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05 setembro 2006

NICOTINA NOS CIGARROS

Fonte: MS Notícias

A quantidade de nicotina nos cigarros aumentou 10% nos Estados Unidos desde 1998, alerta um novo estudo a nível nacional, o que, segundo cientistas, pode piorar a dificuldade dos fumantes de deixarem o vício. Segundo investigação do Departamento de Saúde Pública de Massachusetts (nordeste dos EUA), todas as marcas de cigarros vendidas no Estado aumentaram seu percentual de nicotina em 10% em média entre 1998 e 2004. Massachusetts é um dos três Estados americanos no país que exigem que os fabricantes informem o conteúdo de nicotina em seus produtos.

O estudo citou em particular as marcas mais populares, como Marlboro, Camel e Newsport. A marca mentolada Kool, preferida por dois terços dos fumantes americanos, aumentou seu percentual de nicotina em 20%. A nicotina é um estimulante do sistema nervoso, descoberto por Jean Nicot, que cria dependência ao agir sobre receptores de dopamina, um neurotransmissor. O aumento da taxa de nicotina "pode tornar mais difícil parar de fumar", denunciaram as autoridades sanitárias de Massachusetts em um comunicado. Além disso, os especialistas destacaram que o tabagismo influi na insulina do corpo e eleva a taxa de açúcar no sangue. "Assim, mais fumantes correm o risco de desenvolver diabetes", concluiu o Departamento de Saúde Pública de Massachussetts. "Fumar é um vício forte. É comum que os fumantes façam muitas tentativas para parar antes de terem sucesso", disse a comissária adjunta da organização, Sally Fogerty.

Pesquisa reitera que a exposição humana a nicotina, alcatrão e monóxido de carbono não é precisa nas medições com máquinas - EUA

Fonte: Paula Johns – Rede Tabaco Zero

Nova pesquisa revela que máquinas de testes de cigarro não medem de forma precisa a exposição humana à alcatrão, nicotina e monóxido de carbono.

Segundo estudo publicado no periódico Cancer, Epidemiology, Biomarkers and Prevention, as quatro máquinas atualmente utilizadas para medição de cigarros, incluindo o método ISO, falham em medir de forma precisa a exposição aos derivados do tabaco e, portanto não servem para fornecer informações adequadas aos consumidores e aos reguladores desses produtos. Como as medições não refletem a forma como as pessoas consumem esses produtos, os pesquisadores recomendam que se retirem os índices numéricos das embalagens, pois servem somente para confundir o consumidor e passar a falsa impressão de que cigarros de menores teores são menos nocivos.


CRÉDITOS BOLETIM ELETRÔNICO:
ALIANÇA POR UM MUNDO SEM TABACO

Publicação eletrônica semanal do Instituto Nacional de Câncer.

Este Boletim contém notas sobre notícias e artigos publicados na imprensa brasileira sobre controle do tabagismo. As opiniões aqui contidas não representam o posicionamento do Instituto Nacional de Câncer sobre esses temas.

Produção: Divisão de Controle do Tabagismo e Outros Fatores de Risco/ Coordenação de Prevenção e Vigilância /Instituto Nacional de Câncer

Equipe do Boletim POR UM MUNDO SEM TABACO:
Coordenadora Editorial: Cristina Perez
Assistente Editorial: Felipe Mendes
Conselho Editorial: Tânia Cavalcante, Cristiane Vianna, Marcus Valério, Felipe Mendes e Érica Cavalcanti.

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