Projeto de lei combate criminalização e dá novo nome ao bullying

Evitar “tanto quanto possível” a punição dos agressores é a meta do Projeto de Lei (PL) nº 5.369. O texto também propõe a substituição do termo bullying por "intimidação sistemática", a fim de fugir do estrangeirismo.
De acordo com o deputado federal Vieira da Cunha (PDT-RS), autor do Programa de Combate à Intimidação Sistemática, o objetivo é “prevenir e conscientizar”. “Já existem órgãos que punem penalmente os responsáveis por essas ações, quando necessário”, defende, fazendo referência ao Código Penal, que contempla casos em que o envolvido é maior de 18 anos, e ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), para os menores de idade. Aguardando apreciação no Senado, o PL foi aprovado no final de junho, mas contém pontos polêmicos.
O foco do programa é a prevenção. No entanto, ao evitar punições aos envolvidos em casos de bullying, ele vai contra o Projeto de Lei do Senado nº 236, que prevê a reformulação do Código Penal. Segundo esse documento, que trata bullying como “intimidação vexatória”, a pena para essas ações varia entre um e quatro anos de prisão.
Mas a criminalização não agrada especialistas. Para a juíza Márcia Kern Papeleo, é importante lembrar que os casos de bullying são, normalmente, praticados por crianças e adolescentes. A indicação é evitar penalizações criminais. “Primeiro é preciso tentar restaurar a relação, reunir as partes envolvidas e dialogar”, ensina. Em 2007, quando o termo bullying ainda era novidade, Márcia relata que trabalhou em um caso no qual os pais de um aluno que sofria perseguição moral processaram os pais dos colegas que praticavam as agressões. Foi com muito esforço, revela, que conseguiu se chegar a um acordo entre as partes: “Trabalhei o tempo todo ressaltando que o dano maior ficava com as crianças envolvidas”.
A atitude dos pais é determinante, ressalta a psicóloga psicodramatista Cecília Zylberstajn: “É muito importante o diálogo e o envolvimento das famílias. É preciso evitar que um culpe o outro”. Os pais também precisam estar atentos a mudanças bruscas de comportamento, como oscilações de humor e perda de sono. “Isso pode indicar que a criança está enfrentando problemas”, explica Cecília.
O bullying não se combate apenas com ações da escola, ele é um reflexo da sociedade, do que a criança presencia em casa e na rua
Cecília Zylberstajnpsicóloga
A grande questão não é a punição, mas sim o que vem no lugar dela, afirma Cecília. “É um tema difícil, pois a criança agressora normalmente é vítima de agressão também. O bullying não se combate apenas com ações da escola, ele é um reflexo da sociedade, do que a criança presencia em casa e na rua”, diz. Segundo a especialista, o jovem agredido pode se tornar mais violento: “Quem apanha vai querer bater no mais fraco, criando um ciclo de violência”.
A psicóloga Maria Tereza Maldonado defende que o trabalho deve ser focado nas redes de relacionamento - agressor, agredido e testemunhas -, buscando dar um fim a esse movimento cíclico de agressão, segundo o qual “quem pratica bullying normalmente já sofreu; quem sofre poderá vir a fazer; e quem presencia pode vir a imitar”. Por isso, é importante a conscientização. “Se for entendido que o bullying não é uma brincadeira, quem testemunha uma agressão pode ter um papel ativo, ser um inibidor”, esclarece Maria.
Autora dos livros Bullying e cyberbullying - o que fazemos com o que fazem conosco? eA face oculta - uma história de bullying e cyberbullying, Maria vê nas ações socioeducativas a saída para o problema. “Os agressores normalmente são pessoas capacitadas para liderar, são influentes. Quem pratica algum ato de cyberbullying possui competência na área digital. O que é preciso é direcionar essas habilidades para que trabalhem para o bem”, defende.
PL enquadra abuso sexual como um possível caso de bullying
Outro ponto do texto aprovado pelos deputados que levanta polêmica é o enquadramento de abuso sexual como um possível caso de bullying. Para Vieira da Cunha, isso não significa um abrandamento da lei. “É preciso que se avalie caso a caso, depende do ato concreto. Para crimes sexuais, já existe legislação”, aponta. “Muitas correntes defendem a criminalização, mas é preciso lembrar que os envolvidos são em sua maioria menores de idade”, diz o deputado.
Quem pratica bullying normalmente já sofreu; quem sofre poderá vir a fazer; e quem presencia pode vir a imitar
Maria Tereza Maldonadopsicóloga
Hoje, o menor de idade é punido de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente. Mesmo que aprovado, o PL não irá se sobrepor ao ECA ou ao Código Penal. A juíza Márcia Kern aponta que é preciso saber a dimensão do abuso para saber como enquadrá-lo. “Casos graves já têm punição prevista em lei”, destaca.
O PL é o primeiro em âmbito federal a regular o tema do bullying - tratado como “intimidação sistemática”. Alguns estados já possuem legislação própria sobre o assunto. Santa Catarina, por exemplo, criou seu programa de combate ao bullying em 2009. Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul são exemplos de outros estados que possuem leis sobre o assunto. Todos os programas atuam no mesmo sentido de aproximar escolas, famílias e alunos pela prevenção dos atos e, por meio de medidas educativas, evitar as agressões sistemáticas.[Fonte: Terra]

Concursos Nacionais da SENAD


Prezado (a) Senhor (a),

A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas – Senad, do Ministério da Justiça, está com inscrições abertas, até 10 de julho, para cinco concursos nacionais. Pedimos a colaboração de divulgar na sua região.

Para mais informações, por favor, clique nas imagens abaixo ou acesse: www.obid.senad.gov.br

Att,
Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas – SENAD/ Ministério da Justiça-MJ


Cyberbullying aumenta entre os estudantes do ensino médio nos EUA


Em cada 30 estudantes de ensino médio nos Estados Unidos, cinco foram vítimas de cyberbullying nos últimos anos. É o que mostra uma pesquisa realizada em 2011 com 15,425 alunos de escolas públicas e privadas e apresentada no domingo em Washington, DC. Os resultados também apontam que 10 desses estudantes gastam mais de três horas jogando videogames ou utilizando o computador para outras funções que não estudar em dias escolares. A pesquisa foi apresentada no encontro anual da Pediatric Academic Societies (PAS).
"O bullying eletrônico em estudantes do ensino médio ameaça a autoestima, o bem-estar emocional e a posição social da juventude em um estágio muito vulnerável de seu desenvolvimento", afirmou o autor do estudo, Andrew Adesman. "Apesar de os adolescentes geralmente aceitarem estar conectados à web e entre si a todo momento, precisamos reconhecer que essas novas tecnologias carregam consigo o potencial de traumatizar os jovens de novas e diferentes maneiras."
O estudo contou com adesão de 87% dos estudantes e 81% das escolas pesquisados. Essa é a primeira vez que o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos - responsável pela pesquisa a nível nacional a cada dois anos - pergunta aos estudantes se eles foram vítima de cyberbullying nos últimos 12 meses, através de meios eletrônicos como mensagens, chat, sites, e-mail e SMS. [Fonte: Terra]
RESULTADOS
Um em cada seis estudantes do ensino médio (16,2%) relataram ter sofrido bullying eletrônico nos últimos 12 meses
Garotas tem quase duas vezes mais chance de relatarem ter sido vítimas de cyberbullying que os garotos (22,1% x 10,8%)
Brancos relataram ter sofrido cyberbullying com mais que o dobro da frequência de negros

Senado torna crime venda de bebida alcoólica a menor


A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira, 17, projeto que torna crime a venda ou fornecimento gratuito de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos. A proposta, que já passou por outras comissões do Senado e agora segue para a Câmara dos Deputados, prevê punição com reclusão de dois a quatro anos em casos de flagrante. Estabelecimentos comerciais ficam sujeitos a multa que pode chegar a até R$ 10 mil.
Ao justificar o projeto, o autor, o senador Humberto Costa (PT-PE), afirmou que a iniciativa irá resolver "controvérsia jurídica acerca de qual procedimento aplicar nos casos de venda de bebida alcoólica a criança ou adolescente: se o ato deve ser tratado como contravenção ou como crime". De acordo com o projeto, as punições serão acrescidas em dois artigos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
O projeto inicial previa pena de três a seis anos de prisão para quem fosse flagrado vendendo ou fornecendo bebida a menores. A multa da proposta original fixava um valor de R$ 30 mil a até R$ 100 mil. Quando passou pela Comissão de Direitos Humanos (CDH), porém, as punições foram abrandadas.
Segundo destacou o relator, senador Benedito de Lira (PP-AL), as medidas inicialmente propostas eram muito rigorosas comparadas às estabelecidas pelo ECA para condutas mais graves como, "a título de exemplo, a venda de bebida alcoólica seria punida mais severamente do que a venda de produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica." [Fonte: Estadão]

Ministério cancela distribuição de kits sobre educação sexual nas escolas


As histórias em quadrinhos foram elaboradas no governo Lula para auxiliar professores em salas de aula

 
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, cancelou a distribuição de kits que abordam sobre temas relacionados à educação sexual em escolas do País. Treze secretarias estaduais do Norte e Nordeste, contudo, chegaram a receber o kit que ainda não havia sido distribuído nas escolas.  O ministério informou que o material será recolhido, pois não passou por avaliação do atual conselho editorial da pasta e de uma comissão do MEC. As informações são do Jornal Folha de S. Paulo.
As histórias em quadrinhos foram elaboradas no governo Lula para auxiliar professores em salas de aula. Produzido em 2010 pelos ministérios da Saúde e da Educação, com o apoio da Unesco e de desenhistas renomados como Eddy Barrows (Lanterna Verde e Superman), o material trata de assuntos como adolescência, direitos sexuais, aids e homossexualidade. [Fonte: Terra]

Programa Saúde na Escola 2013 - Clique na Imagem!


A prevenção da obesidade e o cuidado com a saúde ocular são os focos da Semana de Mobilização Saúde na Escola 2013. O slogan deste ano da campanha é “A Saúde e a Educação Juntas no Mesmo Ritmo”. A estratégia faz parte do Programa Saúde na Escola (PSE).

ABGLT denuncia apostila de escola do CE por conteúdo homofóbico



O material foi distibuído a alunos do terceiro ano do ensino médio
Foto: Reprodução



Uma apostila de física distribuída a alunos do terceiro ano do ensino médio do colégio Farias Brito, de Fortaleza (CE), levou a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT)  a encaminhar uma denúncia ao Ministério Público do Ceará e ao Ministério da Educação (MEC) por homofobia. Em uma ilustração sobre o princípio da repulsão, a apostila apresenta dois meninos com setas em sentidos opostos e duas meninas na mesma situação, indicando que apenas menino e menina podem estar próximos.
A entidade disse que recebeu a reclamação sobre o material por um aluno da escola. Ele teria percebido o cunho homofóbico da ilustração durante uma aula de física sobre prótons e elétrons no dia 14 de fevereiro. "O menino disse que a ilustração foi motivo de piada na sala de aula entre os professores e estudantes. Ele nos encaminhou um e-mail dizendo que tinha lavado a alma com a denúncia", afirmou Toni Reis, presidente da ABGLT.
Queremos que essa cartilha seja revista, que coloque exemplos que não incentivem o preconceito e a discriminação dentro da escola - Toni ReisPresidente da ABGLT

Segundo Reis, a entidade espera que o MP tome providências para que o material seja retirado de circulação. "Falamos com o MEC também. Queremos que essa cartilha seja revista, que coloque exemplos que não incentivem o preconceito e a discriminação dentro da escola", disse.
O diretor-superintendente da Organização Farias Brito, Tales Cavalcante, negou que o material tenha caráter homofóbico. "A ilustração apresenta crianças com mais ou menos dois anos. Nesta idade não tem o menor sentido admitir que elas vão cogitar pensar em homossexualismo. É apenas um recurso didático que o professor utilizou para explicar as cargas diferentes se atraindo", justificou. Ele ainda afirmou que a escola não identificou o aluno que fez a denúncia e chegou a cogitar que tenha sido uma ação de colégios concorrêntes.
"Quando há alguma reclamação, os alunos procuram os professores, coordenadores. Mas não houve nada nesse sentido, o que significa que pode ser mais uma vez um concorrente pelo ato de o Farias Brito ser uma das melhores escolas do Brasil", disse ao citar o elevado número de alunos aprovados no vestibular do Instituto da Aeronáutica (ITA), o mais difícil do Brasil. [Fonte: Terra]

Bullying não deve ser tipificado como crime, defendem organizações


A proposta do novo Código Penal de tipificar como crime a prática de bullying recebeu críticas de organizações da área da criança e do adolescente. "Isso é criminalizar a adolescência", disse a assessora de Políticas Públicas da Fundação Abrinq, Katerina Volcov. As organizações defendem que a proposta seja retirada do texto do novo Código Penal. "A gente acredita que o bullying tem que ser tratado de forma pedagógica, dentro do espaço escolar", completou Volcov.
De acordo com a Pesquisa Nacional da Saúde do Escolar (Pense), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 21% dos casos de bullying ocorrem nas salas de aula, mesmo com os professores presentes. Classificado como "intimidação vexatória" pela proposta do novo Código Penal, o bullying - ato de agredir fisicamente ou verbalmente algum menor de idade, de forma intencional e continuada - poderá ser considerado infração se for praticado por adolescentes.
O autor da prática, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, receberá medidas socioeducativas, como prestação de serviços, acompanhamento e internação e poderá resultar em até quatro anos de prisão quando o autor for maior de idade.
Além da proposta do novo Código Penal, as organizações analisaram 375 projetos em tramitação na Câmara e no Senado que tratam de temas envolvendo o público infantojuvenil. Entre os temas considerados prioritários estão a restrição de propaganda para crianças, o debate sobre a internação compulsória de crianças e adolescentes usuários de drogas a redução da maioridade penal.
A adolescente Isabella Coelho Araújo, integrante do projeto Onda: Adolescentes em Movimento pelos Direitos disse ser contra a redução e defendeu a melhoria nas medidas socioeducativas. "O caminho é a gente investir em medidas para recuperar esses jovens."
As organizações não governamentais defendem ainda a aprovação do Plano Nacional de Educação. Atualmente o projeto encontra-se no Senado. Após a aprovação na Casa, será encaminhado novamente à Câmara. A expectativa é que seja aprovado ainda em 2013. O plano, encaminhado ao Congresso em dezembro de 2010, contém as metas para os próximos dez anos na educação.
"O objetivo é construir uma agenda de prioridades para os temas relacionados a crianças e adolescentes que estão no Congresso", disse a assessora política do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), Cléo Manhas. As organizações consideram necessário mobilizar a sociedade e o Parlamento para questões considerados sensíveis. "Queremos realizar audiências públicas para debater este e outros temas, vamos fazer também uma carta pública e um abaixo-assinado virtual para pedir a retirada do bulliyng do Código Penal. Estamos sendo proativos", acrescentou Manhas.[Fonte: Terra]

Semana Saúde na Escola: 11 de Março a 15 de Março de 2013 - Informações e Subsídios



















Abaixo Segue CI Sobre a Semana Saúde na Escola:

De: Setor de Ensino - GERED
Data:28/02/2013
Para: Diretores (as) das Unidades Escolares Participantes do PSE/SPE
Assunto: Semana Saúde na Escola

Prezado Gestor ,


Sua escola participa das ações do PSE e Informamos que o Ministério da Saúde e o Ministério da Educação lançam a Semana de Mobilização da Saúde na Escola, que acontecerá nos dias 11 a 15 de março, e deverão ser desenvolvidas as seguintes ações:


Essenciais:
- Avaliação antropométrica
- Avaliação oftalmológica (teste de Snellen)
- Saúde e prevenção nas Escolas (SPE): prevenção ao uso de álcool e tabaco e outras drogas



Optativas:
- Ações de segurança alimentar e promoção da alimentação saudável
- Saúde e prevenção nas Escolas (SPE): educação para a saúde sexual, saúde reprodutiva e prevenção das DST/AIDS
- Promoção da cultura de paz
- Promoção das práticas corporais e atividade física e lazer nas escolas


Deverá ser feito um registro das atividades, informando o número de alunos envolvidos, em arquivo digitalizado e entregue na GERED até o dia 20 de março de 2013, para inserção de dados no PSE e para publicação em www.projetonepre.blogspot.com

Dúvidas e orientações com o responsável pelo PSE/SPE/NEPRE, Jorge Schemes, no Setor de Ensino da GERED.

Cordialmente,

Jorge Schemes

Coordenador Pedagógico do NEPRE


- Guia de Sugestões de Atividades Semana Saúde na Escola: participação juvenil/infantil (2013)
Vida Nota 10: Almanaque para crianças de 10 a 14 anos (2013)
Vida Nota 10: Gibi para crianças de 5 a 9 anos (2013)
HQ Saúde e Prevenção nas Escolas: Um guia para utilização em sala de aula (2010)
HQ Saúde e Prevenção nas Escolas: Perguntas e respostas partes 1 e 2 (2010)
HQ Saúde e Prevenção nas Escolas: Todas as Claudinhas do mundo e DR... o quê? (2010)
HQ Saúde e Prevenção nas Escolas: A vida como está e as coisas como são e vamos conversar? (2010)
HQ Saúde e Prevenção nas Escolas: Ficar ou não ficar? partes 1 e 2 (2010)
HQ Saúde e Prevenção nas Escolas: Balada (2010)
HQ Saúde e Prevenção nas Escolas: Cena de cinema e perguntas e respostas parte 3 (2010)
Protocolos do Sistema de Vigilãncia Alimentar e Nutricional - SISVAN (2008)
As escolas participantes do PSE/SPE e que devem desenvolver ações são:

1. EEB. Juraci M. Brosig
2. EEB. Marli Maria de Souza
3. EEB. Plácido Xavier Vieira
4. EEB. Prof. Alicia Bittencourt Ferreira
5. EEB. Vereador Guilherme Zueg
6. EEB. Francisco Eberhardt
7. EEB. Profª Nair da Silva Pinheiro
8. EEB. Prof. Antônio Alpaídes Cardoso dos Santos


EEB Alícia Bittencourt Ferreira - Atividade de Prevenção Sobre Obesidade









ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
E. E B. PROFESSORA  ALÍCIA BITTENCOURT FERREIRA
CÓDIGO 754000214230 - FONE 3463-0231
RUA CIDADE DE PILÕES SN
BAIRRO: SANTA CATARINA (PROFIPO)
JOINVILLE - SANTA CATARINA


AÇÃO 1 ATIVIDADES EDUCATIVAS SOBRE ALIMENTAÇÃO E MODOS DE VIDA SAUDÁVEL:

Neste ano de 2012, o PROJETO MAIS EDUCAÇÃO trabalha com o tema “VIDA SAUDÁVEL” onde através de pesquisas, debates e atividades práticas trabalharemos diversos temas relacionados a alimentação, o cuidado com o meio ambiente e tantas outras questões para conscientizá-los de como viver melhor, com saúde e de maneira sustentável.


"VIDA SAUDÁVEL" é o tema geral que envolve todos no Projeto Mais Educação deste ano e não poderíamos começar por outro assunto que não fosse ALIMENTAÇÃO. Link da Escola: VIDA SAUDÁVEL


Todos nós sabemos que a alimentação é a base para uma saúde melhor, mas vai convencer esta turminha a trocar seus biscoitos, sorvetes, coxinhas por um prato bem colorido com arroz, feijão e salada?

Fácil? Não. Nada fácil! Mas comparando do começo do projeto até agora, evoluímos bastante, viu?

No começo, o momento do almoço era bastante complicado: correria, barulho, gritaria, briga, batidas na mesa, muita sobra de comida, mesa suja, suco derramado por toda parte... nossa! o caos. Porém hoje podemos dizer que melhoramos muito.
Adotamos algumas medidas que funcionaram bem como marcar lugar a mesa utilizando o critério da ordem alfabética que separaram os grupos do "barulho" e que, ao mesmo tempo, fez a socialização entre pessoas que mal se conheciam. Vídeos, filmes e muita, muita conversa criou uma consciência sobre a importância de não se jogar comida no lixo, isso fez com que cada um se preocupasse um pouco mais em colocar no prato a sua quantidade suficiente. A salada, bem, este foi um drama a parte!
Não vamos dizer que conseguimos fazê-los comer todos os tipos de hortaliças e que a quantidade é adequada, não vamos mentir, mas podemos dizer que aos poucos está melhorando. Crianças que nunca haviam experimentado uma alface, hoje, já come mesmo que seja uma folhinha. O tomate e a salada de repolho já não sobram mais. Isto tudo graças ao projeto da HORTA.

Primeiro mostramos documentários sobre a importância das frutas e verduras na nossa alimentação e o perigo do consumo exagerado das gorduras. Em seguida, a professora de letramento fez pesquisas na sala informatizada sobre as propriedades das verduras que são mais consumidas no dia a dia, ao mesmo tempo que, em matemática mediam o terreno para produzirem eles mesmos suas próprias hortaliças.


E juntamente com o professor de educação física que ajudou no aquecimento e na atividade de limpeza do terreno, foi criada a sementeira para nossas primeiras plantinhas.


REALIZE UMA CAPACITAÇÃO, PALESTRA OU OFICINA SOBRE INDISCIPLINA, BULLYING E ATO INFRACIONAL:

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