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13 dezembro 2005

E.E.B. JOÃO MARTINS VERAS - RELATÓRIO

ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA
GERÊNCIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA
ESCOLA DE EDUCAÇÃO BASICA PROFESSOR JOÃO MARTINS VERAS


Relatório

Nos dias 12 e 13 de setembro tivemos a oportunidade de participar da capacitação do NEP. Na ocasião tive a satisfação de constatar que na nossa escola já vinha trabalhando com um projeto equivalente.
Os responsáveis nesta alteração são os estagiários de psicologia que começaram por fazer um diagnostico na escola para ver das necessidades do mesmo. Após o levantamento a equipe optou por começar trabalhando a questão da indisciplina por ter sido uma questão relevante.
Segundo Aquino (1996), a vida em sociedade pressupõe a criação e o cumprimento de regras e preceitos capazes de nortear as relações possibilitar o dialogo, a cooperação e a troca entre os vínculos dos grupos sociais; a escola também precisa de regras e normas, pois estas deixam de ser vistas apenas como prescrições castradoras, passam a ser compreendidas como condição necessária ao convívio social.
O assunto em questão identificou principalmente numa turma de 6ª série do vespertino e por isso a equipe optou por realizar um trabalho especifico nesta turma.
Este trabalho repercutiu positivamente na escola, de tal forma que os professores perceberam mudança de comportamento, no sentido de apresentar melhoras na disciplina.
No desenvolvimento das atividades os estagiários perceberam a necessidade de trabalhar outros temas como: sexualidade e prevenção de uso de drogas.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais propõe que a escola trata da sexualidade como algo fundamental na vida das pessoas, questão ampla e polêmica marcada pela historia pela cultura e pela evolução social.
O tema sexualidade foi trabalhado com os pais no dia da entrega de boletins. O assunto foi abordado pelos estagiários (formandos de psicologia) com muita propriedade.
Os pais participaram com muito interesse.
As questões referentes a sexualidade não se restringem ao âmbito individual. Pelo contrario, para compreender o comportamento e valores pessoais é necessário contextualizá-los social e culturalmente.
Segundo os PCNS conceitos relacionados a sexualidade e aquilo que se valoriza são, também produções sócio culturais. Diferentes valores se contrapõem e disputam espaço. Muitas vezes a mídia fica impondo valores discutíveis, fazendo uso abusivo da sexualidade, transformando-a em objetivo de consumo.
A partir destas questões se sucedeu um debate com os pais, que, acredita-se possibilitou reconstruir a informações portanto sempre pelo respeito a si próprio e ao outro.
Percebe-se no âmbito escolar que os professores tem muita dificuldade para lidar com as questões da sexualidade manifestadas em sala de aula pelos alunos. Geralmente estas questões são tratadas de forma conceituosas, sobre ponto de vida individual. Não há manifestações de interesse para buscar conhecimento cientifico. Existe uma grande resistência a leitura. Neste contexto nos cabe uma grande responsabilidade de proporcionar incentivar, capacitar, no sentido de instrumentalizar o educador para que interfira com propriedade de conhecimento, toda vez que surgir alguma manifestação referente ao tema sexualidade que possa proporcionar a formação do cidadão.
Outro tema que foi trabalhado com bastante ênfase e participação muito ativa dos alunos foi o uso de drogas e as suas interferência na conduta humana.
Acompanhei o lançamento do tema em valor de aula que iniciou o diagnostico sobre suas principais dividas em relação as drogas.
Os alunos colocaram no papel suas principais dúvidas sobre drogas. Em seguida foi recolhido e a equipe preparou as aulas de acordo com os principais questionamentos dos alunos.
A equipe trabalhou em duas sessões com participação muito ativa, dos alunos, demonstrando curiosidade e interesse em relação ao uso de drogas.
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais o uso de drogas não é algo novo para a humanidade e não existe evidencias de que deixará de acontecer. O consumo de diferentes substancias psicoativas no trabalho no lazer é comum a todos as culturas, capazes de modificar o humor, as percepções e remoções tem sido uma constante ao longo da historia humana.
No Brasil, as drogas legais representam mais de 90% dos abusos mais freqüentes praticados pela população em geral.
Os estudos disponíveis mostram que, entre os escolares, destaca-se também o uso de drogas licitas: em primeiro lugar apareceu o álcool, seguido pelo tabaco, por inalados e tranqüilizantes.
Sabemos que o uso de drogas é um tema que mereceu bastante atenção, e também que seu consumo não é privilégio de jovens nem concretiza pelo abuso de drogas ilegais. Ao contrario são as drogas legais como o álcool que se associam a riscos mais significativo. Por isso realmente abordagem sensata da questão pode superar o alarmismo e a sensação de catástrofe eminente. Desde que se proporciona o conhecimento sobre a interferência do uso de drogas estaremos cumprindo parte da nossa responsabilidade na formação do cidadão.

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