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13 dezembro 2005

E.E.F. MARIA AMIN GHANEM - RELATÓRIO

ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA
GERÊNCIA DA EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA.
E. E. F. PROFESSORA MARIA AMIN GHANEM
RUA: ADOLAR POHL, 318 – AVENTUREIRO – JOINVILLE – SC.
CEP: 89225-652 - FONE/FAX (47) 3467-6723

Relatório Final das Atividades da Comissão do NEP


Aos vinte e dois dias do mês de outubro, realizou-se nesta UE; reunião com toda a comunidade escolar; com objetivo de formar a comissão do NEP (Núcleo de Educação e Prevenção). Depois da acolhida da direção; a Orientadora Maria Salete Maciel, responsável pela coordenação técnica, explanou aos presentes que é o NEP; sua importância na Educação Integral do Educando. E como deverá ser implantado na Escola, de forma coletiva. A Direção solicitou a participação de todos para a implantação do NEP na Escola; Vamos fazer a prevenção para não punir mais tarde, é dever de Família e Escola. Juntamente com o Programa: O caráter conta está desenvolvendo a cultura da Prevenção e redução de danos no caráter da criança. A seguir formou-se a Comissão do NEP – conforme orientação da GEECT. (lista dos participantes integrante em anexo).Foram convidados os presentes para uma reunião sob a responsabilidade da Orientadora e as professoras: Lueli Rohweder e Silvana Mendonça que fazem parte do Projeto Prevenção tendo como proposta contribuir para a promoção e transformação de valores e comportamentos relacionados à sexualidade, saúde e direitos reprodutivos.A reunião foi realizada com os Pais e ou Responsáveis dos alunos das primeiras, segundas e quintas séries com o objetivo de criar espaço para refletirmos sobre; Educação para a vida, buscando integrar escola e família visando uma educação preventiva.
A Educação Sexual é um processo de intervenção que visa favorecer a reflexão sobre a sexualidade, contemplando não só a informação propriamente dita, mas também a discussão sobre valores, crenças, preconceitos, experiências individuais etc.
Neste sentido, não basta trabalhar apenas com os aspectos biológicos da reprodução humana e com a informação científica. É preciso, também, estabelecer pontes entre a sexualidade e a cultura, entre o afeto e as características individuais e, na medida do possível, auxiliar os jovens a desenvolverem as habilidades necessárias para garantir o sexo seguro e planejado.
O Estado já propicia à sociedade informação e orientação sobre sexualidade. Propicia acesso aos meios de anticoncepção. Educação sexual nas escolas com capacitação e reciclagem de professores. Atendimento integral à saúde da mulher (pré-natal, atendimento específico à adolescente, prevenção do câncer etc.).
A Família presente desde a concepção. A expectativa que os pais tem para o futuro dos filhos exercerá influência sobre a sexualidade deles. A aquisição da capacidade amorosa e erótica que desenvolverá no decorrer da vida através: - perguntas respondidas x ignoradas – atos de carinho x rejeição entre o casal e os filhos – atitudes diante da sexualidade (verbais e não verbais).
Na Escola volta à preocupação com a Educação Sexual devido a Aids e ao aumento de casos de gravidez na adolescência; papel da escola: - preencher lacunas.
– erradicar preconceitos – aprofundar informações – propiciar uma visão ampla e diversa das opiniões sobre o tema sexualidade – não ditar normas de conduta, mas ensinar o respeito tanto pelo próprio corpo e o do outro quanto pelos seus sentimentos e os do outro. Temos sete motivos para se trabalhar com Educação Sexual na escola. Porque muitos pesquisadores já concluíram que meninas e meninos bem informados costumam iniciar a vida sexual mais tarde e com maior responsabilidade. Porque muitas famílias não conversam sobre sexo com seus filhos e têm expectativas que esse tipo de informação e discussão aconteça na escola. Porque crianças e adolescentes conversam sobre sexo com amigos e podem estar recebendo informações incompletas, erradas e preconceituosas.
Foi realizado um diálogo, reflexão sobre diversas situações em que os professores vivenciam no dia a dia em relação à educação sexual. Os pais participaram do diálogo e colocaram suas dificuldades. Interessante é que as dificuldades são as mesmas tanto nas séries iniciais quanto nas quintas séries. Há necessidade de um diálogo constante entre escola e família desde as séries iniciais. Faz-se necessário um trabalho sobre agressividade com os pais e alunos. O trabalho junto à família é a única forma de realizarmos uma educação qualidade que forme para a vida. Os pais que participaram demonstraram interesse e qualidade de vida! Sugerindo à orientadora que para o próximo ano, a escola desenvolva um Projeto sobre Agressividade. Este tema é importante e urgente na Educação dos filhos. Com esta proposta de iniciarmos no primeiro semestre 2006. A Diretora agradeceu a presença de todos. Adendo: A formação com os pais foi realizada em 02 dias em três períodos, totalizando 12 horas.

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