Atenção Escolas da GERED de Joinville, SC - Urgente!!!

Boa tarde 
Estou repassando  as escolas que faltam nos passar os dados referente as ações do Programa Saúde na Escola 2013/2014. Favor enviar os dados com urgência.

A- Avaliação oftalmológica
Necessitamos para avaliação oftalmológica apenas os alunos com alteração visual pós teste de Snellen, É necessário o número do cartão SUS do aluno, nome do aluno, sexo, data de nascimento e data de atendimento (data em que feito o exame).
1- EEB Prof Juracy Maria Brosig - Regional Jarivatuba
2- EEB Marli Maria de Souza - Regional Jarivatuba
3- EEB Plácido Xavier Vieira - Regional Floresta
4- EEB Alicia Ferreira - Regional Floresta
5- EEB Francisco Eberhardt Regional Pirabeiraba
6- EEB Guilherme Zuegue - Regional Pirabeiraba
7- EEB Prof Antonia Alpaídes dos Santos - Regional Centro

B- Avaliação antropométrica
Para avaliação antropométrica é necessário número do cartão SUS de todos os alunos da escola, nome do aluno, sexo, data de nascimento, data de atendimento, peso e altura com vírgula.
2- EEB Marli Maria de Souza - Regional Jarivatuba
3- EEB Plácido Xavier Vieira - Regional Floresta
4- EEB Alicia Ferreira - Regional Floresta
5- EEB Francisco Eberhardt Regional Pirabeiraba
6- EEB Guilherme Zuegue - Regional Pirabeiraba
7- EEB Prof Antonia Alpaídes dos Santos - Regional Centro

Favor nos enviar os dados com urgência.
Caso os dados não sejam repassados para o meu e mail, não haverá repasse financeiro ao município e não poderemos estar dispondo do recurso para melhorias nas escolas.
Caso alguma escola já tenha enviado algum dado pedido, por gentileza o envie novamente.

Att.
Lisiane Cribari
Programa Saúde na Escola - SMS
Fone: 47- 34815146

Curso Saber Saúde do INCA


Doenças de fácil prevenção têm relação com desenvolvimento da criança

Em outubro de 2011, o economista e filósofo Eduardo Giannetti apontava como um dos principais problemas da educação básica brasileira a má formação neurológica de crianças por causa de doenças nos primeiros anos de vida. Entre os motivos, o saneamento básico precário de várias cidades brasileiras. Segundo dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) do Ministério das Cidades, 53,8% da população brasileira não possui serviço de coleta de esgoto.
Mostra que é um equívoco investir só na escola. O segredo é a agregação de políticas públicas, de forma matricial e sistêmica. Na verdade, as políticas afetam umas às outras
Paulo Roberto Corbuccipesquisador do Ipea
Os pesquisadores do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) Paulo Roberto Corbucci e Eduardo Luis Zen publicaram, recentemente, estudo que relaciona fatores externos – entre eles o saneamento básico – com os números do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), citado por eles no material como principal indicador de desempenho do sistema educacional brasileiro.
O estudo considerou os índices de abastecimento de água, esgotamento sanitário e coleta de lixo na comparação com os resultados no Ideb. Nos três casos, observou-se redução nos índices de educação baixos (menos de quatro pontos) de acordo com o aumento da presença dos serviços nos municípios. Na tabela de esgotamento sanitário, por exemplo, a proporção de Idebs baixos e médio-inferiores (entre quatro e cinco pontos) atinge 73% do total quando a incidência do serviço foi menor que 50%.
Para Corbucci, o estudo sugere que as condições sociais têm impacto maior que a estrutura interna das escolas analisadas pela pesquisa, como presença de bibliotecas, laboratórios de informática e ciências e infraestrutura pedagógica. “Mostra que é um equívoco investir só na escola. O segredo é a agregação de políticas públicas, de forma matricial e sistêmica. Na verdade, as políticas afetam umas às outras”, diz.
A pesquisadora Anne Jardim Botelho, em sua tese de mestrado, abordou o tema utilizando dados sociais, cognitivos e de saúde de 210 crianças, com idades entre 7 e 11 anos, residentes em Americaninhas, comunidade rural de Minas Gerais. Segundo o estudo, crianças afetadas por doenças como a ascaridíase e “amarelão”, decorrentes de problemas de saneamento básico da região, apresentaram piores resultados em testes aplicados. “Essas doenças são de fácil prevenção. São contraídas pela ingestão ou penetração na pele, através do solo ou de alimentos contaminados”.
Anne explica que as doenças podem afetar a formação escolar por dois mecanismos básicos. “Há prejuízo nutricional, alguns vermes se apropriam de nutrientes, principalmente calorias, vitaminas e minerais. Pode causar, inclusive, anemia. Isso afeta a boa formação do sistema nervoso e o desempenho cognitivo”. O segundo ponto negativo seria a dificuldade de aprendizado gerada pelos sintomas. “Crianças com alta carga parasitária se sentem cansadas, apáticas, indispostas e sonolentas. Elas acabam perdendo o interesse nos processos escolares, faltam mais à aula”.
Quanto mais cedo pior
Em artigo publicado em seu site, o médico Dráuzio Varella afirma que quadros de diarreia (sintoma comum relacionado a essas doenças) frequente durante os cinco primeiros anos de vida podem privar o cérebro das calorias necessárias para o desenvolvimento pleno e comprometer para sempre o quociente intelectual (QI). De acordo com ele, 87% das calorias ingeridas por recém nascidos são utilizadas na construção do cérebro. O número decai conforme a idade: 44% aos cinco anos e 34% aos dez, por exemplo.
Citando os mesmos 87% para crianças de zero a dois anos, Giannetti afirma que essa informação deveria estar no centro do projeto de futuro do Brasil: o País não estaria sabendo resolver um problema de agenda social do século XIX e, assim, condenando parte da população brasileira ao fracasso intelectual. Anne defende investimentos na área de saneamento como uma das necessidades básicas para melhorar a educação básica, juntamente com a nutrição adequada de crianças.
Até o final de 2014, o Instituto Trata Brasil promete lançar “estudo aprofundado que relaciona problemas de saneamento básico e educação”, conforme o presidente executivo da instituição, Édison Carlos. O projeto é desenvolvido em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). [Fonte: Terra]

Comunicação Interna - Vacinação Nacional HPV

COMUNICAÇÃO INTERNA CIRCULAR


Nº: 18/2014

DATA: 28/01/14

DE: Diretoria de Educação Básica e Profissional – DIEB/GEREJ

PARA: GEREDs e IEE

ASSUNTO: Vacinação Nacional HPV


Senhor(a) Gerente,
Senhor Coordenador Geral/IEE;
Senhor(a) Coordenador(a) do NEPRE,


No Brasil, o Calendário Nacional de Vacinação está sendo ampliado com a inclusão da vacina contra o papilomavírus (HPV), principal causador do câncer de colo de útero. A vacina será distribuída gratuitamente pelo SUS, para atender às adolescentes do sexo feminino, de acordo com o cronograma e idade determinada pelo Ministério da Saúde: 1ª Dose: em março de 2014, prioritariamente para as meninas da faixa etária de 11, 12 e 13 anos, 11 meses e 29 dias de idade. Para as meninas da população indígena, no ano de 2014, na faixa etária de 9 a 13 anos.
O procedimento da 1ª Dose será, prioritariamente, nas escolas. Também estará disponível nas unidades de saúde. Mas, para garantir ampla cobertura, com apoio da educação, a 1ª Dose será nas unidades escolares. A partir da 2ª Dose, será nas unidades de saúde, em setembro de 2014, conforme documento que segue anexo, intitulado Recado aos Pais (Agendamento da 2ª Dose da vacinação contra o HPV), que receberão no dia da vacinação da 1ª Dose.
Neste processo, compete à escola o apoio: trabalhar a temática no âmbito pedagógico e relacionar, de acordo com a definição de idade, as meninas matriculadas a serem vacinadas (planilha anexa). Essa planilha deverá ser entregue para as equipes de vacinação do município, quando do contato dessas com as escolas.
Quanto aos procedimentos da vacinação, competem as unidades de saúde: entrar em contato com as unidades escolares para agendamento e organização do dia; a aplicação; fornecer todas as orientações e se responsabilizar aos possíveis efeitos pertinentes pós-procedimento.
Para esclarecimentos, seguem os documentos:
·      INFORMATIVO SOBRE A VACINA CONTRA O PAPILOMAVIRUS HUMANO (HPV) DA ATENÇÃO BÁSICA (encaminhado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica);
·       TERMO DE RECUSA DE VACINAÇÃO CONTRA HPV (encaminhado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica);
·      GUIA PRÁTICO HPV/Perguntas e Respostas Guia Prático HPV (Ministério da Saúde) - Clique no link para Abrir o Documento em pdf
Portanto, a DIEB solicita aos gestores, Coordenadores dos NEPREs e professores da rede pública estadual que seja prestada especial atenção às orientações e ao cumprimento da Campanha, envolvendo todos os funcionários, professores, pais e alunos da rede pública estadual de ensino. Para trabalhar, no âmbito pedagógico, seguem algumas sugestões.


Atenciosamente,


Marilene da Silva Pacheco                                        Elisabete Duarte Borges Paixão
Diretora                                                                      Gerente



ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS SOBRE A CAMPANHA DE VACINAÇAO CONTRA O PAPILOMAVÍRUS HUMANO (HPV) na EDUCAÇÃO BÁSICA


Não se tratando de mais uma tarefa para a escola, estas demandas sociais apresentam-se como assuntos que devem ser aproveitados pelos professores para inserir os temas “saúde e sexualidade”, na prática pedagógica. A inserção destas temáticas nos currículos da Educação Básica estão pautadas na Resolução nº 7, que fixa as diretrizes curriculares nacionais para o Ensino Fundamental de 9 anos, no artigo 16, estabelece temáticas transversais obrigatórias a trabalhar no EF, dentre elas está o tema SAÚDE. Também a Proposta Curricular do estado de Santa Catarina: Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio (Temas Multidisciplinares, 1998) traz uma abordagem sobre a temática da Sexualidade, oferecendo aos educadores da rede pública estadual um referencial para que desenvolvam ações educativas sistemáticas sobre esta temática.
A escolha da faixa etária do público-alvo justifica-se pelo maior potencial de produção de anticorpos contra o vírus por organismos ainda jovens. Outro motivo é atingir quem ainda não iniciou a vida sexual e fazer da campanha o primeiro passo de conscientização, orientação e proteção a futuras mulheres e consequentemente também homens.

Com o objetivo de contribuir para a abordagem da temática na prática pedagógica, seguem algumas orientações e sugestões de ações:


·       No início das aulas em fevereiro: fundamentalmente, sensibilização e comprometimento no âmbito da escola envolvendo todos os professores, profissionais da educação informando e esclarecendo sobre esta vacinação.

·       Neste debate apresentar os documentos INFORME SOBRE A VACINA CONTRA O PAPILOMAVIRUS HUMANO (HPV) NA ATENÇAO BASICA (encaminhado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica); TERMO DE RECUSA DE VACINAÇÃO CONTRA HPV (encaminhado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica); GUIA PRÁTICO HPV/Perguntas e Respostas (Ministério da Saúde).

·       Organizar a prática pedagógica com metodologias adequadas para abordar a vacina contra o papilomavírus humano (hpv), nas diferentes áreas de conhecimentos, por meio de informações, pesquisas e conhecimentos com ênfase para doenças sexualmente transmissíveis, comportamentos de risco, a complexidade da gravidez na adolescência, métodos contraceptivos. Também, ALERTAR que a vacina é somente para a imunização do vírus HPV, não imune outros vírus sexualmente transmissíveis, a exemplo do HIV/AIDS. Estas temáticas não devem ser trabalhadas, não só em caráter informativo, mas como intervenção no interior da escola com o desenvolvimento de uma ação crítica reflexiva e educativa, com orientações de prevenção e, sobretudo promoção de valores no público feminino pré-adolescente. Para esta ação importante criar um ambiente de diálogo, de afetividade e de confiança para que os adolescentes, sobretudo, as adolescentes expressem seus sentimentos; promover debates e orientar os adolescentes a perceberam ocorrências que os envolvam em situações de risco e esteja formados para tomar atitudes saudáveis.

  • Conscientizar e sensibilizar as famílias pais e responsáveis para firmar parcerias no acompanhamento e na orientação sobre comportamento sexual de crianças e adolescentes. Apresentar aos mesmos os materiais sobre a vacinação enfatizando a importância da vacina neste público alvo e da abordagem que se fará pedagogicamente. Nesse sentido, orientar os pais sobre a importância do papel da família na educação dos filhos, com a transmissão de valores humanos para o cuidado da vida. Informa-lhes sobre o TERMO DE RECUSA DE VACINAÇÃO CONTRA HPV (encaminhado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica). Nesta ação trabalhar em articulação com os profissionais da área da saúde.



Para saber mais sobre a temática Sexualidade e Saúde, seguem sugestões de referências bibliográficas:

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA/PSE. Ministério da Educação/MEC. www.mec.gov.br


BOECHAT FILHO, Carlos; CASTRO Heloisa. Sexo sem segredos. Rio de Janeiro: Bloch, 1996.


ESTADO DE SANTA CATARINA. Proposta Curricular do Estado de Santa Catarina: Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio (Temas Multidisciplinares, 1998)

BRITZMANN, Deborah. Curiosidade, sexualidade e currículo. In: O corpo educado – pedagogias da sexualidade. LOURO, Guacira Lopes (Org). Belo Horizonte: Autêntica, p.85-111, 2000.

CANDIA, Caterina Marassi; BOTELLA, Marcedes Palop; LOPEZOSA, Pilar Millagón e MORFA, José R. Díaz. Minha primeira coleção de iniciação sexual e afetiva. São Paulo: Impala Brasil Editores, 1996.

CIÊNCIA HOJE NA ESCOLA. Sexualidade: corpo, desejo e cultura. São Paulo: Global: SBPC, 2001.

EPSTEIN, Debbie; JOHNSON, Richard. Sexualidades e instituición escolar. Madrid/Espanha: Ediociones Morata, 2000.

FIGUEIRÓ, Mary Neide Damico. Educação sexual: retomando uma proposta, um desafio. 2. ed. Londrina: UEL, 2001.

FOUCAULT, Michel. História da sexualidade: a vontade de saber. 11. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1993.

FURLANI, Jimena. Educação Sexual: possibilidades didáticas. In: LOURO, G.L., NECKEL, J.F. & GOELLNER, S.V. (Orgs). Corpo, gênero e sexualidade: um debate contemporâneo na educação. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003b.

___. Gêneros e sexualidades: políticas identitárias na educação sexual. In: GROSSI, Miriam Pillar; BECKER, Simone; LOSSO, Juliana C. M.; PORTO, Rozeli M. e MULLER, Rita de C. F. (orgs.). Movimentos sociais, educação e sexualidade. Rio de Janeiro: Garamond, 2005. Coleção Sexualidade, Gênero e Sociedade.

___. Mitos e tabus da sexualidade humana: subsídios ao trabalho em educação sexual. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.

___. O bicho vai pegar! Um olhar pós-estruturalista à educação sexual a partir de livros paradidáticos infantis. 2005. [Tese de Doutorado] Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Programa de Pós-Graduação em Educação. Porto Alegre: PPG Edu/UFRGS. 2005.

___. Subsídios à educação sexual a partir de estudo na internet. In: MEYER, Dagmar; SOARES, Rosangela (Orgs.). Corpo, gênero e sexualidade. Porto Alegre: Mediação, 2004.

___. Educação sexual na escola: equidade de gênero, livre orientação sexual e igualdade étnico-racial numa proposta de respeito às diferenças. Florianópolis: UDESC, 2008

GHERPELLI, Maria Helena Brandão Vilela. Diferente, mas não desigual: a sexualidade no deficiente mental. São Paulo: Gente, 1995.

ANEXOS: LINK DE ANEXOS EM PDF SOBRE HPV - Clique Aqui!


Florianópolis, 13 de fevereiro de 2014

CURSO DE PREVENÇÃO ÀS DROGAS PELA UFSC

Estão abertas inscrições para 40.000 vagas da sexta edição do CURSO DE PREVENÇÃO DOS PROBLEMAS RELACIONADOS AO USO DE DROGAS: CAPACITAÇÃO PARA CONSELHEIROS E LIDERANÇAS COMUNITÁRIAS.

Se você já se inscreveu, solicitamos que indique para seus colegas.


CURSO

Curso: Prevenção do Uso de Drogas Para Educadores

Segue informações sobre o Curso de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores das Escolas Públicas.

Prezado (a) Senhor (a),

A questão do uso de drogas é uma das mais importantes problemáticas da contemporaneidade, com impactos em várias áreas da vida social, inclusive no cotidiano das escolas e nos processos educacionais.
Por isso, viemos divulgar e pedir o seu apoio na divulgação do curso de extensão - Prevenção do uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas, dirigido para as escolas que estão sob sua diligência. Este curso é promovido já há alguns anos pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça - SENAD/MJ em parceria com a Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação - SEB/MEC, e será realizado, a partir de 2014, pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC para os estados do sul do Brasil.

INFORMES:
Curso: Prevenção do uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas (Edição 2014)
Será realizado na modalidade a distância (EaD – Educação a Distância).
Objetivo: Formar profissionais das Escolas Públicas para atuarem coletivamente na prevenção do uso de drogas no âmbito escolar.
Inscrições: 16 de dezembro de 2013 à 14 de fevereiro de 2014.
Critérios de Inscrição: 1) Ser servidor de Escola Pública Estadual e/ou Municipal dos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul;
2) Participação de grupos de  03 a 10 educadores por escola.
Início do Curso: 17 de março de 2014.
Duração: 08 (oito) meses.
Carga Horária: 180 horas.
Maiores informações pelo site: www.nute.ufsc.br/educadores
Contamos com seu apoio para multiplicar as informações sobre o referido curso e estamos à disposição para esclarecer eventuais dúvidas.

Atenciosamente,



Profa. Dra. Daniela Ribeiro Schneider
Profa. Dra. Roseli Zen Cerny
Coordenadora do Curso de Prevenção do uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas - PR, SC e RS
UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina
Coordenadora do NUTE - Núcleo de Multiprojetos de
Tecnologia Educacional
UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina

Novas drogas podem apodrecer músculos, provocar infarto e levar à morte

Nos últimos tempos, novas drogas começaram a surgir entre os dependentes químicos, como é o caso do Krokodil, metadona, PMA (parametoxianfetamina), oxi  (variante da cocaína) e a metanfetamina. Algumas delas, feitas caseiramente, são extremamente perigosas, pois além de deixar sequelas graves no corpo, podem levar à morte em pouco tempo. Veja o que é cada uma e quais consequências elas trazem ao organismo. [Fonte R7]

REALIZE UMA CAPACITAÇÃO, PALESTRA OU OFICINA SOBRE INDISCIPLINA, BULLYING E ATO INFRACIONAL: