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12 dezembro 2005

E.E.B. JOÃO COLIN - PROJETO NEP

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA.

ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA JOÃO COLIN


PROJETO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO E PREVENÇÃO
NA ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA JOÃO COLIN

Joinville,
Outubro, 2005.


1 JUSTIFICATIVA

A implantação e a implementação de uma política de educação preventiva às substâncias psicoativas, comumente conhecidas por drogas, são uma necessidade para todas as escolas que objetivam desenvolver uma educação global. A necessidade de este tema ser contextualizado é imperativa para que se cumpra a função social escolar de uma formação cidadã via socialização, reelaboração e produção de conhecimentos científicos universais.
Há que se considerar que a abordagem da ação preventiva na escola deve acontecer de forma multidisciplinar, o que significa dizer que deve ser trabalhada por todas as áreas do conhecimento do currículo, de forma contextualizada e não como um apêndice de disciplina ou das ações pedagógicas.

Neste sentido é impossível pensar, no contexto escolar, que os alunos são iguais. Eles diferem nas suas crenças, valores, comportamentos, origem social e econômica. São sujeitos reais que dão significados diferenciados às suas experiências e vivências como pessoas. As informações disponíveis a cada um são distintas, as estratégias de pensamento e ação, bem como os recursos utilizados, são diferentes. (Proposta Curricular/SC/98:78 Temas Multidisciplinares).

O conhecimento sobre as diversas substâncias psicoativas, sejam elas lícitas ou ilícitas, deve ser oportunizado aos educandos de todas as séries, observando os processos próprios da aprendizagem, num contexto científico, vinculando este saber à vida.
Cabe à escola mediar este conhecimento, tendo o entendimento que se deve trabalhar prioritariamente a prevenção, evitando ações repressivas aos traficantes ou realizando diagnóstico e tratamento de dependência, pois para estes aspectos existem outros profissionais e contextos com maior qualificação.
A escola e a comunidade unidas têm maiores possibilidades para conseguir realizar um trabalho preventivo significativo. A unidade escolar em seu contexto social e em parceria com as entidades organizadas – Associação de Pais e Professores, Conselho Deliberativo Escolar – pode e deve estar mobilizando diferentes segmentos da sociedade.

2 OBJETIVO GERAL
Desenvolver um programa na unidade escolar dirigido as crianças e adolescentes como ação preventiva, de forma multidisciplinar, contínua e permanente, com relação ao uso indevido de substâncias psicoativas legais e ilegais, doenças sexualmente transmissíveis e à violência, sob a coordenação de uma Comissão Permanente de Prevenção e Redução de Danos (Comissão do NEP)

3 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
· Desenvolver ações preventivas com apoio de profissionais capacitados para atuarem como mediadores entre educadores, alunos, pais e comunidade em geral, implementando desta forma o NEP na Unidade Escolar.
· Socializar conhecimentos científicos sobre drogas, doenças sexualmente transmissíveis e violência, enfatizando o desenvolvimento biopsicosocial infantil e adolescente.
· Incentivar a criação e o desenvolvimento de uma cultura de prevenção e redução de danos na Unidade Escolar, estabelecendo parcerias com instituições públicas e privadas para o desenvolvimento de um trabalho preventivo em rede de apoio, levantando recursos humanos voluntários visando a proteção integral para crianças e adolescentes.
· Incluir o projeto preventivo do NEP no Projeto Político Pedagógico da Unidade Escolar

4 PÚBLICO ALVO
Educandos do Ensino Fundamental e Médio, bem como pais, educadores e demais comunidade escolar.

5 METODOLOGIA
Realizar palestras e estudos, com fundamentação científica, com apoio de pessoal especializado no tema, desenvolvendo um trabalho preventivo em todo o ano, com programação a ser revista e modificada a cada início de ano letivo.

6 PARCERIAS
A Comissão do NEP na Unidade Escolar estabelecerá parcerias com Instituições Públicas e Privadas visando cumprir demanda por pessoal habilitado para as palestras a serem desenvolvidas com as crianças e adolescentes no decorrer do período previsto para o projeto de prevenção.

7 CRONOLOGIA
· Será desenvolvido o projeto neste ano de 2005 no período de Outubro e Novembro.
· Dentro do Projeto Político Pedagógico Participativo o projeto será desenvolvido nos anos letivos posteriores de forma continuada e permanente.

8 REFERÊNCIAS

DIMENSTEIN, Gilberto. O cidadão de papel. A infância, a adolescência e os Direitos
Humanos no Brasil. São Paulo: Ática, 2000.

_____________________. Aprendiz do futuro. Cidadania hoje e amanhã. São Paulo:
Ática 1999.

PAULA, Wilson Kraemer de e PIRES, Giselle de Souza Paula. Viver Livre das Drogas.
Tudo o que você precisa saber sobre o uso de drogas e sua prevenção. Florianópolis:
Letras Brasileiras, 2002.

SANTA CATARINA. Secretaria de Estado da Educação e do Desporto. Viver livre das
drogas: política de educação preventiva. Florianópolis, 2002.

ZALUAR, Alba (et al.) Violência e educação. São Paulo: Cortez, 1998.

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