Comunicado FNDE

Recomendações gerais de prevenção ao novo Coronavírus (COVID19).

 

1. Com cordiais cumprimentos, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) compartilha com os(as) senhores(as), a seguir, importantes informações e recomendações do Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Saúde, sobre o novo Coronavírus (COVID19).

2. O novo Coronavírus (COVID19) é um agente relacionado a infecções respiratórias, que podem apresentar-se com um quadro semelhante às demais síndromes gripais. Sua transmissão, com base no conhecimento científico adquirido até o presente momento, ocorre através da entrada no trato respiratório, pelo contato com gotículas de secreções (muco nasal, por exemplo). Isso pode acontecer por meio do contato direto com as secreções da pessoa infectada, pela tosse ou espirro, ou de forma indireta, pelo contato com superfícies contaminadas, levando-se as partículas ao nariz ou à boca através das mãos.

3. Para prevenir a transmissão, recomenda-se a adoção de algumas medidas comportamentais, tendo em vista que as instituições educacionais são ambientes fechados, com grande número de pessoas e com a realização frequente de atividades coletivas.

4. Assim, o Ministério da Saúde, por intermédio da Secretaria de Vigilância em Saúde, expediu recomendação ao Ministério da Educação para que promova as seguintes ações junto às instituições de ensino:

  • Promover atividades educativas sobre higiene das mãos e etiqueta respiratória (conjunto de medidas comportamentais que devem ser tomadas ao tossir ou espirrar);
  • Estimular a higienização das mãos com água e sabonete líquido e/ou preparações alcoólicas, provendo, conforme as possibilidades, lavatório/pia com dispensador de sabonete líquido, suporte com papel toalha, lixeira com tampa com acionamento por pedal e dispensadores com preparações alcoólicas para as mãos (álcool em gel), em pontos de maior circulação, tais como: recepção, corredores de acesso às salas de aula e refeitório;
  • Estimular o uso de lenços de papel, bem como seu descarte adequado;
  • Realizar a limpeza e desinfecção das superfícies das salas de aula e demais espaços (cadeiras, mesas, aparelhos, bebedouros e equipamentos) após o uso. Preconiza-se a limpeza das superfícies com detergente neutro, seguida de desinfecção (álcool 70% ou hipoclorito de sódio);
  • Evitar compartilhamento de copos/vasilhas;
  • Estimular o uso de recipientes individuais para o consumo de água, evitando o contato direto da boca com as torneiras dos bebedouros;
  • Manter os ambientes arejados por ventilação natural (portas e janelas abertas);
  • Evitar atividades que envolvam grandes aglomerações em ambientes fechados, durante o período de circulação dos agentes causadores de síndromes gripais, como o novo coronavírus (COVID19);
  • Manter a atenção para indivíduos (docentes, discentes e demais profissionais) que apresentem febre e sintomas respiratórios (tosse, coriza, etc.). Orientar a procura por atendimento em serviço de saúde e, conforme recomendação médica, manter afastamento das atividades;
  • Comunicar às autoridades sanitárias a ocorrência de suspeita de caso(s) de infecção humana pelo novo coronavírus (COVID19).

5. Como parte da campanha de prevenção ao novo Coronavírus (COVID19), o Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Saúde, produziu uma campanha para as redes sociais sobre o tema. Também foi lançando um aplicativo (Coronavírus - SUS) para iOS e Android com informações sobre a doença, instruções para a população e mapa das unidades de saúde que podem fazer o atendimento em caso de suspeita. Além disso, de acordo com a descrição nas plataformas Play Store e App Store, é possível tirar dúvidas sobre sintomas, prevenção e outras informações relevantes, como unidades de saúde próximas e notícias oficiais.

6. Salienta-se, ainda, que o Ministério da Saúde mantém vigilância ativa a respeito da circulação dos vírus respiratórios, com o monitoramento constante da situação epidemiológica, gerando boletins e notas técnicas para orientação dos serviços de saúde, dos demais setores e da população. Na ocorrência de qualquer mudança no cenário epidemiológico que justifique a adoção de outras medidas de prevenção e controle, novas comunicações serão realizadas por intermédio dos veículos oficiais.

7. Para mais informações sobre o novo Coronavírus (COVID19), solicita-se que seja acessado o sítio eletrônico do Ministério da Saúde pelo endereço eletrônico https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/coronavirus.

8. Por fim, recomenda-se a todas as instituições de ensino e parceiros educacionais a adoção das medidas propostas, solicitando que as informações produzidas pelo Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Saúde, ora encaminhadas, sejam disponibilizadas, inclusive, em seus sítios eletrônicos.

9. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE agradece desde já o comprometimento de todos e permanece à disposição para prestar eventuais esclarecimentos adicionais.

Atenciosamente,

Karine Silva dos Santos
Presidente do FNDE

Prevenção ao Coronavírus


Coronavírus: Contágio e Sintomas


Prevenção ao Coronavírus nas Escolas da CRE de Joinville, SC. - CI 37 e Anexos.






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A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou pandemia de covid-19.
A informação foi confirmada pelo diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira (11/03/2020).
"Estamos todos juntos, para fazer as coisas certas com calma e proteger os cidadãos em todo o mundo. É factível", declarou.
"Todos os países devem encontrar um bom equilíbrio entre proteger a saúde, minimizar problemas econômicos e sociais e respeitar os direitos humanos."
"Lembro a todos os países nossas orientações: ativar e ampliar seus mecanismos de resposta a emergências, comunicar-se com a população sobre os riscos e sobre como se proteger, encontrar, isolar, testar e tratar todos os casos de covid-19, além e rastrear todos os infectados", destacou.

O que é uma pandemia?

O termo é usado para descrever situações em que uma doença infecciosa ameaça muitas pessoas de forma simultânea no mundo inteiro.
Um exemplo recente é o da gripe suína, em 2009, à qual é atribuída a morte de centenas de milhares de pessoas, de acordo com a estimativa de especialistas.
As pandemias acontecem, em geral, quando há um vírus novo capaz de infectar seres humanos com facilidade e de ser transmitido de uma pessoa a outra de forma eficiente e continuada.
O novo coronavírus, pelo que se sabe até agora, tem essas características.
Assim, sem uma vacina contra o agente patogênico ou tratamento que possa prevenir a doença, conter a sua disseminação é crucial.
De acordo com a descrição da OMS, uma pandemia se caracteriza quando está se espalhando entre seres humanos em uma série de países. Ela acontece quando há o aparecimento de surtos localizados em diversas regiões do mundo ao mesmo tempo.
O novo coronavírus já chegou a 110 países e a todos os continentes, exceto a Antártida, e infectou mais de 113,7 mil pessoas, levando cerca de 4 mil delas à morte.
A OMS estima que 3,4% dos pacientes morrem por causa de covid-19. Mas alguns especialistas estimam que essa taxa de letalidade gire em torno de 2% ou menos.
No Brasil foram registrados, até terça-feira (10/3), 34 casos da doença em oito Estados: São Paulo (19), Rio de Janeiro (8), Bahia (2), Espírito Santo (1), Minas Gerais (1), Alagoas (1), Distrito Federal (1) e Rio Grande do Sul (1). Outros 893 casos estão sob suspeita e 780 foram descartados.
Há seis casos de transmissão local, quando o paciente pegou o vírus no Brasil, em São Paulo (5) e na Bahia (1).

Inscrições EAD Saber Saúde - 02/03


Prezados (as):

As inscrições para o curso EAD Saber Saúde - Prevenção do tabagismo e de outros fatores de risco - estarão abertas de 02 de março até as 16h de 16 de março de 2020 no site do INCA.

O curso é gratuito. A seleção será feita por ordem de inscrição, considerando-se os candidatos que efetivaram a inscrição e enviaram a documentação correta dentro do prazo.

Objetivo:
Compreender e aplicar a lógica do Programa Saber Saúde – Prevenção do Tabagismo e de Outros Fatores de Risco das Doenças Crônicas não Transmissíveis.

Ementa:
Promoção da Saúde. Fatores de risco. Adolescência e juventude. Estratégias da indústria do tabaco. Intervenção Educativa.

Público-alvo:
Profissionais da Educação e da Saúde.

Pré-requisito:
Ser profissional da Educação/ Saúde com vínculo empregatício em instituição de Educação/ Saúde.

Carga horária total:
80 horas

Período previsto de realização:
06/abril a 22/junho de 2020

Vagas:
150

Mais informações e inscrições a partir de 02/03:  https://www.inca.gov.br/cursos/saber-saude-prevencao-do-tabagismo-e-de-outros-fatores-de-risco

INSCRIÇÕES: Clique Aqui

Favor dar ampla divulgação a sua rede de colaboradores e demais parceiros.

Cordialmente

POR UM MUNDO SEM TABACO
INCA - Instituto Nacional de Câncer

DITAB - Divisão de Controle do Tabagismo

-  
https://www.inca.gov.br./programa-nacional-de-controle-do-tabagismo
+
 porummundosemtabaco@inca.gov.br
)
 Tel.:+55 21 3207-6123, +55 21 3207-5977  


Comunicação Interna Enviada em 03/03/2020

Orientações de Prevenção do Estado de SC ao CoronaVírus

#GovernoSC está acompanhando a evolução do novo #coronavírus e lançou o site www.saude.sc.gov.br/coronavirus com informações sobre a doença e dados no Brasil e no mundo, atualizados diariamente pelo Ministério da Saúde.
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👩🏽‍⚕👨🏻‍⚕👩🏼‍⚕ #ProfissionaisDeSaúde: Está disponível no site o Plano de Contingência da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina para o enfrentamento do novo coronavírus. Ele orienta como identificar os possíveis casos suspeitos e realizar o adequado manejo, além das medidas de prevenção e orientação à população.
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Principais orientações de #prevenção 👉🏻
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Evite viajar se estiver com febre ou tosse;
Evite contato com pessoas que estiverem visivelmente doentes, principalmente com sintomas respiratórios (tosse ou coriza);
Higienize as mãos frequentemente, seja com água e sabão ou álcool gel;
Evite tocar os olhos, nariz e boca;
Pratique a etiqueta da tosse: ao tossir e espirrar, cubra a boca com lenço descartável ou antebraço. Descarte o lenço imediatamente;
Se você ficar doente durante uma viagem, procurar imediatamente a tripulação ou equipe médica de bordo;
Na viagem, evite a ingestão de alimentos de procedência duvidosa ou inadequadamente preparados;
Evite o contato com animais silvestres ou animais doentes.
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 #SELIGA 👉🏻Viajou para o exterior nos últimos 14 dias? Fique atento! Em caso de febre acompanhada de pelo menos um sintoma respiratório (como tosse ou dificuldade para respirar), procure atendimento médico imediato.

20/02 - Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que a dependência em drogas lícitas ou ilícitas é uma doença. O uso indevido de substâncias como álcool, cigarro, crack e cocaína é um problema de saúde pública de ordem internacional que preocupa nações do mundo inteiro, pois afeta valores culturais, sociais, econômicos e políticos.
O alcoolismo é uma doença crônica, com aspectos comportamentais e socioeconômicos, caracterizada pelo consumo compulsivo de álcool, na qual o usuário se torna progressivamente tolerante à intoxicação produzida pela droga e desenvolve sinais e sintomas de abstinência, quando a mesma é retirada. Além da já reconhecida predisposição genética para a dependência, outros fatores podem estar associados: ansiedade, angústia, insegurança, fácil acesso ao álcool e condições culturais.
Maconha
O uso crônico de maconha está associado a problemas respiratórios, já que a fumaça é muito irritante e seu teor de alcatrão é muito alto, além de conter benzopireno, substância cancerígena. As conseqüências do uso da maconha são semelhantes aos do tabaco: hipertensão, asma, bronquite, cânceres, doenças cardíacas e doenças crônicas obstrutivas aéreas. No caso de pessoas com transtornos psicóticos (pré-existentes) pode ocorrer um agravamento do quadro, como a esquizofrenia, exigindo assim mudanças no tratamento da doença psiquiátrica. O uso regular acarreta problemas cognitivos como: comprometimento do rendimento intelectual, perda de memória e na habilidade de resolver problemas. A abstinência é caracterizada por: ansiedade, insônia, perda de apetite, tremor das mãos, sudorese, reflexos aumentados, bocejos e humor deprimido.
Cocaína
A cocaína é uma substância psico-estimulante que é consumida de diferentes formas: aspirada, via intravenosa ou fumada (crack). O consumo da cocaína em grande parte dos usuários aumenta progressivamente, sendo necessário consumir maiores quantidades da substância para atingir o efeito desejado. No Brasil, a cocaína é a substância mais utilizada pelos usuários de drogas injetáveis. Muitas dessas pessoas compartilham agulhas e seringas e expõem-se ao contágio de várias doenças como hepatite e Aids.
Crack
O crack é resultante da mistura de cocaína, bicarbonato de sódio ou amônia e água destilada, resultando em grãos que são fumados em cachimbos. O consumo do crack é maior que o da cocaína, pois é mais barato e seus efeitos duram menos. Além disso, tem terrível ação sobre o sistema nervoso central e cardíaco.
Anfetaminas
São drogas sintéticas de efeito estimulante do sistema nervoso central e só podem ser comercializadas sob prescrição médica. Um tipo de anfetamina ilícita não encontrada em farmácias é a droga conhecida por êxtase, que provoca dependência fazendo com que o usuário tenha de consumir maiores quantidades de comprimidos para obter os mesmos efeitos. O uso indevido e prolongado pode provocar alterações psíquicas, lesões cerebrais e aumento do risco de convulsões e overdose.
Calmantes e sedativos
Os medicamentos capazes de diminuir a atividade do cérebro são chamados de sedativos, já os que são capazes de diminuir a dor são conhecidos como analgésicos. Os hipnóticos ou soníferos são os sedativos capazes de afastar a insônia, já os ansiolíticos têm o poder de atuar sobre estados exagerados de ansiedade.
Tratamento
Quem necessita de tratamento no SUS devido ao abuso de álcool e outras drogas deve procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBS), os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e os Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas III (CAPS AD). O atendimento conta com equipes multiprofissionais compostas por médico psiquiatra, clínico geral, psicólogos, dentre outros.
Prevenção
É muito difícil convencer alguém a não fazer algo que lhe dê prazer; drogas e álcool, antes de qualquer outra coisa, oferecem prazer imediato, e por causarem dependência física, psicológica e síndrome de abstinência são de difícil tratamento. As ações preventivas devem ser planejadas e direcionadas para o desenvolvimento humano, o incentivo à educação, à prática de esportes, à cultura, ao lazer e a socialização do conhecimento sobre drogas, com embasamento científico.

Fontes:

Ministério da Saúde lança campanha para comemorar Dia Mundial de Luta Contra a Aids

Através de plataforma on-line e interativa, internauta pode ajudar a construir a história do HIV e celebrar a vida após 30 anos de luta contra Aids

Há 30 anos, no dia 27 de outubro de 1988, a Assembleia Geral da ONU e a Organização Mundial de Saúde instituíram o dia 1º de dezembro como o Dia Mundial de Luta contra a Aids. Cinco anos após a descoberta do vírus causador da aids, o HIV, 65,7 mil pessoas já tinham sido diagnosticadas com o vírus, e 38 mil já tinham falecido.

Para marcar a data e relembrar as lutas e todas as conquistas na resposta global ao HIV, o Ministério da Saúde vai cobrir a Esplanada dos Ministérios com um imenso mosaico formado por colchas de retalhos (quilt em Inglês). Essa era uma prática na década de 80 para lembrar as vítimas da aids.
As colchas serão feitas por qualquer pessoa que queira participar e deixar marcada a sua contribuição na luta contra a epidemia que ainda não foi vencida, apesar dos avanços conquistados até aqui. Para participar, basta acessar o site www.diamundial30anos.com.br. Neste endereço, o internauta pode escolher uma arte, escrever sua mensagem, seu nome ou dedicar à pessoa ou as pessoas que ama ou admira. Será também um espaço plural para deixar registrado seu compromisso para combater o preconceito, o estigma e a desinformação em torno do HIV/aids.
Todas as mensagens serão impressas em tecidos para formar o mosaico de colchas na Esplanada dos Ministérios no Dia Mundial de Luta Contra a Aids.
Faça a sua homenagem e participe deste grande movimento. Cada quilt representa uma conquista, por isso deixe sua mensagem até o dia 22 de novembro, prazo final de envio.
“É muito importante resgatar o passado nestes 30 anos de história em que foram necessárias muitas lutas para as conquistas que hoje temos na resposta global ao HIV/aids”, destaca a diretora do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV), Adele Benzaken. Ela lembra que essa história é marcada pela luta e pela saudade dos muitos que foram vitimados pela doença.  “Algumas pessoas lutaram muito, mas se foram muito rapidamente sem terem conhecido as opções de tratamento e de prevenção que temos hoje. É preciso homenagear esses, mas também aqueles que resistiram ao vírus e se tornaram ativistas ou protagonistas nessa história, fazendo com que a resposta brasileira fosse exemplo para o mundo”.
Histórico - Em 1987, durante a terceira Conferência Internacional de Aids em Washington (EUA), 200 mil pessoas participaram do lado de fora do evento. Eram ativistas, pessoas vivendo com o vírus que queriam ser ouvidas pela comunidade científica e pelo mundo. Porque, para esses ativistas, naquele momento em que não havia tratamento, o silêncio era uma forma de morte. Por esse motivo, por iniciativa da ONG americana ACT UP, formou-se um grande mosaico de colchas (quilts) em frente ao Capitólio para lembrar e homenagear vítimas da aids. Era um forma de protesto e de reafirmar a luta pela vida.
No ano seguinte, por iniciativa de dois oficiais de informação pública da Organização Mundial de Saúde, James Bunn e Thomas Netter, foi proposto a criação do Dia Mundial de Luta contra Aids. A ideia foi levada ao então diretor do Programa Global sobre Aids (atual UNAIDS), Jonathan Mann, como uma forma de combater o preconceito e a desinformação que ainda havia em torno do tema. A iniciativa vingou e até o hoje o Primeiro de Dezembro é marcado em todo o mundo como a data para o combate ao preconceito e ao estigma em torno da doença.
Aids no Brasil - O tempo passou e hoje é possível viver com o HIV, mas a aids ainda é uma realidade. Atualmente, 75% das pessoas vivem com o vírus e conhecem seu estado sorológico. A meta da ONU é garantir que até 2020 esse número chegue a 90%, e desses, pelo menos 90% dessas pessoas recebam tratamento e entre os que recebem tratamento,  90% tornem indectáveis – estado em que a pessoa não transmite o vírus e consegue manter qualidade de vida sem manifestar os sintomas da aids.
No Brasil, 92% das pessoas em tratamento já atingiram esse estado de estarem indetectáveis. Essa conquista, se deve ao fortalecimento das ações do Ministério da Saúde, por meio do DIAHV, para ampliar a oferta do melhor tratamento disponível para o HIV. Exemplo disso, é que o país incorporou o dolutegravir como medicamento de primeira linha para tratar os pacientes.
Além disso, no campo da prevenção, o SUS coloca a disposição da população as estratégias e tecnologias mais avançadas para a prevenção a infecção pelo vírus, como a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) e a Profilaxia Pós Exposição (PEP); além de ampliar o acesso ao diagnóstico precoce e ações específicas para populações-chaves para resposta ao HIV, como pessoas trans, os gays e homens que fazem sexo com homens, trabalhadores do sexo, população privada de liberdade e usuários de álcool e outras substâncias.
30 anos do Dia Mundial de Luta Contra a Aids. Uma bandeira de histórias e Conquistas.
Acesse aids.gov.br e saiba mais sobre a aids e suas formas de prevenção e tratamento.
Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais

Conheça também a página do DIAHV no Facebook:

Lei e Cartilha Sobre Prevenção ao Suicídio Entre Crianças e Adolescentes

Pessoal, foi lançado o Guia Intersetorial de Prevenção do Comportamento Suicida em Crianças e Adolescentes. O material tem como objetivo orientar profissionais de diferentes áreas sobre a temática, desmistificar certos lugares-comuns, sensibilizar para a prevenção e reconhecimento de sinais. O guia é público, então podem compartilhar entre colegas e com quem vocês acharem ser de interesse.




Setembro amarelo: como abordar o tema na escola?

Falar sobre suicídio é um tabu em nossa sociedade. O conteúdo delicado e complexo da conversa faz prevalecer a ideia de que “é melhor não tocar no assunto”. A campanha Setembro Amarelo surgiu com o intuito de mudar esse cenário, isto é, de conscientizar a população acerca da importância de falar sobre o tema.
No Brasil, a faixa etária mais preocupante engloba jovens entre 15 e 25 anos, por isso sugere-se que a prevenção comece ainda na infância. Nesse sentido, a escola tem uma significativa parcela de responsabilidade nesse processo.
Mas como o suicídio pode ser abordado dentro da escola? Como os educadores e a comunidade escolar podem atuar para prevenir e lidar com uma questão tão séria? É o que vamos abordar neste artigo. Continue a leitura!

O que é o Setembro Amarelo?

A campanha Setembro Amarelo foi criada em 2014 por uma iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV) — uma ONG voltada à prevenção e apoio emocional em relação ao suicídio — em parceria com o Conselho Federal de Medicina e a Associação Brasileira de Psiquiatria.
Trata-se de uma expansão das ações do Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, 10 de setembro. Assim, durante o mês de setembro, as entidades envolvidas incentivam e colaboram para que a conscientização sobre o tema seja propagada por escolas, governos, ONGs e empresas.
Dentre as ações comuns durante a campanha estão a realização de palestras, debates e atividades voltadas para a prevenção, além da circulação de cartazes, outdoors e materiais de divulgação digital.

Por que falar sobre suicídio na escola?

Na idade escolar, a percepção do suicídio como forma de findar o sofrimento pode estar atrelada a outras adversidades enfrentadas pelo jovem, seja dentro, seja fora da escola. Questões como bullying e cyberbullyingdepressão, relações familiares conturbadas, entre outras, podem estar na raiz do problema.
Vale lembrar que o trabalho de prevenção ao suicídio, especialmente em escolas e no ambiente familiar, é contínuo. Afinal, as questões que podem levar um jovem a um ponto extremo não surgem de um dia para o outro.
Assim, é interessante que a escola seja um ambiente de formação voltado também à Educação Emocional. Dessa forma, o jovem pode aprender a redimensionar seus problemas, encarar as adversidades da vida e se abrir emocionalmente sem medo de ser julgado.

Como abordar o Setembro Amarelo na escola?

É importante que a abordagem do Setembro Amarelo na escola incentive a ausência de julgamentos. Os educadores podem criar situações que estimulem os estudantes a combater processos de estigma e discriminação relacionados ao assunto. Nesse sentido, cabe priorizar o diálogo e mostrar que a solução não está em ignorar os momentos difíceis.
Confira algumas ideias de como promover o Setembro Amarelo na escola:

Atividades

Aqui, a dica é incentivar a convívio amistoso e prazeroso entre alunos, professores, famílias e funcionários. Uma proposta bacana é realizar caminhadas ou passeios ciclísticos em parques da cidade, de modo a estimular a interação dos alunos entre si, promover a convivência da comunidade escolar em eventos que favorecem a qualidade de vida e o bem-estar.

Palestras

Uma boa maneira de tocar no assunto é por meio de palestras com profissionais da Psicologia ou pessoas que trabalham na prevenção do suicídio, como voluntários do próprio CVV ou de outra entidade atuante na região.
É pertinente que o palestrante exponha os fatores de risco e ensine os jovens a identificá-los, além de mostrar possíveis soluções, como: terapia, exercícios físicos, medicamentos apropriados (como em alguns casos de depressão), mudanças nos hábitos alimentares, entre outras.

Rodas de conversa e debates

Essas atividades podem dar maior oportunidade de diálogo para os jovens dizerem o que pensam sobre o tema, discutirem suas ideias e tirarem dúvidas. É interessante que eles sejam mediados por alguém experiente, pois esses momentos podem configurar boas chances de observação e identificação dos fatores de risco.
Nessas situações, é relevante criar um ambiente seguro, acolhedor e livre de julgamentos para que sentimentos como intimidação, indiferença e insegurança sejam temas abordados com tranquilidade e trabalhados de maneira produtiva. Uma ideia é utilizar exemplos da cultura pop como aliados para iniciar o debate, como a série 13 Reasons Why (Os 13 Porquês).

Cartazes

A fixação de cartazes pela escola também pode ser um bom ponto de partida para atrair a atenção dos jovens para o assunto. Uma sugestão é que os próprios alunos confeccionem esses materiais, como uma atividade extracurricular. Com esse incentivo dos educadores, eles vão poder pesquisar e debater o tema de forma criativa.
Vale destacar que o próprio CVV se coloca à disposição para realizar palestras, debates e rodas de conversa durante todo o ano, além de disponibilizar cartazes e cartilhas que podem ser baixados no site do Setembro Amarelo.

Como notar os fatores de risco nos alunos?

Conhecer os fatores de risco e desconstruir os mitos que envolvem o comportamento são medidas primordiais para a prevenção do suicídio. Quem precisa de ajuda pode dar alguns sinais, como:
  • abandonar amizades e atividades sociais;
  • perder interesse por atividades que antes traziam prazer;
  • não se importar com responsabilidades diárias, como os estudos;
  • demonstrar desequilíbrio emocional, como agitação, irritabilidade ou agressividade;
  • consumir álcool e outras drogas em excesso;
  • falar constantemente sobre a morte;
  • aparentar ter um plano de suicídio estruturado.
Também é pertinente prestar atenção à comunicação não verbal do jovem, como o olhar, a postura e os gestos.
Cabe ressaltar que não existe uma “receita” para detectar uma crise suicida nos estudantes da sua escola ou em alguém do seu convívio. No entanto, esses sinais de alerta, principalmente quando manifestados em conjunto, podem ser uma forte indicação de que a pessoa precisa de assistência.

Como ajudar

Ao perceber os fatores de risco, tente estabelecer uma relação de confiança, buscando ouvir a pessoa sem expressar julgamentos ou opiniões. Demonstre interesse em ajudar e permita que ela relate seus sentimentos. Em casos mais graves, é importante não deixar a pessoa sozinha, contatar seus familiares e amigos e encorajá-la a buscar ajuda profissional.
Abordar a questão do suicídio na escola é uma tarefa delicada, porém, de grande relevância. Campanhas como o Setembro Amarelo são boas oportunidades de iniciar ou intensificar os esforços da instituição em promover a conscientização de toda a comunidade escolar a respeito da seriedade do assunto e, claro, colaborar para prevenir o ato. [Fonte: Escola da Inteligencia]

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