculos, provocar infarto e levar à morte
Nos últimos tempos, novas drogas começaram a surgir entre os dependentes químicos, como é o caso do Krokodil, metadona, PMA (parametoxianfetamina), oxi (variante da cocaína) e a metanfetamina. Algumas delas, feitas caseiramente, são extremamente perigosas, pois além de deixar sequelas graves no corpo, podem levar à morte em pouco tempo. Veja o que é cada uma e quais consequências elas trazem ao organismo. [Fonte R7]
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
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- Declaração Universal dos Direitos Humanos
- Direitos Humanos - Protagonismo Juvenil
- Inteligência Emocional
- Indisciplina, Bullying, Ato Infracional e Mediação de Conflitos na Escola e o ECA
- Jovens, Violência e Escola
- Mapa da Violência na Escola - Crianças e Adolescentes do Brasil
- Pesquisa Sobre Bullying
- Política de Educação, Prevenção, Atenção e Atendimento às Violências na Escola
- O Rosto Como Encarnação da Ética
- Recomendação do MP de SC
- Teoria da Atividade
Atividades Sobre o ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente:
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