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27 outubro 2006

NOTÍCIAS SOBRE TABAGISMO

ALIANÇA POR UM MUNDO SEM TABACO

Boletim 25 de outubro de 2006.


DESTAQUE

Caros leitores, conforme publicado no Boletim Eletrônico Por Um Mundo Sem Tabaco em 11 de agosto de 2006, vocês acompanharam o posicionamento da Associação Médica Brasileira, que enviou uma carta de protesto à Rede Globo de Televisão sobre o quanto a novela Páginas da Vida poderia estar influenciando a população a fumar, quando veicula excesso de cenas de um personagem fumante, que faz parte do núcleo principal da novela.

E como não existe mobilização da sociedade sem resposta, a Rede Globo de Televisão se pronunciou concordando com os argumentos da AMB e mais uma vez reafirmou seu compromisso com a população brasileira comunicando que irá fazer uma nova campanha de prevenção ao tabagismo.

Parabenizamos a Associação Médica Brasileira, em especial a Comissão de Combate ao Tabagismo, pela sua honrosa defesa para a qualidade de vida da população. E assim sendo, ressaltamos também o compromisso da Rede Globo de Televisão que se compromete em veicular novas campanhas contextualizada de Controle do Tabagismo.


NOTÍCIAS BRASIL


Prefeito prepara mobilização pela cultura do fumo
Fonte: Gazeta do Sul – Santa Cruz do Sul

Data: 24/10/06



O prefeito de Venâncio Aires, Almedo Dettenborn (PMDB), mostrou-se preocupado com a proposição do senador Sérgio Zambiasi (PTB), que prevê incentivos à substituição da cultura do tabaco. Dettenborn esteve reunido com empresários e líderes políticos locais ontem pela manhã com o objetivo de promover uma mobilização contra a aprovação da proposta. “Vamos reunir forças para evitar esse tipo de ação. A proposta é diversificar a propriedade rural e não substituir a cultura do fumo”, destacou.


O projeto de lei nº 7.100, oriundo do Senado, tramita na Câmara dos Deputados e busca a alteração dos artigos 48 e 103 da Lei nº 8.171, de 17 de janeiro de 1991, com a finalidade de instituir, dentre os objetivos do crédito rural, o estímulo à substituição da cultura do tabaco por atividades alternativas, e de conceder, pelo Poder Público, incentivos especiais ao proprietário rural que trocar a cultura do fumo por atividades alternativas. Na semana passada, o deputado federal Francisco Turra (PP), membro da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, da Câmara Federal, fez contato com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) para obter informações sobre o tema. Turra solicitou posicionamento da entidade sobre o projeto.


O presidente em exercício da Afubra, Heitor Petry, indicou a apresentação de projeto substitutivo. “Nossa sugestão é que se altere o texto, mudando a palavra substituição por diversificação de atividades econômicas, visando complementação de renda ao produtor de tabaco.” Petry entende que a proposta tem característica capciosa. “É querer induzir o produtor, através de um aceno de incentivos, para deixar uma atividade que ainda viabiliza renda e mercado, para a qual o fumicultor está familiarizado e profissionalmente preparado, para alguma outra que não se sabe se vai garantir a sobrevivência dele e de sua família”, defende.



Vigilantes do Fumo definem fumódromo na Amrigs
Fonte: Dr. Luiz Carlos Corrêa da Silva - Coordenador do Projeto Fumo Zero - AMRIGS

Data: 15/10/06



O grupo Vigilantes do Fumo da Amrigs/ Instituto Vida Solidária, criado para orientar sobre a restrição ao uso de derivados do tabaco dentro da entidade, reuniu-se no dia 10 de outubro para debater dúvidas dos colaboradores, treinar e simular abordagens aos visitantes. Além disso foi escolhido um local para ser o fumódromo da Amrigs. Criado no Dia Nacional de Combate ao Fumo, 29 de agosto, o grupo tem a função de abordar os visitantes da Amrigs, pedindo aos fumantes para apagarem seus cigarros. No encontro, que é mensal, ficou decidido que serão colocados cartazes educativos para instruir os fumantes a não fumar, além de placas proibitivas.



Para o colaborador do Núcleo de Apoio e ex-fumante Marcelo Oliveira Moreira, é a melhor forma de chegar ao objetivo. “A placa constrange, a proibição deve ficar clara para que a pessoa saiba que está fazendo algo errado, assim será mais fácil fazê-la seguir a norma”, disse. Segundo a gerente executiva do Instituto Vida Solidária, Simone Romanenco, este trabalho de abordagem será feito constantemente. “Temos que cuidar da saúde e do bem-estar dos que não fumam, para isso vamos lidar com a resistência das pessoas, mas esse é um trabalho de curto, médio e longo prazo”, lembrou.


Para as Dras. Margarida Rodriguez e Maria Eunice Moraes de Oliveira, membros da Comissão de Tabagismo do Projeto Fumo Zero, as abordagens não terão efeito imediato. “É um trabalho de formiguinha. Nós estamos preconizando a saúde”, explicou a psiquiatra Margarida. A pneumologista Maria Eunice acrescentou: “Isso cria uma cultura, temos que estar convencidos de que é necessária a abordagem, mesmo que a pessoa não dê importância. É um processo, temos que aceitar a resistência que sempre vai ter”. O grupo escolheu para ser o fumódromo provisório o pátio dos fundos da entidade, próximo ao ar-condicionado central.


CIÊNCIA & SAÚDE


Depois de 25 anos, um em 4 sofre de doença respiratória
Fonte: Terra Online

Data: 16/10/06



Depois de 25 anos de tabagismo continuado, pelo menos um fumante em cada quatro desenvolve uma doença pulmonar moderada ou severa, reduzindo sua capacidade respiratória, revelou um estudo dinamarquês publicado na última edição da revista mensal especializada Thorax. Para este estudo, realizado pelo especialista Peter Lange, de Copenhague, e seus colegas, foram recrutados 8.045 mulheres e homens com idades entre 30 e 60 anos, a maioria fumantes, com exceção de 1.200 exfumantes e 1.800 pessoas que nunca fumaram na vida.



Vinte e cinco anos depois dos primeiros testes respiratórios, 96% dos homens que nunca fumaram tinham os pulmões em bom estado contra 59% daqueles que fumaram sem parar. Entre as mulheres, 91% das nãofumantes não apresentavam qualquer problema respiratório ao fim do mesmo período. Um tabagista inveterado em cada quatro corre o risco de desenvolver uma doença de evolução progressiva, a bronquite crônica obstrutiva pulmonar (BPCO), segundo a pesquisa.



Entre os 2.900 óbitos registrados durante o estudo, 109 estiveram diretamente ligados a esta doença, entre os quais apenas dois eram nãofumantes. O fumo ativo é conhecido por ser a principal causa desta doença incurável que pode provocar a insuficiência respiratória, levando à necessidade de recorrer a balões de oxigênio para a sobrevivência.



Fumar cigarro impede cura de tendões do ombro, diz estudo
Fonte: Revista Dieta Já – São Paulo

Data: 18/10/06



Pesquisadores de cirurgia ortopédica da Universidade de Washington identificaram mais um motivo para que as pessoas não fumem. Estudando ratos com lesões no grupo de tendões conhecido como rotator do punho, a equipe de cientistas determinou que a exposição a nicotina adia a cura entre tendão e osso, sugerindo que isso poderia levar a problemas no reparo do rotator do punho em pacientes humanos, após cirurgias.



O tabaco é geralmente associado a problemas cardiovasculares e câncer, mas diversos estudos já mostraram que a nicotina interfere na recuperação de fraturas ósseas e inibe o processo de fusão de ossos. Alguns cirurgiões da espinha evitam operar fumantes. Mas os efeitos do fumo em tendões e ligamentos é menos estudado. Também há lacunas no conhecimento médico sobre os ferimentos do rotator do punho, um grupo de músculos e tendões do ombro, que permitem girar, elevar o braço e estabilizam a junta do ombro. Lesões são mais comuns em pessoas idosas, e a verdadeira incidência do problema é desconhecida, porque entre 5% e 40% das pessoas que podem ter um rompimento do rotator do punho não sentem a dor no ombro.



Sabe-se que o reparo do rotator pode falhar dias após a cirurgia. A taxa de recorrência pode chegar a 90%, dependendo do tamanho da ruptura, natureza do ferimento e idade do paciente. O estudo atual mostra que, quando os ratos eram expostos a nicotina após a cirurgia para reparar o rotator, a inflamação persistia por mais tempo na junta, o que prejudica a cicatrização.



ARTIGO


Uma empresa de cigarros pode ser socialmente responsável? Até quando vamos permitir o inaceitável?
Fonte: http://arruda.rits.org.br

Data: 23/10/06


Paula Johns*

Nos últimos anos, em especial após a divulgação dos documentos secretos das empresas de cigarros nos anos 90, a indústria do tabaco vem investindo pesado na melhoria de sua imagem corporativa para tentar convencer o público de que mudou. E tem conseguido isso com relativo sucesso, a julgar pela habilidade da Souza Cruz de atrair pessoas como Bernardo Rezende, Paulo Henrique Amorim, Zeca Camargo e outros nomes públicos para promover sua imagem nos chamados “Diálogos Universitários” em todo o Brasil. Isso sem mencionar seu sucesso no lobby para concorrer ao Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da Bovespa, conseguir parceria com a Infraero, fazer doações para modernização do sistema judiciário, conseguir isenções pela Lei Rouanet para produzir agendas para os projetos sociais do Instituto Souza Cruz, entre outras façanhas. Vale ressaltar que algumas dessas pessoas, instituições e órgãos de governo, mas não todos, entram nesse barco sem refletir sobre as conseqüências mais profundas dessa relação.



O que há de novidade sobre esse velho debate é a recente decisão judicial ocorrida nos EUA, onde as principais fabricantes de cigarros foram condenadas por fraude, enganação, corrupção, conluio e formação de quadrilha. Judicialmente, ficou comprovado, num documento de 1.683 páginas com riqueza de detalhes, que essa indústria mentiu por mais de cinco décadas e que continua a mentir (www.tobaccofreekids.org/reports/doj/FinalOpinion.pdf, acessado em 12 de setembro de 2006, às 18h33).



Sempre defendemos que, por uma questão de princípios básicos, não há que se ter dúvidas quanto à impossibilidade de uma empresa de tabaco ser chamada de socialmente responsável. Seria mais honesto se a chamássemos de “lamentavelmente necessária”, afinal, enquanto houver demanda por essa droga, é melhor fornecer legalmente nicotina a milhões de usuários dependentes e lidar com o tema sob a ótica da saúde pública. E nesse aspecto, apesar dos avanços dos últimos anos, ainda podemos fazer muita coisa, a começar por refletir sobre a missão das fabricantes de cigarros e compreender que essas empresas não são como outra empresa qualquer.



Em outras palavras, fundamentalmente, uma empresa cuja razão de ser é a produção, a promoção e a comercialização de um produto que vicia e mata metade de seus consumidores regulares não pode ser chamada de ética. Fundamento este explicitado no próprio Código de Defesa do Consumidor.



Infelizmente, quando se fala em tabagismo, há uma percepção do tema centrada na questão do autocuidado. A conseqüência disso é que fumantes se sentem pressionados e discriminados, e não são raras as ocasiões em que são chamados, sem a menor parcimônia, de fedidos, sujos, imbecis, burros, suicidas, desrespeitosos, sem caráter, sem força de vontade e outros adjetivos que acompanham alguns sermões moralistas que, via de regra, se originam no reducionismo do autocuidado. Tampouco se trata de chamá-los de coitadinhos – nem tão lá, nem tão acolá –, mas podemos, sim, afirmar que os fumantes são vítimas de um contexto sócio-cultural que não tem por que ser perpetuado ad eternum.



Mudar as regras desse jogo está em nossas mãos. O que é inaceitável nesse cenário é que essa mesma sociedade (no sentido amplo do termo), que recrimina e condena o fumante, banalize a prática da empresa que promove esse produto e permita que ainda existam marketing e promoção de cigarros, que ainda se venda cigarros em qualquer jornaleiro, padaria, supermercado, venda, birosca, botequim, bar, restaurante etc. É inadmissível que cigarros continuem sendo exibidos em letreiros luminosos como um passaporte para um mundo de aventuras, liberdade, viagens e como um ritual de passagem para o mundo adulto. Propagandas que a indústria jura que são para convencer o fumante adulto a mudar de marca.



Não é possível que ainda se permita fumar em ambientes fechados, apesar de um oceano de evidências comprovar que o tabagismo passivo é um grave problema de saúde pública. Não faz sentido que o cigarro brasileiro sejam o sexto mais barato do mundo e que a arrecadação de seus tributos não cubra nem metade do que se gasta com os impactos provocados pelo seu consumo. Não é justo que o poder judiciário no Brasil não veja problema algum em receber doações da Souza Cruz para modernização do seu sistema ao mesmo tempo em que centenas de ações tramitam contra essa mesma empresa. É inaceitável que o símbolo nacional das campanhas do Ministério da Saúde, o Sr. José Carlos Marques Carneiro – cuja imagem é impressa nos maços de cigarro da própria Souza Cruz e que começou a fumar quando não havia nenhuma advertência, num período de bombardeio de publicidade em todas as mídias – não receba uma indenização para viver com mais dignidade o resto de seus dias.



Hoje, a virilidade do homem de Marlboro virou impotência, o glamour de Humphrey Bogart virou falta de charme. Mesmo assim, milhares de adolescentes se tornam dependentes de nicotina todos os dias e milhões de pessoas continuam a fumar – ou por falta de acesso a tratamentos ou por vergonha de buscá-los – e reagem contra as medidas antitabagismo (erroneamente chamadas de antitabagistas) de forma defensiva, sem falar naquelas que tentam parar de fumar e não conseguem e se frustram. Isso porque fumar ainda é vendido como se fosse uma livre opção para adultos. Será que alguém que já fumou ou que fuma, ou que conviva com um ente querido gravemente comprometido em função da sua “escolha”, ou “decisão inteligente”, realmente acredita nisso?



É chegada a hora de focar no contexto, e nesse sentido, voltando à decisão judicial dos EUA, temos que ter coragem de repudiar as, no mínimo hipócritas, ações de Responsabilidade Social Empresarial da indústria do tabaco, de nos recusarmos a sentar ao seu lado ou promover a boa imagem da empresa.



A indústria do tabaco, como qualquer outro negócio, é obrigada a lucrar para atender as expectativas de seus acionistas e permanecer no mercado. Nada mais justo, não fosse seu produto o que é: causador de dependência química e psicológica, leva à morte 50% de seus usuários. Para torná-lo atraente e captar seus clientes, precisa ter estratégias cínicas e hipócritas. Essa é sua missão: mentir, enganar, esconder fatos, manipular pesquisas. E nada mais.



O que cada um de nós pode fazer? Podemos deixar de ser acionistas, ou passar a ser acionistas para mudar as regras desse jogo, podemos nos mobilizar para obrigar a indústria do tabaco a não fazer nenhum tipo de promoção ou marketing, a vender seus produtos embaixo do balcão, a não se opor aos ambientes livres de fumo, a não se opor ao aumento de preços, a tornar essas empresas inelegíveis para benefícios fiscais, como a lei Rouanet, entre outras medidas que de verdade teriam impacto sobre o consumo.



Quanto à decisão judicial recente dos EUA, vale mencionar que a primeira reação da Philip Morris e da British American Tobacco (BAT), controladora da Souza Cruz, foi pedir que a proibição da utilização dos termos “light”, baixos teores ou outras terminologias que passem a falsa impressão de cigarros menos nocivos, contida na decisão judicial, não valesse para os mercados externos. O Brasil proibiu a utilização desses falsos descritores em 2001, mas, enquanto brigava contra a medida, a indústria desenvolveu a campanha do sistema de cores, e terminamos por trocar o seis por meia dúzia. Para bom entendedor, meia palavra basta.



* Paula Johns (paula@redeh.org.br) é socióloga, mestre em Estudos do Desenvolvimento Internacional e coordenadora da Aliança de Controle do Tabagismo (www.actbr.org.br). Representou a Redeh (www.redeh.org.br) nas negociações da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco e integra o Conselho Diretor da Framework Convention Alliance www.fctc.org


NOTÍCIAS MUNDO


Caubói fumante é ícone imaginário mais influente, diz livro
Fonte: Yahoo Notícias

Data: 18/10/06



Por Michelle Nichols

NOVA YORK (Reuters) - Eles influenciam a maneira como nos vestimos, agimos, comemos e falamos, e ajudaram a mudar o curso da história -- mas não são reais.



No topo da lista "As 101 pessoas mais influentes que nunca viveram", parte de um livro lançado na terça-feira, está o Homem de Marlboro, um caubói norte-americano que surgiu nos anos 1950 e ajudou a aumentar as vendas dos cigarros Marlboro. "As fábulas das nossas imaginações, as criaturas que tiramos das nossas mentes e colocamos no mundo real são totalmente capazes de criar conseqüências surpreendentes", disse à Reuters Jeremy Salter, um dos três autores do livro.



No segundo lugar da lista está o "Grande Irmão", do livro "1984", de George Orwell, seguido pelo rei Arthur, que, segundo os autores, representa para muitas pessoas a figura do monarca ideal. Em quarto lugar está Papai Noel. "O Papai Noel governa toda a nossa economia no último trimestre do ano e sem ele os negócios quebrariam", disse Allan Lazar, outro dos autores do livro.



Barbie, a "gatinha de plástico que se tornou modelo para milhões de menininhas, estabelecendo um padrão impossível de beleza e estilo", é a número 43 da lista. "A nossa idéia é a de que personagens influentes não precisam existir, os personagens fictícios são tão importantes quanto os reais nas nossas vidas e em alguns casos até mais do que pessoas de verdade", disse Lazar. O Monstro do Lago Ness está em 56o lugar.


Saúde dos funcionários de pubs na Escócia melhora após proibição do cigarro
Fonte: Jornal Extra – Rio de Janeiro

Data: 18/10/06



A saúde dos funcionários de pubs na Escócia melhorou consideravelmente desde a proibição, em março, de fumar nesses lugares públicos, segundo relatório médico publicado hoje. Os especialistas da Universidad de Dundee (noroeste da Escócia) concluíram em seu estudo que a saúde dos funcionários melhorou significativamente nos primeiros meses desde a implementação da proibição para fumar.



As conclusões do documento afirmam que grupos antitabaco pedem ao governo da Grã-Bretanha que acelere a introdução de proibições similares na Inglaterra. O grupo Forest, a favor dos direitos do fumante, indicou que os vínculos entre fumantes passivos e os problemas de saúde ainda não foram provados cientificamente.



Os médicos da universidade escocesa trabalharam desde fevereiro passado com voluntários que trabalhavam em pubs da região de Dundee, avaliando seus estados de saúde antes e depois da proibição ao cigarro. Daniel Menzies, que liderou o grupo de estudos, declarou que nos dois meses posteriores à proibição o número de funcionários dos pubs com sintomas de alergias, asmas ou problemas respiratórios reduziu de 80% deles para menos da metade.


Menor consumo de tabaco reduz câncer
Fonte: Diário Catarinense - SC

Data: 05/10/06



As medidas para reduzir o consumo de tabaco nos Estados Unidos ajudaram a diminuir a mortalidade do câncer nos homens em aproximadamente 40% entre 1991 e 2003, informou ontem a Sociedade Americana contra o Câncer. Ao longo de 12 anos, os esforços impediram a morte de pelo menos 146 mil homens, disse a entidade em artigo publicado pela Revista Tobacco Control. Há mais de duas décadas o governo dos EUA proíbe o fumo em todas as suas instalações.


Tom e Jerry largam o vício
Fonte: http://www.portugaldiario.iol.pt

Data: 22/08/06


Desenhos animados deixaram de poder fumar para não dar mau exemplo

O canal de televisão infantil Boomerang vai suprimir algumas cenas da série de desenhos animados «Tom e Jerry» em que as duas personagens aparecem a fumar, na sequência de queixas no Reino Unido. O organismo britânico que regula os meios de comunicação, Ofcom, iniciou uma investigação sobre a série, depois de receber uma denúncia de que aquelas cenas não eram apropriadas para o público infantil, a quem o canal é dirigido.



Numa nota hoje divulgada, a Ofcom explicou que, depois de conhecer as queixas, o proprietário do canal, o grupo Turner, analisou os seus arquivos de imagens e propôs a supressão das imagens ou referências em que o tabaco surja como algo «justificado, aceitável, glamuroso, ou que incite a ser imitado». Numa das cenas que suscitaram a queixa, em «Texas Tom» de 1950, Tom tenta impressionar uma gata, agarrando um cigarro, acendendo-o e fumando-o.



No outro episódio, também de 1950, o famoso gato disputa uma partida de ténis contra um rival que fuma um charuto. Na nota, o Ofcom reconhece que «Tom y Jerry» é uma série «histórica», criada numa época em que o tabagismo «era geralmente mais aceite» e dirigiram-se à família. Contudo, actualmente, adianta a nota, esses desenhos animados são vistos principalmente pelas crianças, «algumas de muito tenra idade, que os poderão estar a ver sozinhos». A Ofcom manifesta a sua satisfação por o grupo Turner ter decidido suprimir as imagens em questão e considera que essa atitude «minimiza» as possibilidades de danos.


CRÉDITOS:


BOLETIM ELETRÔNICO - ALIANÇA POR UM MUNDO SEM TABACO
Publicação eletrônica semanal do Instituto Nacional de Câncer.
Este Boletim contém notas sobre notícias e artigos publicados na imprensa brasileira sobre controle do tabagismo. As opiniões aqui contidas não representam o posicionamento do Instituto Nacional de Câncer sobre esses temas.
Produção: Divisão de Controle do Tabagismo e Outros Fatores de Risco/ Coordenação de Prevenção e Vigilância /
Instituto Nacional de Câncer
Equipe do Boletim POR UM MUNDO SEM TABACO:
Coordenadora Editorial: Cristina Perez
Assistente Editorial: Felipe Mendes
Conselho Editorial: Tânia Cavalcante, Cristiane Vianna, Marcus Valério, Felipe Mendes e Érica Cavalcanti.

Comentários:
porummundosemtabaco@inca.gov.br

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