A data é celebrada anualmente, com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença; proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade. O INCA — que participa do movimento desde 2010 — promove eventos técnicos, debates e apresentações.
Outubro Rosa - Realize Atividades Pedagógicas em Sua Escola
O câncer de mama ocorre a partir de uma multiplicação incontrolável de células anormais, resultantes de alterações genéticas, que podem ser hereditárias ou adquiridas. Há vários tipos de câncer de mama. Alguns evoluem de forma rápida, mas a maioria se desenvolve de maneira favorável quando diagnosticados e tratados com tempo adequado. No Brasil, estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam que cerca de 66.000 mulheres desenvolverão esse tipo de câncer a cada ano entre 2020 e 2022.
Criado no início da década de 90, nos Estados Unidos, o movimento Outubro Rosa surgiu para despertar na população a atenção para a importância do diagnóstico precoce, do controle do câncer de mama e das medidas protetivas contra a doença, que é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma.
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Outubro Rosa
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Campanha Setembro Amarelo destaca leis e estratégias de prevenção ao suicídio
Entre as principais iniciativas estão a Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio e o projeto Acolha a Vida, promovido pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH)
As ações de atenção ao tema acontecem ao longo de todo o mês (Foto: Divulgação de peça da campanha 2022 / MMFDH).
Adivulgação das Leis nº 13.819/19 – que institui a Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio – e nº 13.968/19 – que alterou o Código Penal (CP) para modificar o crime de incitação ao suicídio e à automutilação – consta entre os destaques desta terça-feira (6), no âmbito da campanha nacional Setembro Amarelo. A iniciativa é do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), que também promove o projeto Acolha a Vida por meio da Secretaria Nacional da Família.
Com início na segunda-feira (5), a campanha está sendo realizada em parceria com a Secretaria Especial de Comunicação Social do Ministério das Comunicações (MCom). Durante este mês, haverá a publicação de vídeos, cards, banners, infográficos e matérias especiais com o intuito de orientar, sensibilizar e alertar a população sobre a temática.
Confira o vídeo "Escolha a vida"
Acesse mais informações sobre a campanha Setembro Amarelo
Acompanhe as redes sociais do MMFDH
“Essa campanha tem a proposta de conscientizar e de salvar vidas. Mesmo que você esteja em um momento muito difícil, a sua vida importa, você importa! Procure ajuda! E se você vir alguém nessa situação, ofereça auxílio e indique uma assistência médica especializada. Lembre-se de que atitudes como essa podem fazer toda a diferença. Estamos juntos nessa missão", afirma a titular do MMFDH, ministra Cristiane Britto.
Comitê interministerial
Ainda no âmbito das ações, foi criado o Comitê Gestor da Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio (CGPNPAS), por meio do Decreto Federal nº 10.225/20, no modelo de órgão de assessoramento. Os objetivos são: I - Implementar a Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio, tida como um compromisso de cunho perene e contínuo dos governos federal, distrital, estaduais e municipais para a prevenção desses tipos de eventos e para o tratamento dos condicionantes a eles associados. II - Promover o fortalecimento de estratégias permanentes de educação e saúde, em especial quanto às formas de comunicação, prevenção e cuidado.
O CGPNPAS é composto por representantes dos Ministérios da Saúde (MS), da Educação (MEC), da Cidadania (MC), e da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH). A coordenação é exercida pelo Ministério da Saúde. Ordinariamente, a cada três meses, o Comitê se reúne para monitoramento da política pública, mediante análise do andamento das atividades previstas no “Plano de Ação”.
Acolha a Vida
Iniciativa da Secretaria Nacional da Família (SNF/MMFDH), o projeto abrange um curso gratuito e uma campanha pensada para conscientizar a população sobre os fenômenos do suicídio e da automutilação em crianças, adolescentes e jovens, fatores de risco e formas de prevenção. O público prioritário são as pessoas próximas às possíveis vítimas, com destaque para familiares e educadores.
Tendo em vista que, de modo geral, a automutilação e o suicídio estão associados a uma dor profunda relacionada ao ambiente familiar e afetivo, a SNF/MMFDH "entende que esse momento de crise é um tempo propício para disponibilizar ações efetivas que auxiliem as famílias brasileiras no fortalecimento dos vínculos familiares e na construção de uma sociedade que reconheça a importância da família como o primeiro lugar onde realmente se desenvolva a saúde emocional".
Dados
Segundo o Ministério da Saúde, o suicídio é a quarta causa de morte depois de acidentes no trânsito, tuberculose e violência interpessoal entre os jovens de 15 a 29 anos. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que o suicídio é considerada a segunda causa de mortes entre jovens, depois de acidentes de trânsito.
Os números da OMS dão conta de que, em todo o mundo, os casos de suicídio chegam a 800 mil - todos os anos morrem mais pessoas como resultado de suicídio do que de HIV, malária ou câncer de mama - ou ainda guerras e homicídios. No Brasil, os registros se aproximam de 14 mil casos por ano, uma média de 38 suicídios por dia. A cada 100 mil homens brasileiros, 12,6% cometem suicídio; entre mulheres, a comparação aponta para 5,4% casos de suicídio a cada 100 mil mulheres brasileiras.
Setembro Amarelo
No Brasil, a campanha foi criada em 2015 pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), pelo Conselho Federal de Medicina e pela Associação Brasileira de Psiquiatria. No calendário, 10 de setembro marca o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. As ações de atenção ao tema acontecem ao longo de todo o mês.
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Para dúvidas e mais informações:
imprensa@mdh.gov.br
Atendimento exclusivo à imprensa:
Assessoria de Comunicação Social do MMFDH
(61) 2027-3538
Confira o vídeo "Escolha a vida"
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Dicas de Como Fazer Atividades Pedagógicas na Escola:
1. Envolva os Estudantes:
Vale lembrar que o melhor caminho pedagógico para envolver os estudantes é o Protagonismo Juvenil, a Pedagogia de Projetos e a Educomunicação
2. Registre:
Lembre-se de fazer todos os registros possíveis das atividades desenvolvidas, o passo a passo, ou seja, as diferentes fases do projeto: Diagnóstico; Sensibilização; Planejamento; Execução; Conclusão e Resultados. Registre por escrito em papel timbrado da sua Unidade Escolar fazendo um "Relatório Descritivo" das atividades, explicando como tudo aconteceu. Não esqueça de tirar fotos ou fazer vídeos de até um minuto de duração, mas faça isso com autorização expressa dos pais. Salve o relatório final em arquivo digitalizado e guarde no e-mail ou pen-drive.
3. Divulgue:
Atualmente não basta apenas salvar os arquivos das atividades realizadas ou deixar guardado em suporte digital. Se você não socializar o que foi realizado, logo cairá no esquecimento e será como se nunca tivesse sido feito. Socializar as atividades é tão importante quanto fazer. Há vários meios digitais para divulgação, que vão desde Redes Sociais até registro em Blog, como é o caso desse que criei. A propósito, se tiver interesse em divulgar suas atividades neste Blog, você pode enviar seu relatório digitalizado com fotos e/ou vídeos para o seguinte e-mail: jorgeschemes@yahoo.com.br
Dicas de Atividades Pedagógicas Para a Escola:
1. Elaboração de um mural escolar sobre os temas.
2. Concurso de desenhos e ilustrações. Lembre-se de expor todos os trabalhos em um varal ou pelos corredores da escola, destacando os três melhores escolhidos pelos membros do Conselho de Classe. Não esqueça de convidar os pais e a comunidade para prestigiar o evento.
3. Concurso de redação sobre os temas. Você poderá organizar com os estudantes um varal literário aberto à toda comunidade do entorno escolar.
4. Palestras: convide médicos ou enfermeiros para fazerem uma palestra na escola para professores, alunos, pais e comunidade do entorno da escola, mas não deixe de registrar o evento.
5. Criação de Blogs e páginas nas Redes Sociais sobre o tema. Os alunos podem fazer uso do celular em sala de aula ou da sala de informática da escola para realizar pesquisas na Internet e elaborar resumos, mapas conceituais, folders Online, mensagens, etc., para publicação Online.
6. Distribuição no entorno da escola de folhetos e encartes sobre o tema do mês. O material pode ser obtido entrando em contato com a Secretaria de Saúde do seu Município, ou se preferir elabore algum material com seus alunos e tire cópias para distribuição.
7. Elaboração de joguinhos com os alunos sobre o tema do mês.
8. Use sua criatividade para elaborar mais atividades com intencionalidade pedagógica.
Cordialmente,
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Suicídio
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Agosto Lilás - Realize Atividades Pedagógicas em Sua Escola
A Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 presta uma escuta e acolhida qualificada às mulheres em situação de violência. O serviço registra e encaminha denúncias de violência contra a mulher aos órgão competentes, bem como reclamações, sugestões ou elogios sobre o funcionamento dos serviços de atendimento.
A 'Campanha Agosto Lilás' foi criada como parte da luta representada pela Lei Maria da Penha, sancionada em 7 de agosto de 2006, para combater e inibir os casos de violência doméstica no Brasil.
Agosto é dedicado à campanha porque é o mês de aniversário da Lei Maria da Penha, sancionada no dia 7 de agosto de 2006. A Lei é uma homenagem à mulher que ficou paraplégica em consequência das agressões do marido e que se tornou símbolo da luta contra a violência doméstica.
Você pode colocar trechos da Lei Maria da Penha, quais são os tipos de violência doméstica e familiar, divulgar os mitos, como é o ciclo da violência, os dados de violência no Brasil, as ações cabíveis contra os agressores, entre outros. Essas informações estão disponíveis no site do Instituto Maria da Penha.
Dicas de Como Fazer Atividades Pedagógicas na Escola:
1. Envolva os Estudantes:
Vale lembrar que o melhor caminho pedagógico para envolver os estudantes é o Protagonismo Juvenil, a Pedagogia de Projetos e a Educomunicação
2. Registre:
Lembre-se de fazer todos os registros possíveis das atividades desenvolvidas, o passo a passo, ou seja, as diferentes fases do projeto: Diagnóstico; Sensibilização; Planejamento; Execução; Conclusão e Resultados. Registre por escrito em papel timbrado da sua Unidade Escolar fazendo um "Relatório Descritivo" das atividades, explicando como tudo aconteceu. Não esqueça de tirar fotos ou fazer vídeos de até um minuto de duração, mas faça isso com autorização expressa dos pais. Salve o relatório final em arquivo digitalizado e guarde no e-mail ou pen-drive.
3. Divulgue:
Atualmente não basta apenas salvar os arquivos das atividades realizadas ou deixar guardado em suporte digital. Se você não socializar o que foi realizado, logo cairá no esquecimento e será como se nunca tivesse sido feito. Socializar as atividades é tão importante quanto fazer. Há vários meios digitais para divulgação, que vão desde Redes Sociais até registro em Blog, como é o caso desse que criei. A propósito, se tiver interesse em divulgar suas atividades neste Blog, você pode enviar seu relatório digitalizado com fotos e/ou vídeos para o seguinte e-mail: jorgeschemes@yahoo.com.br
Dicas de Atividades Pedagógicas Para a Escola:
1. Elaboração de um mural escolar sobre os temas.
2. Concurso de desenhos e ilustrações. Lembre-se de expor todos os trabalhos em um varal ou pelos corredores da escola, destacando os três melhores escolhidos pelos membros do Conselho de Classe. Não esqueça de convidar os pais e a comunidade para prestigiar o evento.
3. Concurso de redação sobre os temas. Você poderá organizar com os estudantes um varal literário aberto à toda comunidade do entorno escolar.
4. Palestras: convide médicos ou enfermeiros para fazerem uma palestra na escola para professores, alunos, pais e comunidade do entorno da escola, mas não deixe de registrar o evento.
5. Criação de Blogs e páginas nas Redes Sociais sobre o tema. Os alunos podem fazer uso do celular em sala de aula ou da sala de informática da escola para realizar pesquisas na Internet e elaborar resumos, mapas conceituais, folders Online, mensagens, etc., para publicação Online.
6. Distribuição no entorno da escola de folhetos e encartes sobre o tema do mês. O material pode ser obtido entrando em contato com a Secretaria de Saúde do seu Município, ou se preferir elabore algum material com seus alunos e tire cópias para distribuição.
7. Elaboração de joguinhos com os alunos sobre o tema do mês.
8. Use sua criatividade para elaborar mais atividades com intencionalidade pedagógica.
Cordialmente,
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Violência,
Violência Contra a Mulher
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Julho Amarelo - Realize Atividades Pedagógicas em Sua Escola
A campanha “Julho Amarelo” foi instituída no Brasil pela Lei nº 13.802/2019 e tem por finalidade reforçar as ações de vigilância, prevenção e controle das hepatites virais.
A hepatite é uma inflamação do fígado que pode ser causada por vírus ou pelo uso de alguns medicamentos, álcool e outras drogas, assim como por doenças autoimunes, metabólicas ou genéticas.
Nem sempre a doença apresenta sintomas, mas quando aparecem, estes se manifestam na forma de cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.
– Hepatite B: é o segundo tipo com maior incidência; atinge maior proporção de transmissão por via sexual e contato sanguíneo. A melhor forma de prevenção para a hepatite B é a vacina, associada ao uso do preservativo.
– Hepatite C: tem como principal forma de transmissão o contato com sangue. É considerada a maior epidemia da humanidade hoje, cinco vezes superior à AIDS/HIV. A hepatite C é a principal causa de transplantes de fígado. A doença pode causar cirrose, câncer de fígado e morte. Não tem vacina.
Formas de contágio:
As hepatites virais podem ser transmitidas pelo contágio fecal-oral, especialmente em locais com condições precárias de saneamento básico e água, de higiene pessoal e dos alimentos; pela relação sexual desprotegida; pelo contato com sangue contaminado, através do compartilhamento de seringas, agulhas, lâminas de barbear, alicates de unha e outros objetos perfuro-cortantes; da mãe para o filho durante a gravidez (transmissão vertical), e por meio de transfusão de sangue ou hemoderivados.
O contágio via transfusão de sangue já foi muito comum no passado, mas, atualmente é considerado raro, tendo em vista o maior controle e a melhoria das tecnologias de triagem de doadores, além da utilização de sistemas de controle de qualidade mais eficientes.
No Brasil, as hepatites virais mais comuns são causadas pelos vírus A, B e C. Existem ainda, com menor frequência, o vírus da hepatite D (mais comum na região Norte do país) e o vírus da hepatite E, que é menos frequente no Brasil.
O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento para todos os tipos de hepatite, independentemente do grau de lesão do fígado.
A falta do conhecimento da existência da doença é o grande desafio, por isso, a recomendação é que todas as pessoas com mais de 45 anos de idade façam o teste, gratuitamente, em qualquer posto de saúde e, em caso de resultado positivo, façam o tratamento que está disponível na rede pública de saúde.
Prevenção da hepatite B:
a vacina é a principal medida de prevenção contra a hepatite B, sendo extremamente eficaz e segura; usar preservativo em todas as relações sexuais; não compartilhar objetos de uso pessoal, tais como lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, material de manicure e pedicure, equipamentos para uso de drogas, confecção de tatuagem e colocação de piercings. A testagem das mulheres grávidas ou com intenção de engravidar também é fundamental para prevenir a transmissão de mãe para o bebê. A profilaxia para a criança após o nascimento reduz drasticamente o risco de transmissão vertical.
Prevenção da hepatite C:
Não existe vacina contra a hepatite C. Para evitar a infecção é importante:
não compartilhar com outras pessoas qualquer objeto que possa ter entrado em contato com sangue (seringas, agulhas, alicates, escova de dente, etc); usar preservativo nas relações sexuais; não compartilhar quaisquer objetos utilizados para o uso de drogas; toda mulher grávida precisa fazer no pré-natal os exames para detectar as hepatites B e C, HIV e sífilis. Em caso de resultado positivo, é necessário seguir todas as recomendações médicas. O tratamento da hepatite C não está indicado para gestantes, mas após o parto a mulher deverá ser tratada. Fonte: Aqui
“Julho Amarelo”: Mês de luta contra as hepatites virais
A campanha “Julho Amarelo” foi instituída no Brasil pela Lei nº 13.802/2019 e tem por finalidade reforçar as ações de vigilância, prevenção e controle das hepatites virais.
A hepatite é uma inflamação do fígado que pode ser causada por vírus ou pelo uso de alguns medicamentos, álcool e outras drogas, assim como por doenças autoimunes, metabólicas ou genéticas.
Nem sempre a doença apresenta sintomas, mas quando aparecem, estes se manifestam na forma de cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.
No caso específico das hepatites virais, que são o objeto da campanha Julho Amarelo, estas são inflamações causadas por vírus classificados pelas letras do alfabeto em A, B, C, D (Delta) e E.
– Hepatite A: tem o maior número de casos, está diretamente relacionada às condições de saneamento básico e de higiene. É uma infecção leve e se cura sozinha. Existe vacina.
– Hepatite B: é o segundo tipo com maior incidência; atinge maior proporção de transmissão por via sexual e contato sanguíneo. A melhor forma de prevenção para a hepatite B é a vacina, associada ao uso do preservativo.
– Hepatite C: tem como principal forma de transmissão o contato com sangue. É considerada a maior epidemia da humanidade hoje, cinco vezes superior à AIDS/HIV. A hepatite C é a principal causa de transplantes de fígado. A doença pode causar cirrose, câncer de fígado e morte. Não tem vacina.
– Hepatite D: causada pelo vírus da hepatite D (VHD) ocorre apenas em pacientes infectados pelo vírus da hepatite B. A vacinação contra a hepatite B também protege de uma infecção com a hepatite D.
– Hepatite E: causada pelo vírus da hepatite E (VHE) e transmitida por via digestiva (transmissão fecal-oral), provocando grandes epidemias em certas regiões. A hepatite E não se torna crônica, porém, mulheres grávidas que forem infectadas podem apresentar formas mais graves da doença.
Formas de contágio:
As hepatites virais podem ser transmitidas pelo contágio fecal-oral, especialmente em locais com condições precárias de saneamento básico e água, de higiene pessoal e dos alimentos; pela relação sexual desprotegida; pelo contato com sangue contaminado, através do compartilhamento de seringas, agulhas, lâminas de barbear, alicates de unha e outros objetos perfuro-cortantes; da mãe para o filho durante a gravidez (transmissão vertical), e por meio de transfusão de sangue ou hemoderivados.
O contágio via transfusão de sangue já foi muito comum no passado, mas, atualmente é considerado raro, tendo em vista o maior controle e a melhoria das tecnologias de triagem de doadores, além da utilização de sistemas de controle de qualidade mais eficientes.
No Brasil, as hepatites virais mais comuns são causadas pelos vírus A, B e C. Existem ainda, com menor frequência, o vírus da hepatite D (mais comum na região Norte do país) e o vírus da hepatite E, que é menos frequente no Brasil.
O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento para todos os tipos de hepatite, independentemente do grau de lesão do fígado.
A falta do conhecimento da existência da doença é o grande desafio, por isso, a recomendação é que todas as pessoas com mais de 45 anos de idade façam o teste, gratuitamente, em qualquer posto de saúde e, em caso de resultado positivo, façam o tratamento que está disponível na rede pública de saúde.
Prevenção da hepatite A:
– a vacina contra a hepatite A é altamente eficaz e segura e é a principal medida de prevenção;
– lavar as mãos com frequência, especialmente após o uso do sanitário, trocar fraldas e antes do preparo de alimentos;
– utilizar água tratada, clorada ou fervida, para lavar os alimentos que são consumidos crus, deixando-os de molho por 30 minutos;
– cozinhar bem os alimentos antes de consumi-los, principalmente mariscos, frutos do mar e peixes;
– lavar adequadamente pratos, copos, talheres e mamadeiras;
– usar instalações sanitárias;
– no caso de creches, pré-escolas, lanchonetes, restaurantes e instituições fechadas, adotar medidas rigorosas de higiene, tais como a desinfecção de objetos, bancadas e chão, utilizando hipoclorito de sódio a 2,5% ou água sanitária;
– não tomar banho ou brincar perto de valões, riachos, chafarizes, enchentes ou próximo de onde haja esgoto;
– evitar a construção de fossas próximas a poços e nascentes de rios;
– usar preservativos e higienizar as mãos, genitália, períneo e região anal, antes e após as relações sexuais.
Prevenção da hepatite B:
a vacina é a principal medida de prevenção contra a hepatite B, sendo extremamente eficaz e segura; usar preservativo em todas as relações sexuais; não compartilhar objetos de uso pessoal, tais como lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, material de manicure e pedicure, equipamentos para uso de drogas, confecção de tatuagem e colocação de piercings. A testagem das mulheres grávidas ou com intenção de engravidar também é fundamental para prevenir a transmissão de mãe para o bebê. A profilaxia para a criança após o nascimento reduz drasticamente o risco de transmissão vertical.
Prevenção da hepatite C:
Não existe vacina contra a hepatite C. Para evitar a infecção é importante:
não compartilhar com outras pessoas qualquer objeto que possa ter entrado em contato com sangue (seringas, agulhas, alicates, escova de dente, etc); usar preservativo nas relações sexuais; não compartilhar quaisquer objetos utilizados para o uso de drogas; toda mulher grávida precisa fazer no pré-natal os exames para detectar as hepatites B e C, HIV e sífilis. Em caso de resultado positivo, é necessário seguir todas as recomendações médicas. O tratamento da hepatite C não está indicado para gestantes, mas após o parto a mulher deverá ser tratada.
Prevenção da hepatite D:
A hepatite D ocorre em pacientes infectados com o tipo B, portanto, a vacina contra a hepatite B, protege contra o tipo D, também.
Prevenção da hepatite E:
A melhor forma de evitar a doença é melhorando as condições de saneamento básico e de higiene, tais como as medidas para prevenir a hepatite do tipo A.
Fontes:
Agência de Vigilância Sanitária da Paraíba
Ministério da Saúde. Departamento de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis
Sociedade Portuguesa de Beneficência de Santos
Dicas de Como Fazer Atividades Pedagógicas na Escola:
1. Envolva os Estudantes:
Vale lembrar que o melhor caminho pedagógico para envolver os estudantes é o Protagonismo Juvenil, a Pedagogia de Projetos e a Educomunicação
2. Registre:
Lembre-se de fazer todos os registros possíveis das atividades desenvolvidas, o passo a passo, ou seja, as diferentes fases do projeto: Diagnóstico; Sensibilização; Planejamento; Execução; Conclusão e Resultados. Registre por escrito em papel timbrado da sua Unidade Escolar fazendo um "Relatório Descritivo" das atividades, explicando como tudo aconteceu. Não esqueça de tirar fotos ou fazer vídeos de até um minuto de duração, mas faça isso com autorização expressa dos pais. Salve o relatório final em arquivo digitalizado e guarde no e-mail ou pen-drive.
3. Divulgue:
Atualmente não basta apenas salvar os arquivos das atividades realizadas ou deixar guardado em suporte digital. Se você não socializar o que foi realizado, logo cairá no esquecimento e será como se nunca tivesse sido feito. Socializar as atividades é tão importante quanto fazer. Há vários meios digitais para divulgação, que vão desde Redes Sociais até registro em Blog, como é o caso desse que criei. A propósito, se tiver interesse em divulgar suas atividades neste Blog, você pode enviar seu relatório digitalizado com fotos e/ou vídeos para o seguinte e-mail: jorgeschemes@yahoo.com.br
Dicas de Atividades Pedagógicas Para a Escola:
1. Elaboração de um mural escolar sobre os temas.
2. Concurso de desenhos e ilustrações. Lembre-se de expor todos os trabalhos em um varal ou pelos corredores da escola, destacando os três melhores escolhidos pelos membros do Conselho de Classe. Não esqueça de convidar os pais e a comunidade para prestigiar o evento.
3. Concurso de redação sobre os temas. Você poderá organizar com os estudantes um varal literário aberto à toda comunidade do entorno escolar.
4. Palestras: convide médicos ou enfermeiros para fazerem uma palestra na escola para professores, alunos, pais e comunidade do entorno da escola, mas não deixe de registrar o evento.
5. Criação de Blogs e páginas nas Redes Sociais sobre o tema. Os alunos podem fazer uso do celular em sala de aula ou da sala de informática da escola para realizar pesquisas na Internet e elaborar resumos, mapas conceituais, folders Online, mensagens, etc., para publicação Online.
6. Distribuição no entorno da escola de folhetos e encartes sobre o tema do mês. O material pode ser obtido entrando em contato com a Secretaria de Saúde do seu Município, ou se preferir elabore algum material com seus alunos e tire cópias para distribuição.
7. Elaboração de joguinhos com os alunos sobre o tema do mês.
8. Use sua criatividade para elaborar mais atividades com intencionalidade pedagógica.
Cordialmente,
Marcadores:
Hepatite,
Julho Amarelo,
Material Para Atividades Pedagógicas,
Prevenção
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
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- A Turma da Mônica e o ECA
- Bullying - Cartilha CNJ
- Declaração Universal dos Direitos Humanos
- Direitos Humanos - Protagonismo Juvenil
- Inteligência Emocional
- Indisciplina, Bullying, Ato Infracional e Mediação de Conflitos na Escola e o ECA
- Jovens, Violência e Escola
- Mapa da Violência na Escola - Crianças e Adolescentes do Brasil
- Pesquisa Sobre Bullying
- Política de Educação, Prevenção, Atenção e Atendimento às Violências na Escola
- O Rosto Como Encarnação da Ética
- Recomendação do MP de SC
- Teoria da Atividade
Atividades Sobre o ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente:



